Postada em: 11/10/2020

Capítulo Único

estava lindo, parado com um sobretudo azul escuro, calças jeans claras com alguns rasgos nos joelhos e coxas e uma camisa branca, que, por baixo, desenhava a cintura definida e seu peitoral largo.
— Anjo! — Ele abriu um sorriso tão lindo que perdeu o ar dos pulmões por um minuto.
— Oi, . — Ela se aproximou e deu um abraço apertado no mais novo.
— Você está tão linda. — Ele disse após olhá-la de cima a baixo, quando afastaram os corpos.
Ela estava vestindo uma calça skinny preta colada ao corpo, uma camiseta larga azul clara, tênis no mesmo tom, uma touca preta e um casaco igualmente preto. Os cabelos estavam soltos por baixo da touca, e, no rosto, uma maquiagem leve, como era de costume.
— Olha quem fala! — Ela deu um tapa de leve no braço dele. — Você sempre transforma nossas saídas em um grande desfile de modas e conquista de corações. — A mais velha riu, e a risada dela sempre fui muito contagiante para .
— Não sou eu quem tem que fingir que meu melhor amigo é meu namorado pra todo babaca que aparece na minha frente. — entrelaçou os dedos aos dela, e eles caminharam até a entrada do cinema da cidade.
— Sorte sua que eu já tenho cara de sua namorada, e você não precisa se livrar de ninguém enchendo o saco. — sorriu, fazendo carinho de leve nas mãos dele.
— Aee, finalmente os pombinhos chegaram. — disse, abrindo os braços ao avistar os amigos entrando pelas grandes portas do local.
— Vocês podem se beijar lá dentro, viu? — disse, rindo. — Eu não vou contar para a mamãe. — Ela finalizou, bagunçando os cabelos do irmão.
— Cadê os outros? — perguntou, olhando em volta.
e foram comprar as entradas, foi ao banheiro e nós compramos as pipocas. Aliás, o refrigerante é por conta dos pombinhos. — respondeu à pergunta de , segurando um suporte com alguns sacos de pipoca, e segurava outro.
— Tudo bem, . Eu vou. — fez menção em largar a mão dela, que continuou segurando firme sua mão.
— Vamos juntos, . — Ela sorriu, e eles seguiram para o balcão onde estavam vendendo as bebidas.
Como o grupo de amigos sempre fazia programas juntos, todos já sabiam os gostos e a preferência do outro na hora de comprar bebidas e comidas.
Ao voltarem onde deixaram e , os outros amigos também já estavam por lá, todos os cinco.
— Vocês ficam tão lindos juntos. — soltou um suspiro, passando o olhar de e para .
— Você e esse lance de juntos lindos. — revirou os olhos. — Peguem logo esses copos, que meus dedos estão congelando. — Ela protestou, e os amigos, que não estavam com as mãos ocupadas, a ajudaram.
não gostava muito quando os amigos brincavam daquela forma, dizendo que eles eram um casal. Ela se sentia atraída pelo rapaz, há algum tempo já, e eles eram muito próximos, realmente. Sempre que ela ou ele tinha algo para fazer ou não queria fazer sozinho, se chamavam e se ajudavam. Passavam horas em chamadas de vídeo ou ligações, fosse enquanto ele estava jogando, o que amava fazer, fosse se ela estava preparando as aulas que daria no próximo dia. Ambos se tratavam com muito carinho, mas o menor agia de forma doce com todos os amigos.
tinha prometido a si mesma que não se deixaria envolver. Fracasso. Total fracasso. Poucos meses depois de se conhecerem, ela já estava perdida de amor pelo jeito que o olhar dele era doce quando ela falava, como os dedos dele eram macios e os toques eram cheios de carinho, como o abraço dele era quentinho e acolhedor, como os olhinhos de jabuticaba brilhavam como se existissem galáxias dentro deles, quando ele fazia o que gostava ou ganhava algum presente, sendo ele o mais simples possível, pela forma com ele via o mundo, enxergava a natureza, como ele era carinhoso com os animais e com as crianças pequenas – não podia ver uma criança pela rua que ficava brincando com as mãos e fazendo carinhas fofas para elas. Era fácil de se apaixonar por . Ele era genuinamente carinhoso, educado, fofo, cheiroso e dedicado.
era apaixonada não só pelos aspectos físicos e como ele se expressava com as pessoas, mas também por sua fibra e dedicação, sua postura. Pela forma com que ele seguia com afinco seus sonhos e objetivos, a forma como ele se dedicava à fotografia, que era a sua grande paixão, a forma que ele cantava docemente, mas levava aquilo apenas como hobby, mesmo a garota e todos os amigos insistindo que ele devia levar aquilo para um patamar profissional. tinha tudo para viver da música se ele quisesse. Sua voz era doce, reconfortante, além da super afinação. Tudo nele era apaixonante, e isso também deixava afoita. Ele poderia ter quem quisesse, e ela tinha certeza de que não era esse alguém.
— Já vai começar. — anunciou, tirando dos seus devaneios. Seus dedos ainda estavam entrelaçados aos de , e os carinhos continuavam de ambos os lados.
O filme de terror que foi escolhido por não era tão assustador quanto os trailers que todos viram antes de decidirem aceitar aquela escolha, mas, de qualquer forma, estava encolhido atrás de , que ria alto nas partes mais intensas do filme.
escondia o rosto nos ombros de , prestava a maior atenção do mundo na tela e comentava com baixinho tudo que acontecia. Era sempre assim. Os dois se fechavam na bolha deles e ficavam analisando, sorrindo e fazendo carinhos uns nos outros.
— Que filme ruim. — disse quando seguiram para o restaurante de .
Sempre que faziam programas juntos e leves como aquele, terminavam a noite no restaurante em que era dono com seu irmão mais velho.
— Cala a boca, . Você estava morrendo de medo. — disse, e todos os outros começaram a rir.
— Vou falar com o Joong pra, dessa vez, a gente pagar a conta. — comentou com , enquanto tinha seu braço entrelaçado com o do rapaz, andando juntos.
— Não vai nada! — ouviu a conversa dos dois e logo se pronunciou. — Já deixei avisado pro Joong e para todos no restaurante que vocês não pagam conta nenhuma naquele lugar.
— ‘Tá bom, , seu chato! — disse quando eles estavam chegando ao local.
O Kim’s Bistro era um restaurante muito acolhedor e aconchegante. De longe, o melhor lugar para reunir as pessoas que se amam e comer, a qualquer dia e em qualquer hora.
— Eu amo esse lugar. — disse, se acomodando na cadeira.
se sentou de um dos lados de e do outro. se sentou na ponta da mesa, , à frente de , seguido de , à frente de , e , à frente de . A configuração da mesa só mudava quando era aniversário de um deles – o aniversariante do mês sempre se sentava na ponta.
— Eu amo ver todos vocês aqui. — sentia mesmo felicidade em ver os amigos reunidos e curtindo o estabelecimento, que ele planejou e estabeleceu para exatamente aquele propósito: um ponto de encontro aconchegante, que transmitisse um sentimento de lar.
A noite seguiu animada. Algumas taças de vinho, conversas aleatórias, e as mãos dos dois continuavam unidas em cima da mesa. Todos já estavam acostumados com aquela cena. Os dois viviam de carinhos por aí, e por isso sempre pegavam no pé dos dois.
A conversa se estendeu até altas horas, e, quando eles perceberam que já tinham chegado uma hora alta da madrugada, resolveram se separar para pegarem os carros de aplicativo e irem para a casa.
, vamos dividir um? — perguntou ao amigo. Os dois moravam próximos, somente uma rua de diferença um do outro.
— Agora, mas quem vai acompanhar as meninas? — questionou, olhando para os outros rapazes, que moravam mais perto das meninas, menos de . Por conta do novo trabalho, tinha se mudado para um bairro mais distante de onde os amigos moravam.
— Vamos, podemos ir eu, , e . — se pronunciou. — A gente espera até o carro da chegar, e depois seguimos nosso caminho.
— Por mim, tudo bem. — sorriu em concordância. Não tinha problema nenhum. Muitas vezes e em muitas ocasiões, ela voltava para casa sozinha, realmente morava muito longe.
— Nem pensar. — pegou o celular e fez a rota da casa de , que ele conhecia até de olhos fechados, chamando a corrida pelo aplicativo dele. — Eu vou com você e depois vou pra casa. — Ele concluiu.
Ninguém questionou. Todo mundo já sabia que, quando ele inventava as coisas, nada era capaz de mudar. Em quase todas as vezes que eles saíam tarde dos passeios, ele acompanhava a garota. A própria irmã já estava acostumada, e, por sorte, morava no mesmo condomínio que eles. O dia seguinte era domingo mesmo, nenhum deles iria trabalhar, então, não ligavam muito em sair em comitiva daquela forma.
— Não precisava me acompanhar. — deitou a cabeça no peito do rapaz, que passou o braço pelas costas dela e a aconchegou em um abraço assim que eles entraram no carro.
— Eu gosto de te ver segura. — Ele começou os carinhos nos braços dela.
— Eu me sinto segura quando estou com você. — Ela fechou os olhos, sentindo os carinhos que recebia.
— Eu me sinto bem, muito, muito bem quando estou com você. — Ele depositou um beijo no topo da cabeça dela.
Percebeu que ela tinha pegado no sono, provavelmente no momento em que se aninhou no braço dele. O caminho até a casa da garota foi tranquilo, com uma conversa rápida com o motorista sobre o resultado do jogo de basquete, que tinha acontecido mais cedo e que eles tinham ouvido no rádio. Como àquela hora não havia trânsito e nem muitos carros na rua, a viagem foi mais rápida do que o esperado, o que era bom, porque parecia muito que precisava descansar.
— Amor! — chamou a amiga. — Docinho, a gente chegou. — Ele sacudiu de leve o corpo dela, que despertou logo após.
— Já chegamos? — Ela perguntou, com a voz ainda embargada pelo sono.
— Já, . Vamos, te levo lá dentro.
Eles saíram do automóvel, e, com a ajuda do rapaz, caminhou até a sua sala de estar, onde o mais novo a deixou sentada no sofá, despertando melhor, e foi buscar água para ela.
— Obrigada, . — estava realmente grata com o ato do amigo.
— Tudo bem, . — Ele abriu aquele sorriso que derretia o coração dela. — Acho que vou indo. — Ele olhou para o relógio que tinha em cima do móvel ao lado do sofá, que servia como porta-retrato para uma foto de todos os amigos reunidos na última viagem que eles fizeram juntos. Eram 3 da manhã.
— Já está muito tarde, meu amor. Por que você não dorme aqui? — a garota perguntou, se levantando do sofá. — Tem roupa limpa sua e do limpa lá em cima, toma um banho. — Ela foi até a cozinha e deixou o rapaz lá parado. Ele sabia que, naquele ponto, ela não o deixaria ir embora. — Você quer seu sanduíche quente ou frio? — gritou da cozinha, sabendo que o rapaz estaria ainda parado assimilando. Era sempre assim.
— Frio! — Ele respondeu e se direcionou até o quarto onde as roupas estavam guardadas.
A amizade dos sete era algo muito espetacular. Eles passavam muito tempo juntos um na casa do outro. Sabiam exatamente onde cada coisa estava e se sentiam bem como se estivessem nas próprias casas.
tinha ido muitas e muitas vezes na casa da amiga nos últimos meses. Depois de pegar as coisas e a toalha limpa, se encaminhou até o banheiro. Assim que a água quente caiu sobre seus ombros, ele percebeu que precisava mesmo relaxar o corpo. Precisava se sentar ou se deitar, estava chegando no seu limite.
— Quer ajuda? — A voz de invadiu a cozinha, e ele sentiu o cheiro doce do chocolate quente invadir seus sentidos.
— Ai, amor, coloca nas xícaras e coloca os marshmallows por cima, por favor. Eu vou tomar um banho rapidinho. — se aproximou do mais novo, sorrindo.
— Tudo bem, linda. Não precisa de pressa, ‘tá bom? — Ele foi até o fogão e ficou de olho na bebida.
não demorou muito. Confiava cegamente no amigo na cozinha, não era por isso, mas ela queria tomar enquanto estava quente. Aquela era a bebida preferida dela, e tinha se tornado a dele também. Ela estava confortável e empolgada, se sentia muito confortável na presença do amigo e precisava descansar.
O banho não demorou muito, logo a garota estava em pé na sala. Os sanduíches na mesinha de centro e mais uns biscoitinhos que achou em um dos armários, mas ele não estava lá.
— Mas já? — Ele surpreendeu a garota, que se virou e o viu, lindo. Antes de ela subir para tomar banho, não conseguiu reparar em como ele estava lindo.
A camiseta branca desenhava os ombros e parte do abdômen. Era maior que seu corpo, provavelmente era alguma do . Vestia um moletom preto nas pernas, que desenhava bem suas coxas e a sua cintura fina. Os cabelos estavam secos, porém bagunçados, e o sorriso iluminava o rosto todo.
A garganta da garota fechou, e ela sentiu o estômago dar uma leve revirada com aquela visão.
— Queria tomar a bebida ainda quente. — Ela sorriu e foi até o sofá.
Estava vestida como de praxe quando ia dormir. Usava uma camiseta hiper larga, que tinha comprado em uma sessão masculina na sua loja preferida. Tinha umas sete dessas em cores diferentes. E suas calcinhas grandes, que as amigas insistiam em chamar de “da vovó”.
Nada novo para o mais novo. Já tinha visto a amiga de roupas e formas piores, e ela ficava linda de qualquer jeito. Eles se olharam por um longo tempo com as bebidas aquecendo as mãos.
, eu… — precisava de coragem, mas, acima de tudo, precisava da garota.
— Sim! — Os olhos da garota cintilavam, e ela ficou momentaneamente curiosa.
— Deixa pra lá. — Ele ficou tímido e baixou o olhar.
— Pode me contar, meu amor. — pegou as mãos dele. — Você sabe que pode contar tudo pra mim, não sabe? — Ela tinha um tom doce, aquilo que ele mais gostava.
— Estou com medo. — Ele a abraçou apertado.
— Eu sempre vou estar aqui, meu amor. Pode me contar. — Ela afagou os cabelos dele.
— Eu… Eu gosto muito de você. — Ele afundou a cabeça nos braços dela.
— Também gosto de você, meu docinho. — estava meio confusa, talvez ele ainda estivesse bêbado.
— Eu gosto de você, . Gosto de tudo em você. — continuou no abraço dela.
, você não quer ir dormir agora? Acho que o vinho ainda está fazendo efeito. — Ela apertou mais o abraço para que ele se sentisse seguro.
— Não, . Se eu não te falar agora, vou perder toda a coragem. Não estou bêbado, eu… — afastou o corpo do dela e segurou firmes as duas mãos, olhando fundo nos olhos da amiga. — Eu gosto de você, da sua presença, do modo como você combina suas roupas, como seu olhar é sempre tão gentil e acolhedor, como você pensa sempre nos outros, a forma com que seu rosto muda de um jeito radiante quando você fala dos seus alunos. Eu gosto como nossas mãos se encaixam, como você parece que foi moldada para caber perfeitamente no meu abraço, como seu corpo é quente. Eu gosto quando você fala pros outros caras que eu sou seu namorado, eu gosto de tudo, eu... — As lágrimas começaram a rolar no rosto dele. — Eu sou um idiota, que vai estragar uma amizade por não saber controlar minha emoção. Me desculpa, , mas esse sentimento estava me sufocando.
Ele não ouviu nenhuma resposta da mais velha. Ao final do discurso, os olhos dele estavam fechados. A única coisa que ele sentiu dela naquele momento foram as mãos se separando das dele e, antes que ele abrisse os olhos, os lábios quentes dela grudarem aos seus.
não entendeu nada. Estava jurando que ouviria algo como “, eu te amo, mas acho que você está confundindo as coisas” ou “, eu preciso de um homem de verdade na minha vida", mas não. Os lábios estavam presos aos dele, e a língua simplesmente escorregou para a sua boca. Algo se acendeu dentro dos dois, e, se mais alguém estivesse no local, os veria brilhar.
A mão dele desceu lentamente para a cintura de , aproximando mais os corpos, enquanto o beijo se intensificava. Aquele momento era só deles, todo desejo e todo carinho se juntaram em uma junção de bocas, línguas, mãos e corpos. Sem perceber, já estava sentada no colo de , com uma perna de cada lado do corpo dele. Quando eles separaram as bocas, ambas eram vermelhas e estavam um pouco inchadas, as respirações desreguladas e olhos brilhantes.
— Eu… — tentava recuperar o fôlego. — Eu estou sonhando, não estou? — Ela olhou nos olhos dele e fez um carinho leve nos cabelos macios do amigo. — Não importa se for um sonho. Eu também te amo, . Amo tudo em você e tudo em que eu me transformo ao seu lado. Eu tenho medo de te perder e perder a nossa amizade, mas, como o sonho é meu, hoje eu vou me deixar levar.
puxou a camisa que usava do corpo dele e logo tirou a sua também, ficando só de calcinha no colo do mais novo, que levou as mãos até a cintura dela, novamente apertando o local de leve.
— Vou te provar que isso não é um sonho. — levou a boca até o pescoço de , beijando o local, enquanto subia as mãos até os seios dela e os massageava. Ela rebolou sobre sua ereção já formada no meio das suas pernas e deixou um gemido sair pelos lábios.
A forma com que os quadris de se moviam no colo de fazia com que a cabeça do rapaz fosse algumas vezes arremessada para trás. Depois de algumas reboladas mais, ele desceu a boca até os seios, passado a língua de leve, antes de abocanhar e chupar de leve o mamilo lentamente. Uma das mãos estava por dentro do pano que tapava a excitação da garota. Com os longos dedos, começou a estimulá-la, que gemia alto com os movimentos que ele fazia.
— Porra, .
Ela sentia o corpo todo pegar fogo. Antes do orgasmo atingir seu corpo, o rapaz parou com os estímulos, tirando-a de seu colo, deitando-a no sofá e retirando o resto da roupa dela.
O prazer de todo aquele momento era surreal para ambos. se ajoelhou no chão, trazendo os quadris de para perto do seu rosto e colocando cada perna dela sobre seus ombros. Começou a distribuir beijos na parte interna das coxas, passando a língua de leve pelo local, sentindo a quentura da intimidade dela próximo a seu rosto.
— Eu sempre fui louco pra sentir seu gosto. — O sorriso safado no rosto de fez soltar um gritinho de animação, e, assim que ele finalizou o raciocínio, foi com a língua ao encontro do clitóris já inchado pelos estímulos anteriores.
Começou a trabalhar ali com movimentos circulares e algumas chupadinhas de leve. gemia coisas desconexas e segurava com força o estofado. introduziu dois dedos, fazendo movimentos de vai e vem, enquanto a língua ainda se concentrava no ponto mais sensível dela em sincronia.
sentiu o corpo todo queimar como se fosse entrar em combustão e sabia que era seu primeiro orgasmo da noite se aproximando.
, eu... — Ela gemeu alto e não conseguiu se segurar.
— Goza pra mim, . Me deixa sentir seu gosto. — disse, e, pouco tempo depois, sentiu o líquido que saiu da mulher na sua boca.
tinha a respiração acelerada, mas ainda estava excitada, e ver de pau duro só ajudou mais.
— Senta, . — Ela falou, em um tom meio autoritário, ficando em pé logo em seguida.
tinha desejo nos olhos, e amou ver aquilo. Nunca a tinha visto daquela forma e adorou, como adorava tudo nela. Sentou-se e ficou esperando a garota voltar. foi em direção ao quarto, e, pouco tempo depois, já com a camisinha de morango que ela tinha trazido, a ereção dele estava coberta pela proteção, e o desejo de ter a mulher só aumentou.
A posição inicial estava de volta, a mesma dos momentos iniciais do beijo deles. A garota tinha uma perna de cada lado do corpo dele, e a única diferença da outra vez era que, agora, ela rebolava no pau dele, fazendo movimentos de sobe e desce que estavam fazendo o mais novo gemer rouco. As mãos de estavam segurando o estofado, e o ritmo lento e forte com que os quadris subiam e desciam era torturante para , mas aquilo trazia uma sensação incrível de prazer que ele nunca tinha experimentado antes. Aos poucos, ela foi aumentando o ritmo, subia rápido e descia com força. A forma com que ela rebolava estava deixando louco, e, quando não aguentava mais de tanto tesão, colocou as mãos, que antes brincavam com os mamilos, na cintura dela e começou a auxiliar os movimentos para que eles fossem mais rápidos e mais intensos. Algum tempo depois, quando sentiu o corpo dela tremer pelo segundo orgasmo, continuou segurando o corpo de e estocando até que sentiu como se seu corpo fosse explodir e chegou ao seu ápice.
— Isso só pode ser um sonho. — disse, sonolenta, quando eles já estavam limpos e deitados em sua cama. — Não é possível que você seja perfeito em tudo.
O som da risada de foi a última coisa que ela ouviu antes de pegar no sono.
acordou com um som alto vindo do lado de fora da janela do quarto. Tinha esquecido que era dia de ensaio da banda em que seu mais novo vizinho tocava. Despertou, mas, ao se esticar, bateu o braço em alguma coisa.
— Au. — resmungou ao sentir o braço atingir seu rosto.
— Meu Deus, meu santo universo! — falou alto, saltando da cama e percebendo que só vestia uma camisa grande e mais nada.
— Nossa, eu sou tão feio assim pela manhã? — se sentou na cama, vestindo somente uma cueca azul marinho.
— Não foi um sonho? — perguntou, meio envergonhada.
— Não foi, . Eu te disse que não era. — Ele se levantou da cama, chegou bem perto e passou a mão pelos cabelos dela. — Eu realmente gosto de você, e a gente realmente transou ontem. — Selou os lábios aos dela. — Eu vou escovar os dentes. — Ele se afastou, indo em direção ao banheiro do corredor, onde a sua escova de dentes, assim como as dos outros amigos, estava guardada.
, espera. — segurou o braço dele. — Nós… — Ela baixou o olhar.
— Nós podemos deixar rolar. Nós podemos ser só essa vez. Nós podemos deixar isso pra lá e fingir que nada aconteceu. Você escolhe. O que você decidir sobre nós, vou aceitar. — Ele sorriu doce para a garota.
— Então, “nós” realmente existe? — Ela olhou nos olhos dele.
— “Nós” sempre existiu, , mas podemos ser um “nós” diferente. — Ele voltou para perto dela.
— Nós podemos deixar rolar, então? — Ela segurou o rosto dele com as mãos uma em cada bochecha.
— É o que eu mais quero. — Sorriu. — Mas agora nós vamos escovar os dentes.
Eles sorriram, e o rapaz seguiu seu caminho até o banheiro.

Algum tempo depois…

Tocava Feel Something, da Bea Miller, alto nos fones de ouvido. Naquela hora da tarde, o céu estava em um laranja vivo, o que queria dizer que o sol logo iria embora. A brisa era agradável, e estava deitada confortavelmente na grama macia.
estava com um dos fones em seu ouvido, e eles ouviam a playlist que o mais novo tinha montado para aquela tarde.
— O piquenique valeu a pena mesmo, olha esse céu. — disse, fazendo carinhos na mão de .
— Eu também achei, amor, e eles realmente se divertiram hoje. — virou de lado e olhou para a mulher. — Quem diria que teríamos Jihyun e Monie dormindo ao mesmo tempo. Eu nem lembro a última vez que conseguimos admirar o céu juntos. — Ele beijou os lábios dela em um selar leve.
— E você queria ter três filhos. Não aguenta um neném de três anos e um cachorro, imagina três filhos. — Ela acariciou os cabelos dele e sorriu, divertida.
— Com você, eu aguento até um time de futebol, meu amor. — Os lábios se uniram em um beijo leve outra vez.
— Você não existe, . — Ela segurou o rosto dele e começou um beijo calmo e gentil.
— Eca!
Eles separaram os lábios ao ouvir a vozinha sonolenta do pequeno Jihyun.
— Vem cá, meu amor. — se sentou na grama e estendeu os braços para que o pequeno fosse até ela.
— Eu amo tanto vocês! — disse, abraçando e beijando o topo da cabeça do filho.


Fim



Nota da autora: Essa fic é toda patrocinada pela minha súbita paixão por Jeon Jungkook, que era meu neném até uns meses atrás e hoje eu quero muito ter um neném com ele. É, a vida não é fácil, eu total e única cadelinha desse rapaz, que usei esse espaço para mostrar o quanto eu amo cada detalhe desse rapaz, e também o fogo no rabo que ele acendeu em mim, não dava pra ser algo só fofinho, tinha que ter uma forte pegação, se não eu não ia estar satisfeita, e é isso, aqui está nos 45 do segundo tempo Fine hahahaha
Como sempre quero deixar meu beijo pras minhas meninas do Aquário, sem as quais eu não teria nenhuma linha publicada até hoje. EU AMO VOCÊS GAROTAS.

ps: Ah minha lista de fic vai estar aí embaixo, mas ela atualizada vocês podem achar, tanto no grupo de autoras de kpop que temos em conjunto com algumas autoras do site, clicando no ícone do Facebook, quanto na minha página de autora aqui do site, que é só clicar no ícone com o F do Obsession. Meu tt tá sempre disponivel também, podem me gritar por lá, aqui pela caixa de comentários ou onde me acharem kkkkkk
AH NÃO DEIXEM DE COMENTAR, ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA SABERMOS SE ESTAMOS INDO PELO CAMINHO CERTO NESSA ESTRADA, AFINAL O PÚBLICO É NOSSO MAIOR INCENTIVO. MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR LEREM, EU AMO VOCÊS





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