La Tortura

Enviada em: 30/05/2019

Capítulo Único

I've tried to neglect how I feel, but it's go time, close your eyes and know...

- Eu acho que você está muito bêbada pra isso. – falou, separando os lábios dos de e ela soltou um resmungo.
- Você também está. – respondeu, inclinando o corpo para que pudesse voltar a beijá-lo, mas desviou o rosto. – Você acabou de falar que devíamos nos concentrar no que ambos queríamos fazer, !
- É, mas...
- , eu te autorizo totalmente a arrancar minha roupa pra gente transar o resto da madrugada. Isso é um consentimento. – segurou o rosto dele entre as mãos, falando sério, e soltou uma risadinha pelo nariz.
- Consentimento bêbado não é consentimento, . Você está muito bêbada e eu n...
interrompeu a fala, juntando os lábios aos dele num beijo intenso e cheio de todo desejo que ela achava que não existia mais, mas que tinha ressuscitado e se intensificado naqueles dias em que vinha desfilando aquele corpo bem bronzeado por todos os cantos. Ela queria arrancar todas as peças de roupas que os separavam de ter uma noite de sexo bem intensa com ele.
E se estava consciente de cada uma das coisas que tinham acontecido naquela noite, além de lembrar de absolutamente tudo daquelas férias, ela podia consentir em transar. E estava consentindo.
Enquanto se beijavam, começou a desabotoar a camisa de , de forma descoordenada pela concentração em beijá-lo, mas também por estar um tanto bêbada. Os lábios só foram separados para que finalmente se livrasse daquela camisa e a deixasse pelo chão do quarto. Antes que ele pudesse voltar a avançar sobre os lábios dela, o fez se sentar na cama e sentou-se em seu colo, começando a beijar-lhe o pescoço lentamente, dando também leves mordidas no local e ele deu uma risada rouca quando recebeu uma mordida leve no lóbulo esquerdo. A música no andar inferior era alta o suficiente para ser ouvida claramente no quarto e as mãos dele a apertavam na cintura, apertando a pele exposta, enquanto os lábios dela percorriam toda a extensão da mandíbula aos ombros dele e voltavam, de forma lenta e que fazia se arrepiar.
Mas, assim que fez menção de abrir seu cropped, segurou sua mão e mordeu de leve o queixo dele, antes de sair de seu colo e a olhou totalmente confuso.
- A pressa é inimiga da perfeição, . – ela falou enquanto, vagarosamente, tirava cada um dos colares, pulseiras e anéis que usava.
A música alta tocava no andar inferior e era absolutamente audível no quarto, ainda que não entendesse sequer uma palavra que era dita. Enquanto os acessórios eram retirados, movimentava-se, atraindo os olhos de , que não pode deixar de morder o próprio lábio ao prestar atenção naquele ato, ela era extremamente sexy, ele tinha consciência disso, mas ali, naquele momento, ela parecia ainda mais.
deu um sorriso sugestivo, mas não direcionado a , continuava tirando as pulseiras e abriu a gaveta do móvel, tirando de lá alguma coisa que ele não viu o que era, estava ocupado demais prestando atenção em como ela dançava, mas, quando ela se virou em sua direção, com duas algemas penduradas no indicador direito, ergueu uma das sobrancelhas.
- ...
- ...
- O que você pretende fazer com isso? – perguntou receoso da resposta que receberia.
- Quiero hacerte cositas que nunca te han hecho, esta noche conmigo tú tocas el techo. Cuando te pelean y estás en despecho, me llamas y yo adentro te la hecho... – ela cantou com a música que tocava alto no andar inferior.
- Isso responde minha pergunta de alguma forma?
- Responde. – ela deu um sorriso malicioso. – Agora seja bonzinho e tira essa calça. - ...
- Você vai preferir tirar sozinho, porque se eu tirar...
- ...
- As chaves estão ali, pode ficar tranquilo que eu não vou te amarrar e deixar pelado aqui sozinho. Eu vou ficar junto. – respondeu. – Agora tira logo essa calça.
- Eu não acredito nisso. – deu uma risada baixa e ficou de pé, tirando os tênis, as meias e a calça.
- A cueca pode deixar que eu tiro. – falou, dando um sorriso e empurrou o corpo de , para que ele sentasse sobre a cama e ela sentou-se em seu colo, com uma perna de cada lado.
- Você me enganou muito com essa carinha de anjo.
- A culpa não é minha se você tirou conclusões precipitadas a meu respeito.
- Posso dizer o mesmo, não? – ele indagou, referindo-se ao questionamento dela de alguns minutos antes.
- , se eu quisesse ficar conversando com você, eu tinha te oferecido um copo de suco e uns biscoitos e não algemar seu corpo na cama. – respondeu, fazendo gargalhar.
- Eu jamais achei que faria uma coisa dessas na minha vida.
- Cala a boca. – falou e prendeu o pulso esquerdo de em um dos elos da algema e ele deu uma risada.
Antes que ela pudesse prendê-lo à cabeceira da cama, tomou os lábios de em um beijo tão ávido quanto todos os beijos que tinham trocado naquela noite. Envolveu o corpo dela com os braços, para não ser pego de surpresa sendo preso à cama e soltou um resmungo ao sentir apertar seu corpo.
- Você não vai atrapalhar meus planos, . – falou mais sóbria do que imaginava possível estar, separando os lábios dos dele e a olhou curioso.
- Então você já tinha planejado isso?
- Venho planejando desde os dezesseis tudo que eu gostaria de fazer com você, .
- Ah é? Conte mais...
- Eu prefiro fazer. – ela respondeu, prendendo o pulso direito de no elo da outra algema e logo ele estava preso à cama.
Totalmente envergonhado.
, agora de pé, observou o corpo seminu de , algemado na cama e mordeu o próprio lábio. Nunca tinha imaginado sexo com ele e que envolvesse algemas, mas a vista era realmente muito boa e, bom, ele também parecia excitado o suficiente. Tirou as próprias sandálias antes de voltar até a cama e sentar-se sobre , passando as unhas por todo seu tronco nu e fazendo com que ele se contraísse sob seu toque.
Inclinou-se sobre seu torso e aproximou o rosto do dele, quase tocando os lábios dele num beijo, mas sem fechar os olhos, observando a face incrédula dele com tudo aquilo, então o beijou devagar, queria atiçá-lo um pouco, testar limites, ainda que tivesse que testar seus próprios pra isso.
soltou um grunhido sofrido, tentando fazer com que o beijo ficasse mais rápido, mas não adiantou. separou os lábios dos dele e levou as próprias mãos até o fecho lateral do cropped, deslizando devagar até que estivesse aberto e ela se livrou da peça, dando a uma visão e tanto de seus seios. Sob seu corpo, estava absolutamente duro contra si.
- Gosto de saber que minha boca causa esse efeito em você. E eu ainda nem fiz nada do que quero e vou fazer com você hoje. – debruçou-se sobre o corpo de para lhe falar ao ouvido e recebeu um resmungo em resposta.
Ela mordiscou o lóbulo da orelha de e começou a beijar seu pescoço rumando pelo peitoral e barriga de , que não era lá a mais definida e cheia de gomos, mas tinha muita admiração por ela e, próximo ao elástico da cueca, ela parou, erguendo o olhar para , que a olhava num misto de curiosidade e desejo.
Antes de tirar a peça, passou os dedos sobre o membro ainda coberto de e ele soltou um resmungo insatisfeito pela lentidão e por não haver contato direto, mas não falaria, sabia que ela provocaria mil vezes mais, porque se já estava amarrado à cama, ela não pouparia de nenhum tipo de provocação. deu um sorriso de lado, cheio de malícia e puxou a cueca dele pra baixo, mais devagar do que qualquer um dos dois achava que fosse necessário, mas logo ele estava ali, completamente nu e ela mordeu o próprio lábio ao observar a cena.
Era muito melhor do que tinha imaginado.
Não tão grande quanto em suas melhores fantasias, mas era o suficiente. Bastante suficiente, na verdade. Queria muito descobrir se era tão bom quanto tinha imaginado por toda sua adolescência, mas também queria deixar um tanto quanto mais atordoado, queria testar um pouquinho mais a resistência de ambos, levá-lo ao limite. Fazê-lo pedir por favor.
Sem desviar os olhos dos dele, tirou a saia, deixando-a cair em seus pés e observava tudo atentamente, queria soltar-se e agarrar aquela mulher. O bronzeado só o atiçava mais e vendo-a ali, apenas com uma calcinha branca, pequena e que provavelmente não tinha nada de sexy para o resto do planeta, mas pra ele era, só piorava sua condição, tanto a imobilidade quanto o tesão desmedido.
- Você sabe que não precisa ficar só olhando, não sabe? – falou agoniado e ela sorriu maliciosa.
- Ah, eu sei. Mas a visão é muito boa... – respondeu.
voltou a se aproximar, engatinhando por cima do corpo de e voltou a beijá-lo. Devagar, roçando em com uma lentidão exagerada e que também testava sua própria sanidade e seus limites. , com os braços suspensos, queria soltar-se e agarrá-la, beijá-la com mais avidez, tocar cada pedaço daquele corpo. Ela foi a responsável por encerrar o beijo, mordendo o lábio inferior de e puxando para si, devagar, e ouvindo soltar um gemido agoniado e voltar a mexer os braços, na falha tentativa de retirar aquelas algemas.
- Calma, , a pressa é inimiga da perfeição. – sussurrou em seu ouvido, antes de voltar a beijar-lhe o pescoço e descer até alcançar seu membro duro.
deu um sorrisinho para e não demorou a inclinar-se e passar a língua por toda a extensão, ouvindo um gemido mais alto vindo de . Lambeu a glande lentamente, observando fechar os olhos para aproveitar aquele momento e ela não demorou a colocá-lo na boca, fazendo com que ele arfasse um pouco mais alto.
Os gemidos tornaram-se mais altos, principalmente por não ter pressa alguma, sugava devagar e com uma precisão que jamais tinha experimentado antes, ainda tinha a mão direita que ocupava-se da parte do membro que não cabia inteiro na boca. Ela deslizou as unhas da mão esquerda devagar pela virilha de e ele soltou um palavrão.
- ... pelo amor d...
- Olha pra mim. – ela pediu, interrompendo o que quer que ele fosse dizer.
abriu os olhos e recebeu um olhar tão malicioso vindo de que ele quase gozou, mas logo o colocou na boca de novo, chupando ainda bem devagar e fazendo gemer alto, sem nenhum pudor, porque a visão era fantástica, mas a lentidão era torturante. Ela sabia o que estava fazendo, como fazer e quais os pontos certos a estimular.
Antes que ele pudesse reclamar pela lentidão, intensificou os movimentos, chupando com vontade e fazendo com que ele gemesse alto e tentasse mais ainda livrar-se daquelas algemas.
- Eu vou gozar.
- Não lembro de ter falado que você podia fazer isso. – falou, tirando-o da boca e movimentando as mãos e deu uma risada baixa.
- Olha, isso não é bem algo controlável...
- Ah, é sim. – respondeu, passando a língua por toda a extensão e respirou fundo.
É, ela ia deixá-lo maluco.
voltou a chupá-lo, mas dessa vez mais depressa, arrancando de respirações pesadas, além de fazê-lo fechar os olhos e tentar pensar em outra coisa que não fosse a deliciosa sensação dos lábios de estava lhe causando. Era bem provável que ela fizesse alguma coisa como punição, por assim dizer, se ele não seguisse o roteiro.
- Olha pra mim. – pediu e resmungou.
- , é sério... – soltou um resmungo, ainda de olhos fechados, mas não obteve resposta.
voltou para a cama, sentando-se no colo de e ele a olhou, meio incerto, e ela parecia analisá-lo. quase teve medo, mas apenas movimentou-se no ritmo da música que tocava no andar inferior. O atrito da pele com o tecido molhado da calcinha que ela usava era desnorteador.
- Me solta e me deixa fazer alguma coisa. – ele implorou.
- Sabe... essa música... – ignorou o que tinha dito. – Eu costumava cantar com seu nome.
- Meu nome?
- É. – ela deu um sorrisinho, sem interromper os movimentos. – I found love in ’s face...
- ... – ele resmungou pedinte. – Por favor... Foi o suficiente para que ela o beijasse sem demora, de forma ávida, intensa e libertando todo tesão que sentia. Ah, ela queria beijá-lo daquele jeito, queria tirá-lo daquelas algemas... mas ainda não era hora. Não.
Quando separou os lábios dos dele, percebeu que acreditava que seria solto, que poderia usar suas mãos, mas não. Ela passou as unhas por toda a extensão dos braços dele, já sensíveis pelo tempo que estavam suspenso e suspirou.
- Você vai me enlouquecer. – ele resmungou e sorriu perversa.
- Você enlouquece fácil... – falou em seu ouvido e o olhou, com uma expressão que variava entre divertimento e malícia. – Eu vou te soltar, mas você vai continuar bem quietinho.
- Isso não é algo possível, porque eu quero fazer muitas coisas com você.
- Ah, é? Conte mais sobre... – ela repetiu a frase de de momentos antes.
- Eu prefiro fazer, você vai gostar muito mais. – falou e deu um sorriso desafiador. – Por favor...
- Tudo bem... – ela falou sorrindo maliciosa e saiu de cima de , indo até a gaveta e pegou as chaves.
caminhou lentamente até a cama, sem desviar o olhar de e imaginando tudo que ele poderia – e deveria – fazer com ela assim que fosse solto e tivesse as mãos livres para uso. A forma como ele a olhava, observando cada pedaço do corpo de e causando nela formigamentos tamanho desejo. Nem ela aguentava mais aquela provocaçãozinha, mas não admitira. Ah não mesmo.
Sentou-se novamente no colo de e o observou atentamente antes de inclinar-se e soltar primeiro o braço direito e depois o esquerdo. Deixou as chaves penduradas e lhe deu um sorriso malicioso, perverso.
- Você não vai me prender. – alertou e ele assentiu. – É sério.
- Eu também estou falando sério. – ele respondeu e virou-se na cama, deitando e a prendeu entre suas pernas.
Os lábios de não tardaram a encontrar os seios dela, fazendo soltar um gemido quase ronronado. Ele lambia e dava leves chupões, mordiscou devagar a pele e ela gemia em aprovação, passando os dedos pelos cabelos dele e o incentivando a continuar. deu uma mordida leve, fazendo arquear o corpo e soltar um gemido mais alto.
Desceu os beijos pela barriga da mulher, que contraiu-se ao receber as carícias, mas logo ele voltou a se deitar sobre , separando um pouco suas pernas para ficar entre elas e a beijou devagar, deslizando a mão esquerda pelo corpo dela, subindo e descendo pelas laterais, até a calcinha de e a tocou por sobre o tecido, arrancando um arfar da mulher.
Molhada.
Absolutamente molhada.
continuou acariciando sobre o tecido da calcinha e beijando-a devagar, queria levá-la ao limite da sanidade, afinal, ela tinha feito o mesmo com ele, era a hora de se vingar. O friccionar dos dedos de e do tecido, faziam arfar enquanto tentava fazer com que ele a beijasse mais rápido, tal como ele tinha tentado, mas totalmente sem sucesso. Sem aviso prévio, ele afastou o tecido e a tocou diretamente, fazendo com que ela arqueasse o corpo com a pouca distância que conseguia e ela soltou um gemido satisfeito antes de falar alguma coisa que ele não entendeu.
Os movimentos circulares tinham a pressão correta, mas ele fazia questão que fossem mais lentos, apenas para ouvir gemer pedindo por mais e observar a expressão dela tornar-se aflita. saiu de cima de , posicionando-se entre suas pernas e ela lhe lançou um olhar malicioso. Ele passou a língua pela entrada, de forma lenta e quando a olhou, quase desafiador, sentiu que podia gozar sem que ele fizesse alguma coisa.
usou os dedos para separar os grandes lábios e logo sua língua deslizava por toda a extensão da intimidade de , tocando cada centímetro e sentindo seu gosto, da forma mais suave que podia, agora com uma precisão que fazia se contorcer e morder o próprio lábio antes de gemer alto. voltou a usar as mãos, passando o indicador por sua entrada, que não demorou a ser colocado, juntamente com o dedo médio, no interior de , enquanto a língua permanecia se movimentando em seu clitóris.
Involuntariamente, começou a movimentar o quadril contra a boca e os dedos de para que a intensidade aumentasse, mas ele parecia muito certo do que estava fazendo e de que a velocidade estava perfeitamente adequada.
Ele aumentou a velocidade dos movimentos e pouco depois voltou a tocar o clitóris de com a língua, fazendo-a soltar um gemido alto e implorar para que ele continuasse daquele jeito. Estava chegando ao orgasmo e sabia que seria dos bons. , percebendo isso, continuou estimulando , que gemia alto e graças à música alta, o resto da casa não os ouvia, até que ela soltou um gemido alto, entregue e profundo, arqueando o corpo, sentindo cada pedaço do próprio corpo estremecer.
teve certeza de que ela tinha chegado ao ápice, mas, por que parar ali se podia intensificar o orgasmo de ? Manteve-se sugando o clitóris de , que agora gemia mais alto, rebolando contra a boca do homem e os espasmos começaram a ficar mais intensos, assim como a altura dos gemidos.
contorceu-se mais um pouco, fazendo com que saísse do meio de suas pernas e beijasse cada pedaço de pele possível até alcançar os lábios de , que dessa vez estavam absurdamente sedentos pelos dele, e ela o envolveu com as pernas.
- Camisinha na gaveta, pega isso logo. – ela pediu desnorteada e riu, assentindo.
Saiu de cima de em busca da camisinha e não demorou muito a colocá-la.
- Como você prefere?
- Prefiro que você pare de falar e a gente foda até perder mais ainda as forças. – ela respondeu sincera, fazendo rir.
- E em que posição você quer que isso aconteça?
- Particularmente eu gosto de costas e de quatro, mas agora eu quero olhar nos seus olhos e te ver gemendo meu nome. – respondeu.
não demorou a se deitar sobre ela, posicionando-se entre suas pernas e roçou seu membro pela entrada de , que soltou um gemido manhoso, buscando os lábios dele para um beijo, queria incitá-lo a ir mais rápido, mas apenas a beijou devagar e continuou ali entre as pernas dela, roçando seu membro para deixá-la atordoada e a respiração pesada de e os olhos fechados foram a resposta que ele queria. a penetrou de uma vez, finalmente, gemendo alto e as estocadas foram precisas, inicialmente lentas.
- Você quer me matar de tédio? – ela perguntou desaforada, fazendo rir.
- Eu não quero te matar de nada, porque prefiro que você esteja viva.
- Então fode com força. – ela falou séria, segurando o rosto dele entre suas mãos e grudou os lábios em um beijo desesperado.
ergueu a perna direita de até que estivesse à altura de seus quadris e aumentou a velocidade das estocadas, fazendo com que ela gemesse alto e agarrasse os ombros dele, enfiando as unhas sem muito cuidado e o fazendo gemer de dor.
contraiu-se propositalmente contra e ele soltou um gemido sofrido ao senti-la tão apertada contra si e isso só o fez aumentar a intensidade das estocadas e ela voltou a gemer alto, acompanhado de alguma palavra em espanhol que ele não entendeu.
fechou os olhos, afundando o rosto no pescoço de e deixou um beijo pesado ali, os movimentos eram rápidos e os gemidos e arfares dos dois eram altos, abafados pela música alta que tocava.
Bom, eles pensavam que estavam abafados.
Batidas na parede.
“Ei, façam menos barulho”, foi gritado em espanhol e deu uma gargalhada antes de gritar um “desculpa” de volta. E a olhou curioso, vendo-a dar de ombros.
- Só continua. – ela falou ainda rindo.
obedeceu e continuou seus movimentos rápidos e os gemidos voltaram a ser altos, mas um pouco mais comedidos, em meio a gemidos entrecortados e apertões que lhe dava nos ombros.
- Olha pra mim. – ela pediu em meio a um gemido baixo e ergueu o olhar, encontrando os olhos de , escuros de desejo.
- Você vai me deixar maluco. – ele falou baixo, mas não conseguiu entender.
- Vira. – pediu e ele saiu de dentro dela, apenas para se sentar na cama, com as costas encostadas na cabeceira e não demorou muito a sentar-se em seu colo, usou a mão direita para segurar o membro de e o deslizou devagar para seu interior, soltando um arfar ao senti-lo naquela posição.
As mãos de estavam nos quadris de , mas não fiz nada para incitar os movimentos dela, que tinha as suas nos ombros de dele. Num primeiro momento nenhum dos dois se moveu, ela apenas juntou os lábios aos dele num beijo calmo, como se tentando recuperar as forças gastas, mas logo o beijo ficou mais intenso e afobado, começou a se movimentar para cima e para baixo devagar, deixando que deslizasse dentro dela por completo.
Os lábios foram separados e gemeu, sentindo as mãos de lhe apertarem as nádegas com vontade, enquanto ela enfiou os dedos entre os cabelos dele e puxou de leve antes de voltar a beijá-lo, agora com menos lentidão, apenas com muito desejo. Os movimentos tornaram-se mais rápidos e os dois soltaram alguns gemidos mais altos.
Mais batidas na parede.
“Ei, e , vocês vão derrubar a casa!”, foi ouvido e mordeu o próprio lábio para não rir.
- O que foi isso? – perguntou sem entender.
- Bet the neighbors know my name, they be stressin while we sexin... – ela parafraseou a música e deu uma risada. – Você conhece?
- Isso é Trey Songz, , claro que eu conheço. – ele respondeu e ela deu um sorriso malicioso.
apertou as unhas nos ombros de e, em resposta, as mãos dele se firmaram em seus quadris, querendo aprofundar ainda mais os movimentos e fazendo com que ela soltasse um gemido abafado contra sua boca. desacelerou os movimentos, rebolando tão devagar que fez soltar um resmungo sofrido. Ela usou as mãos para erguer o rosto de , para que se olhassem nos olhos enquanto ela o provocava e os levava a um limite quase insuportável.
voltou a sentir se contrair contra ele, propositalmente, e foi quando sentiu que não duraria muito mais. levou uma das mãos para a nuca de e arranhou a área devagar, enquanto seus movimentos lentos continuavam, a deixando tão enlouquecida quanto ele estava. não demorou a juntar os lábios aos dela, provocando-a para que os movimentos voltassem a ser rápidos e pareceu dar certo, voltou a subir e descer, movimentando o quadril de forma rápida e se apertando contra ele.
- Só mais um pouquinho. – falou e lhe beijou o pescoço de forma demorada, sentindo-se tão próximo do clímax quanto ela.
E ela voltou a rebolar rapidamente, sentindo o suor escorrer pelas costas e soltou um gemido alto, profundo, acompanhado de outro orgasmo maravilhoso, um daqueles que ela não tinha há muito tempo e logo também gozou, quando gemeu seu nome da forma mais sensual que ele já tinha ouvido na vida. ainda se demorou um pouco dentro dela, juntando os lábios num beijo mais comedido e íntimo.
saiu de cima de , que logo se pôs de pé e foi jogar a camisinha fora no lixo do banheiro, antes de voltar para a cama e se deitar ao lado dela, que tratou de se aninhar aos braços dele.
- Quer descer e aproveitar mais da festa?
- Prefiro que a gente transe mais uma vez, tome um banho e durma. Não necessariamente nessa ordem.
- Acho que eu não tenho forças pra mais uma agora. – falou sincero.
- Então prefiro que a gente se beije ao som de Sin Contrato até você ter forças pra fazer tudo isso de novo. – ela falou, quase rindo da ironia daquela música, mas não o fez, apenas ergueu o rosto para beijá-lo.


FIM



Nota da autora: Eu quero começar essa nota agradecendo a Gabi e a Marcela, porque a ideia de algemas e dominando foi delas. Eu preciso de um tratamento psicológico depois de escrever uma cena dessas com meus dois filhos que são bebês? Talvez.
Esse spin-off era pra ser uma promessa de político e que jamais seria cumprida, porque eu não conseguia imaginar esses dois fazendo nada disso... mas SAIU!
Pra quem caiu aqui de paraquedas, esse spin-off é de uma long minha “Trato Feito”, caso queiram dar uma chance a eles, serão mega bem-vindxs por lá! Assim como serão muito bem-vindxs no grupo do Facebook e no Instagram da PP.
Eu fiz uma playlist no Youtube Musica (porque não uso Spotify e nem Deezer por apoiarem eventos que exploram atividade cruel de animais) e essa playlist surgiu de indicações musicais da Marcela, então a culpa é dela.
ENFIMMMM, espero que vocês tenham gostado desse spin-off. Comentem e me deixem saber que eu não fui a única aaaa

Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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