Ela tem o melhor emprego do mundo, trabalhando em um time de hockey tradicional; o melhor namorado do mundo, que por acaso é o capitão do time; os melhores amigos e vive no país mais feliz do mundo. Mas o que acontece quando a vida idealizada se choca contra a vida real? Os sonhos versus conquistas. Essa é a questão que Ava Bekker precisa responder na segunda fase de Inter Duo. Será que vale a pena seguir a maravilha fantasiosa de seus sonhos, ou viver a confortável vida na realidade?



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Escrita e revisada por: Carmen

01 ao 11

– O que está fazendo? Ficou maluca? – Bradley gritou, esforçando-se para segurar Ava, que ainda estava agitada demais para perceber já estar a salvo. – Podia ter se afogado. Você não sabe nadar? – Ava apenas negou com a cabeça devagar, trêmula, segurando-se a ele com força. – No que estava pensando, Ava? – Bradley tornou a perguntar, ainda mais chocado e assustado. – Queria se matar?
– E-eu... – Ela tentou dizer, mas gaguejou e tossiu mais água. – Eu achei que estava se afogando. – Contou em um suspiro.

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12 ao 17

– Você pode me odiar, pode me acusar de ser uma babaca egoísta, ou uma covarde que não quer sair da zona de conforto. Mas é isso tudo que tenho. Eu só tenho a minha zona de conforto, porque é ela quem vai estar comigo quando você acordar e perceber que pode arranjar alguém melhor.
– Você tem razão.

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18 ao 22

– Mas você fica uma gracinha com meu moletom. – O capitão piscou e sorriu ladino. – Principalmente quando tá só com ele.
– Você poderia se controlar, senhor Mäkelä? – Bekker riu, cobrindo a boca e o central esticou uma mão, apertando a coxa da namorada.
– Você quem escolheu usar vestido hoje. – Brad maneou a cabeça. – Não tenho controle da minha imaginação a partir disso.

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23 ao 32

– Eu sei porque gosto dele. Sei como ele se sente [...] assustado, armado... – Bradley arqueou uma sobrancelha, surpreso pela audácia dela. – Ele não gosta que ninguém a quem ele não abriu a porta chegue muito perto. – Ava piscou. – Eu não julgo, faria a mesma coisa. Ele não gosta de ser o animal de circo.
– Uau. – Brad respondeu com sarcasmo. – Essa é a hora que você espera os parabéns?
– Eu nunca espero. – A inglesa deu a volta ao corpo do namorado, tocando suas costas outra vez, e depositando alguns beijos sobre as tatuagens, enquanto deslizava as mãos até a base da toalha. – Esse é o meu segredo.

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33 em diante

– Te amo.
– Também. – Bekker sorriu, sendo beijada por ele.
– Então, você quer ficar comigo? – Bradley sussurrou contra os lábios dela, sem romper o beijo.
– O que você acha? – Ava riu.
– Vou entender você ainda estar de roupão como um convite.

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