Última atualização: 20/09/2018

Capítulo Único

não estava em uma situação exatamente confortável. As malas estavam no hall de entrada de sua casa e apenas a luz da sala estava ligada, enquanto o silêncio reinava e deixava os pensamentos altos demais dentro de sua cabeça. Ela sentiu-se momentaneamente tonta. O gosto dos lábios de Poynter ainda dominavam os seus e o toque dele em seu corpo ainda estava quente em sua memória. Dougie havia se despedido dela com um beijo de tirar o fôlego, antes de dar as costas e seguir para sua própria casa. Haviam voltado da viagem para Essex naquela noite e as coisas estavam estranhas, para dizer o mínimo.
suspirou, movendo-se em direção a sua bagagem e arrastando as malas para o segundo andar, após largar as chaves no sofá. Tinha que organizar suas roupas e guardar seus pertences, mas seu pensamento não saia de seu vizinho e suposto namorado de mentirinha.
A verdade era que, por mais que não gostasse de admitir, aquele relacionamento já não era mais tão falso quanto eles pretendiam que fosse. As coisas haviam se complicado desde o primeiro beijo real entre eles, no show de Danny Jones. Dali para frente, não havia como negar a tensão que os rodeava. Desde então, começara a notar coisas que antes passavam despercebidas por seus olhos. Tal como os cabelos loiros propositalmente revirados de Dougie, que lhe davam um ar charmoso que gritava sexo. Os lábios finos e o maxilar bem desenhado que, junto com seus olhos extremamente azuis, faziam o conjunto exato para tornar aquele rosto um exemplo de perfeição. Os ombros largos nos quais ela queria enfiar as unhas e as tatuagens que cobriam seu braço e parte do ombro, que a faziam morder os lábios e se imaginar beijando cada traço de linha desenhado em sua pele...
estava com problemas. Problemas bem sérios, já que em um resumo, estava pingando de tesão por Dougie Poynter.
E nem era realmente algo surpreendente, visto que ela não transava a bastante tempo, desde que aquele namoro falso havia começado. Ou antes, porque bom, deveria admitir que seu ex namorado não era o espécime que a humanidade poderia tirar como exemplo de bom de cama.
jogou a cabeça para trás, fechando os olhos com força e respirando fundo, tentando reencontrar seu autocontrole e também, seu juízo. Afinal, Dougie poderia ser o homem mais gostoso do mundo – e talvez ele realmente fosse para ela e muitas outras – mas sabia que o problema que enfrentaria, caso deixasse seu tesão falar e tomar as decisões, não seriam fáceis de lidar no futuro. E por esse motivo, ela se reprimiu durante toda a última semana, tentando evitar que sua calcinha ficasse encharcada a cada mordida de lábio que Dougie dava em sua direção ou a cada toque com mais precisão em sua cintura. E os beijos... Ela preferia nem lembrar, caso contrário, as coisas sairiam de seu controle.
Largou as malas no closet e despiu-se, sentindo a necessidade de tomar um banho para aliviar sua tensão. Levou mais tempo no banho do que gostaria e em sua afobação, não havia pegado roupas íntimas ou mesmo um pijama. Tinha apenas um robe de seda no banheiro e foi com ele que cobriu seu corpo. Enxugou os cabelos com uma toalha e os prendeu em um coque alto, os olhos analisando seu estado e descobrindo uma pequena marca avermelhada em seu pescoço. Suspirou alto, as lembranças da boca de Dougie chupando aquela área de sua pele na noite anterior invadindo seus pensamentos.
- Porra Poynter. – Grunhiu, irritada.
Voltou ao quarto e se jogou na cama, os pensamentos ainda presos em Dougie. Afinal, ele estava na casa ao lado, a poucos metros de distância e esse pensamento era perturbador pelo fato de que seria muito fácil simplesmente pegar a chave que ele havia lhe dado, subir até o quarto dele e se jogar em seus braços. Ele não a recusaria, ela tinha certeza. O pegara a olhando com desejo diversas vezes durante os últimos dias. Havia sacado as provocações, os toques constantes e os beijos que a deixavam com vontade de muito mais.
O limite que separava sua razão daquilo que realmente queria fazer estava quase desaparecendo. E tudo o que queria era mandar tudo para o inferno e abrir as pernas para Dougie de uma vez por todas. Tinha certeza de que seria uma foda fantástica e que eles passariam a noite provando um ao outro, repetidas vezes, de diversas formas e em muitas posições. Ela só precisava de um empurrãozinho. Um mísero empurrão, para se jogar naquele abismo. E como um sinal divino, seu celular apitou, indicando a chegada de uma nova mensagem. mordeu o lábio inferior com força assim que viu o nome daquele que a estava tirando do sério na barra de notificações.

Dougie
Eu não consigo tirar o nosso beijo da cabeça 10:02 PM
Sério , que porra você tem nessa boca? 10:03 PM
Nada além de uma vontade absurda de voltar a te beijar 10:05 PM
Foi você quem começou isso, Poynter 10:05 PM

Dougie
Talvez devêssemos continuar 10:06 PM
E não parar mais 10:06 PM

prendeu o lábio inferior entre os dentes e respirou fundo. Sacudiu a cabeça para os lados, antes de soltar um risinho incrédulo e tomar a decisão que mandaria sua razão para o inferno. Era isso, o empurrão que precisava e desejava. Ela queria Poynter e não poderia mais negar. Jogou o celular na cama e procurou uma calcinha no closet, escolhendo um modelo rendado preto. Calçou seus chinelos e correu para o andar de baixo, pegando as chaves no sofá. Abriu a porta de casa e atravessou os gramados a passos largos. Não tocou a campainha ou sequer reparou em alguma possível mudança na decoração da casa, tão focada em encontrar Dougie como ela estava. Chegou ao segundo andar e a única coisa que fez foi soltar os cabelos e atravessar o corredor, encontrando a porta do quarto de Dougie entreaberta.
Ele estava na cama, usando apenas uma calça de moletom, com o celular em mãos e uma expressão ansiosa no rosto. Ela não o havia respondido e ele estava ali, esperando por sua mensagem. passou os olhos pelo tronco e os ombros dele, antes de suspirar e empurrar a porta com a mão direita. Dougie levantou a cabeça em direção ao ruído e prendeu o ar, sem acreditar que estava na porta de seu quarto, vestindo um robe de seda que desenhava seus seios com perfeição.
- Eu não aguento mais fingir que não quero transar com você. – Foi o que ela disse, antes de entrar no quarto e mover o corpo para cima do de Dougie, que a envolveu pela cintura com os braços no mesmo instante. Ficou de joelhos na cama, com uma perna de cada lado do corpo do loiro. Seus rostos a milímetros de distância, enquanto seus olhos não quebravam o contato visual. A tensão poderia ser cortada com uma faca e foi jogada fora quando grudou seus lábios aos de Dougie. Ambos grunhiram em aprovação quando suas línguas se encontraram novamente. Poynter desceu as mãos para as coxas e a bunda da mulher, que o abraçou pelo pescoço, arranhando seus ombros levemente. O beijo intenso fez o fôlego faltar antes do que eles gostariam e Dougie prendeu o lábio inferior da mulher entre seus dentes, puxando-o, antes de selar seus lábios outra vez, tão sedento por contato quanto ela.
- Se fizermos isso, não tem como voltar atrás. – Ele disse, em um suspiro.
- Já não tem como voltar atrás a muito tempo. – lembrou, fazendo-o concordar com um aceno. Dougie tocou seu nariz no dela, enquanto respirava seu cheiro com vontade e prendia o lóbulo da orelha de entre seus dentes.
- Eu ando sonhando com isso tem dias... – Confessou, em um sussurro que arrepiou os pelos da nuca de . Acariciou a cintura e coxas da mulher, antes de espalmar as mãos na bunda dela com firmeza. – Só conseguia pensar em como seria maravilhoso ter você embaixo de mim, gemendo alto, enquanto eu te comia.
gemeu baixo, arranhando as costas de Dougie com as unhas e voltando a grudar seus lábios no dele, em um beijo desesperado e rápido. Logo seus lábios tomaram o maxilar de Poynter, que ela beijou e mordeu, finalmente sentando no colo dele, enquanto descia os beijos para o pescoço e ombros. Beijou ambos, com Dougie ainda agarrando sua bunda, aproveitando a carícia que a mulher lhe fazia, de olhos fechados e o maxilar travado. Ele tinha mãos fortes e mal podia esperar para ter aquelas mãos brincando com seu corpo, em toques precisos e deliciosos. beijou as tatuagens no ombro direito de Dougie, contornando os traços com a língua, como queria fazer a tanto tempo e Dougie moveu os quadris, forçando o corpo contra o de . Ela já sentia o principio da rigidez de Poynter contra sua intimidade e sorriu, voltando os lábios para a clavícula dele e distribuindo mordidas pelo local.
- Nós vamos fazer do meu jeito, - murmurou, cessando os beijos por alguns instantes para encarar os olhos azuis de Dougie com firmeza e um sorriso sacana tomou conta dos lábios dele. – Sabe disso, não sabe?
- Podemos alternar. – Ele retrucou, se deixando empurrar pela mão que ela havia colocado em seu peito. Recostou as costas no travesseiro e observou o corpo esguio da mulher, mordendo os lábios com força. – Você começa, eu termino.
- E você acha que eu vou gostar das suas ideias? – questionou, divertida. Sem desviar o olhar de Dougie, desfez o nó do robe e conteve o sorriso presunçoso que gostaria de abrir quando Dougie engoliu em seco e fixou o olhar na abertura da roupa, que ainda cobria as laterais do corpo de .
O loiro acariciou a cintura dela, suspirando alto quando se movimentou em seu colo, a bunda roçando em sua rigidez. – Eu tenho certeza de que você vai gostar. – Falou por fim, as carícias voltando as coxas e bunda dela. se inclinou para ele, apoiando as mãos no peito do homem e aproximando seus lábios, deixando-os apenas roçarem uns nos outros.
- Gosto das suas mãos em mim. – Murmurou, sugando o lábio inferior do homem para si. – Quando você me toca, eu me sinto incendiar por dentro.
Dougie puxou pela nuca e a beijou, subindo as mãos para os ombros dela e afastando o robe. Logo a peça não estava mais no corpo de , que a havia jogado no chão e as mãos de Poynter se apossaram de seus seios, acariciando e brincando com os mamilos rosados. gemeu baixo, rebolando e estimulando a ereção já dolorida de Dougie. Afastou seus lábios novamente, descendo os beijos pelo corpo do loiro. Beijou a clavícula, o peito e a barriga do homem. Desceu ainda mais as carícias pelo corpo dele e passou a língua pelas entradas de seu quadril, no famoso "caminho do paraíso", mordendo seu próprio lábio ao visualizar a rigidez do loiro. Dougie respirou fundo quando o acariciou por cima das roupas, enquanto ela mordia os lábios, ansiosa. Poynter ergueu o quadril e ela desceu o moletom e a cueca boxer preta dele, voltando a escalar o corpo de Dougie, subindo uma trilha de beijos pela barriga e parando em seus lábios. Usou a canhota para envolver seu pênis e o viu suspirar, os lábios ainda dedicados em beijar cada centímetro do pescoço do loiro. Dougie lhe lançou um olhar torturado, visto que estava bastante excitado e apenas estalou os lábios, antes de traçar a extensão de seu pau com as unhas e fazê-lo gemer baixo.
- Não faz assim. – Ele murmurou, gemendo novamente quando ela encontrou suas bolas e acariciou levemente com os dedos.
- Eu começo, - retrucou, mordendo o maxilar de Dougie. – Você termina. – O beijou novamente, sentindo as mãos de Poynter segurarem em sua nuca e puxarem seu corpo para mais perto do seu.
usou o polegar para acariciar a cabecinha do pênis de Dougie, enquanto ele grunhia em descontentamento por conta daquela provocação. Queria a boca dela em seu cacete, mas sabia que não adiantaria pedir. faria tudo ao seu próprio tempo, como já havia dito. E isso era tão verdade, que ela simplesmente afastou seus lábios dos dele, usando a canhota para segurar a base de seu pau e desceu pelo seu corpo, aproximando seus lábios da área em que Dougie mais precisava dela. envolveu a glande com os lábios e sugou levemente, arrancando um gemido sôfrego de Poynter, que mantinha os punhos cerrados. segurou a base do cacete de Poynter com a canhota e desceu os lábios pelo comprimento, estimulando a porção que não cabia em sua boca com a mão.
Dougie gemeu alto, segurando os cabelos de com a destra e movimentando o quadril para cima, buscando mais contato com a boca da morena. não desviava os olhos de Dougie enquanto o chupava, maravilhada demais com a expressão no rosto dele e os gemidos que saíam dos lábios finos do homem. Engolia o quanto podia, fazendo-o gemer cada vez mais alto e com ainda mais frequência.
- Deixa eu foder essa boquinha. – Dougie gemeu, suplicante. – Eu meto com carinho. – Ele sorriu torto, deixando a boceta de ainda mais molhada.
Ela sorriu, voltando a chupar a cabeça do pau dele e relaxando a garganta. Dougie segurou os cabelos dela e estocou, duas, três vezes, gemendo alto e grunhindo palavrões, a cada vez que sentia a garganta da morena pressionar seu cacete. sentiu-o pulsar em sua boca e afastou seus lábios do pau de Dougie, que gemeu descontente.
- É maldade. – Ele acusou, fazendo-a rir. engatinhou na cama, voltando a sentar no quadril de Poynter e se inclinando para beijá-lo. Dougie segurou em sua cintura com força, fazendo-a suspirar e buscar mais contato entre seus corpos.
- Não vou estragar a brincadeira. – se defendeu. – Ainda quero esse pau me rasgando, de preferência, logo.
- Agora? – Ele se inclinou para ela, sentando na cama e buscando o seio esquerdo dela com os lábios. Movimentou a língua pelo mamilo intumescido de e ela gemeu, rebolando no colo dele. Era muito sensível nos seios e assim que Poynter percebeu isso, sorriu safado e voltou a chupar o seio dela, tomando o outro por entre os dedos e beliscando levemente.
- Não. – decidiu, as mãos nos ombros de Dougie e o olhar nublado de desejo. Aquela língua conseguira incendiar ainda mais seu corpo e só conseguia pensar nas maravilhas que ele poderia fazer em seu clitóris. – Eu quero outra coisa agora.
Dougie voltou a sorrir e em um gesto brusco, jogou na cama e cobriu o corpo dela com o seu, fazendo-a abraça-lo pelo pescoço e sugar seu lábio inferior, antes de beijá-lo com voracidade. Afastou seus lábios dos dela e cobriu o pescoço e a clavícula de com chupões e mordidas, antes de beijar os seios e descer a boca até a barriga dela. suspirou, uma mão nos ombros de Poynter e a outra em seus cabelos.
- Sabe, tocar baixo tem lá seus benefícios. – Dougie murmurou, o rosto muito próximo da virilha de . A mulher estremeceu em expectativa, enquanto ele retirava sua calcinha e acariciava suas coxas. Se obrigou a manter os olhos abertos e gemeu baixo por conta do olhar desejoso que Dougie lhe lançou ao tê-la totalmente nua nos lençóis de sua cama.
- Anda logo, Poynter. – bufou, sentindo as mãos dele apertaram suas coxas, enquanto ele afastava vagarosamente suas pernas, a abrindo para ele. Se colocou no meio de suas pernas, enquanto voltava a subir os beijos pelo corpo da morena, chegando aos lábios. Beijou-a no mesmo instante em que sua destra afastou os grandes lábios da boceta dela e gemeu contra seus lábios. Dougie tocou-a com gentileza, acariciando toda sua intimidade com os dedos, que deslizavam sem dificuldades, já que estava encharcada. Ela segurava com tanta força nos cabelos de Dougie que obrigou-se a solta-lo e descarregar sua tensão nas costas dele. Dougie usou o dedão para acariciar o clitóris de , fascinado pelo gemido baixo que saia da boca da mulher, grudada a sua. Aproveitou para enfiar dois dedos na entrada dela e arqueou as costas, perdendo todo e qualquer resquício de sanidade que poderia ter lhe sobrado. Dougie a tocou com precisão, sabendo exatamente o que fazer para deixá-la louca. gemia alto, enquanto os dedos de Dougie deslizavam para dentro e fora, em um ritmo acelerado. Ela não demoraria a gozar e pressentindo isso, Dougie se posicionou no meio das pernas dela e sugou seu clitóris, arrancando o primeiro grito de . Ele sorriu, chupando-a com destreza, enquanto mordia o próprio lábio e segurava os lençóis com uma força desnecessária. Deslizava a língua pelo clitóris inchado da mulher, juntando sua saliva com a lubrificação natural dela, roçando os dentes levemente pelo ponto de prazer da morena, que pulsava em seus lábios.
- Dougie. – suspirou, fechando os olhos com força e grunhindo de prazer quando sentiu-o sugar seu clitóris com um pouco mais de força.
já estava suando, os gemidos saíam incontroláveis de seus lábios, a tensão em seu ventre já ficando insuportável. Ela precisava de alívio e soube que o teria no instante em que Poynter acariciou seu clitóris com os dedos e a fodeu com a língua. gritou novamente e gozou, os espasmos tomando conta de seu corpo enquanto ela saia de órbita por alguns segundos. Respirou fundo e abriu os olhos, encontrando Poynter lambendo os lábios e a encarando com o olhar em chamas. Gemeu baixinho ao descer os olhar para a ereção dele, que parecia ainda mais rígida do que quando a teve em sua boca. Dougie escalou o corpo da morena com cuidado e lentidão, acariciando cada pequeno pedaço de pele e causando um turbilhão de emoções em . O toque dele tirava sua sanidade e ela gostava demais de estar fora dos trilhos.
- Posso tomar o controle ou você ainda tem alguns planos? – Ele questionou, a boca colada em seu pescoço. Não aguentava mais, seu cacete pulsava de tesão e completamente nua e suada em seus braços o estavam deixando louco. Poderia gozar apenas com a visão dela ali, entregue a ele, mas preferia gozar dentro dela, ouvindo aquele gemido gostoso que ela emitia quando estava no ápice de seu prazer.
- Eu não tive nenhum controle, assim que entrei nesse quarto, Poynter. – confessou, puxando-o pela nuca e colando seus lábios num beijo rápido. – Você o tirou de mim no instante em que me beijou de verdade.
beijou seus lábios com suavidade, enquanto Poynter pegava um preservativo na mesa de cabeceira e desenrolava a camisinha em seu pau. Se posicionou no meio da pernas de , a ereção roçando na boceta dela e fazendo ambos gemerem baixo.
- Você tem certeza? – Ele questionou, enquanto segurava em seu cacete e o guiava para a entrada dela. – Eu sei que já fomos longe, mas não quero forçar alguma coisa...
segurou Dougie pelo queixo, beijando seu maxilar e focando o olhos nos dele com intensidade. – Dá para meter logo? Eu quero que você me foda, Dougie. Com força e rápido.
Não desviou o olhar do dela enquanto segurava na cabeceira da cama com uma das mãos e usava a outra para segurar na coxa de , que o envolveu com as pernas pela cintura. Beijou-a nos lábios e meteu até o talo, gemendo alto, junto com , quanto seu cacete a preencheu por completo. manteve uma das mãos na nuca de Dougie, segurando em seu cabelos, enquanto a outra arranhava as costas dele. Ele girou os quadris, retirando o pau por completo e voltando a estocar com força, sem desgrudar os lábios da boca de e os olhos da expressão de prazer no rosto dela. A cada estocada, um gemido alto reverberava da boca de ambos. Dougie fodeu do jeito que ela queria: forte e rápido, estocando até o talo, deslizando com facilidade para dentro dela.
- Caralho. – Dougie murmurou, gemendo em seguida, enquanto usava os músculos internos de sua boceta para deixar sua entrada ainda mais apertada, aumentando o prazer para Dougie. – Tão molhadinha e apertada... Você vai acabar comigo, . – Murmurou, gemendo alto em seguida.
- Só não para. – Ela disse, beijando-o com dificuldade, devidos aos gemidos e a falta de fôlego.
Dougie segurou-a pela cintura e sentou na cama, com em seu colo. Ela o envolveu pelo pescoço em um abraço e movimentou os quadris para cima, voltando a sentar e gemendo alto quando o pau de Dougie voltou a preenchê-la. Ele espalmou as mãos na bunda dela e em pouco tempo, ambos gozaram, gemendo alto o nome um do outro, os corpos unidos naquela posição e a penetração contínua sendo demais para ambos adiarem o alívio que só o orgasmo poderia lhes proporcionar. caiu na cama, respirando fundo, enquanto Poynter se livrava da camisinha e voltava para os lençóis, puxando o corpo dela para si.
- Isso foi... – Ele não terminou, ainda sem conseguir raciocinar direito, devido ao orgasmo recente.
- Foda. – completou, com um riso baixo.
- Vamos precisar conversar. – Ele murmurou, sonolento. Tinha o braço envolto da cintura dela e o rosto enfiado na curva do pescoço de .
Ela se inclinou para cima, beijando-o nos lábios e sorrindo em seguida. – Amanhã. Eu estou cansada demais para isso.
- Eu disse que você ia gostar das minhas ideias. – Retrucou, recebendo outro beijo. se aconchegou em seus braços e fechou os olhos, sonolenta. Dougie a observou dormir, sentindo todo seu corpo em um turbilhão de emoções que ele conhecia muito bem. Não poderia mais negar. Estava apaixonado por aquela mulher, por completo. E não tinha ideia do que faria em seguida.


Fim.



Nota da autora: Esse spin off deu pra dar uma noção de como vai estar a relação dos nossos pps após a visita as famílias, hm? A coisa entre eles já está impossível de negar e eu espero que vocês tenham gostado, porque foi uma delícia escrever essa história (sério, tô pensando em mais spin offs porque Dougie Poynter merece né?). Se você caiu nessa história de paraquedas e ficou meio perdida, saiba que isso é um spin off de Uma Namorada para Dougie Poynter e que eu vou adorar ter você lá, surtando por esse casal maravilhoso! Meus anjos, aguardo o feedback de vocês, beijão e até a próxima 💓

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