Illicit Affairs

Última atualização: 23/09/2020

Capítulo 1

Malfoy usava os seus longos cabelos soltos como escudo. O loiro quase branco, herdado do seu pai, era o suficiente para destacar a garota em qualquer ambiente que entrasse. Ela estava em seu quinto ano em Hogwarts, e ainda não tinha se acostumado com os sussurros que a perseguiam.
Todos sabiam que os Malfoy tinha estado ao lado de Lord Voldemort na Guerra Bruxa. Seus pais tinham escapado de Azkaban ao fazer um acordo com o governo. Também contribuiu que a mãe estivesse no colo com ela e o irmão, Draco, ainda nas fraldas.
Mas sabia da verdade: seus pais ainda usavam a marca negra e seu pai estava sempre usando a sua influência como puro sangue para reunir novos bruxos em nome de você-sabe-quem. Draco ainda era muito novo para compreender tudo que acontecia na mansão Malfoy, mas conhecia cada um dos bruxos das trevas que os visitavam.
E era por isso que ela raramente ia para casa no Natal. Já tinha presenciado cenas desagradáveis o suficiente para não querer ficar por perto e, com o tempo, tinha dado vergonhas demais para seus pais para eles a querem por perto no banquete da Festa Anual dos Malfoy.
Por isso que naquele 25 de dezembro, ela estava sozinha na mesa da Sonserina. Seus cabelos a escondendo do resto do mundo enquanto degustava os muffins de café da manhã.
Sem perceber, a garota começou a observar os gêmeos Weasley, sentados na mesa da Grifinória dividindo o café com seu irmão, Rony, e o famoso Harry Potter. Os garotos eram conhecidos por aprontarem as mais diversas pegadinhas em Hogwarts e, por isso, sempre estavam em detenção. Dessa vez, o número de horas de castigo estava tão grande, que eles escolheram ficar em Hogwarts durante as férias de Natal.
Isso e a possibilidade de Sirius Black aparecer.
Todos achavam que o bruxo era perigoso. Primo de Belatrix, a bruxa mão direita de Lord Voldemort. Mas não se lembrava dos pais terem citado o nome de Sirius ao menos uma vez ao longo dos anos. E, desde a notícia que ele tinha escapado de Hogwarts no verão, Lucio e seus amigos apenas se divertiam com as especulações do Profeta Diário.
A garota era contra tudo que sua família representava, mas ainda assim, não parecia se encaixar em nenhum grupo na escola. Porém, ela sentiu que as coisas poderiam mudar quando conheceu Fred e George na sala de Filch.
— Foi você que levou diabretes para o banheiro masculino dos monitores? — Fred perguntou em voz baixa, tentando não chamar a atenção de Madame Noora que com certeza aguardava na porta enquanto Filch fazia a ronda no castelo.
Normalmente, os castigos do zelador envolviam atividades externas e perigosas, porém, naquele dia a neve já tinha chegado em Hogwarts e Fred, George e foram obrigados a se espremerem no pequeno gabinete do zelador.
— Yep. — respondeu sem nenhuma emoção. Seu único arrependimento era ter sido pega antes que os diabretes pudessem arrancar a orelha de Cedrico Diggory. O monitor da Lufa-Lufa era idolatrado na escola, mas sabia que o charme e o brasão da casa influenciavam na imagem de Diggory: um rapaz que estava acostumado namorar quem ele quisesse, e nem sempre aceitava não como resposta.
Após presenciar uma cena entre o monitor e uma aluna do terceiro ano, resolveu fazer algo a respeito. Só se odiava por ter sido pega pelo Professor Lupin antes de soltar o diabrete.
— Olha, coragem. — George estivou a mão por cima de Fred para cumprimentar a garota. — Todo mundo fala bem do Diggory mas sabemos muito bem que o monitor é.
— Exatamente. Não é porque ele é da Lufa-Lufa que ele é um santo. — Fred sorriu para que, pela primeira vez em anos, não sentiu que alguém a estava julgando.
— Ele é um babaca. — Era a primeira frase completa que dirigia para algum colega em Hogwarts em meses. — Estou cansada de como tudo nessa escola parece ser tão preto no branco. As pessoas te julgam pelo seu nome, não por quem você é.
A garota filosofou encarando a parede, sem notar os olhares de Fred e George para ela. Os dois sabiam muito bem do que ela estava falando. Quantas vezes tinham sido colocados em apuros apenas por terem o sobrenome Weasley. Eles amavam a sua família, mas jamais seriam os alunos perfeitos como seus irmãos mais velhos.
Muito menos se interessavam em ter um emprego no ministério como os pais viviam insistindo que seria o futuro deles.
— É , né? — Fred perguntou, recebendo apenas um aceno da loira — Não deixa essas pessoas te atingirem, não. Algo me diz que você é muito maior do que isso tudo.
— Mesmo sendo uma Malfoy. — George completou, sem um traço de ironia em sua voz. Os dois não se importavam qual era o sobrenome da garota, mas pelas atitudes dela, com certeza não tinha nada do irmão mais novo.
Fred abriu o mapa do maroto, buscando encontrar onde Filch estava. O zelador já deveria ter voltado com as chaves para liberá-los para os dormitórios, afinal, já passava do horário do toque de recolher. ficou curiosa com o pergaminho e se esticou tentando ver o que o garoto ao seu lado examinava com tanta cautela.
— O que é isso?
— É um mapa que mostra todas as pessoas que estão nas dependências de Hogwarts. — George respondeu olhando nos olhos da garota. Pela primeira vez, ele estava reparando como os olhos de Malfoy eram verdes. Uma cor intensa e bonita, mas perigosa, quase tanto quanto a garota. — Assim a gente consegue andar pelo castelo sem ser pego. Bem, quase sempre dá certo.
O garoto deu um sorriso lateral que fez a garota sentir algo que nunca tinha sentido. Seria simpatia? Malfoy estava se afeiçoando a alguém?
— Fitch está do outro lado do castelo junto com Madame Noora. Dele ter esquecido a gente aqui de novo. — Fred se levantou, já buscando a marinha para destrancar a porta com um alohomora.
— ‘Pera, como assim esqueceu a gente? — arregalou os olhos. Não era sua primeira vez de castigo, mas era a primeira vez que ela ficava presa no escritório de Fitch.
— Relaxa, princesa, a gente te leva até as masmorras. — George foi atrás de Fred quando o irmão abriu a porta, verificando que de fato não tinha ninguém no corredor.
ainda estava assustada pela coragem dos gêmeos. Como eles, ela não se importava de quebrar uma regra ou outra, o problema era quando isso chegava ao ouvido do seu pai. Na mansão dos Malfoy, Lucio exigia um comportamento rígido de seus filhos. Draco havia aprendido a usar o ego do pai ao seu favor desde muito novo. , por outro lado, era a filha rebelde, que arrumava problemas. E ela sabia que seus pais a ignoravam conquanto que ela não manchasse o nome dos Malfoy.
Porém, ela não ficaria ali sozinha. Era impossível prever a hora que Argo Finch voltaria, talvez apenas na manhã seguinte, e queria sua cama.
— Ok. — Foi tudo que ela respondeu e seguiu os gêmeos Weasley pelos corredores de Hogwarts, encantada como os garotos eram muito, mas nada do que se falava sobre eles na sala comunal da Sonserina.

Naquela manhã de Natal, duas semanas depois do castigo, observava os gêmeos de longe. Estava sozinha na mesa da Sonserina, como sempre acontecia. Sua mãe tinha lhe enviado um colar com o brasão da casa de presente, com certeza escondido de Lucio. Narcisa podia ser submissa ao marido, se esconder atrás da irmã e ter medo de ir contra a sua família, mas ela amava seus filhos e faria tudo para protegê-los.
Por isso, ela sempre admirou e fez de tudo para que a garota tivesse o que queria. O colar era delicado, com a serpente coberta de brilhantes verdes e tinha amado. Ela segurou o colar enquanto olhava a mesa da Grifinória.
Foi então que percebeu que Fred a olhava. Um sorriso surgiu no rosto do rapaz e se viu obrigada a retribuir. Ela viu Fred chamar o irmão e cochichar algo para George, que estava ocupado mordendo um muffin de blueberry.
Alguns minutos depois, viu os gêmeos saindo do salão e ela teve certeza que eles iam aprontar alguma. Então ela olhou para seu prato, agora vazio, e resolveu voltar para o salão comunal. Talvez passar na biblioteca e pegar algum livro de mazoologia e se distrair enquanto passava mais um dia solitário em Hogwarts.
Ela quase se arrependia de não ter ido para casa. Quase.
Ela tirava seus cabelos dos olhos, com a bolsa transversal pesando o seu ombro quando sentiu que alguém puxou seu braço e a empurrou contra a parede em um corretor escuro.
tentou gritar, mas uma mão cobriu sua boca antes que ela pudesse emitir um som.
— Shii… — Fred falou e a garota instantaneamente parou de lutar. — George viu você sozinha e resolvemos te perguntar se não quer dar uma volta com a gente.
A mão de Fred ainda estava em seu rosto, apesar de ter deixado sua boca livre para respirar. sentiu a pele queimar onde o garoto a tocava, e então ela olhou de Fred para George, que estava ao seu lado impedindo sua visão do corredor.
— Mas que porra é essa?
— Calma, princesa. A gente não queria te preocupar, mas estamos no meio de uma missão secreta e, se você quiser, pode fazer parte do nosso time. — George sorriu, observando como a garota era bonita.
olhou para os gêmeos e não precisou pensar nem um segundo antes de responder.
— O que vocês estão aprontando?
Fred e George se entreolharam e sorriram. Talvez fosse mesmo tudo isso que eles tinham imaginado.


Capítulo 2

A sala comunal da Grifinória estava vazia. Poucos alunos passavam Natal em Hogwarts e, os que ficavam, tinham outras atividades a passar a tarde de folga dentro do castelo. Do lado de fora nevava e era possível ouvir secundaristas brincando de guerra de bola de neve. Fred sorriu ao olhar para janela e lembrar de quando ele e George ainda estavam nos primeiros anos na escola. Antes de Harry Potter chegar e transformar os muros seguros em uma aventura a cada ano. Não que os gêmeos reclamassem da emoção e de, às vezes, não serem o centro da atenção.
Não era o caso naquele dia.
— Você acha que ela consegue? — George perguntou, desviando o olhar do dever de Poções que tentava adiantar.
— Ela é a melhor aluna em nosso ano. — Fred sorriu. — Além disso, tenho certeza que ela vai gostar de alegrar um pouco essa escola.
Fred voltou a observar os alunos, pensando na surpresa que eles teriam na noite de Natal. Era raro os gêmeos ficarem na escola. Sua mãe sempre preparava uma festa, os irmãos mais velhos iam para casa e sempre tinha alguma briga que os dois adoravam observar.
Naquele ano Fred não quis ir. Disse para todos que era por causa das horas de detenção, mas eles não estavam tão ocupados assim. George não questionou os motivos do irmão e, como sempre eram um pacote só, escolheu o fazer companhia.
— Eu tenho medo de estarmos lendo errado. — George finalmente expôs seus pensamentos. — Ela é uma Malfoy. Mesmo que faça de tudo para fingir que não.
— George, você viu nos olhos dela quando a paramos no corredor mais cedo. Não havia um traço de vontade de reagir. Ela é o tipo de pessoa altruísta que não quer que nada dê errado para os outros, mas não se importa quando ela é a causa do problema.
— Fred, muito bonito isso que você falou, mas…
— Ela ainda é uma Sonserina. — Fred completou o raciocínio do irmão.
E, por mais que fosse tradição de algumas famílias todos caírem na mesma casa, como a própria família Weasley, Fred sabia que no fim, o Chapéu Seletor escolhia a casa de acordo com os desejos mais profundos do bruxo.
Por algum motivo era da Sonserina. Ela poderia ser altruísta e justiceira o quanto fosse, mas, por baixo de toda aquela maquiagem, o olhar ferino escondia uma personalidade ambiciosa. E tanto Fred quanto George estariam mentindo se dissesse que não estavam curiosos para conhecê-la.



estava na biblioteca lendo um livro sobre o uso do tarô para a arte da adivinhação quando percebeu a pedra esverdeada do seu anel mais clara do que costumava ser. Esse anel estava na família da sua mãe por várias gerações e a lenda dizia que ele mudava de cor quando quem usava encontrasse sua alma gêmea.
Por anos ele manteve um verde escuro, denso, e ela sempre acreditou que a pedra era daquela cor. Tudo era uma lenda. Ela levou a mão até seus olhos e teve certeza que a cor estava um pouco mais clara, mas nada daquilo faria sentido.
— Finalmente te achamos. — se assustou ao ouvir a voz de Fred Weasley enquanto ele e o irmão, George, se sentavam à sua frente.
— Olá! — Ela abaixou sua mão até a mesa e sorriu.
— Está quase na hora. Você quer participar? — George arqueou uma sobrancelha, desafiando a Sonserina.
— Isso vai irritar meus pais e vai causar caos na escola? — Os gêmeos sorriram. — Então estou dentro.
fechou o livro e se levantou, saindo da biblioteca com os gêmeos ao seu lado. Madame Noora passou por eles pelo corredor e começou a miar, sabendo que o trio junto só poderia significar confusão. Eles seguiram pelo corredor que os levava até o salão principal. sabia que estava perto da hora do jantar e que, naquele dia, os elfos domésticos de Hogwarts caprichavam nos quitutes.
— Então, o que vocês pensaram? — A loira prendeu os cabelos em um rabo de cavalo após ajeitar a mochila nas costas.
— Você é boa com feitiços de ilusão, princesa? — George perguntou, mesmo que já soubesse a resposta.
— Eu não vivi 16 anos fugindo de casa nas férias sem ser uma boa ilusionista.
— Ótimos. Prepare sua varinha.
Fred e George abriram as portas do salão e se assustou com a decoração. A árvore de Natal ia até o teto atrás da mesa dos professores. O teto do salão, enfeitiçado para simular o céu, estava estrelado e sentiu alguns flocos de neve tocando sua pele. Só então que ela percebeu que Fred estava com a varinha em mãos. Era ele quem estava causando aquela neve mágica.
sorriu mais ainda e buscou a sua própria varinha. Se juntando aos flocos de neve, criou estrelas cadentes, caindo de um lado a outro do salão.
— Que tal um pouco de música? — Foi a vez de George criar uma melodia que preencheu todo o salão, chamando atenção dos demais alunos. — Vamos.
Ele buscou a mão de e a guiou até onde Harry e Rony estavam. O Weasley mais novo atacava o banquete sem parar, mas viu Harry franziu o cenho quando a garota se aproximou.
— O que ela está fazendo aqui? — Perguntou para George, ao ver a mão do rapaz entrelaçada com a Sonserina.
— É Natal, Harry. Ninguém deve ficar sozinho no Natal. — Fred quem respondeu, se acomodando do outro lado de .
— Não acredito que vocês fizeram isso! — Rony comentou de boca cheia, sentindo a neve em seus cabelos. — Está maravilhoso.
— Não é a Toca, mas ainda é Natal. — Fred respondeu.
— Te garanto que está muito mais bonito do que a Mansão Malfoy nesse momento. Temos uma árvore de Natal, mas nunca nada tão iluminado.
— Princesa, sempre que precisar de uma luz, estaremos aqui. — George piscou para a sonserina que se segurou para não desviar o olhar para o anel no seu indicador.
A garota estava um pouco constrangida de estar na mesa da Grifinória. Por um momento ela agradeceu o irmão ter ido para casa naquele feriado. O clima da mansão Malfoy no Natal era totalmente o oposto daquilo. Ela levou a mão até o pingente em seu pescoço, relembrando do carinho que a mãe sempre teve com eles.
E, pela primeira vez, se permitiu sentir o clima de Natal. Riu das piadas dos gêmeos, degustou do delicioso jantar e até mesmo aceitou a rosa vermelha que Fred conjurou para ela. Naquela noite, a garota era apenas . Era apenas uma estudante de 16 anos aproveitando o que era, verdadeiramente, a magia do Natal.



Ao entrar no seu quarto na masmorra da Sonserina, sentia um calor em seu coração. Lembrou de George lhe chamando de princesa, do beijo em seu rosto que Fred tinha lhe dado ao se despedirem e da sua própria risada. A garota nem sabia que conseguia rir tão naturalmente. Olhou para o anel e com certeza ele estava mudando de cor. Pensou em tudo que já tinha lido sobre almas gêmeas enquanto trocava de roupa, mas decidiu que precisaria fazer uma visita a biblioteca para entender o que estava acontecendo. Ela não se sentia diferente, apesar de saber que estava.
Porém, assim que sentou na sua cama, já vestindo o pijama de manga comprida, encontrou uma carta vermelha em seu travesseiro. Respirou fundo, deixando de lado todo o momento alegre em que tinha vivido, pois sabia muito bem o que aquilo significava.
Trancou a porta e agradeceu que na Sonserina cada um tinha seu quarto individual, mesmo que fosse uma das poucas alunas nas masmorras naquele momento. Sua primeira vontade seria ignorar a carta, porém, ela sabia que aquilo não era opção.
Assim que abriu a cera que prendia o envelope, a voz do seu pai preencheu o aposento.
Druella Malfoy como você ousa perder a Festa de Natal? Seu possível marido estava presente e ansioso em conhecê-la. Isso é um absurdo! E pior, fiquei sabendo que estava andando com Weasleys! Como você pode se afiliar aqueles traidores de sangue? Você é a maior decepção que a Família Malfoy já viu. Espere as férias de verão mocinha. Seu castigo vai vir.
A carta se desintegrou em mil pedacinhos e a garota sentiu os olhos enxerem de lágrimas. Durante toda a sua vida ela escutou sobre casamentos arranjados em famílias puro-sangue. Na integridade que as garotas deveriam ter, comportamentos submissos sob seus parceiros. Enquanto os meninos aprendiam desde cedo a serem autoritários e não demonstrar fraqueza. Ela via o que essa tradição estava transformando o irmão. Estava nos olhos de Draco como, apesar das suas atitudes, ele tinha medo.
E agora ela também estava com medo. nunca aceitou as tradições da sua família e não seria agora que aceitaria. Mas ela tinha medo do que o pai poderia fazer a ela.
Antes de dormir, ela tirou o anel do dedo e observou a pedrinha verde mudar para uma tonalidade mais brilhante, como se as suas estrelas cadentes do Salão Principal tivessem invadido o pequeno objeto. Ela não iria se casar com um bruxo qualquer que o pai escolhesse. Malfoy era muito maior do que tradições familiares.




Continua...



Nota da autora: Essa fanfic surgiu, como muitas outras, da famosa pergunta "e se?". Há um tempo eu estava querendo escrever uma história mais dark, um pouco taboo talvez, e quando a ideia surgiu me perguntei: por que não? Será uma shortfic, mas não sei quantos capítulos. Espero que vocês embarquem nessa pequena loucura comigo porque sabemos muito bem que os Gêmeos Weasley são um só pacote e a pp que lute para lidar com eles dois. Curiosidade: a pp nasceu em 31 de Outubro, por isso, apesar de estar no 5º ano como os gêmeos, ela já tem 16 anos.

Nota da beta: Ah, falou em histórias com os gêmeos e eu já estou dentro! Melhores personagens! Esperando mais!
Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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