In Noctem

Última atualização: 15/07/2020

Capítulo 1


O início de tudo foi, em fato, um evento muitíssimo engraçado. No corredor de entrada do colégio, logo após as primeiras e enormes portas, era dado o início do segundo ano. Alunos recém-chegados precisavam ser selecionados, e os demais adoravam aquelas cerimônias o suficiente para sempre quererem estar presentes. A garota que dá o início ao prólogo dessa história corria em sapatos polidos, de estilo Oxford; carregava sua capa detalhada em azul e desesperadamente tentava alcançar os portões antes que pudesse perder a seleção de uma de suas amigas, que entrava agora no primeiro ano de Hogwarts.
Como uma aluna do segundo ano, a srta. tinha plena consciência de que existiam regras invisíveis por ali. Quem quer que fosse da grifinória, seria mais próximo de um queridinho da profa. McGonagall, e consequentemente, do diretor Dumbledore. Quem quer que fosse da sonserina, por mais insto que soasse, teria mais facilidade para acabar se ferrando de alguma forma. Ela, por outro lado, pertencia à corvinal. Era um dos centros, o meio do meio do muro. Não eram orgulhosos como os leões ou arredios como as cobras. Corvinos nunca eram pegos envolvidos em atividades ilícitas ou meramente malvistas, nunca eram pegos pregando peças e nunca eram punidos por fazer idiotices. Corvinos sempre pensavam duas vezes.
Ela era um pouco diferente, no entanto. No seu segundo ano, quando entrava no colégio – atrasada e preocupadíssima com o estado de seus novos sapatos – esbarrou em um grupo de garotos que, diga-se de passagem, ela nunca simpatizou. Um fato prévio: no) detestava Sirius Black.
Ela nunca precisou falar com ele ou de fato ter algum contato direto, não. Sirius era um garoto chorão, orgulhoso e arrogante segundo ela própria, e não havia nada nele que lhe agradasse nem um pouco. Era um pouco desleixado, revoltado e sempre chamava atenção com suas próprias confusões. Era uma forma burra de fazer negócios, ela pensava. Nunca conseguia sair impune. Dava graças por não compartilharem a mesma casa, ou ela se revoltaria por tê-lo perdendo constantemente os pontos que ela se esforçava para conseguir. Era um caso de ódio planejado e gratuito, um ódio puro e genuíno que, segundo ela, nunca possivelmente viraria algo diferente.
no) negava a ideia de ser a protagonista de uma história clichê de amor e ódio. Ela não queria isso, e não enxergava nada de belo além do nome no garoto Black.
Black, por outro lado, sabia pouco dela. O pouco que sabia era suficiente para lhe causar certo desconforto; James sabia, previamente, no primeiro ano, que alguém já havia invadido suas passagens secretas. Remo até mesmo podia supor que não haviam sido os primeiros a descobri-las: a pessoa que as utilizava tinha sim conhecimento das passagens, antes mesmo deles. Sirius tinha certeza de que se tratava dela, da . Corvina, arredia, orgulhosa. Ela não parecia pertencer àquela casa de fato, mas estar ali lhe dava um passaporte para nunca ser culpada por nenhuma de suas menores infrações. Era verdade que ela tinha as melhores notas de seu ano, e era verdade que era deveras inteligente – sim, ela era. Mas isso não passava de fachada para ele. Não queria ter contato com ela, a tinha como uma rival próxima, uma inimiga em potencial.
Era quase uma questão de tempo até que aquela bomba explodisse entre os dois, e o início de tudo começa com um evento desajeitado, uma queda pouco calculada. Um momento até triste e constrangedor, diga-se de passagem. tropeçou em Peter que se posicionava espaçosamente pelo corredor estreito. O garoto perdeu o equilíbrio e quase imediatamente derrubou das mãos de Sirius uma poção enorme e fedorenta, que ele planejava deliberadamente derramar nos itens pessoais de Severo – e não ironicamente, tinha passado todas as férias preparando.
Os gritos puderam ser ouvidos de toda a parte do colégio. no) saiu vitoriosa, já que os professores não compreenderam a tamanha importância daquela poção até, realmente, sentirem o cheiro dela. Optaram por punir o garoto Black, e ela mais uma vez saía impune.
Tudo poderia ter ficado bem, se não fosse uma pequena risadinha sem remorso nenhum da parte dela. Sirius viu a risadinha e rou não perdoá-la jamais. Declarou rivalidade infinita com , e desde aquele dado momento, os dois passaram a ser inimigos declarados e todo o colégio soube que, à partir dali, aquilo seria guerra.
🌸

⭐ 1974 ⭐

- Ora ora... Se não é a . – James retumbou, cruzando os braços ao lado de Sirius. Os outros dois não vinham nto, provavelmente, ainda estavam ocupados fazendo o dever de casa de todos os quatro. no) ergueu a cabeça de seu livro, uma expressão entediada e pouco interessada. Passou a mão pelos fios quase brancos que desciam de seu rabo de cavalo; estourou a própria bolha de chiclete.
- O que é que você tá planejando dessa vez? – o mais alto se escorou na cadeira da frente. A biblioteca contava com várias mesas de quatro espaços, e era em uma dessas que agora a corvina repousava, lendo um livro de contrafeitiços.
- “Contrafeitiços para bruxos medianos” – resmungou Black, mais uma vez. – Hm, é. Modesta, ao menos.
no) revirou os olhos.
- Vocês dois não deviam estar terminando a lição de poções? – ergueu uma sobrancelha, apenas. – Até onde eu sei, a Lilly já faz parte do clube. E você, Potter?
- Jogo sujo! – ele apontou para ela, fechando a cara. – Eu nem gosto tanto assim dela, se quer saber a verdade. Não o suficiente pra tentar entrar no clubinho do Slug! – fez careta.
- É mesmo? – no) ergueu as sobrancelhas, curiosa. Fechou o livro repentinamente, o que chamou a atenção dos dois, e então se levantou. Não tirou os olhos deles, enfiou o livro mochila adentro. – Pense em entrar, então. Assim você tem menos tempo livre pra fazer... o que é que vocês tão fazendo mesmo? – ela colocou as mãos na cintura.
Os dois se entreolharam, se sentindo os patetas que realmente eram.
- Nada.
- Foi o que eu pensei. – ela deu um sorriso breve e então saiu pelo canto dos dois. Foi até a recepcionista, uma senhora anã que parecia ter muito mais do que talvez duzentos anos. Ela esticou um óculos grosso pelo título do livro e começou a anotar algo com sua pena.
Sirius fez careta para James. tinha aquele pequeno detalhe: qualquer um que se metesse no caminho dela, sairia parecendo um otário. Ela era uma garota baixa, menor do que eles. Mesmo ano, algumas classes compartilhadas. Não jogava quadribol, mas amava assistir aos jogos – e era competitiva. Já tinha sido expulsa do campo mais de duas vezes, por gritar palavrões e tentar bater em torcedores do time inimigo. Ela era o que o diretor gostava de repetir várias vezes, uma aluna brilhante. Suas notas eram brilhantes, sua presença era sempre brilhante. Ela tinha um estilo excêntrico, pouca gente entendia. Sempre que ela aparecia com roupas novas, nem uma semana depois todos do colégio procuravam se vestir do mesmo jeito.
Ela era sorrateira. Conhecia quase todas as passagens deles naquele colégio, era quase impossível pegá-la. ravam que ela era algum tipo de agente secreta do Filch por um ano. Os marotos eram os únicos a flagrar as imprudências dela, e nem sequer eles eram capazes de comprová-las. no) sequer sabia a cor da parede da sala de detenção, ou conhecia os uivos sombrios da floresta negra à noite.
Para eles, no entanto, o reinado dela acabava por ali.
- Você vai ver. – Sirius olhou para trás, observando a silhueta da garota sumir pelo vão da porta. – Ela já caiu, só falta...
- Só falta um pouco de Lupinismo e voilá. – sorriu.
🌸

- Eu já terminei as tarefas, só preciso passar pro rolo de pergaminho logo. – a garota dos cabelos de fogo comentou, abrindo espaço para que no) se alojasse ao seu lado na arquibancada. O treino estava para começar, grifinória versus corvinal. – Por acaso viu o Remo hoje?
- Não. – no) comprimiu os lábios, pensativa. – Não tenho o visto ultimamente. Quer dizer... você é quem deveria ter visto. – olhou para ela. – Ele não apareceu na sua casa comunal recentemente?
- Não. – ela pareceu entristecida. – Às vezes me preocupo. Falta às aulas, desaparece. Ele realmente deve ter algum problema familiar, algo sério.
- Por outro lado, os amigos... – apontou com o rosto para Sirius e James, que faziam gracinha com os jogadores da corvinal. Ela olhou para o rosto do Black, que quase mal podia enxergar pela distância entre os dois. Ele olhou para ela, forçou um pouco a visão e pareceu feliz. Ergueu um dos braços acenando. no) não esboçou reação, quase podia prever o que vinha em seguida – a mão erguida dele se fechou em um dedo do meio em tempo recorde.
Ela devolveu.
- Vocês sabem o que isso parece, né? – a garota ao lado das duas argumentou. Estava com uma revista de quadrinhos nas mãos, passava as páginas desinteressada.
- Um otário em seu hábitat natural? – no) riu. Lilly lhe acompanhou pelos primeiros segundos, e então balançou a cabeça fazendo uma expressão confidente.
- Não, . Um clichê colegial – a garota ao lado tirou os olhos da revista e ajeitou os óculos com um sorrisinho. – Entre dois otários!
- Ei! – no) deu uma cotovelada inofensiva nela. – Eu claramente preferiria à morte.
- Eu acho que ele não se importaria nem um pouco de lutar contra a morte pra ganhar um beijinho seu. – Lilly entrou na brincadeira, gargalhando. no) olhou para as duas incrédula.
- Vocês me trairam, é isso?! – gargalhou. – Puta que pariu, não! O Black não! Ele é um porre, vocês sabem. – respirou fundo. – E ele me detesta. Desde o segundo ano, sabiam?! Ah, não. Eu prefiro assim. Fodam-se os marotos.
As vassouras foram ao ar, e o jogo se iniciou. Os primeiros minutos foram tranquilos, calmos. Os dois times estavam se aquecendo. Depois da primeira meia hora, o pandemônio começou. Vassouras rasgavam o ar de um lado para o outro, algumas quedas eram notificadas e nenhum sinal do pomo de ouro ainda.
O início da segunda hora foi avassalador. Grifinória estava disparada na frente, Sirius Black não parava de somar pontos e não havia sequer sinal de James no campo. Os apanhadores batalhavam nos ares em busca do pomo. no) parecia uma bomba prestes a explodir.
Sirius somou mais incríveis 20 pontos à grifinória e viu do outro lado do campo a expressão de puro ódio de no). Estava claramente revoltada por cada parte daquele treino: seu time estar perdendo e principalmente, seu time estar perdendo para a grifinória. Que contava com ele dentre seus jogadores.
Ele aproximou a vassoura da arquibancada e reuniu toda sua implicância e sarcasmo, encheu o peito em um sinal claro de implicância e levou a mão na direção em que a loira estava sentada.
- Pra você, ! – ele comemorou o gol, fazendo um sorriso galante sarcástico. Ouviu um resmungo alto de no) e viu suas amigas precisarem se levantar para segurá-la em seu banco, antes que ela tirasse a varinha e desfigurasse o rosto dele em poucos feitiços. Soltou uma risadinha vitoriosa e voltou ao campo.
O fim do jogo foi estressante para os corvinos e extremamente glorioso para os grifinórios. A grifinória ganhara por muitos pontos, James conseguira por fim apanhar o pomo e a insatisfação do capitão do time da corvinal seria motivo de sermão pelas próximas mínimas sete horas dali pra frente. Lilly comemorou silenciosamente, em respeito ao ódio crescente de no).
- Tudo bem, . Era só um treino, eles podem jogar bem melhor nos jogos oficiais. – argumentou.
- Eu espero que você entenda, Lilly! Espero mesmo. – ela tentou parecer compreensiva. – Eu ro que eu não odeio seu time. Eu odeio aquele filho da puta do Black, e enquanto ele estiver no time, eu vou querer que todos eles explodam durante o jogo e que não sobre nem um restinho de vassoura pra ele poder pegar, jogar e ficar me mandando aqueles beijinhos... – ela gesticulava e falava rápido.
Lilly não conseguiu conter risadas, tampouco , a garota de mais cedo na arquibancada. À medida com que os times saíam pelo corredor, as garotas também se dispersavam.
- Aí, ! – elas ouviram, ao fundo. A voz irritante de Black invadiu os ouvidos de no). Ela fechou os olhos, contando até cem em menos de cinco segundos. Se virou para trás, parando de andar; enquanto prestava atenção no garoto que vinha à sua direção, devagar e com seu jingado, Lilly e se dispersaram na multidão e saíram de perto.
- Não tem ninguém pra me segurar agora, Black. – rosnou, o alertando e cruzando os próprios braços. Ele ergueu as mãos, dando seu sorriso galante e irritante de sempre.
- Uhhh, claro. – olhou para o teto por alguns segundos. Colocou a toalha no pescoço. Os cabelos longos e alvoroçados ainda pingavam, pelo banho no vestiário. – Eu esqueci que você era tão corajosa assim, corvina.
Ela ergueu uma sobrancelha.
- O que você quer?
- Se é tão corajosa assim – continuou – Eu quero que me mostre. Depois do toque de recolher, torre norte.
Ela gargalhou.
- Mas nem fodendo, Black. – balançou a cabeça negativamente. Sirius ergueu as sobrancelhas e fez um biquinho.
- Hm, poxa. Tudo bem, então. Acho que eu me enganei sobre sua “coragem”. – ele se abaixou, se aproximando do rosto dela para terminar as últimas palavras da frase. Deu um sorriso de orelha a orelha quando os lábios dela se comprimiram irritados e se ergueu novamente, andando em direção ao corredor. Não muitos segundos depois, ela chamou pelo nome dele.
- Tá. Eu vou. – ela cruzou os braços, se virando para ele. Sirius se virou para trás. Sua mente adolescente e galante não tentou impedi-lo de observar cada curva que compunha o corpo dela, ou como a raiva dela lhe satisfazia em muitos aspectos. Vê-la irritada era a melhor parte de seu dia. – Mas eu tenho uma condição.
Ele aguardou.
- Você quer que eu abra a passagem pra você, e eu vou abrir. – fechou os olhos respirando e sorriu de canto. – Eu quero o seu mapa em troca.
- Com calma, gatinha! – ele ergueu os braços. Os lábios dela se retorceram de novo ao ouvirem o “gatinha”. – Essa passagem não vale tudo isso, e...
- Pegar ou largar.
Sirius resmungou algo e abriu um sorriso de rendição, depois. Assentiu positivamente, rindo de leve.
- Tudo bem. Se abrir a passagem, eu te dou o mapa. – sorriu vitorioso.
- E me ensina as palavras certas pra conseguir usar. – ela acrescentou, piscando com um olho só. Deu as costas para ele, indo na direção oposta. Sirius ficou parado no mesmíssimo lugar. – Ah, e se você continuar me secando assim, eu vou acabar murchando.
- Nos seus sonhos! – ele argumentou, dando as costas para ela e por fim tirando seus olhos da garota que mais odiava em todo o planeta.
🌸

Depois da meia noite, as portas se fecharam e o colégio finalmente adormeceu. Alguns alunos acordados em seus dormitórios eram os únicos sons que o enorme palácio de Hogwarts fazia. no) sorrateiramente saiu pela porta principal e desceu as escadas em espiral sem emitir nenhum som.
Cuidadosamente observou cada corredor que percorria, esperando não dar de cara com Filch em nenhum deles. Quase foi pega, mas conseguiu se esconder em uma das estátuas de pedra e contornar a situação. Com alguma sorte, ela conseguiu chegar ao local combinado segura. Ergueu a varinha que emitia uma luz pela ponta e procurou pelos olhos acinzentados do garoto, ou talvez seus cabelos compridos e bagunçados. Ele saiu de um dos cantos que fazia uma sombra perfeita para se alojar.
- Bravo, . – ele sorriu de canto. – Realmente muito bravo da sua parte. Achei que Filch ia te pegar na primeira esquina, já que... bem... – sussurrava.
- Foi você, não é? – as sobrancelhas dela se franziram e ela apontou a varinha para ele, se aproximando. – Seu filho da...
- Ei, ei! Calma aí – segurou o braço dela defensivamente. Abriu um sorriso de canto. – Você pode tentar, mas saiba que com toda certeza o Filch vai ouvir seu feitiço.
Ela revirou os olhos puxando o braço rapidamente e levando a luz até a entrada de uma pequena portinhola que se dispunha ali. Era a passagem secreta, a que eles recém-descobriram. no) não ironicamente passava por aquele lado do colégio no dia, e os flagrara tentando abrir a porta. Ficou curiosa, voltou mais algumas vezes ali e tentou abri-la também. Ouvia boatos que levava direto a Hogsmeade.
Tinha certeza de que havia um feitiço fechando aquela porta, então estudou contrafeitiços por algum tempo e ali estava. Abriria a passagem e não a teria exclusivamente para si, mas ganharia o mapa de Sirius – o que ela não sabia se chamar Mapa do Maroto. O mapa que podia revelar todo e qualquer lugar, toda e qualquer pessoa daquele colégio.
Ergueu a varinha na direção da portinhola e sussurrou algumas palavras inaudíveis. A porta se abriu e um longo vão pôde ser visto. no) tentou entrar, mas notou que mais uma barreira invisível bloqueava a passagem. Havia outro feitiço. Ela resmungou algo mentalmente, quem colocaria mais de um feitiço em uma porta não tão importante?!
Ela ergueu a varinha e tentou o mesmo feitiço, mas nada. Não se tratava de um contrafeitiço: precisariam destruir a barreira invisível para acessar aquela passagem. De preferência, sem nenhum barulho ou coisa do tipo. Aquilo exigia um plano.
Ela saiu e fechou a porta, resmungona. Sirius havia visto.
- Você não conseguiu?! – ele segurou uma gargalhada estrondosa.
- Você quer tentar, sr. Sabe-tudo? – deu um sorriso sarcástico. Sirius cruzou os braços e mordeu o lábio, tentado.
- Eu com certeza sou bem melhor do que você em feitiços, . – sorriu de canto.
- É mesmo, Black? – ela se aproximou dele, apontando a varinha no peito do rapaz. Era mais alto do que ela, uma diferença consideravelmente bem grande. A luz que a varinha emitia era o suficiente para ver o rosto dele, que encarava o dela interessado. – Então porquê você me chamou aqui?
- Porque eu pretendia fazer com que você abrisse essa portinhola, levasse toda a culpa e fosse parar na diretoria, pra então depois nós usufruirmos livremente de uma nova passagem secreta. – ele sorriu de canto. – Mas como isso não foi possível, vejamos... Eu tenho uma proposta, .
- Que proposta? – ela mordeu o lábio, pois era incapaz de recusar desafios.
- Se eu conseguir abrir essa portinhola primeiro, você precisa me beijar. – sorriu.
- Tentador, Black. – disse, sarcástica. – E se eu ganhar...?
- Não pensei no seu prêmio, , porquê tenho certeza de que eu vou ganhar. – sorriu de canto. – Mas, hm, veja bem... o mapa. Se você abrir primeiro, eu lhe dou o mapa do maroto. Com todas as instruções necessárias.
Ela abriu um sorriso de canto e deu de ombros, satisfeita.
- Feito.
- A ideia de me beijar deixou você animada, não é? – ele provocou.
- Foi um incentivo a mais pra ganhar. – rebateu, sorrindo.
Os dois estavam próximos demais, mas a richa parecia deixar seus lábios um pouco separados um do outro. A luz da varinha dela aumentou, cada vez mais. Até demais.
Os dois olharam para o lado quase instantaneamente, fecharam os olhos com o clarão intenso que os iluminava.
- ALUNOS FORA DAS CAMAS!
Sirius Black e no) foram, então, mandados ntos para a detenção.




Continua...



Nota da autora: Olá pra vocês, DE NOVOOOOOO! Mais uma vez repito que: meu objetivo aqui é pegar todo mundo que é gostoso em HP e lotar essa categoria nesse site SHASUIDHASUISAH enfim... Eu tô de volta, mais uma long nas costas e muito amor e carinho pra dar. Esse spin off é importante pra mim! Se você, leitora nova, nunca leu Daughter of Evil, saiba que a PP dessa história está presente lá em DOE como "Juno Sparks" e vai adorar que você vá lá dar uma olhadinha! Um beijão e eu amo todas vocês!





Outras Fanfics:
Daughter of Evil (Harry Potter - Em Andamento)
Sweet Poison (Harry Potter - Em Andamento)
Eclipse (Harry Potter - Em Andamento)


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