Finalizada em: 18/08/2021
Lyric Music Video: Getaway Car - Taylor Swift

Contextualização;

Essa história é apenas um complemento à longfiction First Side, e os eventos aqui descritos são de cunho fictício.
A obra literária foca única e exclusivamente na vida amorosa de Thomas William Hiddleston.
Boa leitura!

Nada de bom começa em um carro de fuga;

— 2016 —


Havia um desconforto crescente no peito de Hiddleston. Ele era sensitivo em alguns aspectos, e no quesito sentimental, isso era abundantemente presente. O coração do britânico estava balançado com algumas inseguranças há algum tempo, embora fosse difícil admitir para si mesmo. Nunca é fácil lidar com as próprias constatações, ainda mais, quando elas vão contra o que queremos acreditar.
Vivera três meses muito intensos, como nunca experienciara nos seus trinta e cinco anos de vida. Um período icônico, diga-se de passagem. Intensamente, entregou-se ao inevitável romance que acontecera entre ele e Taylor Alison Swift. Às vezes, pegava-se revivendo o sentimento puro quando conheceu-a naquela noite, no Met Gala. Pela primeira vez em sua vida pública, não importou-se com a opinião alheia, deixando de lado a exposição que sofrera para apreciar o breve instante tão inusitado.
Mal sabia ele no que aquela simples interação resultaria futuramente.
O loiro estava apoiado no batente da janela do Jaguar, observando a noite que formava-se gradativa e suavemente. O céu estava lindamente estrelado, conforme gostava de apreciar ao lado da amada. Coisas tão simples eram o principal dos momentos entre eles. Contudo, naquele momento, não tinha mais nenhuma emoção no peito de Hiddleston. O homem dos olhos azuis simplesmente não conseguia olhar nos olhos da loira.
Swift, entretanto, o encarava, imersa em uma culpa descomunal. Ele era doce, talvez o mais gentil que um homem tenha sido com ela em toda sua vida. Taylor pôde experienciar diversas situações amorosas, com pessoas distintas, mas Hiddleston era unicamente incomparável. E, talvez, por isso, aquele término doesse tanto para ela também.
Deixá-lo seria difícil, e ela sabia disso, já que desde o começo, estavam fadados a um final trágico. Lembrou-se de Nashville, quando ele conheceu seus pais. O alerta de sua mãe pairava em sua mente naquele momento; ter engatado com ele, ocasionando no término abrupto com Calvin, causara um estranhamento de todos que a conheciam. Mas, quando ela também conhecera os pais dele… Parecia tão certo, tão intenso, tão romântico. Como aquele sentimento louco — que denominava-se paixão — havia, simplesmente, ido embora? Tão rápida e calorosamente como tinha chegado, reduzindo-se ao nada
Alguns dizem que “o que começa errado, termina errado”. E, pela primeira vez ao refletir, aquela afirmação fazia sentido para a garota. Talvez se não tivessem começado a se envolver daquela forma, as coisas não teriam tomado aquele rumo. Mas era tarde demais para lamentações. A paixão havia esvaído-se de ambos, até aquele ponto.
Você… não vai me falar nada? — ela indagou pela primeira vez, direcionando seu olhar ao homem mais velho.
A viagem deles para Roma parecia tão distante agora. A comemoração de um 4 de julho que ficaria para sempre na mente de ambos. Momentos, simplesmente, inesquecíveis e enérgicos, que não deixaram a mente de Hiddleston em paz. Os beijos, carícias e toques delicados um do outro. Há algum tempo sabia que o assunto viria à tona, afinal, as coisas não eram mais como antes. Algo havia mudado. Mas o que, exatamente?
Eu não tenho o que te falar, Taylor.
A resposta foi tão simplista quanto o sentimento abstrato que inundava seu peito. Raiva? Ódio? Nada. Apenas um sentimento de nostalgia pelo que vivera, somado ao descontentamento atual. Não era apatia, mas algo semelhante. Apenas questionava-se onde ele havia errado e porque as coisas não davam certo em sua vida amorosa. Hiddleston estava cansado de adquirir tantas experiências vazias. Sabia que aquilo resultaria em um novo período de solidão que passaria. Não poderia confiar em ninguém após… aquilo. Era demais para ele.
— Me desculpe por isso, Tom. — ela lamentou, uma última vez.
Mesmo que estivessem sentados lado a lado, estavam distantes como se estivessem em países distintos. Desconfortável, ela aproximou-se do ex-namorado, abraçando-o corpo do mais velho com pesar, encarando os olhos azuis com plena ternura. O contato visual deles fora executado com dor, vinda de ambas as partes, e olhos igualmente marejados.
— Você sabe que foi real enquanto durou…, Mas eu preciso ir. Adeus, Tom.
Taylor deixou o veículo e pegou sua bolsa em mãos, prontamente andando em direção ao aeroporto. O perfume doce e característico de Swift logo esvaíra do ambiente, dando lugar ao ambiente silencioso e desconfortável, em que apenas Hiddleston fazia-se presente.
A figura da loira simplesmente sumira em meio à multidão, enquanto ele desligou o carro. Permaneceu ali por um bom tempo, sentindo-se culpado e machucado. Estava confuso com aquele rompimento tão inusitado quanto o início do relacionamento. Ele tinha esperanças de que daquela vez desse certo, mas, como sempre, estava errado.
Não, nada de bom começa em um carro de fuga. Principalmente quando estamos fugindo de nossos problemas.

E agora, nós dois estamos arrependidos;

— 2018 —


❝Enquanto Hiddleston estaria insatisfeito com a situação, Swift teria reclamado para seus amigos que o ator tem sorte de estar ao lado dela por poder aproveitar de sua fama. "A nova postura de Tom enfureceu Taylor, que acredita que ele ganhou mais visibilidade na imprensa graças a ela", disse a fonte.❞

Os lábios secos de Thomas permaneceram entreabertos, enquanto as notícias bombásticas — que, inegavelmente, envolviam seu nome — infestavam sua timeline. Mesmo não sendo uma pessoa majoritariamente ativa nas redes sociais, era inevitável não ler o que era comentado e, porventura, acabar absorvendo alguns dos comentários extremamente desagradáveis.
Após passarem quase três anos em que vivera seu breve, mas intenso relacionamento com Taylor Alison Swift, as pessoas ainda insistiam em desenterrar o assunto, tocando naquele ponto tão delicado e mal resolvido. Muita coisa ocorrera desde então: ambos afastaram-se, não mantinham mais contato e seguiram suas vidas em caminhos opostos. Ela, focada na música, compondo acerca de suas vivências, e ele regressara à Londres para, finalmente, dedicar-se à uma de suas paixões: o teatro.
E, por incrível que pareça, Tom não guardou mágoa de Taylor, mas sim, da forma como as coisas foram distorcidas e noticiadas. Colocaram-no em um papel de vítima que não era cabível, deixando o britânico extremamente desconfortável. Ele não queria vir a público esclarecer aquilo após tanto tempo, expondo uma situação que não dizia respeito a ninguém além dos envolvidos.
Thomas era um homem maduro em diversos aspectos, graças ao amplo aprendizado que adquiriu ao longo da vida. Embora a situação tenha-o machucado, principalmente no início, encarou tudo com muita lucidez e calmaria. Hemsworth era seu alicerce, ele precisava admitir; graças ao amigo, manteve-se firme durante todo aquele sentimentalismo caótico e incompreensível. Em meio aos trabalhos exaustivos, agendas lotadas e suas ações ligadas à filantropia, seu coração curou-se da sensação avassaladora da exposição que sofrera.
Embora isso, Hiddleston odiava sentir-se exposto, ainda mais daquela forma tão escancarada e desonesta. As pessoas sequer sabiam da verdade, e mesmo que soubessem, acreditariam no que queriam acreditar.
A fama era perigosa, de certa forma, pois dava ao público informações cruciais sobre a vida pessoal de qualquer artista. O britânico se incomodava com coisas do gênero, mas sempre soube que esta era uma das desvantagens de seguir seu sonho.
Sonho que nunca teve apoio do pai, inclusive. James sempre fora terminantemente contra Thomas seguir carreira no cinema e teatro, alegando a falta de segurança que a profissão oferecia. O mesmo discurso fora adotado para a irmã, Emma, mas ela trilhou o próprio caminho. Era teimosa demais para seguir qualquer conselho que não fosse sua intuição.
Os pensamentos de Tom foram interrompidos assim que ouviu passos aproximarem-se. Ele deixou o jornal e celular em cima da mesa espaçosa da cafeteria, retornando sua atenção ao delicioso chá que tomava. Óleo de bergamota, com uma pequena gota de leite, como ele sempre apreciava beber.
Charlie sorriu abertamente quando viu o amigo, cumprimentando-o calorosamente. O intérprete de Demolidor era um ator próximo à Hiddleston, em vista do quanto amava atuar em teatro. Sabia que o novo projeto que iniciariam em Betrayal os deixaria ainda mais unidos, mas só o fato de já se conhecerem, fazia com que tudo ficasse mais leve.
— Desculpe a demora, Thomas, eu acabei me atrasando mais do que deveria.
Tal como Tom, Charlie era inglês e era cultural a pontualidade destes. Odiavam se atrasar para qualquer tipo de evento, por mais simplista que parecesse. Embora isso, o amigo apenas relevou, dando de ombros:
— Fique tranquilo, Cox. Assim pode admirar essa bela cidade.
Próximo ao rapaz, uma mulher aproximou-se de ambos. Havia um sorriso bonito em seu rosto, com dentes perfeitamente alinhados. A pele era bronzeada e lisa, com os cabelos caindo em uma cascata. Pareciam macios. Thomas riu consigo, notando que ela retribuiu o olhar intenso. Charles pareceu não perceber, acomodando-se no assento ao lado do amigo.
— Aliás, já te apresentei à Zawe Ashton? Ela também irá atuar conosco na peça.
Antes que a mulher imitasse o ato do amigo, Thomas levantou-se e cumprimentou-a formalmente. Beijou a mão da mulher com cordialidade, sorrindo em sua direção. Aquele ato charmoso era típico dos britânicos, mas vindo de Thomas, era ainda potencialmente sedutor. Isso balançou as emoções de Zawe, que inevitavelmente, suspirara.
— É um prazer te conhecer, Srta. Ashton. — A voz grave pronunciou, puxando a cadeira para que ela se sentasse.
— O prazer é todo meu, Sr. Hiddleston. — seu sotaque carregado em inglês britânico fez-se presente, enquanto ela acomodava-se entre os colegas de elenco.
O café que haviam marcado fora melhor que o esperado. Ambos tinham uma sintonia positiva, que contribuiu para que o assunto fosse desenrolado com uma intensa calmaria. Ambos eram parecidos e isso facilitou o contato dos três. Hiddleston sorrira consigo. Sensitivo como era, uma manifestação instantaneamente ocorrera em seu peito. A sensação parecia queimá-lo, conforme o sorriso da mulher irradiava o lugar.
Quando decidiu regressar a Londres, estava confiante que viveria uma fase tranquila de sua vida: ia fazer o que amava, cercado de pessoas que realmente gostava e lhe faziam bem. Por ora, no entanto, sua mente precisava de um descanso, psicológica e amorosamente falando.
Pelo menos, era o que ele achava.

Tiro certeiro no coração.

— 2019 —


A cabeça de Hiddleston estava nas nuvens. Permanecera ansioso graças aos eventos que ocorreram em sua vida profissional — que, felizmente, compensavam as atribulações pessoais que enfrentou no início do ano —, ao aceitar a coparticipação para dirigir a série de televisão Loki. Além de ser um excelente intérprete para o personagem, estava desempenhando o papel técnico com exímia maestria.
Porém, graças ao período do ano em que se encontrava, próximo ao Natal, que era comumente corrido, o trabalho cancelou qualquer possibilidade de ver sua família naquele ano, na boa e típica cidade londrina. Nunca costumou passar tais datas desacompanhado, mas após o início do processo de divórcio com Zawe, aquela seria a primeira vez que Hiddleston seria sua própria companhia. Contudo, ainda não sabia ao certo como sentir-se acerca do fato. Apático? Triste?
Felizmente, a mídia não costumava invadir sua vida amorosa desde o anúncio do término com Taylor Swift. E, sendo franco, ele não precisava mais de atenção naquele quesito; era um ponto praticamente curado, porém que ainda o deixava desconfortável quando citado, em vista que a mesma até engatou em outro relacionamento.
Entretanto, ninguém possuía ciência sobre a grande briga e desconforto que ocorrera entre ele e Zawe, e estava sendo melhor assim. Sequer sabiam que ele havia se casado, muito menos que o divórcio acontecia. Quanto menos se intrometessem, mais rápido aquilo acabaria.
Tentou distrair sua cabeça dos pensamentos e despediu-se de alguns colegas. Estava entardecendo e ele, consequentemente, estava cansado. Uma chuva descomunal fez-se presente, rapidamente escurecendo o céu. Ele preferia chegar logo em casa, para que não pegasse muito trânsito nas ruas. Aquela era uma região consideravelmente movimentada, afinal de contas.
Thomas cultivou amizades sinceras e aprendeu muito enquanto trabalhara com a Marvel, porém precisava confessar o quão desgastante tudo estava sendo. Horas afoitas de filmagem, somados ao fato dele estar acompanhando e dirigindo juntamente à equipe técnica, o deixaram ainda mais exausto.
O lado positivo da exaustão, era não notar a frieza que a cama vazia lhe causava durante a noite. Muitas vezes, tivera sua tristeza vencida pelo sentimento do esgotamento, e aquela parecia ser a forma mais racional de lidar com a falta que a ex-esposa fazia. Claro que flertou com algumas mulheres, saiu com outras, mas nada realmente significativo.
Despediu-se dos colegas com um aceno, indo em direção à saída. Apertou o botão do elevador em direção ao estacionamento do estúdio, verificando se havia pegado todos os seus pertences. Sorriu consigo ao adentrar o pequeno cubículo, pegando seu celular em mãos. Havia uma ligação perdida de Diana, sua mãe, coisa que fez Tom arquear a sobrancelha. Com certeza a retornaria assim que chegasse em casa, para que pudesse se comunicar com a matriarca com a devida calma e sossego. Ela, obviamente, preocupava-se com o bem-estar de seu filho, ainda mais sabendo da situação que ele encontrava-se.
Saiu do elevador, cantarolando baixinho, percebendo uma presença não usual no estacionamento. De fato, ali era um local bastante movimentado, devido à quantidade de funcionários da Disney envolvidos naquele novo projeto. Tom, por sua vez, arqueou a sobrancelha, bastante curioso, aproximando-se em passos sorrateiros. A brasileira não pareceu incomodar-se com sua presença, ou sequer notá-la.
Thomas ouviu Michael Waldron falar sobre a escolha minuciosa da estagiária, e consequentemente, sua contratação. Sabia que, por poucos anos, o roteirista era mais novo que ele e gostava da experiência de capacitar novas pessoas para o mercado cinematográfico. Embora compreendesse, Tom ficou instantaneamente inseguro no início; era inexperiente e possivelmente despreparada para o que uma série com competências tão exigentes, exigia.
Entretanto, as coisas estavam correndo melhor que o previsto, até o momento. A proatividade e interesse da brasileira pela construção dos elementos dentro do Universo Cinematográfico da Marvel, cativava cada vez mais uma possível efetivação para projetos futuros. Se Waldron estava satisfeito, tudo fluía bem dentro do set, perante o fato de seu perfeccionismo estar atribuído ao talento gigantesco que possuía para desempenhar-se na área.
— Está tudo bem com você? — Thomas finalmente indagou com curiosidade, próximo o suficiente para que a garota notasse.
A mais nova teve sua atenção totalmente atraída pela fala proferida por ele, arqueando a sobrancelha. Era notável o nervosismo que ela sentia — pendendo entre a aproximação do ator e o possível dilema que enfrentava naquele momento. Um pequeno sorriso sem graça surgiu nos lábios de
, respondendo-o prontamente:
— Sim… É que eu moro aqui perto, mas está chovendo muito. Como não vim de carro hoje, estou apenas esperando passar.
Ela não parecia conhecer Atlanta e seu clima caótico naquela estação, afinal, Waldron havia citado que a garota viera do Brasil. Provavelmente habituada com o clima de um país tropical, talvez ela não imaginasse que uma minissaia não seria uma roupa apropriada para o temporal que o céu se desfazia no final daquela tarde.
Tom deu uma risadinha. Felizmente estava a caminho de casa e não se importaria em lhe oferecer uma gentileza. Não sabia por quais problemas a garota passava naquele momento, mas ela parecia atordoada.
— Bom, para a sua sorte, eu posso te dar uma carona, Srta. .
As bochechas de ficaram coradas quando o homem fez o convite educadamente. Ele achou o ato adorável, emitindo uma risadinha inevitavelmente, enquanto estreitava os olhos azuis. Estava morando próximo ao set de filmagens, em vista que sua permanência nos Estados Unidos devia-se à proximidade dos estúdios da Disney. Assim que toda a situação caótica passasse, regressaria até sua casa em Londres, localizada em Westminster. Pelo menos, era o que ele ansiava fortemente.
, por sua vez, tratou de respondê-lo:
— Não precisa se incomodar, Sr. Hiddleston. Mas agradeço a gentileza.
Ela não queria parecer despreparada ou imatura. A situação que vivenciava atualmente não era uma das mais confortáveis, mas não desejava inseri-lo naquilo. Não eram tão próximos ou íntimos, mantendo apenas a cordialidade e educação durante o trabalho. Aquilo era… diferente. Provavelmente, a deixaria desconfortável.
Thomas, por sua vez, permaneceu indignado ao ser chamado de senhor. Embora houvesse uma diferença de idade significativamente grande entre ambos, ele não pôde deixar de fazer uma piada:
— Ah, não me chame de senhor, isso faz com que eu me sinta velho. — Thomas riu levemente, enquanto abria a porta do carro e adentrava o veículo. — Está tudo bem, também moro perto. Está frio demais para ficar por aqui.
Ele analisou a postura da mais baixa com sutileza. O corpo rígido e levemente curvado indicava um possível nervosismo vindo da parte dela. Thomas não poderia culpá-la, afinal, não sabia se ele era um homem mal-intencionado. Embora o ato fosse verdadeiramente altruísta de sua parte, não tinha como ela saber disso sem conhecê-lo de fato.
Todavia, deu-se por vencida e aceitou a carona de Thomas William Hiddleston. O mais velho conseguia ser extremamente persuasivo quanto queria, somado ao fato de ser um tanto quanto convincente — principalmente com aqueles olhos azuis analisando-a. Não havia por que negar, tendo em vista que ela precisava chegar em casa a tempo de descansar para a rotina exaustiva de faculdade e estágio.
O que não imaginavam, eram os eventos ocasionados graças àquela simples e despretensiosa carona. Talvez Taylor, em partes, estivesse certa: coisas boas realmente não começam em um carro de fuga. Mas Hiddleston não estava mais fugindo de nada; nem de suas inseguranças, seus medos, anseios ou passado. Ele apenas ouviu sua intuição quando foi gentil com a garota, e o futuro costuma retribuir gentilezas, para a sorte dele.
E dela também.



Continua em First Side



Nota da autora: Espero que tenham gostado! Não se esqueçam de comentar!




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