Prólogo
Grupo &Min anuncia a inauguração de sua primeira galeria de artes.
O CEO apareceu ao lado de sua secretária, , durante a coletiva de imprensa desta manhã. A data e o local do evento ainda serão revelados, mas a expectativa do público cresce a cada novo detalhe divulgado.
Segundo informações repassadas pela secretária, o CEO fará em breve o anúncio oficial dos artistas convidados para a abertura.
E enquanto as câmeras piscavam e os repórteres disputavam espaço, manteve a postura impecável, a voz tranquila, o sorriso profissional.Ninguém imaginava que, por trás daquela serenidade, havia algo afiado — um propósito silencioso.
— Já alterou meus compromissos desta semana? — Perguntou , enquanto caminhava depressa ao lado dele para alcançá-lo.
— Sim, senhor. Todas as alterações solicitadas essa semana já foram realizadas. — Respondeu ela, parando ao lado do carro enquanto ele entrava.
— Ótimo. Hoje ficarei na empresa até depois do expediente. — Ele entrou no carro, no banco de trás e assentiu.
— Senhor, devo lembrá-lo do seu jantar de aniversário na casa de sua mãe. — Disse ela, verificando a agenda. passou a mão no rosto e suspirou.
— Certo, tem isso. — Ele bufou. — Vamos até lá, então.
— Eu também? — Perguntou ela, ele apenas assentiu. — Tem certeza?
— Vai me fazer repetir? — Ela respondeu a pergunta com um aceno de cabeça, em negação e entrou no carro, sentando-se no banco carona. O motorista dirigiu até a enorme mansão onde a família morava, estacionando na entrada principal. saiu do carro primeiro, se posicionando ao lado da porta enquanto um dos empregados abria para sair.
Os dois caminharam lado a lado para a sala de jantar, sendo recebidos por confetes e aplausos. se afastou, deixando o foco para o presidente.
— … — Ele se virou para ela, segurando um pequeno bolo na mão. — Feliz aniversário. — Ele estendeu a mão para que ela segurasse o bolo.
— O que é isso? — segurou o bolo em suas mãos e foi abraçada pela senhora mais velha, mãe de , que estava no local.
— Obrigada, . Não sei o que seria do meu bebê sem você. — A mulher sorriu gentilmente e retribuiu o sorriso.
— É verdade, ele até quis comemorar o aniversário para te surpreender. — As palavras da irmã mais nova de a surpreenderam.
— É só uma forma de agradecimento por todo o trabalho. E também, é uma coincidência nosso aniversário ser no mesmo dia, talvez o destino nos uniu por uma razão. — sorriu, segurando o outro bolo que tinha seu nome escrito. — Vamos tirar uma foto! — Eles posaram para a foto e sorriu. Um sorriso que escondia mais do que qualquer pessoa ali poderia imaginar.
Anos antes…
— Mãe? — Uma voz juvenil ecoou pela sala, estava surpresa ao chegar da escola e encontrar a mãe chorando no sofá da sala. Ao levantar a cabeça, ela enxergou um olhar desconhecido vindo da mãe. E, apesar de não compreender muitos sentimentos, ela sabia que estava carregado de ódio e mágoa. — O que aconteceu? — Perguntou, largando a mochila cair no chão.
— Querida, teremos que nos mudar. — Ela tentou sorrir e camuflar a raiva que sentia.
— Por que? — A filha sentou-se ao lado dela, tentando entender o que estava acontecendo.
— Porque… eu preciso terminar de pagar a mensalidade da sua escola. — Ela enxugou as lágrimas.
— Eu não entendo… — olhou ao redor, analisando a enorme mansão em que moravam.
— É simples, querida. Seu pai nos trocou por outra mulher e levou todo nosso dinheiro. Recebi a notificação hoje, não tenho direito a nada. — Ela respirou fundo, sentiu sua pálpebra pular.
— Como assim? — Não era como se ela não tivesse entendido, ela apenas se recusava a acreditar no que estava acontecendo.
— Eu vou vender a casa para te manter na escola até a formatura e iremos nos mudar para a casa de sua tia, até você se formar. Depois, voltaremos ao interior para a casa de seus avós. — A tranquilidade que sua mãe explicava seus planos a surpreendia, ela apenas assentiu e se calou. — Não se preocupe, a vida é uma montanha russa. Nossa hora de estar por cima irá chegar, e eu vou garantir que você se saia bem. — Ela acariciou o rosto da filha, que permaneceu fitando o nada, sem esboçar reação.
se formou com mérito, mantendo o primeiro lugar como melhor aluna. Apesar de todos os prêmios e méritos recebidos, não foi capaz de entrar na faculdade de direito que sonhava. O motivo não foram suas notas, na verdade, ela passou em primeiro lugar no vestibular. Mas, não tinha dinheiro o suficiente para custear sua matrícula. Ela viu uma foto do seu pai no noticiário informando o casamento com a viúva de um chaebol. Pegou o celular e discou o número do pai, na esperança em que ele pelo menos pagasse sua matrícula. — Alô? — Disse a voz no outro lado da linha.
— Pai, sou eu… — Antes que ela terminasse de falar, ele a interrompeu. — Eu não tenho filha, deve ter discado errado. — E desligou, ela tentou ligar novamente, mas ia direto para a caixa postal.
— Por que essa cara? — Sua mãe perguntou ao se aproximar dela.
— Meu pai disse que não tem filha. — Respondeu , com o olhar frio.
— Então, você não tem pai. Esqueça esse homem, ele vai definhar e nós iremos rir dele. — Ela se sentou ao lado da filha. — Apliquei uma bolsa para você em uma universidade de administração no interior e você foi aprovada. Não se preocupe, darei o meu melhor para que consiga pelo menos um bom emprego.
O tempo passou e se graduou na universidade, tendo seu primeiro emprego como assistente de escritório. Um dia, um número desconhecido ligou para seu celular e ela atendeu.
— Alô? — Disse, apoiando o celular entre a orelha e o ombro.
— Min ? — Perguntou a voz feminina do outro lado da linha.
— Sim, quem deseja? — Respondeu ela.
— Eu sou a esposa do seu pai. — paralisou, parou de digitar e segurou o celular com a mão. — Seu pai está muito doente e precisa de um transplante de rim e fígado, infelizmente ele tem um tipo raro de sangue e não conseguiremos encontrar um doador a tempo. Ele disse que você tem o mesmo tipo, por favor, salve-o… — respirou fundo.
— Eu não tenho pai. — Respondeu friamente, antes de desligar. Sem remorsos, ela já havia crescido cultivando todo o ódio possível pelo seu pai, que o mesmo se transformou em indiferença. Ela simplesmente não tinha mais pai, essa era sua realidade agora.
3 anos depois.
— In–yeop se torna CEO do grupo &Min. — Seu avô lê a notícia em voz alta no café da manhã, fazendo sua mãe derrubar um copo.
— O que disse? — Perguntou, puxando o jornal da mão do pai. — O CEO mais jovem da atualidade? — Ela riu sarcasticamente, deixando intrigada.
— Ha-na… — Sua avó murmurou.
— Não! Minha filha ficou em primeiro lugar e o filho dela em segundo na escola! E ele se torna um CEO bem sucedido? O filho daquela mulher? — Fazia um tempo que não via a mãe com tanto ódio. — Você agora vai assumir meu sobrenome, .
— Por que? — Perguntou ela.
— Porque nós vamos destruir essa família.
Agora…
A imagem se dissolve, e de volta à sala de jantar da enorme mansão, segura o pequeno bolo de aniversário.
Ela sorri.
Mas o sorriso esconde tudo o que aquelas lembranças construíram dentro dela. Uma promessa antiga. Um propósito intacto. Um sussurro que nunca silenciou.
O CEO apareceu ao lado de sua secretária, , durante a coletiva de imprensa desta manhã. A data e o local do evento ainda serão revelados, mas a expectativa do público cresce a cada novo detalhe divulgado.
Segundo informações repassadas pela secretária, o CEO fará em breve o anúncio oficial dos artistas convidados para a abertura.
E enquanto as câmeras piscavam e os repórteres disputavam espaço, manteve a postura impecável, a voz tranquila, o sorriso profissional.Ninguém imaginava que, por trás daquela serenidade, havia algo afiado — um propósito silencioso.
— Já alterou meus compromissos desta semana? — Perguntou , enquanto caminhava depressa ao lado dele para alcançá-lo.
— Sim, senhor. Todas as alterações solicitadas essa semana já foram realizadas. — Respondeu ela, parando ao lado do carro enquanto ele entrava.
— Ótimo. Hoje ficarei na empresa até depois do expediente. — Ele entrou no carro, no banco de trás e assentiu.
— Senhor, devo lembrá-lo do seu jantar de aniversário na casa de sua mãe. — Disse ela, verificando a agenda. passou a mão no rosto e suspirou.
— Certo, tem isso. — Ele bufou. — Vamos até lá, então.
— Eu também? — Perguntou ela, ele apenas assentiu. — Tem certeza?
— Vai me fazer repetir? — Ela respondeu a pergunta com um aceno de cabeça, em negação e entrou no carro, sentando-se no banco carona. O motorista dirigiu até a enorme mansão onde a família morava, estacionando na entrada principal. saiu do carro primeiro, se posicionando ao lado da porta enquanto um dos empregados abria para sair.
Os dois caminharam lado a lado para a sala de jantar, sendo recebidos por confetes e aplausos. se afastou, deixando o foco para o presidente.
— … — Ele se virou para ela, segurando um pequeno bolo na mão. — Feliz aniversário. — Ele estendeu a mão para que ela segurasse o bolo.
— O que é isso? — segurou o bolo em suas mãos e foi abraçada pela senhora mais velha, mãe de , que estava no local.
— Obrigada, . Não sei o que seria do meu bebê sem você. — A mulher sorriu gentilmente e retribuiu o sorriso.
— É verdade, ele até quis comemorar o aniversário para te surpreender. — As palavras da irmã mais nova de a surpreenderam.
— É só uma forma de agradecimento por todo o trabalho. E também, é uma coincidência nosso aniversário ser no mesmo dia, talvez o destino nos uniu por uma razão. — sorriu, segurando o outro bolo que tinha seu nome escrito. — Vamos tirar uma foto! — Eles posaram para a foto e sorriu. Um sorriso que escondia mais do que qualquer pessoa ali poderia imaginar.
Anos antes…
— Mãe? — Uma voz juvenil ecoou pela sala, estava surpresa ao chegar da escola e encontrar a mãe chorando no sofá da sala. Ao levantar a cabeça, ela enxergou um olhar desconhecido vindo da mãe. E, apesar de não compreender muitos sentimentos, ela sabia que estava carregado de ódio e mágoa. — O que aconteceu? — Perguntou, largando a mochila cair no chão.
— Querida, teremos que nos mudar. — Ela tentou sorrir e camuflar a raiva que sentia.
— Por que? — A filha sentou-se ao lado dela, tentando entender o que estava acontecendo.
— Porque… eu preciso terminar de pagar a mensalidade da sua escola. — Ela enxugou as lágrimas.
— Eu não entendo… — olhou ao redor, analisando a enorme mansão em que moravam.
— É simples, querida. Seu pai nos trocou por outra mulher e levou todo nosso dinheiro. Recebi a notificação hoje, não tenho direito a nada. — Ela respirou fundo, sentiu sua pálpebra pular.
— Como assim? — Não era como se ela não tivesse entendido, ela apenas se recusava a acreditar no que estava acontecendo.
— Eu vou vender a casa para te manter na escola até a formatura e iremos nos mudar para a casa de sua tia, até você se formar. Depois, voltaremos ao interior para a casa de seus avós. — A tranquilidade que sua mãe explicava seus planos a surpreendia, ela apenas assentiu e se calou. — Não se preocupe, a vida é uma montanha russa. Nossa hora de estar por cima irá chegar, e eu vou garantir que você se saia bem. — Ela acariciou o rosto da filha, que permaneceu fitando o nada, sem esboçar reação.
se formou com mérito, mantendo o primeiro lugar como melhor aluna. Apesar de todos os prêmios e méritos recebidos, não foi capaz de entrar na faculdade de direito que sonhava. O motivo não foram suas notas, na verdade, ela passou em primeiro lugar no vestibular. Mas, não tinha dinheiro o suficiente para custear sua matrícula. Ela viu uma foto do seu pai no noticiário informando o casamento com a viúva de um chaebol. Pegou o celular e discou o número do pai, na esperança em que ele pelo menos pagasse sua matrícula. — Alô? — Disse a voz no outro lado da linha.
— Pai, sou eu… — Antes que ela terminasse de falar, ele a interrompeu. — Eu não tenho filha, deve ter discado errado. — E desligou, ela tentou ligar novamente, mas ia direto para a caixa postal.
— Por que essa cara? — Sua mãe perguntou ao se aproximar dela.
— Meu pai disse que não tem filha. — Respondeu , com o olhar frio.
— Então, você não tem pai. Esqueça esse homem, ele vai definhar e nós iremos rir dele. — Ela se sentou ao lado da filha. — Apliquei uma bolsa para você em uma universidade de administração no interior e você foi aprovada. Não se preocupe, darei o meu melhor para que consiga pelo menos um bom emprego.
O tempo passou e se graduou na universidade, tendo seu primeiro emprego como assistente de escritório. Um dia, um número desconhecido ligou para seu celular e ela atendeu.
— Alô? — Disse, apoiando o celular entre a orelha e o ombro.
— Min ? — Perguntou a voz feminina do outro lado da linha.
— Sim, quem deseja? — Respondeu ela.
— Eu sou a esposa do seu pai. — paralisou, parou de digitar e segurou o celular com a mão. — Seu pai está muito doente e precisa de um transplante de rim e fígado, infelizmente ele tem um tipo raro de sangue e não conseguiremos encontrar um doador a tempo. Ele disse que você tem o mesmo tipo, por favor, salve-o… — respirou fundo.
— Eu não tenho pai. — Respondeu friamente, antes de desligar. Sem remorsos, ela já havia crescido cultivando todo o ódio possível pelo seu pai, que o mesmo se transformou em indiferença. Ela simplesmente não tinha mais pai, essa era sua realidade agora.
3 anos depois.
— In–yeop se torna CEO do grupo &Min. — Seu avô lê a notícia em voz alta no café da manhã, fazendo sua mãe derrubar um copo.
— O que disse? — Perguntou, puxando o jornal da mão do pai. — O CEO mais jovem da atualidade? — Ela riu sarcasticamente, deixando intrigada.
— Ha-na… — Sua avó murmurou.
— Não! Minha filha ficou em primeiro lugar e o filho dela em segundo na escola! E ele se torna um CEO bem sucedido? O filho daquela mulher? — Fazia um tempo que não via a mãe com tanto ódio. — Você agora vai assumir meu sobrenome, .
— Por que? — Perguntou ela.
— Porque nós vamos destruir essa família.
Agora…
A imagem se dissolve, e de volta à sala de jantar da enorme mansão, segura o pequeno bolo de aniversário.
Ela sorri.
Mas o sorriso esconde tudo o que aquelas lembranças construíram dentro dela. Uma promessa antiga. Um propósito intacto. Um sussurro que nunca silenciou.
Continua...
Nota da autora:
E assim começamos, né?! Um pouquinho de caos, um pouquinho de trauma, um sorriso falso aqui, um plano secreto ali… nada fora do normal. Se você achou que tudo ia ser simples, sinto informar: não vai. E eu tô amando escrever cada pedacinho desse desastre elegante. Obrigada por ler até aqui!
Respira, se ajeita na cadeira e vem comigo porque a coisa só vai piorar (ou melhorar… depende do ponto de vista).
Até o próximo capítulo!
Outras Fanfics:
↬ Além Do Acaso ↬ The Justive and Me ↬ Trovão de Konoha ↬ Consigliere ↬ The Time We Have Left ↬ My Lovely Lover
Nota da scripter: Absolutamente obcecada por essa fic, quero mais...
Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.
Respira, se ajeita na cadeira e vem comigo porque a coisa só vai piorar (ou melhorar… depende do ponto de vista).
Até o próximo capítulo!
Outras Fanfics:
↬ Além Do Acaso ↬ The Justive and Me ↬ Trovão de Konoha ↬ Consigliere ↬ The Time We Have Left ↬ My Lovely Lover
Nota da scripter: Absolutamente obcecada por essa fic, quero mais...
