Última atualização: 28/03/2018
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Prólogo

Chegando a uma danceteria não muito longe do hotel, , que aparentava estar animado, foi entrando sem se preocupar com os outros e logo avistou o bar em um canto da boate. Mentalmente desejou que essa noite fosse a melhor de todas, principalmente por saber que ele teria que enfrentar o assessor em algum momento quando voltasse para o hotel. A música estava alta, a multidão parecia animada e dançava no ritmo. E ele sabia que precisava pelo menos de algumas doses de tequila no sangue pra começar a rebolar até o chão e ser a ser a atração principal daquela pista de dança.
e , quando entraram, sentiram um clima pesado no ar, algo estava estranho naquele lugar. coçou a cabeça estranhamente e pela primeira vez se sentiu deslocado. Não soube o certo o porquê da sensação, mas logo reparou que o lugar estava completamente lotado e que seria quase impossível alguém reconhecê-los. Quem no mundo iria imaginar que três integrantes do EXO estavam ali?
— Não tem uma área V.I.P? Quero conforto e um pouco de privacidade. — Ele perguntou curioso, rolando os olhos em volta do lugar. — Algo ainda é estranho nesse lugar. — Queria descobrir porque estava com aquela sensação, o que não era nada natural já que a ideia de vir para essa boate tinha partido exatamente dele.
— Só se o estranho for você, . — respondeu, tentando entrar no clima do lugar. Até começou a ensaiar alguns passos de dança. Mexeu o pé algumas vezes, balançou a cabeça de um lado para o outro e em poucos segundos começou a caminhar sem saber onde estava indo.
— Idiota, onde você vai?
— Eu vou mexer a minha bunda naquela pista! — Ele apontou para um ponto da boate onde as luzes piscavam mais freneticamente. queria apenas aproveitar aquele descanso que estava tendo dos compromissos e dançar um pouco sem se preocupar com mais nada.
— NÃO TO NEM AI SE TE PASSAREM A MÃO! — gritou quando passava por ele rindo. Perdido um pouco na localização da boate, ele procurou pela área V.I.P. O lugar que certamente não iria ocorrer dele ser assediado daquela maneira. Nenhuma mão boba ou apertada em países baixos. Todo aquele corpo não seria alvo de mulheres fogosas e pervertidas querendo abusar e aproveitar-se da sua inocência.
— AI, MEU DEUS! EU SENTI ISSO, EIN! — berrou quando sentiu uma mão misteriosa apalpando sua bunda. Não era possível que ele seria abusado dessa maneira, a mão não apenas apertou como deslizou, segurou e por pouco quase arrancou sua cueca sem tirar as calças. — Que isso, vai ter que casar comigo depois dessa intimidade toda. — Olhou em volta, procurando pelas mãos pervertidas e encontrou uma garota rindo tentando disfarçar alguma coisa.
— Desculpa, não resisti! — Ela disse ainda envergonhada com a maneira que ele olhava e falava. — Não pensei que fosse notar. Foi quase involuntário, desculpa de verdade.
— Depois dessa violação somos quase namorados. — Ele riu.
— Acho que você me fez um pedido de casamento? — Ela jogou o cabelo de lado, mordendo um pouco o lábio. — Podemos pular a parte do casamento e ir para a lua de mel?
— Meu Deus. Eu nem sei o seu nome e já quer me levar pra cama?
sorriu nervoso, impressionado com a investida sedutora dela.
— Apenas o nome? Achei que estaria interessado em outra coisa! - ela provocou, notando que ele analisava atentamente seu corpo.
— Isso depende de mim? — Não conseguia negar que estava muito interessado nela, principalmente quando reparou no par de pernas maravilhosamente expostas.
— Depende!
— Se depender de mim eu estou interessado em muitas coisas.
Ele caminhou rapidamente, puxando a garota pela cintura.
— Hum. Eu gosto disso. — Ela sussurrou bem perto do seu ouvido.
— Vamos ver se você gosta disso. — afastou um pouco o rosto, procurando os lábios dela. Sua língua deslizou entre eles, exigindo controle total desse beijo, e tudo em volta de repente se tornou um borrão. Seus punhos se agarraram a seu cabelo e seus quadris começaram a se mover contra o seu. Ele jurou que, se ele conseguisse sair vivo, ele faria tudo o que pudesse para essa garota ter certeza de que esse abuso iria custar várias mordidas e investidas por todo seu corpo.
— Meu nome é … — Ela disse, tentando recuperar o fôlego.
...— Ele gemeu baixinho quando sua boca encontrou a dela novamente. Ele a beijou mais forte, não deixando até que a garota estivesse totalmente sem fôlego.

Não se importando com mais nada e ninguém, prestou atenção somente na tequila que estava em sua frente. O copo pequeno e arredondado com o conteúdo transparente era o refúgio que buscava para esquecer a última briga que teve com a sua ex-atual-namorada-amiga. O relacionamento indeciso que existia entre eles tinha chegado ao limite e ele apenas tentou ignorar o olhar decepcionado que a garota fez quando ele bateu a porta com força e saiu do quarto, deixando a ela e todo esse relacionamento conturbado para trás. Estava cansado demais e com corpo exausto por causa do último show, e o seu único objetivo da noite era relaxar e curtir pelo menos algumas horas de lazer.
Pelo menos durante algumas horas ele queria saber o que era viver sem responsabilidade, seguranças ou um grupo de fãs cercando ele em todos os lugares que fosse. Ele não queria pensar na carreira, na vida, na família e muito menos pensar em . Essa briga, essa confusão era só mais uma entre todas as outras que sempre surgia quando o assunto era “tornar o relacionamento deles oficial.” A garota não estava segura sobre essa oficialização, muito menos a certeza de querer que sua vida tomasse outro rumo por conta da carreira do namorado. Lidar com a pressão, com a agenda e com fãs malucos atrás de era um peso que não sabia se estava pronta para carregar. E essa indecisão trazia um desgaste emocional para o casal, tinha certeza do que queria e ao vê-la daquela maneira era como se ele lutasse sozinho e sentisse sozinho todos aqueles sentimentos.
— Cansei de tudo isso. — Ele soltou um suspiro e antes de virar todo o líquido do copo, olhou do outro lado do balcão, encontrando a Vodka e também um coquetel com Gin. sabia que essa mistura de bebidas não daria certo, que ele certamente ficaria mal e bêbado em questões de minutos. Se fosse somente isso, ele tinha plena certeza que além de bêbado ele seria capaz de dançar em cima daquele balcão e ainda conseguir ser expulso daquela boate. O com álcool no sangue era sem vergonha e gostava muito de dançar, principalmente com essa dor de corno que estava sentindo.
Mas quem se importava? Quem se importava com o que ele estaria sentindo naquele momento, quem conhecia ? Quem amava ? , sozinho, largado e abandonado?
— Parece que está curando alguma dor. — Uma garota falou se aproximando dele e se sentando ao seu lado.
— Talvez não seja uma dor, apenas um porre. — Ele respondeu, não dando tanto atenção para a garota.
— Mas para beber o que está na sua frente, só pode ser uma dor. A dor do amor. — Ela insistiu e dessa vez percebeu que estava certa.
— Talvez. — disfarçou, pegou o copo de vodka e virou todo o conteúdo. — Mas não quero falar disso, não converso com pessoas que eu não conheço.
— Mamãe ensinou a não conversar com estranhos, é? — Ela riu.
— Ensinou, ainda mais se esses estranhos são garotas que se aproximam e tentam descobrir os motivos por você estar bebendo.
pela primeira vez se virou e olhou para ela, ficando impressionado com a beleza da garota. Aparentava ter seus 24 anos, sua aparência era agradável e seu sorriso era intenso.
— Desculpa, eu devia ter deixado minha bola de cristal em casa. — Ela se ajeitou na cadeira e pegou o copo de vodka da mão dele. — Acho que você não se importa se eu tomar um pouco, posso estar ajudando não deixando você ficar bêbado sozinho.
— Que doce você. — Ele abriu um sorriso irônico.
— Tudo bem, eu sei o que você deve estar achando nesse momento, mas não me importo. Não quero perder nada hoje.
— E o que você teria a perder? — Ele perguntou levantando uma sobrancelha e ela segurou em sua mão. — Acho que você não me disse o seu nome, ou estou tão bêbado ao ponto de não ter escutado.
— Ashley. — Ela disse, apertando a mão dele um pouco mais forte.
tirou o cabelo que estava no olho e se afastou um pouco, dando um espaço para enxergar melhor a garota. Loira, não mais nem menos atraente. Mas sabia conversar e prender atenção de uma pessoa.

— Exo! — Ela terminou de responder e ele não ficou tão surpreso com isso. — Impossível não saber quem é você. Moreno, essa expressão. Mesmo se eu fosse cega ainda saberia quem você é.
— Não me assusto mais com isso. — Ele entortou um pouco a boca e começou a olhar em volta para ver se alguém mais estava olhando para ele. — Prazer, Ashley.
— O prazer é todo meu, . — Ashley disse, pousando uma das mãos em suas coxas. notou o aperto e a intenção da garota, mas não impediu que isso acontecesse. Apenas retribuiu o sorriso, esperando a próxima provocação que ela fosse fazer.
— Ashley, certo? — Ele perguntou, dando outro gole em sua bebida.
— Quando foi a última vez que você se divertiu? — Ela perguntou, agora passando uma das mãos pelo rosto dele.
— Eu não me lembro ao certo, tem sido estranho demais esses últimos dias. — abaixou a cabeça um pouco triste. — Tudo um caos.
— Eu entendo, estou assim nesse momento.
— Duvido.
— Acredite.
— Então…
— Qual o nome da garota que te deixou nesse estado? — Ashley perguntou curiosa a fim de saber um pouco mais sobre a vida dele.
— Por que todo mundo acha que é uma garota?
— Porque para você querer beber desse jeito, só pode ter uma garota na história.
— Eu não quero falar sobre a minha vida pessoal. — Ele desconversou e tentou se levantar.
— Tudo bem, não vou te forçar a nada, mas eu queria te ajudar.
— Como você me ajudaria? — perguntou curioso, sentindo agora o amargo do soju descer por sua garganta. Ele sabia o quanto era errado, mas não importava com nada e nem com o grupo e imprensa neste momento.
— Podemos ir para um lugar reservado e eu te explico.
Ashley ainda tentava, descaradamente, levar para uma área mais reservada, para uma conversa mais íntima e uma privacidade melhor. Ele estava nitidamente bêbado e tonto, aquela mistura já estava fazendo o efeito. Talvez o efeito que ele estivesse procurando, naquele momento ele não estava pensando em mais nada, a não ser na linda garota que estava em sua frente, totalmente interessada nele, em estar com ele e fazer algo para ajudá-lo.


Capítulo 1

Meses depois…
Depois de fechar a porta e olhar em direção ao sofá, passou inúmeras vezes a mão no rosto tentando acordar daquele pesadelo e controlando a respiração que começou a ficar desigual com o passar dos minutos. Ele queria acreditar e aceitar em todas as palavras daquela humilde senhora, mas o seu corpo parecia estar em choque para cair na realidade dos acontecimentos. Não aceitou o que ela tinha falado, não acreditava em nada e muito menos conseguia olhar diretamente para o cesto que ainda permanecia da mesma maneira em cima do sofá. O desespero invadiu todo o seu corpo e aos poucos ele foi perdendo a lucidez, sensações, sentimentos e uma dor no peito começou a aparecer e ele achou que fosse desmaiar com todo aquele ciclo de pânico instalado por todos os seus sentidos. Ele lutou, chorou e esperou que tudo fosse um grande engano e que não seria possível que isso estivesse acontecendo.
Como era possível tudo isso?
Como aconteceu?
Como ela o achou?
Como falar tudo aquilo daquela maneira e ir embora?
O grito em sua garganta ficou entalado e os olhos começaram a ficar úmidos sendo já tarde para controlar todas as emoções que começaram a surgir de repente. Era real, era verdade e ele não podia fugir. O cesto em sua frente lentamente começou a se mover e mais uma vez lutou contra o desespero, aos poucos aproximando-se dele com todo cuidado.
— Tudo bem. Eu estou bem aqui. — Ele sorriu, conseguindo manter as suas mãos firmes enquanto o envolvia em seus braços. — Eu nunca fiz isso na minha vida. Nem sei por onde começar, se eu estiver segurando de maneira errada. Me desculpe, não é intencional. Eu só… — Ele parou de falar ao escutar um barulhinho surgir bem ao longe. — Ah, você está dormindo? E eu falando...
— O que significa isso? — aproximou-se do amigo com ambas as mãos no peito ao vê-lo segurar um bebê, enrolado em uma manta azul royal. sentiu suas pernas começarem a tremer e um suor frio surgiu em sua testa. Um bebê naquela casa era sinônimo de pânico e desespero. Principalmente quando vinha acompanhado de duas bolsas, mamadeira e também um cesto lindo e chamativo. — ? De quem é essa criança? O que você está fazendo com esse bebê? Da onde surgiu? Por que você está pálido? ? ? O que está acontecendo? ? Por favor.
, cala a boca. — em choque sentou-se lentamente no sofá e os seus olhos ainda estavam presos à criança que dormia tranquilamente em seus braços. O cabelo preto e as bochechas rosadas trouxeram certo desespero por todo o seu corpo que lutava a todo custo a não acreditar no que tinha acabado de acontecer. Como ele podia acordar essa manhã e descobrir que era pai? Assim? De repente? Sem nenhum outro aviso ou comunicado?
— Bebê? — tropeçou no último degrau da escada, assustado com aquela palavra. O olhar de ainda estava preso ao rosto de e precisou cutucar o ombro do amigo para que recebesse alguma resposta sobre aquela criança. Ele mexeu novamente no ombro de e o amigo apenas o ignorou, fitando o olhar preso de no pequeno pacote envolto dos seus braços.
? Me diz que isso é um laboratório para o novo dorama? — As mãos de estavam juntas umas nas outra e mentalmente o garoto começou a orar, rezar e fazer súplicas à todos os santos, xamãs e obras divinas existentes no mundo. Não era possível que aquela criança fosse o seu filho. Ele nem lembra quando foi a última vez que esteve carnalmente envolvido com uma garota. — ? Eu vou chorar, cara. Não faz esse suspense com o meu coração. Eu tenho alguns problemas emocionais.
? De quem é essa criança? — novamente perguntou, sentindo o clima do ambiente ficar pesado com o passar dos minutos. não fez menção nenhuma de responder e lágrimas começaram a escorrer pelos olhos de .
— É meu? É? Ele tem os meus olhos? — dramatizando a situação abraçou começando a entrar em pânico. — Eu sou pai? Eu sou tão novo. Tão lindo e…
— É meu filho. — cortou as lamúrias do amigo e levantou os olhos para olhar os amigos que abriram a boca surpresos demais com aquela revelação. Ele não soube da onde buscou forças para falar aquilo em voz alta, mas só o fato de estar com aquela criança nos braços e a sensação que Ashley não estava mentindo naquela mensagem o fez lembrar daquela noite em questão na boate em Busan. — Naquela noite que nós fomos na boate em Busan? Depois daquele show? Vocês lembram daquela garota que eu fiquei conversando e depois…
— A do hotel? Que o Choi ficou gritando na manhã seguinte? — já com os olhos secos e mais curioso sobre o bebê adiantou os passos, sentando-se ao lado do amigo e olhando de perto para o rosto da criança. — Ele é a sua cara. Olha os cabelinhos? E essas bochechas? É um fofo. — Ele elogiou com o indicador, fazendo carinho nas bochechas da criança que dormia tão profundamente. do outro lado não cogitou falar nada, o seu coração ainda estava batendo em ritmo acelerado e ele por questões óbvias ficou assustado pela criança por alguns segundos ser o seu filho. O término com tinha sido recente e ele não tinha certeza ainda sobre os seus sentimentos ou como iria ficar a relação deles depois daquele desentendimento. Namorada e carreira eram duas coisas que não conseguiam seguir uma linha racional. E com o comeback tão próximo as coisas estavam complicadas, intensas e um verdadeiro caos em todas as áreas da sua vida. Como preocupar com um relacionamento e o principal? Como manter durante mais tempo esse relacionamento escondido da imprensa?
— Preciso de um ar. — soltou um longo suspiro, olhando para a criança e depois para e . — Podem cuidar dele um pouco? Eu só preciso respirar um pouco de ar fresco. — Ele implorou por ajuda quando sua cabeça não estava conseguindo processar o que estava acontecendo naquela tarde. Ele sentia a sua visão turva, os dedos formigarem e a sua cabeça não conseguia responder aos seus comandos. O choque ainda era grande e ele só precisa de um tempo longe para absorver a ideia de que era pai.
— Vem com o Tio . — O garoto estendeu a mão, mexendo com os dedos esperando que fosse gentil e entregasse a criança em seus braços. Ele adorava segurar bebês e principalmente ficar horas cantando alguma música para que pegassem no sono. Foi assim com os seus dois irmãos mais novos e a sensação era tão única que ele pensou em reviver aquele momento novamente com o filho do amigo. — Meu Deus, meu coração quase parou com tamanha fofura. — soltou um pequeno suspiro ao segurá-lo e balançou a cabeça ganhando distância da sala de estar. Ele pelo menos teve a certeza de que tinha jeito com criança ao vê-lo girar o bebê com certa agilidade de um braço para o outro. — Como vamos chamá-lo? Tenho tantos nomes em mente…
— Por acaso você é o pai para decidir alguma coisa? — foi estúpido ao ponto de cortar o assunto, vendo o desespero e a expressão pesada no rosto de . Ele parecia confuso, atordoado e sem saber o que fazer com toda aquela informação. Ele caminhou em volta de um dos sofás e os seus olhos ainda estavam fixos olhando de relance para o pequeno bebê que começou a resmungar bem baixinho enquanto dormia. — , você tem certeza? É mesmo o seu filho? Cara, nós já passamos por tantas situações.
— Eu liguei para o Choi, dentro de algumas horas ele deve aparecer aqui em casa. Não sei o que fazer, . Não sei o que vai acontecer se for confirmado que ele é meu filho. — Sem conseguir reagir ou expressar outro sentimento, colocou as mãos no rosto e depois na cintura, encarando a criança novamente. Como podia esconder o que estava sentindo naquele momento? O seu coração ainda batia de maneira rápida e toda parte do seu corpo gritava em desespero não imaginando o que faria com aquela criança. Com a sua carreira, com a sua vida e com tudo o que implicaria depois de saber que ali, nos braços de estava uma criança linda e doce esperando que seu pai fosse não só mais um garoto e sim um verdadeiro homem. — O nome dele é , .
— Que nome lindo. Combina muito bem com essas bochechas fofas. Que adorável. — resmungou, ninando o bebê de um lado para o outro. Ele já estava mais tranquilo depois de saber que o filho era do amigo e não dele. Agora era só esperar Choi chegar com uma solução.
, por favor. — segurou no ombro do amigo e olhou dentro dos olhos dele, suplicando para que alguém fosse mais sensato naquela sala na ausência de . Ele não buscava fugir da sua responsabilidade, apenas queria ter um momento sozinho para colocar os pensamentos em ordem e alinhar o tempo, a dedicação e também como seria a sua vida agora sendo pai de um bebê tão frágil e inocente como . — , olhe o e o , eu só preciso colocar a minha cabeça no lugar. Respirar um pouco de ar fresco e saber o que vou fazer com a minha vida. — O desespero em sua voz era tão nítido que apenas concordou com um aceno de cabeça. A chave do carro estava em cima da mesa de centro e antes de pegá-la olhou uma última vez para e despediu dos amigos, agradecendo por estarem cuidando do bebê até ele voltar com a cabeça e os pensamentos centrado em toda aquela história. Parado diante do carro ele buscou o celular no bolso e antes de pensar em dirigir para qualquer lugar apertou o número um da discagem rápida e ao longe escutou aquela voz doce e familiar. A voz que deixava o seu coração em outro ritmo e a mesma voz que sempre buscou todos os dias ter ao seu lado. A garota por quem estava apaixonado e muito mais, a garota que sempre foi seu porto seguro em todos esses anos.
— Eu preciso de você. — Ele disse firme quando ela atendeu no segundo toque. A voz trouxe a reação esperava e ele já começava a respirar um pouco mais com dificuldade. — Preciso muito de você.
— Me encontre no mesmo lugar. Não demore. — Ela foi rápida na resposta e antes mesmo de perceber a garota já havia desligado o telefone. Ele olhou uma última vez para a porta da sua casa e mentalmente desejou que e fosse cuidadoso com o pequeno .
. — Ele repetiu o nome da criança em um sussurro.
, seu bebê. Seu pequeno garoto. Seu filho.


Continua...



Nota da autora: Fugindo um pouco do que eu estou acostumada a escrever. That’s Love surgiu depois de ver uma foto do Kai com uma criança, linda e maravilhosa. Na minha cabeça aquele choque de fofura me fez querer saber como seria o Kai sendo papai e todos os EXO’S convivendo com essa criança. A relação deles, as situações do dia a dia. Por isso eu quero muito muito muito me esforçar para que essa fanfic fique muito linda e que vocês gostem.

E O QUE É ESSE BAEK? ASSUSTADO? HAHAHAHAHA
MINHA VIDA TODINHA ESSE SURTO.

AMO VOCÊS, AMO O TANTO QUE VOCÊS ME APOIAM E TUDO O QUE CADA UMA SIGNIFICA EM MINHA VIDA.



Outras Fanfics:

FICSTAPES:
01. Call Me Baby [Ficstape #062: EXO – Exodus]
03. Best Of Me [Ficstape #070: BTS – Love Yourself: Her]
03. This Is How I Disappear [Ficstape #068: My Chemical Romance – The Black Parade]
04. Permanent Vacation [Ficstape #067: 5SOS -Sounds Good Feels Good]
05. Stigma [Ficstape #080: BTS – You Never Walk Alone]
05. I'm Sorry [Ficstape #084: The Maine – Pioneer]
07. Let’s Dance [FICSTAPE #065: Super Junior – Mamacita]

SHORTFICS:
Hug Me [Doramas – Shortfics]
It's You [EXO – Shortfics]

MUSIC VIDEO:
MV: Don't Forget [Music Video - KPOP]
MV: One More Chance [Music Video - KPOP]
MV: That One [Music Video - KPOP]

EM ANDAMENTO:
I NEED U [KPOP – Restritas – Em Andamento]
Love Is Not Over [KPOP – Restritas – Em Andamento]
Let Me Know [KPOP – Restritas – Em Andamento]
Time To Love [KPOP - BTS – Em Andamento]


Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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