Snow in Durmstrang - Parte II

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Fanfic finalizada em: 31/10/2020

Capítulo Único

A neve caía do lado de fora do castelo. havia acabado de receber a notícia de que os planos do Lorde das trevas para ela havia tomado outro rumo e que no ano seguinte teria de ir para Hogwarts.
E apesar de no início de sua vida estudantil esse ser o seu primeiro e mais almejado plano, agora deixar Durmstrang não lhe agradava. Tinha seu time de quadribol, os professores de quem gostava e amigos. Mais que isso, tinha seu melhor amigo ali e a ideia de começar em um novo lugar, apesar de nada assustadora para a jovem Malfoy, não era de seu agrado de todo modo.
Sabia que não devia questionar os planos de Voldemort, porque não era aquilo que uma Malfoy deveria fazer, mas ainda assim alterou o tom de voz ao falar com o milorde quando pela primeira vez o encontrou. E como já havia sido avisada, foi punida por sua insolência.
Estava em seu dormitório, aproveitando um pouco mais de sua cama quente no castelo sempre tão gelado, quando ouviu barulhos a janela e quando direcionou seu olhar para a mesma encontrou ali a coruja que mais parecia um borrão negro em meio a toda a branquidão da paisagem.
Se levantou depressa abrindo a armação de madeira e vidro, sentindo então o vento frio adentrar o local junto a coruja, que como de costume parecia mal-humorada. Penny odiava o frio.
— Tem algo para mim? - questionou vendo o pequeno pedaço de pergaminho que carregava no bico. A coruja o soltou, porém ainda o protegia. sabia o que fazer.
Abriu a gaveta na mesa de cabeceira e dali tirou um biscoito do pacote o estendendo para a ave que depressa se aproximou o tomando para si e alçando voo até estar no encosto da poltrona que ali havia.
pegou sobre a cama o bilhete que carregava um recado daquele que um dia não imaginou chamar de amigo, mas que agora não conseguia ver de outro modo. Viktor Krum.

Já que vai me abandonar, sua ingrata, então vamos fazer essa despedida direito. Hoje temos a festa de Halloween do sexto ano, o time de quadribol está convidado e nós vamos. Depois tenho uma surpresa. Te espero na porta do seu dormitório ás dez.
PS: você precisa ensinar sua coruja a parar de bicar.


riu sozinha. Penny tinha uma implicância especial com Krum. Não porque não gostasse dele, mas sim porque assim como a dona gostava do rapaz, mas se recusava a assumir aquilo com todas as palavras.
Krum era um bom amigo, mas parte importante da amizade dos dois se tratava das implicâncias sem fim entre eles.

ϞϞϞ


usava as vestes pesadas enquanto percorria os corredores frios do instituto. Lá fora a neve continuava a cair e dava poucos sinais de que pararia. A paisagem era tão branca quando no dia em que foi transferida para o lugar.
Ela se lembrava bem de como havia se sentido. De como não queria estar ali. Mas agora, sabia que sentiria falta de tudo.
Depois dos seus primeiros dias de desentendimentos com Krum e do acidente no jogo de quadribol, as coisas haviam se colocado nos eixos.
Ela e Krum ainda tiveram seus desentendimentos, porém pouco a pouco eles se tornaram uma forma de carinho entre ambos, e quando notaram já eram inseparáveis. O sobrenome Krum sempre era inconscientemente ligado ao sobrenome Malfoy por todos da escola, e quando se tratava de quadribol, eram a dupla dos sonhos. não havia persistido na idéia de ser apanhadora, acabou tomando o lugar de artilheira. Haviam murmurinhos por aí de que Malfoy poderia se tornar a mais jovem bruxa a competir em uma copa mundial de quadribol, representando a Inglaterra. Porém, os planos de Voldemort mudava as coisas.
— Eileen! - a voz já conhecida chamou e o tom grave ecoou pelo corredor vazio antes que alcançasse a porta onde a festa de Halloween do sexto ano acontecia.
— Fale baixo, búlgaro. - ela pediu entre um riso baixo ao que apertava o passo — Por favor, não diga que encheu a cara com aquela coisa que Thomas ousa chamar de destilado. - Krum riu abraçando a amiga assim que ela o alcançou. Não se viam desde o dia anterior, quando Krum tomou algum tempo para digerir que sua melhor amiga não estaria ali no ano seguinte. E também para tentar entender os sentimentos confusos que aquela revelação havia lhe trazido.
Ele se sentia triste, de fato, mas havia também algo dentro de si que se revirava com a idéia de o deixando e talvez conhecendo outra pessoa. Outra pessoa que tomasse seu lugar.
E além disso, o que sentia pela garota parecia ainda mais confuso depois de algo que Hawley havia lhe dito na noite anterior.
É normal que se sinta assim. Eu também me sentiria se a garota de quem gosto fosse embora.
Essas foram as exatas palavras que tiraram de Vitor o sono por longas horas. Por que ele não gostava de . De fato tinha muito carinho por ela, e era ótimos amigos, mas não gostava dela. Mas se não gostava, porque aquilo continuava lhe batucando a cabeça até aquele momento, enquanto abraçava o corpo pequeno junto a si?
— Eu não perdi completamente o juízo. - a jovem bruxa gargalhou e Krum apenas a acompanhou enquanto a afastava brevemente para guia-la sala a dentro.
Ali uma pequena aglomeração de jovens bruxos se encontrava. Uma música que não fazia idéia de quem cantava, tocava alta, e definitivamente quem havia executado o feitiço para deixar o local a prova de som havia o feito com maestria.
Por todos os lados a decoração não deixava a desejar, os alunos transitavam de um lado para o outro com copos de bebidas em mãos, e a jovem Malfoy duvidava que fosse suco de abóbora.
— Bruce estava perguntando por você. De novo. - Krum soltou rindo um pouco, mesmo antes da expressão de Malfoy se fechar. Um dos braços de Krum se encontrava sobre o ombro da garota mantendo a perto de si para que não fosse atropelada por ninguém.
— Por Merlim! Ele é bonito e tudo, mas eu já disse que não quero nada com ele. Garoto grudento. - ela fez uma careta que fez o mais velho rir.
— Eu também sou grudento e você não reclama. - jogou sem sequer perceber que poderia parecer que estava insinuando algo.
— Eu aprendi a te suportar, porque somos amigos. - revidou sem grandes pensamentos.
Caminharam juntos até uma mesa onde tortinhas os aguardavam e dali ambos pegaram uma para cada a colocando na boca.
A princípio ficaram parados, apenas observando a multidão e conversando com quem vez ou outra vinha lhes dirigir a palavra, mas na maior parte do tempo conversavam entre si, rindo de bobagens ou dando um jeito de pregar uma peça em alguém.
— Então… - Krum começou assim que ele e a jovem Malfoy se encostaram em uma parede para descansar depois de pularem ao som de uma música que sequer conheciam — Você vai para Hogwarts.
— É o que parece. - o tom sarcástico e com certo deboche sempre tão característico de Eileen o fez rir.
— Sabe que Harry Potter estuda lá? - questionou e deu de ombros.
— Sei, mas pouco me importa. Deve ser só outro garoto babaca. Nada de novo sob o sol. - Krum riu um pouco.
— Então posso ficar tranquilo quanto a ser trocado pelo garoto que sobreviveu, hm? - riu. Gargalhou porque aquilo lhe parecia uma piada. Mas assim que encontrou o rosto de Krum, ela soube. Porque apesar de ele rir, seus olhos carregavam uma preocupação genuína que ele nunca saberia esconder. Não dela.
— Está falando sério? Tem medo de ser trocado por Harry Potter? - Krum deu de ombros e revirou os olhos — Ah, tenha dó! Os anos que passei suportando você não te provaram nada, seu búlgaro coração mole? - questionou o vendo rir um pouco mais com verdade — Eu não estou nem aí para o Potter, ou para qualquer outro naquele lugar. Somos amigos e isso não vai mudar. - ela se permitiu deixar a feição emburrada para sorrir um pouco — Era só o que me faltava. Um bruxo desse tamanho com esse tipo de inseguranças. Tenha dó. - tornou a debochar.
— Vai zombar de mim o resto da vida por isso, não é? - Krum questionou e riu. Uma risada reconfortante, de fato.
— Não tenha dúvidas.
Por um breve instante trocaram um olhar divertido que se perdia e meio ao riso que trocavam. Krum notou o quão esteve enganado com a jovem Malfoy quando a conheceu. Ao pensar que fosse uma bruxa frágil e incapaz. era, na verdade, completamente o contrário. Não apenas por ser uma das melhores alunas de Durmstrang, mas também porque de algum modo a garota parecia uma muralha.
Viktor sabia que havia muito que carregava, mais ainda agora que teria de mudar de escola. E apesar de nada ter dito sobre a real razão de deixar Durmstrang, Vitor sabia que havia algo por trás de toda aquela história. Porque agora parecia cansada, como se o peso do mundo estivesse sobre suas costas.
— Então quer dizer que a mascote vai nos deixar? - a voz de Hawley foi ouvida e rindo o encarou.
— Eu ainda não fui embora, posso muito bem te dar uma surra, Haw. - o mais velho ergueu as mãos rindo um pouco.
— Vamos sentir sua falta por aqui, Malfoy. - revelou e apenas deu de ombros.
— Azar o de vocês. - e com aquilo uma nova risada foi tomada de todos.
Aquele era o humor da jovem Malfoy. Ácido, mas a seu modo ainda… Carinhoso, se assim pode-se dizer. Krum sorriu e balançou a cabeça em negação.
— Vamos, Eileen, a diversão vai começar agora. - Krum esticou o braço e ofereceu a mão para que a garota segurasse. A garota levantou a sobrancelha desconfiada pelo gesto repentino e após alguns segundos, segurou a mão do melhor amigo. Desconfiava do real significado de “diversão”, ainda assim, confiava o suficiente em Viktor para ignorar a sensação de que havia mais significado naquelas palavras do que pensava. Ainda assim, mesmo que soubesse que sim, havia mais naquilo do que Krum realmente falara não ficou relutante e deixou Krum guiá-la para fora do salão. Logo em seguida, notou Hawley sorrir de canto a canto e com um sinal de cabeça, chamar outro de seus companheiros para assim darem início a última parte da despedida da jovem Malfoy.
Fugindo dos olhares curiosos dos outros alunos, o quarteto seguiu para a Torre Proibida.

ϟϟϟ


Seguiram por um corredor estreito e mais gelado do que o restante do castelo e agradeceu por estar devidamente agasalhada naquele momento. Pontos para Krum que havia sido mais do prestativo trazendo um manto a mais para ela. Sempre atencioso. A garota pensou e por um momento, por mais que tudo estivesse parecendo normal, sentia que tudo estava prestes a mudar e não sabia se estava preparada o suficiente para deixar Krum o restante dos garotos. Não admitiria para o lorde das trevas, mas, não só havia se apegado em todos de Durmstrang como também, sentiria falta deles. Naquele momento, jurou que jamais se apegaria novamente em alguém que não fosse de sua família.
Quando chegaram à entrada da Torre Proibida, Hawley se pôs na frente e pronunciou o feitiço “Alohomora”, no mesmo instante, o cadeado e as correntes velhas que impediam passagem para entrar no local, caíram sobre o chão.
— Esse é o meu garoto - balançou a cabeça com o comentário de Thomas.
— Vamos fazer mesmo isso? Quero dizer, vocês têm certeza de que querem ir em frente com isso? - perguntou incrédula. não podia pensar em qual punição teriam por estar naquele lugar onde o próprio nome denunciava ser “restrito”.
— Deu para amarelar agora, Eileen? - Krum provocou e semicerrou os olhos e sacando sua varinha, sussurrou o feitiço “Lumose entrou pela pequena porta. Dessa vez, a passagem a sua frente era mais larga, ainda assim, não era nada bonita de se ver. A Malfoy sorriu.
— O que estão esperando? - disse em tom provocativo, repreendendo o comentário anterior do búlgaro. Krum balançou a cabeça rindo e seguiu os mesmos passos garota. Primeiro a varinha, depois o feitiço e então adentrou a Torre Proibida.
— Vocês esperem aqui e tentem avisar a qualquer sinal de problema - Viktor advertiu os dois garotos que concordaram com a cabeça e marcaram posição de guardas.

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Não sabiam a quanto tempo estavam caminhando, mas pelas contas da Malfoy, já era muito. Krum ia na frente com a varinha em mãos iluminando o caminho e permanecia atrás em seu encalço. Volta e meia tinham que desviar de alguma teia de aranha, ou de pisar em falso em alguma madeira podre, a Malfoy sequer cogitou a possibilidade de algum destroço antigo cair sobre eles, era um típico local de dia das bruxas. No fim, tinha uma ligeira impressão que Krum já havia estado naquele local mais do que lhe contará.
A garota balançava a cabeça rindo.
— Vai demorar para chegarmos? Estamos caminhando a tempo demais. E o que é que tem nesse tal lugar, afinal? - perguntava manhosa e Krum diminuiu a velocidade do passo para poder conversar com a garota.
— Não reclame tanto, Eileen. Tenho certeza que em Hogwarts ninguém vai te jogar em um lugar desses. - o bulgaro brincou.
— Realmente não. As torres de lá devem ter um cheiro bem melhor. - Krum riu.
— Você acolhe a pessoa e é isso que ganha em troca. - murmurou em falso mal humor e deu-lhe a língua. — Mas, para a sua sorte, eis que finalmente chegamos ao local!
olhou ao redor e por um segundo, pareceu não notar nada de diferente. Mal havia percebido o momento que chegaram em um espaço mais amplo do lugar e a Malfoy teve certeza que aquele era o centro da torre que haviam invadido. O a escuridão do local e pouca iluminação que vinha das varinhas, não ajudava muito, então apertou os olhos e vislumbrou a extensão do lugar novamente, desta vez, com atenção. E foi quando ela o viu.
Deitado sobre o canto mais fundo da sala, estava a criatura ao vivo em em cores, como jamais vira.
— Por Merlim, Viktor, pretende me matar para não ter que ir a Hogwarts? - soou nervosa e ao mesmo tempo brincalhona. Não sabia o que Krum tinha na cabeça, mas certamente ele sabia o que estava fazendo. Bom, pelo menos ela torcia que sim.
Viktor sorriu e com um acenar da varinha, fez com que todo o lugar ganhasse vida ao ser iluminado por luzes que vinham do fogo dos pedestais fixos a parede. O animal, que até então deduziu estar dormindo, instantaneamente despertou e para a sua surpresa, não os atacou.
A primeira reação do animal foi analisar seus visitantes. O olhar atento recaiu sobre a Malfoy com certa curiosidade. O corpo ainda pequeno, porém majestoso se levantou traçando passos cautelosos até a jovem.
— Viktor? - chamou o amigo baixo quando uma distancia perigosa foi estabelecida entre ambos. O ar que deixava as narinas era quente, como em um lareira no inverno.
— Ele está apenas te conhecendo. Não vai fazer nada. Na verdade é um grande bobão, não é, Wise? - o animal apenas deu mais alguns segundos de sua atenção para antes de deixa-la como se não fosse nada, para animado esfregar seu focinho contra o peito de Krum que riu — É também estou feliz em te ver, amigão. - Krum acariciou a cabeça do animal como se fosse apenas um cachorro.
— Ele é um dragão e você está o tratando como se fosse uma coruja. - riu ainda surpresa e Krum deu de ombros.
— Acredite, Penny seria capaz de matar Wise se quisesse. - revirou os olhos.
Nunca havia visto um dragão tão de perto. Muito menos um Dente-de-Víbora Peruano, mas precisava admitir, o animal era maravilhoso. Tinha escamas de cor cobre e algumas manchas negras em sua crista. Tinha apenas um pequeno chifre do lado direito e uma cicatriz onde o outro deveria estar.
— O que houve com ele? - os passos de se tornaram cuidadosos a medida que se aproximava. Wise realmente não parecia nada disposto a atacá-la, pelo menos não enquanto Krum o acariciava.
— Não sei, na verdade. Certa noite eu estava voltando para o quarto e ouvi um barulho. Por conta das histórias imaginei que pudesse ser algum tipo de poltergeist, mas quando cheguei aqui o encontrei choramingando como um bebê. - o dragão esfregou a cabeça mais contra o peito de Krum que sorriu — Achei que ele fosse tentar me atacar, mas era tão dócil que acho que eu fui que o assustei. De todo modo, tenho cuidado dele desde então. - sorriu. Mal havia notado que agora já estava ao lado do animal. A mão hesitante pairava sobre a cabeça dele, e só quando Krum assentiu ela baixou a mesma.
— Sabe de quem ele era? - as escamas ásperas fizeram cócegas nas mãos de , mas ela apenas manteve o carinho meio desajeitado e receoso.
— Acho que de um professor, algumas semanas antes de eu encontrá-lo. - sorriu ao barulho satisfeito que o animal soltou.
— E você nunca me trouxe aqui? Você é cheio de segredos, Viktor Krum. - brincou e Krum apenas a encarou.
— Não finja que não tem os seus, Eileen.
sabia a que ele se referia. Não havia contado a Viktor o real motivo de sua partida. E ela sabia que o amigo a conhecia o suficiente para perceber que havia algo por de trás de tudo aquilo. Porém, aquele era um segredo que não podia revelar, então apenas mudou de assunto.
— Me parece que ele está aqui com algum propósito - parou de acariciar o dragão ao perceber uma porta escondida atrás do animal. Como se algo lhe chamasse, não pensou duas vezes até andar em direção a ela.
— Ela não abre. — Krum alertou, mas estava tão hipnotizada com a porta que mal se deu conta ou compreendeu as palavras que Viktor falava. A sensação era estranha e então, algo surgiu em sua mente: poderia ser mais uma surpresa de Krum.
Já em frente da porta, pode vislumbrar melhor seus detalhes. Parecia ser feita de um material não usual daquelas que ela conhecia, na verdadeira, sua cor lembrava muito uma pedra preciosa. Era como se a porta fosse inteiramente feita de quartzo escuro. Mas, o que realmente lhe chamou atenção era os símbolos contidos nela.
A Malfoy não os conhecia, mas estranhamente sabia o que diziam e os pronunciar. E foi o que ela fez. Símbolo a símbolo, letra por letra, formando a singela palavra “abra-me”.
E surpreendente, após proferir a palavra, um estrondoso barulho de algo muito pesado se movendo tomou conta de todo o recinto e em imediatos segundos, a porta antes selada, abriu-se. conseguiu apenas visualizar o brilho que emanava da sala secreta antes de ser puxada pelas vestes pelo dragão a ordens do Krum.
— O que foi? Não é só você que sabe abrir portas. - debochou, porém ao encarar o amigo notou a expressão surpresa que não deixou o rosto de Viktor nem por um momento e por isso ela franziu o cenho. Aquilo não parecia parte da despedida de Krum — O que foi? - dessa vez o questionamento veio com certa seriedade.
— Eileen… - Krum começou, fazendo uma nova pausa ao encarar a porta que agora se encontrava aberta — Desde quando você faz isso? - dessa vez os olhos do bulgaro estavam sobre a jovem Malfoy.
— Isso o que? - a confusão de fazia parecer que ela sequer havia notado. E de fato não havia.
— Eileen, você… - houve uma nova pausa. Viktor nunca havia conhecido alguém como ela, nem achou que conheceria algum dia — Você fala a língua das cobras.





Fim!



Nota da autora: Espero muito que tenha gostado de ver um pouco desse lado da história da nossa querida Malfoy e do Krum. Foi escrita na correria, mas foi com todo o carinho do mundo, juro. Me deixem saber o que acharam, estou curiosa. Vejo vocês em breve e Malfeito, feito. Abraços, G.K




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