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Finalizada em: 14/05/2021

Capítulo Único

Batuquei os dedos no volante do carro enquanto cantarolava baixinho a letra de 505, do Arctic Monkeys. Meus olhos captavam algumas pessoas nas ruas, mas não se fixavam em nenhuma delas especificamente, já que meus pensamentos estavam um tanto distantes.
Naquela noite, o Succubus teria uma atração especial e com certeza a casa estaria cheia, então decidi que sair para comer algo decente seria a minha melhor opção. Era bom afastar meus pensamentos de meu próprio estabelecimento de vez em quando, por mais que eu trabalhasse com algo envolvendo prazer e entretenimento e adorasse cada parte disso.
Estacionei diante do restaurante que eu já conhecia bem porque era sempre ali que eu gostava de ir quando precisava me afastar um pouco e fui facilmente reconhecido pelo maitre, que imediatamente me levou até uma das mesas mais reservadas, onde eu preferia jantar.
Pedi que me servisse um vinho tinto enquanto abria os botões do paletó para poder me sentar e assim que fui deixado sozinho, me acomodei no meu lugar, observando as outras pessoas nas outras mesas. Foi aí que tive a bela visão de um rosto bastante conhecido e não contive o sorriso de canto, percebendo que além de estar de frente para mim, em uma mesa não muito distante, também estava sozinha.
Puxei o celular do meu bolso e resolvi que mandaria uma mensagem de texto a ela. Algo que seria bem mais discreto do que chamar seu nome ou me levantar e ir até sua mesa. Ela poderia muito bem estar esperando por alguém e eu não queria atrapalhá-la de alguma forma.

Aproveitando o jantar?
Enviei e direcionei meu olhar para ela mais uma vez, observando se ela teria alguma reação. A mulher pegou o aparelho que estava na mesa descansando ao seu lado assim que o viu acender e pude notar seu olhar surpreso, mas logo um sorriso casto formou-se em seus lábios e a vi procurando por mim no ambiente. E quando seus olhos me encontraram, ela abriu um sorriso largo, fazendo com que eu retribuísse prontamente, e pegou o aparelho.

Aproveitando muito mais agora.
Li o conteúdo de sua resposta, umedecendo meus lábios e lhe dando mais uma encarada nada sutil dessa vez. Voltei a atenção para o aparelho e digitei para ela.

Eu digo o mesmo. A visão daqui está deliciosa.
sorriu de forma bem sacana e sugestiva e então voltou a digitar em seu celular.

Garanto que vai ficar muito mais de perto, babe.
E com aquela resposta dela, minha mente já foi para algo muito além do que uma visão mais próxima dela. Na verdade, envolvia mais sem roupa nenhuma, empinada pra mim e errando mais uma vez as contagens de propósito. A insolência daquela mulher era algo que me desafiava e eu gostava daquilo.

Ah, vai mesmo? Não me diga que você está sem sutiã hoje outra vez.
Vi ela dar uma risadinha com aquilo, mas ao mesmo tempo remexeu-se na cadeira, esfregando uma perna a outra.

Não. Dessa vez eu estou com um bem sexy. Quem sabe você não tira ele com a boca?
Soltei uma risada baixa lendo aquela resposta e tive que desviar minha atenção do celular por alguns segundos, levando um pequeno susto quando o garçom chegou com meu vinho. Eu nem me lembrava mais de estar esperando por ele. Agradeci brevemente e tomei um pequeno gole, aprovando o sabor e voltando a pegar o aparelho para responder à deliciosa mulher na minha frente.

Eu adoraria fazer isso. Talvez eu aproveite e já faça o mesmo com a sua calcinha também.
Ela se movimentou mais uma vez em expectativa conforme encarava a tela, então fez uma pausa para tomar o champanhe em sua taça. E só depois disso voltou a digitar.

Está indo com muita sede ao pote. Eu disse o sutiã. Caso não se lembre, posso ir até aí e te ajudar a ler a mensagem.
Ergui uma sobrancelha com a audácia dela, então neguei com a cabeça.

Você ainda não me viu indo com sede ao pote, doce .
E talvez eu deva te lembrar o que acontece com alguém insolente como você quando me responde desse jeito.
leu a mensagem, mas não digitou nada. Então a vi fazer sinal para um garçom que estava próximo a ela e, em poucos segundos, a mulher levantou, deixando a taça sobre a mesa mesmo e caminhou vagarosamente na direção da minha.
— Acho que preciso estar mais perto para você provar de novo do meu doce — a mulher disse já bem próxima e, como sempre fazia, posicionou-se de uma forma que suas pernas estavam bem abertas e marcadas pelo vestido que usava. Aquela posição fez com que eu a encarasse de cima a baixo e umedecesse a minha boca. — E talvez você tenha que ser mais específico, porque tenho a memória um pouco falha… — disse manhosa e abriu um sorriso.
— Junte-se a mim então. Vai ser um prazer te provar com esse vinho aqui. — Indiquei a minha taça, então sinalizei sutilmente para que o garçom trouxesse uma para ela. — Sua memória talvez, mas eu tenho certeza de que a sua bunda lembra do quanto ficou marcada — respondi, retribuindo o sorriso dela e a vi engolir em seco. — Senta aqui, — convidei, sem dizer especificamente onde ela deveria fazê-lo.
— Ela não só lembra, como está pedindo por mais — disse sorrindo levemente, então tombou a cabeça, ponderando sobre o que eu havia acabado de falar, e mordeu o lábio de uma forma que pareceu quase involuntária. Observei-a por alguns instantes, então vi abaixar-se bem ao meu lado, usando minha perna para se apoiar. — Deixei cair uma coisa — disse baixinho e sua mão escorregou mais para cima, onde ela apertou levemente, fazendo com que eu precisasse conter as minhas reações, então, de forma rápida, se levantou, caminhou até a cadeira do outro lado da mesa e se sentou. — Espero que seja aqui que o senhor tenha mandado eu me sentar.
— Da próxima vez, você pode juntar com a boca, doce — retruquei, sentindo meu olhar ferver na direção dela enquanto eu a observava. — Por enquanto, foi aí mesmo. Você gosta de vinho tinto? — Questionei, vendo o garçom colocar a taça pra ela, então agradeci e o dispensei.
— Pode apostar que eu vou mesmo — retrucou firme, então inclinou-se e em vez de pegar a bebida que o garçom havia acabado de colocar sobre a mesa, pegou a minha taça e levou até os lábios, bebericando um pouco o líquido, ao que eu observei atentamente, erguendo a sobrancelha sutilmente e contendo um sorrisinho de canto. — Sim. E esse, em específico, está delicioso. — Ela estalou a língua e abriu um sorriso de canto, voltando para a posição inicial e arrastou a bebida que me pertencia na minha direção. — Tenho certeza de que vai gostar mais do gosto agora.
— Também não tenho dúvidas disso, mas consigo pensar em mais coisas que eu apreciaria o gosto — comentei, com um sorriso sacana se moldando nos meus lábios. Então peguei a minha taça e bebi mais um gole do vinho. — Delicioso de fato.
— Hm — resmungou ao me observar, conforme se remexeu na cadeira. — E quais coisas seriam essas? — Questionou, então pegou sua taça e deu um gole generoso no vinho. — Estou curiosa para saber se vai me contar ou fazer, .
— Você já deveria saber que eu não sou de ficar prometendo muito, . Prefiro agir de uma vez. Tira a calcinha que eu te mostro. — Então larguei minha taça de volta sobre a mesa.
Os olhos dela se arregalaram e a vi respirar fundo. Mas como eu sabia que aconteceria, não hesitou em nenhum momento. levou as mãos até a barra de seu vestido, por baixo da mesa, puxando-o e, sem tirar os olhos de mim, foi descendo sua calcinha lentamente, até que a vi erguê-la para que eu pudesse ver que a tinha tirado.
— Talvez queira guardar de lembrança — soltou baixinho, entregando-a na minha mão.
Prontamente, eu segurei a peça, trazendo-a para perto do meu rosto e a cheirando lentamente.
— Com certeza eu vou — respondi, antes de guardá-la no bolso do paletó. Àquela altura, eu já não me importava que estivessem vendo tudo o que fazíamos ali, nunca fui muito de me importar com plateia. — Agora abre as pernas, — mandei, lhe observando atentamente.
— Sim, senhor — respondeu prontamente, com os olhos fixos aos meus e o fez, mas eu conseguia ver em seus olhos como estava levemente ansiosa com o que viria a seguir. Ouvir ela me chamar de senhor daquele jeito fazia com que a cada segundo eu ficasse mais fora de mim e estava bem claro também que sabia disso.
Sem fazer cerimônias, me abaixei, me enfiando debaixo da mesa e exalando baixo ao ver as pernas dela bem abertas do jeito que eu havia mandado. Então me aproximei de , levando minhas mãos até suas panturrilhas, subindo até as pernas dela e deixando um beijo em uma de suas coxas.
— Não faça barulho, — falei, sem afastar muito a minha boca de sua pele, mas em um tom que ela pudesse me compreender, então voltei a minha atenção para a coxa dela, beijando-a mais uma vez e lhe deixando uma mordida leve.
Deslizei a outra mão com uma certa lentidão apenas para torturá-la e dedilhei a parte interna, seguindo até quase tocar a boceta de . Soltei o ar contra sua pele, exalando ao perceber que ela já estava bem molhada, então deixei um chupão em sua coxa, sentindo a mulher se remexer na cadeira, certamente ficando ainda mais ansiosa para que eu a chupasse.
Com certeza eu adoraria ficar ali apenas torturando aquela mulher por muito mais tempo, deixar as duas coxas dela bem vermelhas e fazer com que ela me pedisse bem manhosa para meter minha língua em sua boceta. No entanto, o cheiro de era intoxicante e eu já estava louco para provar ela novamente desde que eu a havia visto naquele restaurante.
Apertei suas coxas com minhas duas mãos, espalmando-as ali para então me aproximar bem e enfiar a minha cara no meio de suas pernas, dando uma baforada em sua boceta apenas para provocá-la uma última vez antes de lamber toda a sua extensão.
Precisei conter um gemido de prazer ao sentir o gosto doce dela mais uma vez, então passei a explorá-la com vontade, sentindo a maciez de seus grandes lábios e os sugando devagar. Lambi novamente, descendo com a língua até a entrada de sua boceta, então a explorei mais um pouco, encontrando seu clitóris e passando a sugá-lo com intensidade, alternando com movimentos circulares da minha língua.
A cada segundo, eu pressionava com mais afinco meus dedos em suas coxas, chupando com mais e mais vontade. Eu estava doido para dar uns tapas nela por baixo da mesa mesmo e não sabia por quanto tempo eu conseguiria me segurar sem fazer isso.
Mais uma vez, ameacei meter minha língua na boceta dela, ouvindo gemer baixinho em protesto, ao que eu parei imediatamente de chupá-la para silenciá-la, mas então voltei a provocá-la.
Usei uma de minhas mãos para esfregar meus dedos em seu clitóris, fazendo movimentos de vai e vem, deixando-os cada vez mais melados, então levei um deles até sua entrada, o metendo devagar e o atolando bem em sua boceta. Senti ela se contorcer de novo e movimentei meu dedo dentro dela, o rodando e depois o tirando para depois voltar a meter mais um. Era gostosa demais a facilidade com que deslizavam para dentro dela e melhor do que isso era sentir aquela boceta deliciosa se contrair, apertando meus dedos.
Intensifiquei as estocadas, mais uma vez me dedicando a chupar seu clitóris e só imaginando o esforço que ela devia estar fazendo para não deixar transparecer que estava sendo chupada debaixo da mesa.
Obviamente, cada um de meus movimentos também se voltava contra mim. Àquela altura eu sentia que meu pau estava tão duro que latejava dentro da calça, mas em vez de usar a mão livre para apertá-lo eu intensifiquei os movimentos em , ponderando se eu devia deixar ela gozar ali ou não.
… — Escutei ela sussurrar em forma de aviso, mas não parei o que fazia.
— A senhora está se sentindo bem? — Uma voz de homem perguntou e eu deduzi ser do garçom.
— Hm — ela resmungou e remexeu-se levemente. — Só um probleminha com a minha sandália, nada que o senhor tenha que se preocupar. Obrigada. — Ela tinha conseguido dizer tudo, mas sua voz havia saído extremamente pesada e pausada, principalmente porque em vez de diminuir meus movimentos, eu os intensifiquei ainda mais, adorando testar como ela lidaria com aquilo. — Filho da puta… — soltou baixinho e movimentou-se.
— Desculpa, senhora? — O homem respondeu, me fazendo concluir que continuava ali.
— A minha sandália… de verdade, estou bem — disse calmamente, soltando a respiração pesadamente e escutei os passos do garçom afastando-se.
Então soquei bem meus dedos em sua boceta, movimentando-os com intensidade e sugando o clitóris de com mais vontade, sentindo ela se controlar ao máximo para não se contorcer violentamente sobre mim. Confesso que aquilo estava me deixando louco, mas ouvir ela me xingar daquele jeito só acendeu aquele lado perverso dentro de mim. E quando eu senti que faltava muito pouco para que gozasse, parei meus movimentos subitamente, retirando meus dedos de dentro dela e então saindo de debaixo da mesa.
Sentei em meu lugar novamente, direcionando meus olhos para a mulher e percebendo o quanto ela estava vermelha e ofegante e aquilo me fez sorrir sacana, levando meus dois dedos até a boca e os chupando para sentir mais um pouco do gosto dela.
— Eu falei pra não fazer barulho, doce . — Então peguei a minha taça de vinho e a beberiquei, soltando um riso baixo quando um certo pensamento me ocorreu. — Hm, acho que dessa vez você não vai poder se dar prazer, não sem atrair mais atenção para si. — Sorri enviesado.
— Filho da…— ela iniciou o que queria dizer, mas parou, passando o olhar à nossa volta e movimentou-se na cadeira, mostrando que ainda estava afetada pelo que tinha acontecido. — Eu posso simplesmente ir ao banheiro e me satisfazer, . — Sorriu sacana, agora com os olhos fixos aos meus.
— Sim, você pode — concordei, sem desfazer meu sorriso. — Mas não vai.
— Quem disse que não? — Provocou, porque aquela mulher ria na cara do perigo. Então pegou sua taça e deu um gole generoso.
Estreitei levemente os olhos em sua direção.
— Eu estou dizendo que não vai — tornei a dizer, sem demonstrar alteração em meu tom de voz. — Você aceitou se juntar a mim nessa noite, , e eu estou apenas começando.
— Eu deveria dizer que vou. Mas, se eu disser, vamos ficar nessa até amanhã — respondeu, dando de ombros e terminou de tomar o vinho, devolvendo a taça à mesa. — Me juntei, é? E o que você tem em mente para o resto dela?
— Se esse fosse o caso, você já teria ido. — Soltei uma risada baixa, lhe lançando um olhar esperto, que se transformou em uma erguida de sobrancelha quando ela questionou se tinha se juntado a mim, mas resolvi que nada diria sobre mais aquela insolência, mais tarde eu cobraria aquilo dela. — Para começar, eu acho que nós dois deveríamos comer alguma coisa de verdade. Depois, tem uma boate aqui perto, acho que vamos nos divertir bastante nela.
— Teria mesmo — respondeu, sorrindo. — Eu vou poder escolher o que comer? Ou você vai mandar também? E sobre a segunda proposta, eu não recusaria por nada. — Deu uma piscadela para mim, mantendo a expressão sacana no olhar.
Não pude evitar gargalhar do que ela disse.
— Eu não sou o Christian Grey, . Claro que pode. — Neguei com a cabeça. — Escolha o que quiser. — Então chamei o garçom para que nos entregasse os cardápios.
— Pareceu, me pedindo para tirar a calcinha. — Riu fracamente. — Mas nem tanto, porque eu não teria recebido uma chupada dessas, se fosse. Íamos só ficar naquela provocaçãozinha sem sal.
— Da próxima vez, eu não peço então. Me abaixo e tiro eu mesmo. — Sorri para ela, logo rindo do que disse em seguida. — Você é deliciosa demais para eu ficar apenas te provocando, doce .
— Acho a proposta bem tentadora — disse e movimentou-se, como se esperasse por aquilo. — Ainda bem que sabe.


🔥


Recebi um update de como estavam as coisas lá no Succubus, então eu e passamos por toda a fila da Lux sem nem nos darmos o trabalho de esperar junto às outras pessoas, afinal, eu não precisava disso. Assim como no restaurante, eu era bem conhecido naquele lugar.
A boate já estava bem cheia e uma música agitada tocava, fazendo com que as pessoas na pista dançassem como se não houvesse amanhã.
Guiei em meio a elas, segurando a mão da mulher e evitando que assim nos perdêssemos um do outro, então segui em direção ao bar.
— O que você vai querer beber? — Perguntei, assim que paramos diante do grande balcão.
— Você quer mesmo que eu responda? — Perguntou de maneira sugestiva, então deu uma risadinha e eu neguei com a cabeça. — Quero um martini.
— Essa outra bebida que você quer, pode me contar daqui a pouco — respondi, no mesmo tom que o dela, então me virei para o barman, pedindo o martini para ela e uma dose de uísque para mim.
Assim que nossas bebidas foram entregues, estendi o copo para ela e dei um gole no meu. então levou a sua também até os lábios e bebericou um pouco, logo virando-se para mim e ficando bem próxima a ponto de levar sua boca até meu ouvido.
— Essa eu vou deixar você imaginando — soprou baixo, então soltou a minha mão e virou-se, já caminhando em direção à pista de dança.
Por alguns minutos eu permaneci ali onde estava e fiquei apenas observando-a enquanto bebia e decidi que só me juntaria a quando finalizasse aquela dose de uísque porque queria ver até que ponto ela me provocaria. Ela caminhou rebolando aquela bunda gostosa até que chegasse a um ponto da pista que lhe chamou atenção e não demorou muito para que começasse a dançar no ritmo da música que tocava. Seu vestido, que já não era lá muito comprido, subiu ainda mais e ela não se importou nem um pouco, pois em nenhum momento fez menção de arrumar. Vez ou outra, ela virava na minha direção ainda rebolando, me olhando da forma mais sacana possível, porém logo ficava de costas e empinava a bunda ainda mais.
Acompanhei com precisão quando um homem aproximou-se dela por trás e fiquei apenas esperando, pois sabia muito bem o que viria a seguir. Levei o copo de uísque aos lábios, bebendo mais uns goles e sinalizando para o barman que me trouxesse outro enquanto não desgrudava meus olhos do que acontecia na pista. Como um bom voyeur, não podia dizer que não estava adorando tudo aquilo.
manteve os olhos fixos aos meus conforme o homem que tinha acabado de levar a mão até a cintura dela colava-se ao seu corpo. Como eu já esperava, ela não hesitou em começar a rebolar contra ele de um jeito delicioso, acompanhando o ritmo da batida. Ele levou os lábios até o pescoço dela, que se movimentou ainda mais contra ele, ainda me encarando de um jeito sacana pra caralho. Aquela música terminou e virou-se para ele, colocando as pernas entre as dele e rebolando de costas para mim, empinando-se toda.
Aquilo era um claro convite para que eu me aproximasse e me encaixasse bem gostoso contra a bunda dela, mas ainda assim eu permaneci mais um pouco ali, observando aquela cena enquanto finalizava minha segunda dose de uísque. Só então comecei a dar alguns passos na direção dos dois, levando minhas duas mãos à cintura de e finalmente me colando ao corpo dela sem hesitar um segundo sequer. Levei meu rosto até o pescoço da mulher, exalando o ar contra sua pele e soltando uma risada sacana ao senti-la se arrepiar com aquilo.
A mulher rebolou com vontade contra mim e a vi levar o copo até os lábios, dando um gole generoso, e sua mão livre foi até o quadril do outro homem, puxando-o mais para ela de uma forma que pudesse ficar amassada entre nós. Seu vestido subia cada vez mais e aquilo só me fazia lembrar que não estava usando nada por baixo. Parecendo não se importar com aquilo — ou sequer lembrar —, movimentou-se com ainda mais vontade, dando reboladas mais fortes conforme o ritmo da batida aumentava e bebeu mais um pouco para depois aproximar seu rosto do cara na sua frente, depositando um beijo leve no pescoço dele, o que deixou a marca de seu batom.
Pressionei sua cintura com mais afinco, deslizando as mãos pela lateral de seus quadris, fazendo questão de esfregar bem o meu pau em sua bunda. Quanto mais ela rebolava, mais eu me movia contra ela e se continuássemos naquele ritmo, acabaríamos fodendo de roupa no meio da pista.
Eu estava louco para enfiar minha mão por baixo do vestido dela. Do jeito que se mexia, eu tinha certeza de que sua boceta estava escorrendo e pensar naquilo me deixou mais insano.
Rocei meu nariz na curva de seu pescoço, descendo até um de seus ombros e deixando uma mordida gostosa ali, sorrindo sacana e subindo minhas mãos pelo seu corpo, percebendo que ela se arrepiou com o contato. Parecendo se dar conta de como aquilo estava me afetando, rebolou com ainda mais vontade contra o meu pau. Sua mão livre, que antes estava no outro cara, foi retirada de lá e seu braço foi parar atrás do meu pescoço de forma que ela inclinou sua cabeça para trás, colando-se ainda mais em mim e empinando sua bunda de um jeito que fez seu vestido subir mais, quase expondo a polpa dela, o que a fez movimentar-se ainda mais. Eu nem vi como, mas, àquela altura, o cara já tinha até se afastado.
Deixei um beijo na lateral do rosto dela, aproveitando para posicionar meu pau bem no meio de sua bunda, sentindo que os movimentos dela estavam tão gostosos que eu revirei os olhos de tesão. Levei as mãos para a frente de seu corpo, explorando suas coxas sem pudor algum, fazendo com que abrisse as pernas e rebolasse com ainda mais afinco. Senti sua mão que estava para trás puxar meu cabelo levemente e a vi colocar o copo que estava na outra mão sobre uma bandeja na mão de um garçom que tinha acabado de passar. Meu tesão era tanto que nem tinha me dado conta daquele detalhe até aquilo acontecer.
Nossos corpos acompanhavam perfeitamente a batida da música que tocava, embora eu não estivesse realmente me importando com aquilo. Tudo o que passava pela minha cabeça naquele momento se resumia a alguns flashes daquela bunda dela extremamente vermelha empinada para mim e no desejo absurdo que eu sentia de foder mais uma vez.
A forma como ela rebolava contra o meu quadril só demonstrava que a mulher queria aquilo tanto quanto eu e mais uma vez deixei beijos em seu rosto, percorrendo a lateral de seu pescoço, soltando o ar com cada vez mais dificuldade contra a sua pele porque tudo o que ela fazia me deixava mais e mais excitado. Subi uma das mãos, ameaçando adentrar o vestido de , então em um movimento brusco eu a virei de frente para mim, voltando a grudar seu corpo ao meu ao puxá-la pela cintura, aproximando meus lábios dos seus e ela passou os braços pelo meu pescoço.
— Se você continuar se esfregando desse jeito, nós dois faremos um belo show aqui na boate, doce — disse em um tom que ela pudesse me ouvir, então passei a língua pelos lábios dela devagar e a vi abrir um sorriso em seguida.
Ela manteve os lábios próximos aos meus e esfregou-se mais um pouco em mim, então suas mãos tocaram meus cabelos próximos da nuca, os quais ela puxou levemente. Sem aviso algum, uma delas desceu pelo meu braço e foi em direção ao meu tronco, onde ela explorou conforme mordeu os próprios lábios e parou ao chegar à barra da minha calça, aproximando sua boca da minha, praticamente grudando-as.
— E parece que você está exatamente no ponto para o show, baby — soprou baixo, com os olhos fixos aos meus, e sua mão desceu até o meu pau por cima da calça, apertando-o de uma forma lenta e torturante. E sem se preocupar se o que fazíamos ali estava fugindo um pouco do controle, ela esfregou-se ainda mais em mim, o que fez com que eu pulsasse dentro das calças e um gemido rouco escapasse de meus lábios. — Você não é o tipo de homem que precisa de um lugar apropriado para foder. Mas se você não tiver coragem, posso foder com alguém que tenha. — Sorriu de forma sacana.
Umedeci minha boca ao ouvir aquela provocação, tombando levemente a cabeça de lado e adquirindo uma expressão um tanto séria.
— Hmm, não é questão de coragem. É questão de te dar a punição certa pela sua audácia. — Fiz uma breve pausa, umedecendo minha boca. — E isso, doce … — Então sem cerimônia levei uma das minhas mãos por baixo de seu vestido, esfregando dois de meus dedos na boceta deliciosamente encharcada dela, que arfou com aquilo, soltando um gemido contido. — Isso não requer uma plateia, embora eu adore ser observado. — Aproveitei para massagear toda a extensão dela e meti os dois dedos em sua entrada, os atolando bem e olhando fixamente ela nos olhos, atento às suas reações. Ela soltou um gemido ainda mais alto e sua mão foi até minha nuca, de forma que ela usou para apoiar-se, pois suas pernas estremeceram. afundou o rosto na curva do meu pescoço, soltando um grunhido e palavras desconexas.
— escutei ela exalar baixo, conforme senti seu bafo quente em meu pescoço e então enlaçou uma de suas pernas na minha para que pudesse se abrir ainda mais para mim.
Ouvir dizer o meu nome daquele jeito fez com que eu precisasse engolir a seco de tanto que fiquei afetado. Senti que meu olhar escureceu em sua direção, principalmente porque o jeito que ela se abriu para mim permitia que eu fosse ainda mais fundo dentro dela.
Levei a mão livre até o rosto de , segurando em seu queixo para que ela voltasse a me encarar, então por meio segundo encarei os lábios da mulher antes de puxá-la para mim e grudar nossas bocas com vontade. Deixei que um grunhido escapasse assim que dei início a um beijo intenso.
Sendo completamente honesto, eu estava louco para fazer aquilo desde que a tinha visto no restaurante.
Ela correspondeu o beijo, apertando sua mão contra minha nuca e enfiou sua língua fundo o bastante na minha boca para que pudesse explorá-la de um jeito delicioso.
Retirei meus dedos de dentro dela, massageando-a lentamente e voltando a meter bem fundo, determinado a continuar beijando sua boca enquanto deslizava com facilidade para dentro dela. queria ser fodida no meio da pista e eu faria isso, mas não do jeito que tinha pedido.
Em resposta ao que eu havia feito, ela estremeceu violentamente e soltou um gemido contra minha boca, afastando-a logo em seguida.
— Eu quero foder com você aqui mesmo — disse baixinho e rebolou contra minha mão, então grudou os lábios aos meus mais uma vez, logo chupando minha língua com vontade e gemendo no mesmo tom baixo quando fez isso.
Senti meu quadril se mover na direção dela quase involuntariamente com aquele gesto, porque de repente eu me vi louco para que ela chupasse o meu pau do mesmo jeito que havia feito com a minha língua. Ouvir ela pedir para ser fodida daquela forma fez com que eu intensificasse o movimento de meus dedos, fazendo questão de socá-los bem dentro dela e movê-los intensamente, já não me importando nem um pouco com a cena que nós dois estávamos fazendo lá no meio daquela pista.
Prendi o lábio inferior da mulher entre meus dentes, voltando com os dedos e passando então a acariciar seu clitóris inchado, fazendo movimentos circulares.
— E eu quero te deixar toda vermelha de novo — respondi entre dentes. abriu um sorrisinho sacana, mas que durou pouco, pois seus gemidos haviam se intensificado e a senti estremecer de uma forma violenta.
— Eu estou louca para que me deixe assim. — Moveu o quadril contra meus dedos, então sua mão apertou meu pau com vontade, me arrancando mais um grunhido rouco. — , eu vou gozar — disse baixinho e afundou o rosto na curva do meu pescoço, mas dessa vez deu uma leve mordida antes de voltar a gemer alto conforme se movimentava.
Ter ela entregue daquele jeito sobre mim me fez perder o controle de vez, ainda mais quando ouvi ela gemer o meu nome novamente. De repente, me vi louco para sentir mais uma vez o gosto do prazer dela na minha boca.
— Então goza pra mim, minha querida — soltei com a voz carregada de tesão e dessa vez escorreguei um terceiro dedo para dentro dela, sentindo que ela estava tão melada que não encontrei dificuldade alguma para meter com vontade, girando-os para que ela os sentisse por inteiro e ofegando porque as reações dela faziam meu pau latejar de tesão. rebolou com vontade como se estivesse fodendo comigo e gemeu de forma descontrolada conforme sua boceta primeiro se alargou, depois se apertou com força contra os meus dedos e eu não tardei a senti-la escorrer, denunciando que havia gozado deliciosamente. Aquilo havia sido tão intenso que seu corpo estremeceu e ela continuou movendo o quadril conforme mordeu meu pescoço com um pouco de força e sua mão apertou minha nuca.
— Caralho — soprou, agora com a boca próxima ao meu ouvido, conforme espasmos ainda se espalhavam pelo seu corpo. Precisei usar a mão livre para segurá-la pela cintura e aquilo me deixou até meio tonto. Assistir aquela reação dela havia sido delicioso a ponto de eu mesmo quase gozar sem sequer tirar o pau de dentro das calças.
— Caralho digo eu. Como você goza gostoso, minha linda — respondi, então retirei meus dedos de dentro dela e de forma descarada eu os levei até minha boca, lambendo com gosto e até fechando um pouco os olhos, apreciando cada gota do prazer de . — Deliciosa — afirmei, fixando meu olhar no dela.
Ela abriu um sorriso largo conforme retirou sua perna da minha e sua unha fez um carinho leve na minha nuca. me encarou por alguns segundos com a mesma expressão e aproximou os lábios dos meus, selando-os por alguns instantes para então iniciar um beijo entre nós, ao passo que sua mão livre foi até a parte de trás da minha cabeça também. me puxou mais para ela, colando o corpo ao meu, afundando sua língua na minha boca e rodando-a para explorá-la. Então interrompeu o que fazia para que pudesse murmurar algo.
— Melhor ainda misturado ao seu gosto, baby — soprou baixo e voltou a me beijar. Não consegui evitar que um sorriso se formasse entre o beijo. Voltei a segurar em sua cintura com minhas duas mãos, apertando o corpo de contra o meu, praticamente a abraçando e voltando a mover nossos corpos de leve no ritmo da música que tocava.
— Por mais que eu goste da ideia de você sentir o meu gosto bem aqui no meio dessa pista, acho que vamos nos divertir muito mais só nós dois, doce — propus ao separar nossas bocas.
— Te chupar aqui ia ser uma delícia mesmo, mas acho que já demos um show e tanto — ela disse, sorrindo conforme movia os dedos na minha nuca. — Então, para onde vamos agora, Daddy? — Perguntou, se movimentando no ritmo da música e esfregando-se em mim, quase me fazendo perder a sanidade de novo com a forma como havia me chamado.
— Para um lugar onde a gente possa foder a noite toda, minha linda. — Pisquei para ela, dessa vez acariciando sua palma de leve ao entrelaçar meus dedos nos seus para que pudéssemos sair daquela boate.


FIM



Nota das autoras: Ok, nós duas estamos completamente apaixonadas por esses dois, então podem ter certeza de que eles têm muito mais pra contar.
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Beijos e até a próxima.
Ste e Van.

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