Finalizada: 09/2025

Capítulo Único

O salão estava cheio de risadas e vozes que pareciam ecoar memórias antigas. Era incrível como, depois de tantos anos, alguns lugares e rostos ainda conseguiam despertar lembranças que pareciam ter sido congeladas no tempo. ajeitou a bolsa no ombro e respirou fundo, tentando se acostumar com a sensação de estar cercada por pessoas que, de alguma forma, sempre fizeram parte de sua vida. E ali estava ele — — com aquele sorriso que sempre parecia saber mais do que dizia.
Enquanto o grupo se acomodava em uma roda improvisada, o clima era leve, descontraído. Alguém brincou sobre os relacionamentos desastrosos da adolescência, outro riu lembrando das competições bobas de quem era mais dramático, e se pegou sorrindo sem perceber. Então alguém sugeriu, com aquele tom de curiosidade casual:
— E as linguagens do amor de cada um? Vamos falar sobre isso.
Foi nesse instante que sentiu aquele frio na barriga, enquanto apenas arqueou uma sobrancelha, como se já soubesse o que ela ia dizer. E talvez, só talvez, ele estivesse mais do que pronto para provar que a teoria dela sobre amor não contava toda a história. Cada um disse a sua, pensou um pouco e não tinha muita certeza do que seria.
— E a sua, ? — Perguntou Julie, uma de suas amigas.
— Acho que é tempo de qualidade. — Respondeu.
— Não é, é toque físico. — Disse , sem pensar. Todos ficaram em silêncio, até que ele percebeu o que havia falado. paralisou.
— E a sua, Brad? — Julie desconversou, tentando desviar o foco de e . se encolheu, bebeu um gole da cerveja que estava em sua mão. Os dois se entreolharam, em silêncio, com a tensão palpável no ar.
Um momento depois, se levantou para ir ao banheiro e cruzou com no corredor. Os dois se entreolharam e ele suspirou, se rendendo à bronca que levaria.
— Eu disse que não queria que eles soubessem. — Ela cruzou os braços.
— Eu sei, mas como você pode dizer que sua linguagem do amor é tempo de qualidade? — Retrucou, arqueando uma sobrancelha. — Sabe que eu posso provar que não, né? — Ele acariciou o braço dela. Ela respirou fundo, tentando manter a calma, mas não conseguiu afastar o arrepio que o toque dele provocava.
… — murmurou, quase sem som. Ele sorriu, se aproximando, encostando-se de leve à parede do corredor, bloqueando a saída.
— Acha mesmo que só tempo de qualidade explica o jeito que você reage ao meu toque? — perguntou, com um tom baixo e provocante. sentiu o coração acelerar, a tensão se tornando quase insuportável. Antes que pudesse responder, ele deslizou a mão pelo braço dela, passando pelos ombros, até que ela respirou fundo e sussurrou:
— Então… prove. — Ele segurou a mão dela e, com um olhar cúmplice, a guiou até o banheiro do salão. Porta fechada, silêncio absoluto. A música alta no salão era a camuflagem perfeita para o momento. não conseguia controlar seus impulsos com , tudo sobre ele era desejo. Seu corpo pedia pelo dele, sempre nos lugares mais improváveis, e ele se garantia disso. Ela gemeu baixinho quando ele beijou o seu pescoço, sentindo o corpo inteiro reagir a cada carícia. Ele passou as mãos por baixo de sua saia, segurando-a pelas coxas e a colocando sentada na bancada da pia do banheiro. Ele removeu sua calcinha e deslizou as mãos por baixo da saia dela, explorando cada curva com cuidado e intensidade. Abaixou-se e beijou a parte inferior de sua coxa suavemente. A proximidade fazia o coração de disparar, e ela não conseguiu evitar ceder ao toque dele, abriu as pernas deixando espaço para que se aproximasse ainda mais.
Ele acariciou sua intimidade suavemente, sentindo o quão úmida estava. Levou os beijos até o meio de suas pernas, alcançando sua intimidade com a língua.O toque dele fazia ondas de calor percorrerem cada centímetro do corpo de , como pequenas explosões de eletricidade que a deixavam sem fôlego. Um arrepio subia da espinha até a nuca a cada gesto dele, e as pernas tremiam involuntariamente, incapazes de sustentá-la sozinhas. Era como se cada toque, cada carícia, enviasse uma corrente elétrica diretamente para o centro do seu prazer, fazendo o coração disparar e o corpo inteiro se curvar, implorando por mais. O calor interno se espalhava, intenso e urgente, e a respiração saía em suspiros entrecortados, enquanto uma mistura de surpresa, desejo e êxtase dominava cada parte dela. Mesmo tentando manter o controle, se via entregue, perdida na sensação de ondas e choques de prazer que provocava, cada toque dele deixando-a mais sensível, mais frágil e, ao mesmo tempo, completamente dependente daquela conexão só deles. Uma onda avassaladora percorreu seu corpo, arrepiando cada fibra e fazendo suas pernas cederem, enquanto um êxtase explosivo a consumia por completo.
ficou de pé, acariciando seu membro enrijecido por cima da calça. desabotoou a calça com pressa, ela continuou acariciando por cima da cueca, até que desceu sua mão para dentro dela. sentiu seu corpo arrepiar quando o toque dela encontrou seu membro, ela começou a estimular em movimentos de sobe e desce, apertando suavemente. Pressionou o topo suavemente com o polegar, sentiu sua respiração falhar, cada toque dela enviava ondas de eletricidade pelo corpo de , despertando sensações que ele nem sabia que existiam. A pele dele se arrepiava, o coração acelerava, e um calor profundo se espalhava da cintura até o peito, tornando impossível pensar em qualquer coisa além dela.
Quando as mãos dela exploravam sua intimidade, era como se cada nervo gritasse por mais: uma mistura de surpresa, desejo e entrega que o deixava vulnerável de um jeito que só ela conseguia provocar. A respiração dele se tornava curta, ofegante, cada toque dela ressoava em cada parte do corpo, fazendo-o sentir que cada instante era intenso, urgente e absolutamente necessário. Mesmo tentando manter o controle, se via rendido, perdido na sensação pura que só sabia despertar, no equilíbrio perfeito entre prazer, desejo e intimidade.
Ela se abaixou e levou seu membro até a boca, explorou suavemente o topo com sua língua, fazendo o corpo de se contrair para a frente. Ela continuou envolvendo seu membro com a boca, sentiu como se estivesse sendo queimado por dentro e ao mesmo tempo derretendo de prazer. Cada toque dos lábios dela enviava ondas elétricas que percorriam seu corpo, acelerando o coração e deixando a respiração curta. Um arrepio profundo subia pela espinha, os músculos se contraíam involuntariamente, e uma tensão deliciosa se acumulava, fazendo cada sensação parecer mais urgente, intensa e impossível de resistir. Ao perceber que estava se aproximando do seu ápice, a afastou.
debruçou-se sobre a pia, elevando os quadris como um convite. se posicionou atrás dela, acariciou suavemente sua entrada com o dedo e a penetrou devagar. Aumentou o ritmo das estocadas na medida em que seu membro se adequava à ela, sentiu seus quadris se encontrando, o que aumentava ainda mais seu prazer. gemia abafado, com a mão na boca. Ele reduziu a velocidade, para evitar que alguém os ouvisse.
— Mais forte. — Ordenou ela, sorriu e aumentou a intensidade de suas estocadas. Seus corpos borbulhando de prazer, ele podia sentir sua intimidade ficando mais apertada ao redor dele. Uma onda súbita e avassaladora a tomou por inteiro, como se cada fibra do seu corpo estivesse vibrando em sintonia com o prazer. O mundo se reduziu a sensações líquidas, pulsantes, que a atravessavam da cabeça aos pés. Suas pernas tremeram, a respiração se perdeu em suspiros entrecortados, e um calor profundo explodiu dentro dela, arrebatando todos os pensamentos, deixando apenas o êxtase e a entrega absoluta.
não conseguiu segurar o gemido que escapou de seus lábios, continuou aumentando a intensidade, seu membro deslizando com mais facilidade dentro dela e a sensação de seu corpo trêmulo intensificaram seu prazer. Ele envolveu seus braços em sua cintura, sentindo seu calor. O corpo de se arqueou, tomado por uma onda avassaladora que começou na intimidade e se espalhou por cada músculo. Um calor pulsante invadiu sua pele, a respiração ficou curta e irregular, e um arrepio percorreu a espinha até a nuca. Cada movimento dela, cada toque, amplificava o prazer, fazendo-o perder completamente o controle, entregue a uma explosão de sensação que o consumia por inteiro.
se recostou, ainda respirando pesadamente, e passou o braço por cima dos ombros dela, puxando-a para perto.
— Você sempre me deixa sem fôlego… — murmurou, com aquele sorriso malicioso que só ele sabia fazer. apoiou a cabeça no peito dele, sentindo o calor que ainda os envolvia.
— Eu… acho que você também, sabe? — disse, rindo baixinho, ainda com o coração acelerado. Ele inclinou a cabeça e beijou a coroa da sua cabeça.
— Só nós sabemos, né? — disse, a voz rouca, cúmplice.
— Só nós — concordou ela, sorrindo. a olhou nos olhos, firme e suave ao mesmo tempo.
— Não importa a linguagem do amor, … Eu aprendo todas, desde que seja com você. — Ela sorriu, encostando o nariz no dele, e fechou os olhos, sentindo que, naquele instante, nada mais existia além deles dois.
Quando saíram do banheiro, ajustando discretamente as roupas, voltaram para o grupo com aquele sorriso cúmplice que dizia tudo sem precisar de palavras.



Fim



Nota da autora: Oi meus amores, espero muito que tenham gostado dessa fic, Yeonjun é minha obsessão do momento, como notaram. Obrigada por lerem e não esqueçam do feedback para que eu saiba que você gostou <3




Outras Fanfics:
Além Do Acaso The Justive and Me Trovão de Konoha Consigliere The Time We Have Left My Lovely Lover

Nota da scripter: Eu tenho uma amiga que vai me matar quando ler essa nota, mas eu ando muito obcecada nesse quengo também, obrigada por essa fic hahaha.

Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.