Ela nunca soube lidar bem com suas emoções. Por isso, quando ela e seu melhor amigo decidiram ter um relacionamento sério, todos pensaram que ele sairia como o machucado da história. Não foi bem o que aconteceu. Agora, ela quer vingança. Ela quer machucar tanto quanto foi machucada e humilhar tanto quanto foi humilhada.
Quando duas pessoas decidem que querem guerra, dificilmente são as únicas envolvidas. Elas precisam de soldados dispostos a lutarem. A UCLA virou um campo de batalha, irmandade contra fraternidade, garotas contra garotos... Quem vai levar essa? Façam suas apostas.


Escrita e revisada por: Bruna Cruz

Prólogo ao Capítulo 7

Que droga de conversa tinha sido aquela? Eu deveria ter ficado com a boca fechada, mas não, fui idiota o suficiente para querer bater boca com ele. E, agora, eu tinha arranjado a porra de uma missão. Por causa de uma conversa de cinco minutos, eu tinha que entrar em uma droga de irmandade! Agora, era uma questão de orgulho. Eu faria tudo, tudo, para entrar. Só precisava mostrar a ele que eu conseguia.
Ele queria conviver comigo, certo? Não seria em paz.

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Capítulos 8 ao 14

"Eu havia causado aquilo. Um pensamento aleatório no dia da nossa iniciação e aqui estávamos algumas semanas depois, com duas casas que, na teoria, deveriam ser parceiras querendo arrancar os pescoços uma da outra. Eu tinha que admitir, nós fizemos um baita trabalho. E agora eu já não acho que conseguiríamos controlar a nossa criação mesmo se quiséssemos."

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Capítulos 15 em diante.

— Não espero que você me ame de repente, só que me dê algum espaço por perto. Esse tempo todo eu peguei o que consegui, Jess. Eu levei os socos e tapas, aguentei as ofensas, tentei entrar no espírito da coisa e te dar o que você queria só para estar perto, mas não suporto mais. Por isso, estar aqui é tão importante para mim... Porque se não der certo, eu vou sair dessa sem nada.

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