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Capítulo Único

encarou a mansão enorme enquanto o homem dava a volta com o carro, seguindo em direção até o local onde tinha alguns outros carros estacionados. Seus pensamentos estavam um pouco longe naquele momento, mas não conseguia deixar de sentir a pontada de nervosismo por estar indo conhecer a família dele. Os dois já estavam juntos há alguns meses, mas não tinham estabelecido nenhum tipo de relacionamento
Saiu do carro assim que ele o estacionou e respirou fundo para sentir o cheiro das flores e verdes presentes naquele lugar. De perto, a casa parecia mais como um castelo e ela soltou uma risada exasperada com aquilo, pois havia mencionado algumas vezes sobre o poder de sua família, mas nunca achou que fossem ridiculamente ricos.
Soltou uma risada exasperada com aquilo e deu a volta, o encontrando rapidamente, não hesitando em segurar a mão dele e entrelaçar os dedos para que caminhassem até a entrada. Apesar de saber que estavam prestes a entrar na casa da família dele, não conseguiu resistir em passar o olhar pelo homem todo, mordendo o lábio inferior ao parar na bunda dele, deliciosamente marcada pela calça social.
— Precisava vir todo gostoso desse jeito, ? — questionou, abrindo um sorriso ao encontrar os olhos dele.
O homem ergueu uma sobrancelha ao ouvir aquilo, então abriu um sorriso de canto, deixando seu olhar também percorrer cada centímetro do corpo dela para no fim passar a língua pelo lábio inferior, umedecendo-o em aprovação.
— Ah, eu precisava, sim. De que outra forma eu poderia deixar claro pra você que depois do jantar a sobremesa te aguarda? — Voltou a sorrir para , deixando explícita a malícia em seu olhar.
A mulher abriu um sorriso tendencioso e, antes de responder, aproximou seu rosto ao do homem, indo bem próximo à boca dele, onde deixou um beijo leve.
— Sobremesa, é? — indagou, conforme se aproximavam. Então quando chegaram de frente para a ponta de entrada, ela se virou, passando os braços pelo pescoço dele e levando sua boca até o ouvido de . — Temos um probleminha… porque, você sabe, eu sou muito gulosa. — Lambeu os lábios, fazendo uma expressão travessa e o soltou, virando-se e permanecendo bem diante dele.
fixou seu olhar nos lábios dela como se fosse atacá-los a qualquer momento.
— E por que isso seria um problema? Você pode me engolir todinho quando quiser — devolveu a provocação, desejando internamente que fossem para algum outro lugar resolver o que tinha acabado de ser estabelecido ali, mas ao mesmo tempo sabendo que não tinha volta porque certamente sua mãe já sabia de sua chegada.
arregalou o olhar e engoliu a seco com aquela sugestão, mordendo a parte interna da boca porque a ideia de o engolir ali mesmo era simplesmente deliciosa. Respirou fundo para que pudesse recuperar os sentidos e decidiu se colocar ao lado dele, voltando a segurar sua mão.
— Eu poderia te engolir aqui mesmo, só pra te fazer ouvir meus engasgos, ia ser delicioso — sussurrou, então seus olhos se voltaram para a porta que havia acabado de ser aberta e sorriu.
— Cuidado com o que deseja, dear murmurou claramente afetado com aquela ideia, então também sorriu ao ver que sua mãe havia aberto a porta e agora os encarava como se visse ali uma das maravilhas do mundo.
— Meu filho, finalmente! Eu já estava achando que vocês não viriam mais. — Se adiantou para abraçá-lo apertado e retribuiu soltando uma risada baixa.
— Dramática como sempre. Nem parece que me ligou há exatos dezessete minutos. — Se afastou do abraço, mantendo um sorriso em direção à mais velha.
— Então você é a famosa ! — Se voltou para a mulher, analisando-a e sorrindo ainda mais, que retribuiu na mesma medida. — Agora entendi a cara de bobo que ele faz sempre que fala de você. Como você é linda! — Então se adiantou para abraçá-la também.
— Mãe! — resmungou, negando com a cabeça.
riu brevemente, observando a reação do homem conforme retribuía o abraço da mãe dele, sorrindo com o que ela havia dito.
— Muito obrigada, mas a senhora que é deslumbrante — devolveu o elogio, e quando interrompeu o contato físico, levou o olhar até ele. — Não precisa ficar envergonhado, , nós dois sabemos que você é louco por mim. — Sorriu, tentando conter a risada porque adorava vê-lo sem jeito daquela forma.
O homem abriu a boca para responder, mas acabou sendo interrompido pela matriarca.
— Ô se é! Mas vamos entrar ou o jantar vai esfriar. — Deu espaço para que ambos passassem e tornou a entrelaçar os dedos aos de , a puxando para dentro da casa e a lançando um sorriso discreto.
Ele havia avisado à mulher sobre a personalidade da mãe, mas, no fim das contas, Andrea sempre acabava surpreendendo.
Seguiram até a sala de estar, onde Darrell os aguardava.
Ao contrário de Andrea, ele já era mais controlado, então o homem se aproximou do casal recém chegado e estendeu sua mão para .
— É um prazer finalmente conhecê-la, . Espero que ele esteja te tratando bem. — Lançou um olhar em direção ao filho, que retribuiu com um meio sorriso.
— Com certeza estou — respondeu, não contendo uma olhada rápida para a mulher ao seu lado.
— Você não conta. Deixe ela responder — soltou em um tom mais brando, tornando a olhar para .
— Mais do que bem. — sorriu, apoiando a cabeça levemente no ombro do homem ao seu lado conforme fazia um carinho no dorso da mão dele, quase imperceptivelmente. — O prazer é inteiramente meu. me falou muito sobre vocês.
Os olhos da mulher ainda passeavam pelo lugar, completamente encantada com a beleza, ao passo que tentava controlar a ansiedade de conhecer os pais dele. Nunca havia tido um relacionamento, então era a primeira vez que fazia aquilo.
aproveitou o momento para analisar de forma discreta as expressões de seus pais. Era importante para ele que gostassem de , embora aquilo não fosse realmente influenciá-lo, caso contrário.
Honestamente, achava difícil alguém não gostar de e aquele pensamento era apenas a confirmação do que a própria havia dito momentos antes.
era completamente louco por ela.
— É bom ele ter falado mesmo. — Alguma parte de seu cérebro registrou a resposta de seu pai para a dona de seus pensamentos e ele logo tratou de prestar atenção ao que acontecia.
— Posso te oferecer algo para beber, querida? — Andrea se pronunciou, atraindo a atenção da mulher.
— Eu aceito, sim. Qualquer coisa sem nada alcoólico — afirmou, sorrindo para Andrea. — Só disse coisas boas — respondeu a afirmação de Darell.
O fato de os pais dele serem tão simpáticos ajudava bastante naquela situação. Acabou reparando como era bem parecido com o pai em aparência e parecia ter a personalidade da mãe. Estava feliz por a família ser tão simpática e receptiva com ela, afinal tinha passado dias decidindo o que vestir. Não queria estragar aquilo. Não era segredo que tinha sentimentos profundos pelo homem e queria que tudo desse certo.
— E Callie? — acabou perguntando à mãe, referindo-se à irmã mais nova.
— Falou algo sobre alguma reunião da agência — Andrea respondeu, enquanto trazia a bebida a .
— Reunião. Até parece. — Soltou uma risada baixa e irônica.
Conhecia a irmã bem demais para saber que provavelmente ela andava em alguma festa por aí.
Não a julgava, no entanto, até um tempo atrás ele mesmo fazia aquilo.
— Como sempre, ninguém perguntou por mim, mas eu tô muito bem, obrigado — a voz de Ryder, o caçula dos três irmãos, se fez ouvir e revirou os olhos.
— Me pergunto quem é mais dramático. Se é você ou dona Andrea ali. — Trocou um abraço rápido com o homem.
— Caramba. Você não tinha me falado que ela era tão gata assim! — Ryder lançou um olhar descarado a , fazendo rir e a mulher o acompanhar sem jeito, diante do elogio.
— Tira o olho, moleque — ralhou, o empurrando com o ombro, chamando a atenção de .
— Ryder ao seu dispor. — Estendeu uma mão para cumprimentar a mulher enquanto usava seu melhor tom galanteador.
— Idiota. — riu mais uma vez da ousadia dele.
não hesitou em estender sua mão para o mais novo, abrindo seu melhor sorriso para o cumprimentar, conforme seu olhar passeava entre ele e o homem ao seu lado.
Realmente aquela família tinha sido abençoada com uma porção generosa de beleza, pensou ela.
. — Apertou a mão dele. — Mas pode me chamar de . E muito obrigada pelo elogio — agradeceu, mesmo que estivesse queimando de vergonha, aproveitando para levar o copo até os lábios e abrir um sorrisinho conforme bebia.
— Que nada! Se você enjoar do garanhão aí, já sabe. — Piscou para a mulher sem um pingo de vergonha na cara, fazendo-a não conter a risada.
— Muito engraçado, Ryder. Saia das fraldas primeiro! — Deu risada da cara de indignação do irmão.
Depois daquilo, a campainha tocou mais algumas vezes conforme outros convidados foram chegando ao jantar, o que fez questionar mentalmente quantas pessoas seus pais haviam convidado aquela noite, mas não ficando realmente surpreso por aquilo. A mesa de jantar dos não era gigante à toa.

Já fazia algum tempo que todos estavam à volta dela. Darrell estava entretido em alguma conversa sobre as ações de sua empresa enquanto Andrea ralhava com Ryder sobre alguma coisa que ele havia deixado espalhada pela casa.
gostava de estar com sua família, mas naquele momento não via a hora de sair dali.
Ele havia lançado um olhar em direção a , de repente lembrando da conversa que haviam tido pouco antes de entrarem na casa e aquilo fez os olhos do homem percorrerem o corpo da mulher da forma mais discreta que pôde. Não era hora de deixar sua imaginação ir longe, mas se viu simplesmente incapaz de se conter.
Como se pudesse ler os pensamentos dele, a mulher levou a mão até sua coxa, a apertando com vontade conforme correspondeu ao seu olhar. Ela tinha um sorriso arteiro estampado nos lábios, então aproveitou a distração de todos ali presentes para se aproximar de , levando sua boca até o ouvido dele conforme o apertava mais, movimentando os dedos, fazendo com que ele precisasse se conter para não demonstrar o que ela fazia.
— Eu estou ficando meladinha só com você me olhando assim — sussurrou, permanecendo daquela forma, afinal pareciam apenas estar conversando. — Minha calcinha está encharcada, .
O homem umedeceu os lábios com aquilo, enquanto seus olhos se estreitaram na direção dela conforme o tesão se fazia presente.
— Está mesmo, dear? Porque eu não consigo parar de me imaginar no meio das tuas pernas, te chupando bem gostoso. — Se aproximou o bastante para que pudesse murmurar de volta, levando uma mão para baixo da mesa e passando os dedos pela perna de .
sentiu cada parte do seu corpo arrepiar e reagir ao que ele havia dito e feito. Sua mão o apertou com mais força, conforme foi subindo o arranhando por cima do tecido da calça com suas unhas, só parando ao chegar próximo à virilha dele, dando outra apertada na coxa de . Ele precisou se conter para não soltar um longo suspiro. Apenas aquilo fora o suficiente para fazer seu pau pulsar dentro das calças.
— Sua carinha no meio das minhas pernas, darling? — questionou baixinho, conforme se movimentou na cadeira em busca de mais contato com a mão dele. — Imagina que delícia, eu rebolando e me abrindo todinha enquanto você faz isso… — Sorriu tendenciosa, afastando-se um pouco, pois queria ver a expressão dele.
sentia seu olhar ardendo na direção da mulher e a conversa ao seu redor de repente ficou totalmente abafada em seus ouvidos. Ele não dava a mínima para qual era o assunto naquele momento e não estava muito diferente do homem.
— Porra… — Subiu a mão pela coxa de , não fazendo cerimônia alguma ao se direcionar ao meio de suas pernas, roçando os dedos na virilha da mulher, sentindo a pele dela arrepiar. — Eu com certeza socaria a minha língua inteira nessa boceta gostosa. Não sossegaria enquanto não sentisse cada centímetro dela contigo gemendo daquele jeito delicioso.
Precisava se controlar ou falaria as coisas em um tom alto demais. sempre o afetava de maneiras absurdas e quando ele se dava conta, estava desesperado para fodê-la com vontade.
Ela tentou disfarçar o quanto aquilo a tinha afetado, mas foi impossível não se movimentar em direção à mão dele, até abrindo um pouco as pernas porque queria desesperadamente ser tocada por . Sua mão, que ainda estava na coxa dele, subiu mais um pouco e ela cravou suas unhas, quase tocando o pau do homem, que precisou conter um grunhido.
, eu preciso de você — soltou de forma manhosa bem baixinho, mas em um tom desesperado e finalmente levou a mão até o pau dele por cima da calça, dando uma apertada firme e deslizando-a por toda a extensão. — Agora!
— Porra! — retrucou no mesmo tom que o dela, cada vez mais incapaz de se controlar.
Ele ousou também subir a mão um pouco mais, sentindo o quão quente estava por cima da calcinha e aproximou bem os lábios do ouvido da mulher, soltando um gemido rouco para que apenas ela ouvisse. se remexeu, completamente afetada com o que ele havia feito e moveu o quadril em direção à mão do homem.
— Peça onde fica o banheiro, dear — o tom de talvez tenha soado um tanto desesperado, mas ele com certeza não ligava para aquilo.
Um sorriso sacana surgiu nos lábios dela, mas ela logo o retirou e passou os olhos pela mesa. As pessoas pareciam ter diminuído o ritmo da conversa, então aproveitou a deixa para fazer o que havia sugerido.
— Licença, alguém pode me dizer onde fica o banheiro? — disse com uma voz baixinha para fazer parecer que precisava desesperadamente saber onde ficava.
E enquanto aguardava a resposta, precisou controlar com todas as forças a vontade de lançar um olhar para ou se mexer.
Ele, por sua vez, fez questão de intensificar o toque de sua mão, movendo os dedos de forma circular ainda em cima da calcinha da mulher. soltou um muxoxo, sentindo o corpo até tremer por não poder se mexer naquele momento.
— Claro, querida! Seguindo por esse corredor, é a terceira porta à direita — Andrea se prontificou a explicar. — Mas posso levá-la até lá se quiser.
— Obrigada. Está tudo bem, eu consigo achar! — levantou rapidamente, minimamente olhando para o homem ao seu lado. — Eu já volto, darling — disse baixinho, ao se curvar e aproximar a boca do ouvido dele.
Antes que a mãe dele tivesse tempo para insistir em levá-la até lá, a mulher se afastou, pedindo licença e seguiu exatamente o caminho que ela havia explicado. Achou de primeiro momento que não fosse capaz de andar de tanto que suas pernas estavam bambas e acabou constatando que o caminho era bem mais longo do que parecia.
trocou um olhar rápido com a mãe após acompanhar o trajeto que fez sem nem ao menos disfarçar que a comia com os olhos.
era deliciosa demais para não ser apreciada por ele.
Sentiu um segundo olhar sobre si e percebeu que Ryder o encarava como se soubesse que o irmão estava tramando alguma coisa.
Desviando sua atenção dos dois, esperou alguns minutos para disfarçar, minutos estes que foram o suficiente para as pessoas se entreterem novamente.
lançou um olhar cúmplice ao irmão, então saiu da mesa, seguindo rapidamente até o banheiro, mas não adentrou o local. Em vez disso, a estendeu para , puxando-a para outro lugar um pouco mais distante e confortável para fazerem o que tinham em mente.
Era uma espécie de sala de leitura e, assim que fechou a porta atrás de si, não disse mais nada, puxando para um beijo intenso que foi prontamente correspondido por ela. explorou a boca de com voracidade, levando as mãos até os cabelos dele e os puxando conforme colava seus corpos e até deixou escapar um gemido contra seus lábios.
Sabia que estava desesperada para senti-lo de novo, mas não tinha se dado ideia do quanto. Seus dedos se embrenharam entre os fios dele e ela usou uma mão para descer por toda a extensão do braço do homem, fazendo um caminho rápido até o baixo ventre e seguiu até o pau dele, apertando sem pudor algum, arrancando-lhe um suspiro rouco.
— Você está deliciosamente duro, — soprou baixinho, ameaçando adentrar a calça dele.
sentiu seu olhar queimar enquanto encarava os olhos de , mordendo a própria boca e usando as duas mãos para apertar a bunda da mulher com vontade, descendo-as pelas suas coxas e trazendo lentamente uma delas para frente.
— É porque não consigo parar de pensar em você me chupando bem gostoso, dear — retrucou completamente afetado.
abriu um sorriso tendencioso e o massageou lentamente, conforme grudou suas bocas novamente. Sem fazer muita cerimônia, enfiou a mão dentro da calça e agarrou o pau de com vontade, ao passo que mordeu o lábio inferior dele, soltando um suspiro prolongado. O homem deixou um gemido um tanto abafado e moveu seu quadril de encontro a ela.
— Não consegue, é? — questionou baixinho, conforme seus dedos deslizaram por toda a extensão dele e ela iniciou outro beijo entre eles. Fez um movimento de vai e vem bem lento, colocando a língua dele entre seus lábios e a chupou lentamente, levando sua mão até a cabecinha do pau de e passou a ponta dos dedos de um jeito lento. — Chupando gostoso assim? — indagou, então enfiou ainda mais sua mão, indo até as bolas dele, massageando-as ao sustentar o olhar preso aos olhos do homem.
estremeceu com aquilo, agarrando a coxa da mulher e apertando com vontade, quase arranhando a pele dela por ali.
— Caralho… — deixou escapar, então levou sua boca até o pescoço de , chupando sua pele de um jeito intenso e voltando a aproximar seus lábios da orelha dela mesmo que não fosse mais necessário sussurrar ali. — Não, deliciosa. Eu quero te fazer engasgar com meu pau atolado na sua garganta. — Sua voz ficou ainda mais rouca ao falar daquela forma.
sentiu cada pelo de seu corpo se arrepiar com as palavras dele e aquilo fez com que ela perdesse qualquer controle. Ela adorava chupá-lo daquele jeito que ele havia pedido, ainda mais se estivessem em uma situação onde poderiam ser pegos.
A mulher sorriu sacana, dando um último puxão nos cabelos dele e então se desvencilhou, tirando a mão de dentro das calças do homem e ajoelhou-se de frente para . Ela já tinha sentido que ele tinha sequer se dado ao trabalho de colocar uma cueca, então abriu o zíper da calça dele e sorriu quando seu pau pulou para fora, sentindo o olhar do homem a acompanhando cheio de expectativa.
Ela poderia tirá-la de uma só vez, mas queria levá-lo ao limite ao ponto de retirá-la em desespero só para atolar em sua garganta, como disse que faria, e fodê-la bem gostoso.
Agarrou o membro dele pela base e levou sua boca até a cabecinha, passando a ponta da língua lentamente conforme mantinha os olhos no homem diante dela. não conteve o suspiro rouco que escapou de seus lábios enquanto os olhos do homem até se fechavam por alguns segundos, aprovando o toque dela. Ela achava sexy demais fazer aquilo enquanto ele ainda estivesse vestido e sentiu sua boceta ficar ainda mais encharcada. Movimentou sua mão lentamente pela extensão dele, ao passo que o colocou na boca de uma só vez, fazendo uma pressão com a bochecha e voltando para a cabeça, o chupando intensamente.
Dessa vez, pressionou seus lábios, contendo um grunhido e levando uma mão até os cabelos de , acariciando-os e os envolvendo para que os fios não atrapalhassem os movimentos deliciosos que ela fazia. O toque da boca daquela mulher o deixava completamente louco, era gostoso demais sentir a textura de seus lábios macios lhe envolvendo e seu pau pulsava ainda mais com as chupadas dela.
A ideia de serem pegos deixava mais excitado e ele não conseguiu evitar também que seu quadril se movesse de encontro à boca de .
Incentivada pela forma que ele fodia sua boca daquele jeito tão gostoso, ela não hesitou em deslizar por toda a extensão do homem. Conforme o engolia com cada vez mais voracidade, a mulher mantinha os olhos em para que pudesse ver cada uma de suas reações.
Usou as duas mãos para se apoiar, o segurando pelas coxas, e foi o chupando cada vez mais, brincando com a sua língua e a rodeando, sentindo o pau dele pulsar cada vez mais dentro de sua boca. O gosto dele era simplesmente delicioso e ela o engoliu com afinco, determinada a senti-lo tocar o fundo de sua garganta conforme seus olhos se reviravam nas órbitas e ela babava, facilitando seus movimentos.
Os sons de suas chupadas reverberavam pelo ambiente, mas não se importou com aquilo. Era uma delícia de ouvir, assim como os barulhos que ele emitia, pois só a deixavam ainda mais excitada.
sentia os arrepios se espalharem pelo seu corpo com cada vez mais intensidade, o que o fazia até estremecer com a forma como ela o chupava. A cada segundo ficava mais difícil conter a vontade de gemer bem alto, mas ao mesmo tempo aquela adrenalina o deixava ainda mais louco.
O homem então levou a outra mão aos cabelos de de forma que seus dedos se embrenhassem nos fios conforme ele foi puxando a cabeça dela de encontro ao seu pau, movendo o quadril com mais intensidade, sentindo-se afundar ainda mais naquela boca deliciosa. Ele queria se atolar inteiro, ouvi-la engasgar como mesmo havia dito antes.
— Porra, como essa boquinha é gostosa, dear — murmurou completamente rouco, então deixou gemidos baixos ecoarem de seus lábios e ela intensificou ainda mais a forma que o chupava.
Sem conseguir se controlar, inclinou a cabeça pra trás, aumentando a intensidade com que fodia a boca de , estremecendo mais ao sentir seu pau afundar até a garganta dela, fazendo os olhos da mulher se revirarem, então voltou para frente só pra se deleitar ao encarar aquela cena.
não hesitou em engolir o pau dele todinho, adorando ouvir o barulho de engasgo ser provocado ao senti-lo tocar o fundo de sua garganta e fez uma pressão com as bochechas, sentindo o homem estremecer mais uma vez, perdendo qualquer controle. Repetiu o movimento algumas vezes, antes de subitamente o tirar da sua boca, vendo a baba escorrer e levou sua mão até ele.
— Delicioso, darling. — Sorriu ao dizer aquilo e depositou um beijo casto na cabecinha do pau dele conforme seus dedos faziam movimentos de vai e vem.
Passou a língua pela região, afastando sua mão sutilmente para passar a língua por toda a extensão do homem e então se afastou brevemente, apressando-se em finalmente abrir as calças dele e fazer com que fossem parar em seus pés. Abriu um sorriso ao voltar a atenção para o pau dele, tocando-o com a língua até chegar às suas bolas. Voltou a agarrá-lo, fazendo um vai e vem gostoso, ao passo que seus dedos pressionavam todo o pau dele e sorriu conforme o encarava.
Sem demora, passou a língua nas bolas de , enquanto foi se masturbando com afinco, mas não se aguentou muito e as enfiou em sua boca, sugando-as com vontade e até deixou gemidos abafados escaparem quando fez aquilo.
Chupá-lo era simplesmente delicioso.
— Quero que encha minha boquinha gostosa com essa sua porra, — pediu desejosa, sorrindo travessa.
soltou um gemido que foi abafado quando o homem mordeu a própria boca na intenção de tentar se controlar enquanto seus olhos estavam fixos nos movimentos dela. Os quadris dele se moviam de encontro a ela quase involuntariamente, enquanto os espasmos de prazer tomavam cada vez mais conta dele.
Foi inevitável não ter um vislumbre daquela imagem sugerida por ela em seus pensamentos. E só a ideia de ter a boca dela toda lambuzada com seu prazer foi o suficiente para que puxasse os cabelos dela com mais intensidade, se inclinando um pouco para deixar uma de suas mãos seguir pelas costas da mulher em direção à bunda de , que ele não hesitou em apertar com força e ela rebolou em resposta.
— Só se você engolir tudinho como a safada deliciosa que você é, — retrucou com o tesão bem nítido em sua voz.
A mulher se afastou brevemente, sorrindo sacana ao escutar as palavras dele, intensificando os movimentos de sua mão no pau de . Ela mal podia esperar para que ele se derramasse inteiro em sua boca só para que ela pudesse engolir cada gota. Sugou mais uma vez com intensidade as bolas dele e brincou com a sua língua conforme seus dedos apertaram bem a região da cabecinha.
Aproveitou o jeito como ele apertou sua bunda e abriu ainda mais as pernas, rebolando com vontade contra a mão dele e sentindo que sua boceta escorria ainda mais com a possibilidade dele tocá-la.
— Vou engolir tudinho, — devolveu, ao afastar-se.
Determinada a fazer ele gozar, voltou a abocanhá-lo, o chupando por inteiro e o sentindo tocar o fundo de sua garganta, fazendo um barulho de engasgo reverberar e seus olhos se reviraram. Repetiu o gesto algumas vezes conforme babava cada vez mais e sentia o tesão aumentar gradualmente.
sentia que ficava cada vez mais difícil controlar os gemidos que escapavam de sua boca. Ele sabia que não podia atrair atenção, mas naquele momento aquilo não importava porque a forma como o chupava era tão deliciosa que os olhos dele até se reviraram nas órbitas.
apertou a bunda dela com mais vontade, deslizando a palma por ela e se inclinando para descer mais até finalmente alcançar a boceta encharcada da mulher.
— Porra, — exalou, tocando-a sem hesitar e esfregando dois dedos por toda a extensão da mulher, sentindo o quanto a excitação dela facilitava seus movimentos. — Sempre tão pronta pra mim, dear. — Passou a língua pelos lábios, então atolou um dedo nela, pressionando a própria boca ao tocar bem fundo.
A única reação que conseguiu ter foi tirar o pau dele de sua boca, gemendo mais alto do que pretendia e apertou os lábios com os dentes ao rebolar contra o dedo dele. Não sabia como era possível, mas ficou ainda mais molhada por tê-lo daquela forma e abriu as pernas, se movendo para buscar mais daquele contato.
— Sempre pronta pra ter seu pau me fodendo bem gostoso, darling — soprou, voltando a abocanhá-lo com afinco, arrancando mais um gemido rouco de e movendo o quadril, sentindo o dedo dele ir ainda mais fundo em sua boceta.
Usou a outra mão para massagear as bolas dele conforme foi sugando, chupando e brincando com a língua por toda sua extensão. Era uma delícia sentir como ele pulsava cada vez mais em sua boca e mal podia esperar para que ele gozasse do jeito que ela havia pedido que fizesse. O engoliu por inteiro, voltando para a região da cabecinha, fazendo uma pressão com as bochechas para voltar a chupá-lo com intensidade conforme seus dedos ainda o acariciavam.
Novamente, o corpo inteiro do homem estremeceu e ele precisou apertar os lábios com força. Toda vez que sentia seu pau tocar bem fundo na garganta dela, o tesão o deixava louco e ele só queria mais e mais daquela sensação.
Os espasmos estavam cada vez mais incontroláveis da parte dele e, em resposta, girou o dedo dentro da mulher, sentindo cada centímetro da boceta dela, o tirando para voltar com um segundo, movimentando com intensidade e aproveitando o quanto ela estava melada. Seus dedos então se curvaram em busca do ponto de prazer da mulher e ele não parou de socar dentro dela um segundo sequer. Estava tão louco para senti-la se derramar em seus dedos quanto para encher a boca de com seu prazer.
intensificou os movimentos nas bolas dele e foi o engolindo com cada vez mais intensidade, mas era difícil mantê-los porque o jeito que ele socava os dedos em sua boceta era intenso demais. Rebolou sem fazer questão alguma de se controlar, sentindo que o apertava com intensidade e que escorria cada vez mais conforme seu quadril girava e a tocava cada vez mais fundo.
— Isso, fode minha bocetinha para todo mundo ouvir, darling — gemeu, ao retirá-lo de sua boca, e sorriu sacana.
Seus lábios tocaram a cabecinha do pau dele e ela passou a língua lentamente, sentindo o quanto estava melada com o pré gozo dele e apreciou o gosto. Brincou conforme o encarava para registrar cada uma das reações do homem em conjunto aos seus dedos que ainda massageavam as bolas dele. A colocou entre seus lábios e sugou com vontade, repetindo o gesto e o sentindo pulsar cada vez mais.
não conseguiu controlar um gemido mais alto e em resposta atolou os dedos dentro dela com mais intensidade, fazendo com que o corpo da mulher até tremesse com os movimentos de sua mão, girando bem gostoso e sentindo ela o apertar cada vez mais.
Seu pau pulsava de um jeito enlouquecedor e o homem acabou até inclinando um pouco a cabeça, deixando o ar escapar ruidosamente. Pela intensidade dos espasmos, ele sabia que estava cada vez mais próximo de gozar e isso fazia com que seus quadris se movessem mais contra a boca dela.
— Ah, … — gemeu o nome dela de forma rouca, voltando a agarrar os cabelos da mulher com mais firmeza e girou os dedos com mais intensidade em sua boceta, fazendo com que ela rebolasse ainda mais gostoso.
A mulher adorou ver a forma como ele reagiu e aquilo só a incentivou a levar uma mão até sua boceta, conforme rebolava com cada vez mais vontade, aproveitando para massagear seu clítoris. A outra, que estava em suas bolas, o massageou com ainda mais intensidade, e o retirou de sua boca, vendo a baba escorrer em seus lábios.
— Isso, darling, lambuza minha boca todinha com essa sua porra quente — implorou desejosa, com os olhos quase pegando fogo de tanto tesão que sentia naquele momento.
Intensificou a forma como se masturbava, fazendo o possível para segurar os gemidos sem conseguir controlar os movimentos de seu quadril. Sua boceta o apertava cada vez mais e ela sabia que logo gozaria nos dedos de daquele jeito que ele tanto gostava. Então voltou a chupá-lo com intensidade, indo bem fundo e fazendo com que o pau dele tocasse sua garganta, que gerava cada vez mais sons de engasgos.
estava adorando sentir a boceta dela apertando seus dedos daquela forma, ainda mais quando a mulher começou a se masturbar. O homem então retirou seus dedos por inteiro de dentro da boceta de , para voltar dessa vez socando três deles, sentindo ela se alargar de um jeito delicioso para ele, arrancando espasmos da mulher. Seu pau pulsou ainda mais na boca dela e não hesitou em mover os dedos com intensidade, aproveitando sua lubrificação para tocar bem fundo dentro dela.
Cada som de engasgo que ecoava dos lábios de aumentava mais o tesão que ele sentia e o corpo de estremeceu de uma forma mais violenta quando tocou bem fundo na garganta de . Ela o engolia por inteiro e assistir aquela cena só tornava tudo aquilo ainda melhor.
— Que boquinha deliciosa do caralho, dear. Eu quero te sentir melando meus dedos bem gostoso enquanto eu encho ela com a minha porra. — A voz dele estava extremamente rouca, demonstrando ali que o homem chegava cada vez mais próximo ao ápice.
tentou responder, mas não tinha condições de dizer algo que fizesse sentido naquele momento. Intensificou ainda mais as chupadas no pau dele, na mesma proporção que aumentou o ritmo com que se masturbava e massageava suas bolas.
Seus gemidos eram abafados pelo pau dele e rebolou bem gostoso, sentindo que perdia o controle cada vez mais com o jeito que ele socava os três dedos na boceta dela. Um tremor percorreu todo seu corpo e a mulher sentiu-se apertar os dedos dele com afinco, gozando intensamente, o que a fez o chupar ainda mais enquanto sua pele se arrepiava.
grunhiu ao presenciar aquela cena, girando os dedos mais uma vez, aproveitando o quanto a boceta dela os engolia e adorando a forma como estremecia enquanto o ápice percorria cada centímetro do corpo dela.
Honestamente, ele poderia ficar horas apenas apreciando aquelas feições enquanto gozava bem gostoso.
Fazia um bom tempo que já tinha consciência do quanto estava rendido por aquela mulher e, para falar a verdade, ele não se importava mais em deixar aquilo transparecer.
Porra, ele era louco por .
Tão louco que poderia gozar só presenciando a mulher estremecer.
E ainda tinha a boca dela o chupando daquele jeito que ela sabia que o deixava louco.
não se segurou mais, simplesmente ignorou o fato de que estavam na casa dos pais dele cheia de convidados.
Retirou os dedos de dentro da mulher, levando-os até sua boca e chupando com afinco o prazer dela, enquanto, com a outra mão, ele puxou os cabelos de mais uma vez, movendo os quadris com mais intensidade contra a boca dela, revirando os olhos quando os espasmos aumentaram mais até que ele explodiu de prazer, soltando um gemido mais alto.
Tudo ao seu redor parecia girar e estremeceu violentamente, suas pernas até bambearam e ele precisou se apoiar ou acabaria caindo ali mesmo.
— Puta que pariu — soltou descontrolado, enquanto se derramava por inteiro na boca macia de .
Ele teria fechado os olhos para se entregar à sensação do ápice, mas não podia perder a visão deliciosa de sua porra preenchendo a boquinha daquela mulher.
não hesitou em chupá-lo com ainda mais vontade, engolindo todo o prazer dele com afinco e sentiu que até escorreu um pouco pelo canto de seus lábios do tanto que ele havia gozado. O tirou de sua boca e abriu um sorriso sacana, conforme levou a mão até o canto dos lábios, passando os dedos, e chupou o líquido que tinha ali sem tirar os olhos do homem.
— Você é delicioso, darling — soprou, mantendo os olhos fixos a ele conforme tentava retomar o fôlego.
Realmente era indescritível vê-lo daquela forma e muitas outras, e não podia negar o quanto mexia com ela de maneiras que era sequer capaz de explicar.
O homem permaneceu encarando-a intensamente enquanto recuperava o fôlego, sentindo-se completamente hipnotizado por ela.
Não resistiu então ao impulso de puxá-la para que ficasse em pé e grudou seus lábios aos de , beijando-a com vontade e soltando mais um grunhido rouco quando sentiu seu gosto na boca da mulher. retribuiu, enroscando sua língua à dele com intensidade e deixando escapar um gemido entre o ato, conforme o apertava e se agarrava cada vez mais a .
Porra, ele poderia ficar o resto da noite ali com ela. De repente, não sentia a menor vontade de voltar, embora soubesse bem que logo alguém procuraria pelos dois. Isso se já não estivessem o fazendo.
— Com certeza você é muito mais deliciosa do que eu, dear. — Sorriu ao partir o beijo.
Ela sorriu sacana, passando a língua nos lábios dele conforme suas mãos foram até os cabelos do homem.
— Sou é? — questionou manhosa. — Então da próxima vez eu deveria ser o jantar. — Piscou para ele, sorrindo tendenciosa.
— Está sugerindo uma foda em cima daquela mesa? Olha que uma hora dessas eu cobro, . — Ele riu baixo, aproximando seu rosto dela mais uma vez e roçando seu nariz no da mulher, que sorriu com o gesto. — E falando em jantar, precisamos voltar pra lá — completou, mesmo que no fundo realmente não quisesse fazer aquilo.
tombou a cabeça levemente, ponderando sobre o que ele havia dito e abriu um sorriso perverso.
— Oh! Eu quase esqueci! — Fingiu surpresa, soltando-se dele. — Estou. Vou pagar, então aproveita e termina de se arrumar enquanto me imagina toda melada e aberta ali naquela mesa. Eu vou na frente. — Sorriu, virando-se para sair dali, sem dar tempo para que ele a puxasse de volta.
Um longo suspiro escapou dos lábios de enquanto observava a mulher rebolando para longe dele.
Definitivamente ele ia cobrar aquele jantar especial de , quem sabe mais tarde, quando todo mundo tivesse ido dormir. Não negava que adorava aquele tipo de adrenalina.
Sorriu de canto, então terminou de se arrumar para seguir pelo mesmo caminho de .
Quando voltou até a mesa de jantar, vendo que estava em seu lugar ao lado dele, precisou se controlar para não suspirar mais uma vez ou puxá-la de volta para que terminassem o que começaram.
Havia sido assim desde o início. Quanto mais ele a tinha, mais ele a queria.
E foi exatamente o vício por aquela mulher que os trouxe até aquele momento.
não poderia estar mais feliz ao finalmente apresentar para seus pais.


FIM



Nota das autoras: Gente do céu, o que foi esse jantar? Nós estamos passadas aqui e surtando por mais um casal (o que não é novidade, mas enfim).
O que acharam desses dois? Contem pra gente!
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Beijos e até a próxima.
Ste e Van.

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