O que pode acontecer dentro de uma garagem da Fórmula Um quando as câmeras não estão filmando?
Michael é um piloto estreante, disposto a tudo para mostrar seu potencial e provar seu valor, mas é engolido pela pressão de ser um piloto de Fórmula Um, as cobranças e seus próprios dilemas familiares. Louise é uma veterana no esporte, mas que após anos em clausura, fechada para o mundo depois de uma grande perda, precisa seguir em frente, deixar todo o luto, medo e dor para trás e guiar a escuderia da família de volta aos tempos de glória. Quando a vida e suas dificuldades cotidianas batem à porta, Michael e Louise descobrem que precisam um do outro para que, ele encontre a sabedoria e segurança que precisa e, ela se reencontre consigo mesma e enfim tenha paz.
Esta fanfic pode conter gatilhos emocionais, como:descrições de crises de ansiedade/pânico, violências, uso de álcool e outras drogas, além de conteúdo sexual.


Escrita e revisada por: Carmen
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Prólogo ao 9

Eu queria sair dali, correr a pista toda a pé, gritando, ligar para minha mãe, postar em todas minhas redes sociais, escrever na fachada de casa, num outdoor. Eu seria um piloto, piloto profissional. Michael Madden, da François-Render.

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Capítulos 10 ao 13

– Michael, é sério. Você precisa entrar no carro. – Rakin pediu se levantando, tentando se aproximar do piloto escocês.
– Não dá, gente. É sério, não dá. Tem fogo, vocês não vêem? Eu não consigo...eu...eu...se eu entrar, eu...eu vou morrer. Se eu entrar, posso morrer. Não vou entrar, eu não quero entrar. – Respondeu nervoso.
– Michael, você precisa entrar agora. – Lewis ordenou aumentando um pouco o tom de voz.
– Por favor, gente. – O piloto pediu desesperado. – Não dá, não dá. Eu não posso. Eu morro, como ontem.

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Capítulos 14 ao 21

– Você está virando o jogo, Michael. Não é só sobre mim! – Ela aumentou a voz de novo. – Por que não diz você, por que tanto interesse em mim? No que eu sou ou deixo de ser? Por que tanta preocupação com o que faço? Se estou tentando buscar a lembrança do meu marido morto com coisas perigosas? – Ela inquiriu e foi minha vez de prender a respiração e sentir o estômago congelar. – Por que não começa me dizendo por que ficou aqui, mesmo sendo contra? Por que ainda está aqui se se sente tão desgastado com essas discussões quanto diz?
– Por que eu gosto de você, Louise! – Declarei de uma vez e sem pensar. – Eu gosto de você! Droga. Eu fiquei porque você estava, eu continuo aqui porque mesmo odiando discutir com você, não conseguiria dormir se não nos resolvêssemos. Eu fico aqui...porque qualquer coisa em relação a você me afeta de um jeito que não consigo explicar. – Assumi, e nem mesmo sabia porque estava dizendo aquilo, só que precisava falar. – E isso faz eu me preocupar, faz eu querer estar do seu lado, faz eu querer entender tudo que tem a ver com você. Por que...que droga...– Me afastei, desviando o olhar e passando as mãos no cabelo, nervoso e assustado com minhas próprias palavras. – Por que eu gosto de você, Louise. Eu gosto.

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Capítulo 21 ao 27

- E nós estamos na última volta, os dois estão brigando intensamente, sempre roda com roda, os dois estão alinhados na pista, lado a lado, como uma imagem única, hora o Lefevre consegue deixar o carro centímetros na frente, no instante seguinte é o Madden, e a bandeira quadriculada se aproxima, são os metros finais da prova, e quem será que cruza em primeiro? Quem vai ultrapassar quem? - O coração do narrador batia na mesma velocidade que os dois estavam na pista. - Últimos metros. Já podemos ver a linha e os dois permanecem colados, quem será? Quem será? Lefevre ou Madden, Madden ou Lefevre, e aí vem, é agora, é agora… Madden, Lefevre, Madden, Lefevre…

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