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Finalizada em: 07/03/2021

Capítulo Único

Quando se trabalha com as artimanhas da luxúria, espera-se que nada realmente nos surpreenda, muito menos que isso acabe nos afetando muito mais do que o desejado.
Ser dono de um lugar como o Succubus, onde eu era contemplado diariamente com as mais variadas demonstrações de prazer, me trazia as mais inesquecíveis experiências. E, dentre todas elas, realmente é difícil escolher as que foram mais marcantes, no entanto, é impossível falar disso sem citar o jovem e caloroso casal .
Sentado ali, em minha poltrona habitual enquanto meus olhos permaneciam apenas observando os mais inusitados casais que se poderia imaginar, era praticamente inevitável que as lembranças de sua deliciosa visita me deixassem subitamente pouco interessado com o que acontecia ao meu redor. Não que eu nunca tivesse me relacionado com um casal antes, mas os … Ah, os ! Talvez seja melhor que você, caro leitor, veja por si mesmo.


FLASHBACK ON


Naquela noite, o Succubus estava movimentado, o que não era uma grande novidade. Sempre era assim nos finais de semana.
Eu não culpava ninguém por vir gastar vários dólares no meu estabelecimento como uma forma de se divertir após uma semana estressante ou quem sabe procurar esquecer qualquer que fosse o problema. Muito pelo contrário, quanto mais fizessem isso, melhor para mim, que conseguia minha própria diversão com o lucro e, o mais interessante, boas fodas.
Conseguia sentir o olhar de uma morena bonita pra caralho desde o momento em que havia pisado meus pés no meio daquele grande salão e não vou negar que a minha imaginação já ia bem longe ao mesmo tempo em que ela parecia manter uma conversa com Mark, um dos meus clientes mais assíduos. Enquanto a mulher mordia a boca pra mim daquele jeito, era impossível não pensar nela rebolando no meu colo, mas eu não ia furar o olho do meu colega, não naquela noite.
Caminhei lentamente até o balcão, onde conseguiria uma bebida, e enquanto voltava a analisar cada um dos presentes, meus olhos pousaram sobre duas pessoas em especial. Ao reconhecê-las, um sorriso de canto automaticamente se moldou em meu rosto. Fazia alguns anos que eu não os via por ali, não desde a última vez que pisaram no Succubus, que coincidentemente foi o lugar que os uniu.
Imediatamente, minha intuição já me dizia exatamente o que eles estavam fazendo ali, mas eu era do tipo que adorava que me dissessem as coisas que desejavam e foi por isso que eu peguei meu copo de uísque recém servido pelo garçom, tomei um gole sutil e voltei a caminhar, dessa vez em direção ao casal que seria o meu alvo da noite.
— soltei enquanto ainda continha um pequeno sorriso ao ver o homem direcionar seu olhar para mim, notando minha aproximação.
— Olha só, baby, o próprio dono veio nos dar boas-vindas mais uma vez. — abriu um sorriso no canto dos lábios e estendeu a mão para mim. — É bom te ver de novo, . Será que rola um extra quando o casal retorna? — Ergueu um pouco mais suas sobrancelhas.
Não hesitei em segurar sua mão estendida, em um cumprimento, enquanto meus olhos passeavam de para sua deliciosa esposa, .
— Não só rola, como eu me disponho a cuidar pessoalmente de vocês dois. — Pisquei um olho, me aproximando mais um pouco de para cumprimentá-la também. — É realmente um prazer tê-los por aqui novamente.
A mulher elevou o olhar na minha direção e o correu por todo meu corpo para então voltá-lo ao meu rosto e deixou que um sorriso, que eu poderia jurar ser sacana, moldasse seus lábios. E sem parecer nem um pouco intimidada, levantou-se, ficando inclinada e se aproximando para depositar um beijo quase perto ao canto dos meus lábios.
— Acredite, o prazer é todo nosso — soprou e então voltou a se sentar ao lado do marido.
Foi inevitável que meu sorriso se alargasse um pouco mais e meu olhar demorasse alguns segundos nela enquanto pensamentos tão pecaminosos quanto o comprimento de suas roupas vieram à minha mente. Voltei a encarar , então levei o copo de uísque aos meus lábios, bebendo dois goles generosos.
— E então... Ao que devo a honra da visita? — Questionei em um tom de voz que sugeria que eles poderiam pedir absolutamente qualquer coisa que desejassem e era exatamente isso que eu esperava.
— Saímos para comprar um isqueiro e não o encontramos. Então por que não vir atrás do lugar que fabrica o próprio fogo, não é mesmo? — respondeu, lambendo o canto de seus lábios naquele sorriso sacana. — Acho que precisamos nos queimar um pouco mais, não é, amor? — Levou seus lábios até a orelha de sua esposa e assisti ele lamber de leve seu lóbulo.
Meus olhos ficaram fixos no que havia acabado de acontecer e não fez questão alguma de esconder como aquilo a tinha afetado ao levar uma de suas mãos à coxa do marido, apertando-a com força, então virou o rosto, aproximando-se dele para passar a ponta de sua língua lentamente nos lábios de .
Não havia nem como aquela cena não mexer comigo e eu também não fiz questão alguma de esconder. Acompanhei cada um dos movimentos dos dois e umedeci meus lábios, sabendo bem que o gosto do uísque já não seria mais o suficiente para mim. O sabor de cada um deles era muito mais atrativo.
— Fogo? Realmente vieram ao lugar certo. — E no meio disso quase perdi o fio dos pensamentos, mas os recobrei para externá-los sem rodeios. — Consigo pensar em uma forma ou mais de queimarmos do jeito que vocês desejam.
— Ia pedir para você contar para a gente as suas ideias, mas acho que estamos mais na vibe de fazer mesmo. — riu de um jeito safado, terminando de virar sua bebida. — Nada de habitual hoje, não é, ? — Deu um tapinha na bunda de sua esposa. — Mas acho que, antes de tudo, quero propor uma dança... — Mordeu e prendeu seu lábio inferior com seus incisivos, apontando para a pista.
Soltei uma risada baixa ao ouvir suas palavras e pousei meu olhar em seus lábios ao ver seu gesto seguinte.
— Acho que uma dança é uma ideia excelente — concordei, então me virei um pouco de lado, dando espaço para que os dois passassem por mim e seguissem para o local. — Depois de vocês, é claro.
parou de repente, virando-se, e pude ver que também estava surpreso com a reação dela, mas apenas permaneceu parado, assim como eu, só esperando pelo que viria a seguir.
— Vocês estão indo com muita sede ao pote, rapazes — disse com um sorriso sacana estampado e a vi passar o olhar pelo local. — E digamos que eu quero aproveitar um pouquinho, se é que me entendem. — A esta altura ela, já estava caminhando em direção à pista e pela forma que um homem moreno e alto a encarava, eu conseguia imaginar o que viria a seguir.
A mulher andou até lá sem pressa alguma enquanto rebolava aquela bunda deliciosa conforme andava e eu não disfarcei em nenhum momento enquanto a olhava descaradamente. Só por aquela ideia de sair dançando com um terceiro cara, ela merecia umas belas palmadas. Eu quase conseguia ver sua pele vermelha ao recebê-las e isso me fez engolir a seco.
Virei o restante do uísque do meu copo de uma só vez, imitando o gesto anterior de e então continuei seguindo para a pista. Vi o homem me acompanhar sem tirar os olhos de sua esposa, parecendo estar realmente se deliciando com aquela visão apenas pela forma como seus olhos pareciam queimar em cada centímetro daquela mulher.
— Sua esposa parece ter esquecido que nessa brincadeira jogam três. — Ergui uma sobrancelha, lhe lançando um sorriso travesso.
— Talvez ela queira tirar o resto de sanidade que temos para que então — virou seu rosto na minha direção, passando a língua de forma apertada em seus lábios — o jogo realmente comece! — Balançou as sobrancelhas, sugestivo.
— Não vejo a hora de mostrar o que realmente é ir com sede ao pote. — Soltei mais uma risada baixa, que se calou assim que a vi começar a dançar com o cara que eu sabia bem ser quem era, mas não me importava com seu nome e nem nada do tipo no momento.
Era difícil manter a concentração em qualquer outra coisa que não fosse no jeito que rebolava contra ele porque me deixava agitado e ansioso para senti-la rebolar em mim também, porém com muito menos roupas do que naquele momento.
Sabia que meu olhar queimava em sua direção tanto quanto o olhar de porque, porra, aquela mulher era gostosa e ela sabia muito bem disso. Cada movimento seu era perfeitamente calculado para lançar qualquer despreparado ao inferno, o que eu faria de bom grado, bastava um olhar dela.
E como se quisesse aumentar as apostas, virou-se para o desconhecido, ficando de frente para ele, envolvendo os braços em seu pescoço, que pareceu até um cachorrinho domado por ela pela reação que esboçou ao gesto da mulher. Sem nenhuma hesitação, ela encaixou suas pernas entre a dele e começou a rebolar ao passo em que ele desceu as mãos da cintura dela até a altura de sua bunda.
A vi nos encarar de canto de olho, só porque com certeza queria conferir como reagiríamos àquilo e se deliciar com a ideia de já estarmos levemente excitados, então virou-se novamente para aquele cara e levou os lábios ao pescoço dele, onde depositou um chupão generoso.
E, com a mesma facilidade que se divertiu com ele, afastou-se, indo para o centro da pista de dança ao ritmo da música, deixando o pobre coitado quase sem ar.
— Tá aí porque eu me casei com ela — comentou completamente afetado por toda aquela cena. — Mas ela sabe que suas provocações tem troco. — Então o homem foi para atrás de mim, colando seu peitoral nas minhas costas e pude sentir sua língua passar por toda a lateral do meu pescoço enquanto sua mão descia por minha barriga de forma bem apertada e eu sentia sua leve ereção se esfregar lentamente em minha bunda.
Dizer que aquilo não tinha me afetado de imediato seria uma puta de uma mentira, porque no exato momento em que o senti, prendi o lábio inferior entre os lábios ao passo em que meu pau pulsou incomodamente dentro das calças.
— E eu já entendi por que ela se casou com você. — Soltei uma risada sacana, movendo meu corpo no ritmo da dança e aproveitando para fazer com que minha bunda se esfregasse nele um pouco mais. Meus olhos continuavam fixos na direção de e eu estava ansiando para que ela se juntasse a nós.
Pude sentir a respiração quente de bater contra minha pele, mas seus olhos também estavam fixos em sua deliciosa esposa e suas mãos fortes apenas agarraram meu quadril, me puxando mais para trás contra seu corpo. Então o homem começou a se esfregar de volta, de baixo para cima, exatamente no meio da minha bunda, e sem delongas deu uma mordida forte e gostosa embaixo do meu maxilar, passando a língua no contorno ressaltado do meu rosto logo em seguida. Sua mão esquerda me soltou e vi ele estendendo ela na direção de , a convidando para se aproximar de nós. Aquele gesto, combinado aos anteriores, fez com que um grunhido escapasse pelos meus lábios e eu continuasse a me mover, sentindo que ficava ainda mais excitado.
Os olhos da mulher brilhavam diante daquela cena e ela se aproximou, andando calmamente em nossa direção. Quando estava bem perto, ficou a poucos centímetros de nós, bem à minha frente, com as pernas entreabertas e tombou a cabeça para o lado ao passo em que mordeu os lábios com vontade enquanto nos encarava.
— Se divertindo sem mim, rapazes? — Perguntou com a voz tomada por um tesão quase tangível e o olhar que parecia pegar fogo.
Passei a língua pelos meus lábios ao ouvir suas palavras e não controlei a risada rouca que escapou por eles.
— De maneira alguma. Estava esperando o momento perfeito em que você viria até aqui para que possamos te lamber inteira — respondi com a voz carregada com o mesmo tesão que emanava dela. — Chega mais perto, — convidei de mansinho.
A mulher voltou a endireitar a cabeça sem deixar o sorriso sacana desaparecer do seu lábio e pela forma que seus olhos brilharam ainda mais, eu consegui captar o quanto minhas palavras a tinham afetado. De forma lenta, ela se aproximou, levando suas mãos à lateral do meu corpo, ao passo em que colou seu rosto ao meu, fazendo com que eu sentisse seu hálito de álcool misturado com menta. desceu as mãos, levando-as para a minha bunda, apertando-a com força e pela forma que deixou escapar um risinho, eu soube que pôde sentir a ereção de seu marido.
— Vocês estão prometendo muito — soprou baixo contra meus lábios, aproximando-se ainda mais. — E fazendo pouco.
Tombei a cabeça para um lado, da mesma maneira que ela havia feito anteriormente, direcionando então meus lábios para seu ouvido. Minhas mãos imediatamente foram para seus quadris e eu a puxei contra mim para que sentisse que o muito das promessas era exatamente o que ela teria.
— E você anda muito abusada para o meu gosto, . Está merecendo umas palmadas em vez de lambidas — sussurrei, erguendo uma de minhas mãos e não hesitando em espalmá-la em sua bunda sem fazer questão de delicadeza. Não me contentei com apenas uma e fiz o mesmo com a outra mão em seguida.
Ouvi soltar um riso nasalado contra a pele do meu pescoço ao assistir aquilo.
— Caralho, é ainda melhor do que eu imaginei — disse e soltei mais uma risada, trazendo meu rosto mais uma vez para roçar meus lábios nos seus, então os direcionei para . — O que me diz, ? Ela está merecendo uma punição ou não está?
— Do jeito que ela é a safada como eu sei que é, ela vai adorar até mais a punição, caro . — Ouvi ele rir um pouco mais e senti sua mão descer pela minha barriga até a minha calça e apertar meu pau por cima, mas não ficou ali, esticou um pouco mais e deu um beliscão na coxa de sua esposa, depois a puxou contra mim.
— Eu gosto das que adoram punições mesmo — retruquei em um tom cúmplice e apertei a bunda de com força.
— Quer comprovar que ela já está sem calcinha? — Ele perguntou no meu ouvido, dando uma mordida no meu lóbulo.
Não sabia o que estava me excitando mais, mas não tinha tempo para perder pensando naquilo, então deslizando minha mão até a coxa da mulher, aprovando a proposta dele.
— Oh, eu adoraria — soltei com a voz um tanto ofegante de expectativa e excitação por ouvi-lo falar tão próximo.
Eu não precisava de um convite melhor do que aquele, principalmente ao ver o quanto estava entregue. Trouxe então minha mão para a parte interna de sua coxa, pressionando meus dedos na região e subindo até tocar sua boceta deliciosamente encharcada, fazendo com que a mulher arfasse diante do meu toque. Foi inevitável que um grunhido escapasse de meus lábios ao passo em que meus dedos deslizaram por ali, esfregando-a de um jeito gostoso.
— Não bastava estar sem calcinha, ela tá molhada pra cacete — rosnei.
movimentou-se um pouco, demonstrando como aquilo a tinha afetado e ao mesmo tempo como se esperasse por mais. Seus lábios agora estavam entreabertos e os olhos arregalados, e sem demora ela os levou até próximo dos meus, passando a língua levemente por eles enquanto apertava minha mão entre suas coxas. Então a senti tirar suas mãos da minha bunda, trazê-la para frente e, sem cerimônia nenhuma, apalpar meu pau com força, gerando nela a reação de apertar meus lábios entre seus dentes.
segurou meu pulso, puxando minha mão que estava entre as pernas de e então levou meus dedos até seus lábios, passando a língua apenas nas pontas até colocá-los em sua boca, os chupando e suspirando de forma pesada logo em seguida.
— Que gostosa, amor. Tão quentinha e deliciosa — sua voz saiu sussurrante e cortada devido ao tesão impregnado em cada sílaba. Ele soltou minha minha mão de novo e levou até a mão de sua esposa que estava em meu pau e a apertou ali juntamente a ela, fazendo a palma dela esfregar meu pau com bastante pressão.
Aquilo foi o suficiente para que eu deixasse qualquer resquício de sanidade ou controle de lado. Não que eu já tivesse muito de qualquer um dos dois, mas vê-lo degustar com tanto afinco o sabor de sua esposa enquanto eu sentia meu pau pulsando de tesão com a pressão que suas mãos faziam não me deixou outra alternativa que não fosse seguir meus instintos.
Com a mão agora livre, eu a levei até a lateral do rosto de e deixei que minha voz rouca ecoasse mais uma vez.
— Eu quero prová-la.
Então juntei meus lábios aos dele, iniciando um beijo voraz enquanto passava a saborear o quanto era doce. puxou o ar com força e literalmente tomou a minha boca com a dele, deixando toda sua língua entrar e se esfregar de forma erótica pela lateral da minha e então lamber completamente toda a parte de cima, rodeando por baixo e soltando o ar como um suspiro prolongado, sem deixar de deslizar de forma bastante apertada seus lábios macios e quentes nos meus. Quando achei que fosse recuar pela forma como sua língua escorregou de meus lábios, ele puxou a minha para dentro de sua boca e a chupou com vontade, fazendo um vai e vem delicioso como se quisesse mostrar o que queria fazer com outra parte minha.
Correspondendo a cada uma das carícias da língua dele, eu voltei a levar minha mão na direção de , tocando seu rosto e deslizando um de meus dedos por seus lábios, sentindo o quanto a sua boca era macia. Abrindo um sorriso entre o beijo, então afastei minha boca da de para então puxar sua esposa para mim, unindo nossas bocas também e fazendo com que ela mesma provasse de seu próprio sabor.
— Deliciosa — soltei entre o beijo e deixei minhas mãos explorarem a lateral de seu corpo, apertando a coxa dela e seguindo para trás para que então eu sentisse com elas a ereção de .
aumentou o ritmo do beijo entre nós enquanto uma de suas mãos ainda acariciava meu pau por cima do tecido e a outra levou até meus cabelos, onde embrenhou seus dedos nos fios, puxando-os com um pouco de força. Ao passo que brincou com a minha língua, ela deixou escapar um sorriso sacana entre o beijo, demonstrando que algo tinha cruzado seus pensamentos naquele momento e senti sua mão subir para a barra da minha calça. A mulher brincou um pouco com os dedos naquela região e enfiou a mão sem cerimônia alguma, agarrando meu pau com vontade e delicadeza ao mesmo tempo, e iniciou os movimentos de vai e vem.
Como se quisesse ter o prazer de observar cada uma das minhas reações, separou nossos lábios abruptamente e manteve seu olhar fixo ao meu. Não desviei meus olhos dela por um minuto sequer, deixando que o ar saísse falho por entre minha boca, estremecendo a cada movimento que sua mão fazia e aproveitando para pressionar um pouco mais o pau de por cima da calça, ouvindo um tipo de grunhido rouco escapar de sua boca. Não demoraria muito para que eu mesmo fizesse questão de me livrar de todas aquelas roupas.
De forma repentina, a vi se afastar um pouco, tirando a mão do meu pau, ajoelhar-se bem diante de mim e não se conter em dar uma piscadela para então voltar sua atenção à minha calça, que ela abriu sem dificuldade nenhuma, voltando a agarrá-lo. Seus olhos praticamente brilhavam conforme ela me masturbava e pude jurar que ela o colocaria na boca, pois em um certo ponto chegou perto demais, mas manteve-se com os movimentos de vai e vem precisos.
Um sorriso sacana formou-se nos lábios dela ao notar minha expectativa pelo boquete.
Seu marido sorria da mesma forma, assistindo aquela cena com a mesma expectativa estampada em seus olhos, que brilhavam de pura luxúria. abaixou um pouco mais minha calça e cueca, então senti seus dedos passarem pelo meio da minha bunda, apertando com força os dois lados dela, até deslizar para baixo e então apenas senti ele apertar minhas bolas, as amassando lentamente em uma massagem em sua palma, enquanto suspirava no meu ouvido.
— Posso te beijar aqui? — Ouvi sua voz rouca e então seus dedos subiram de volta até literalmente o meio da minha bunda, exatamente no meu cu.
Aproveitei da proximidade de para segurar seus cabelos em uma de minhas mãos, sentindo meus olhos estreitarem de tesão em sua direção com a proposta de .
— Eu vou adorar que faça isso enquanto assisto sua mulher me chupar — deixei escapar em tom excitado e até movendo um pouco meu quadril pra mostrar o quanto eu desejava aquilo.
pareceu acender em tesão devido àquela conversa e aos movimentos do marido, pois aumentou o ritmo com que subia e descia sua mão em meu pau. Seus olhos agora estavam ainda mais concentrados em mim e eu conseguia ver uma aura de satisfação ao sentir minhas mãos em seus cabelos.
— E eu vou adorar você metendo na minha boca enquanto meu marido lhe proporciona todo esse prazer — a mulher disse com a voz embargada pelo tesão ao passo em que tirou a mão do meu pau e levou junto da que estava livre até as costas da minha coxa.
Em um gesto rápido e sem hesitação, levou sua boca até meu pau e a deslizou até tê-lo por completo nela. Usando suas mãos em minhas pernas, fez força para que o colocasse e tirasse de dentro dela.
Soltei um gemido satisfeito ao finalmente sentir os lábios dela deslizarem por cada centímetro meu e não hesitei em continuar movimentando meu quadril, fazendo com que meu pau fosse ainda mais fundo em sua boca. As palavras dela apenas haviam me incentivado ao passo em que eu sentia a expectativa do que estava prestes a fazer aumentar ainda mais o tesão que eu sentia.
— Caralho — rosnei, sentindo minha respiração falha.
— Fode a boca dela enquanto eu te fodo com a minha língua, criador do fogo — sussurrou bem rouco no meu ouvido e então senti ele se abaixar também, levando minha calça e cueca junto.
Seu ar pesado e quente foi solto na parte esquerda da minha bunda, seus dentes então pegaram aquela região e senti a baita mordida que me deu bem ali, seguida por uma lambida deliciosa. Seus dedos fortes abriram os dois lados e pude começar a sentir sua língua deslizar pelo meio, lambendo com bastante ímpeto exatamente a entrada, a rodeando com a ponta antes de voltar a esfregar o meio dela até chegar em meu cóccix. Suas mãos apertaram ainda mais os lados e pude sentir suas unhas curtas arranharem a minha pele conforme ele puxava mais, então simplesmente me penetrou com toda sua língua.
— Como você é gostoso, puta merda! — Grunhiu e voltou a afundar com extremo tesão sua língua para dentro de mim.
Deixei que o ar escapasse sonoramente de meus lábios em coro, segurando nos cabelos de com mais firmeza, empurrando sua cabeça contra meu pau e o enterrando até onde sentia que ela conseguiria. A pressão que sua garganta fazia contra toda a minha extensão me deixava cada vez mais louco e as carícias de eram o bastante para que eu esquecesse qualquer coisa ao nosso redor. De qualquer forma, eu não me importava se estávamos sendo a atração da noite, aquele lugar era meu, afinal.
Fiz com que parasse de me chupar por alguns segundos, puxando seu rosto na direção do meu e me curvando para roubar um beijo rápido e intenso de seus lábios, então a encarei cheio de tesão.
— E você, o que acha, ? — Questionei, sorrindo sacana.
Ela retribuiu da mesma forma e passou a língua nos lábios, mostrando que provava do meu gosto.
— Que você é uma delícia — afirmou. — Mas também acho que deveríamos sair daqui e ir aproveitar em um lugar com mais espaço. — Piscou.
Acabei rindo de seu pedido, mas já sabia exatamente para onde eu os levaria.
— E tem como recusar um pedido desses? — Pisquei de volta para ela, então me recompus de uma forma bem precária porque a pressa de chegarmos logo a um lugar mais espaçoso era bem maior.
Passei por , entrelaçando meus dedos aos da mulher e a puxando para guiá-los por entre as pessoas, sabendo que seria conduzido por ela. Sentia alguns olhares em nós, ao que eu apenas correspondia com meu melhor sorriso safado.
Assim que chegamos ao segundo andar do Succubus, caminhei até o quarto que apenas era usado por mim e abri a porta para que os dois adentrassem o ambiente. A luz avermelhada dava ao local exatamente o tom que eu desejava e ao ver que ambos já estavam ali comigo, meu olhar imediatamente pousou em .
— Espaçoso o bastante para você, minha querida?
A mulher sorriu da forma sacana de sempre e aproximou-se.
— O bastante para fodermos a noite toda — respondeu de forma direta, fazendo com que eu retribuísse seu sorriso prontamente.
— Acho que já é a hora das nossas roupas irem parar em qualquer lugar, menos continuando em nossos corpos — se prontificou, já começando a desabotoar sua camisa e a jogando longe.
— Eu diria que elas já estão há tempo demais por aqui — concordei, umedecendo os lábios ao direcionar meu olhar para ele, acompanhando os movimentos de suas mãos ao se livrarem da peça rapidamente.
Não hesitei em também começar a tirar minhas roupas, me desfazendo primeiro da calça, que já estava desabotoada mesmo, e em seguida dando um jeito de atirar minha camisa também em algum canto qualquer daquele quarto, podendo sentir o olhar flamejante de nos meus movimentos também até ele direcionar seus olhar à sua esposa.
percebeu estar sendo observada e então levou as mãos até a alça final de seu vestido e empurrou pelos ombros, fazendo com que o tecido fino deslizasse por completo até o chão, ficando completamente nua, já que da mesma forma que não havia feito questão alguma de usar calcinha, também não tinha feito em relação ao sutiã. E em silêncio ela nos encarou por alguns instantes para depois caminhar até a enorme cama enquanto rebolava sua bunda deliciosa. A mulher se sentou bem na ponta, com as pernas abertas e apoiou as mãos na cama, ficando levemente inclinada ao passo em que tombou a cabeça um pouco, deixando transparecer um sorriso sacana.
— Então, quem vai ser o primeiro? — Perguntou com um brilhos nos olhos. — Se bem que podem vir os dois, tem espaço o suficiente. — E a filha da puta ainda fez questão de abrir ainda mais as pernas, nos dando a visão perfeita de sua boceta.
— Perfeito, então vamos os dois. — Seu marido terminou de se despir, ficando completamente nu também e seguiu até a cama, mas subiu atrás dela, ficando de joelhos e levando suas mãos até seus seios, as enchendo com eles e apertando de uma forma que mostrava ser com força.
Encarei aquela cena sentindo que meu olhar até faiscava na direção daqueles dois. Fiquei até tentado a permanecer ali parado, apenas apreciando o afinco com que acariciava os seios de sua esposa gostosa. No entanto, quando voltei a descer meu olhar para as pernas abertas dela, senti minha boca até salivar.
Me aproximei de forma bem mais vagarosa do que era o meu real desejo, então me abaixei diante de , segurando em uma de suas pernas e deslizando a ponta de meus dedos por sua panturrilha, fazendo um pouco de pressão enquanto os subia até sua coxa. Aproximei minha boca de sua pele, deixando um beijo quase casto e abri um sorriso de canto ao senti-la estremecer com o gesto.
— Só aqui eu já consigo sentir o quanto você é doce, deliciosa — murmurei, levando a outra mão até sua outra coxa, afastando um pouco mais suas pernas para deixá-la bem exposta para mim.
Sem fazer mais cerimônia, então eu caí de boca em sua boceta, passando a língua pelos grandes lábios, pressionando um pouco meus dedos em suas coxas e lhe arranhando de leve com minhas unhas curtas. Iniciei movimentos circulares em seu clitóris enquanto mantinha meu olhar fixo nela, nas suas reações e nas carícias que lhe fazia.
— Geme pra gente, baby — a voz rouca de seu marido sobressaiu, enquanto ele apertava e massageava seus seios com mais anseio e ímpeto. Porém seus olhos estavam nos meus, assistindo com um tesão estampado cada movimento que eu fazia até que vi ele deixar um belo chupão bem na curva do pescoço de .
— Você sabe que precisa mais do que isso para me fazer gemer, baby — respondeu para o marido com uma confiança que faria qualquer um ficar de quatro por ela. A vi erguer a cabeça, levando os lábios aos de . — E o castigo de vocês até que está bem divertido — provocou e então o beijou.
Certamente, eu não deixaria aquilo barato. Como um bom apreciador de desafios, a provocação de me afetou diretamente, fazendo com que eu parasse de chupá-la para soltar o ar contra sua boceta em uma risada baixa e rouca.
Passei a língua por meus lábios, saboreando cada gota de seu gosto e eu tinha certeza de que naquele momento meus olhos brilhavam de tesão.
— Castigo, minha querida? E quem disse que ele começou? — Arqueei uma sobrancelha, então troquei mais um olhar cúmplice com , porque ele certamente entenderia minhas intenções, e o vi rir de um jeito safado, soltando os seios de sua esposa, mas antes deu beliscões bem no bico de cada um. — Vira ela de bruços. Eu quero ela de quatro, com essa bunda deliciosa bem empinada do jeito que ela tá doida pra ficar.
Os olhos de se acenderam em expectativa e ela permaneceu parada, esperando pelo que iríamos fazer.
O homem se afastou e manteve o sorriso sacana em seus lábios, então, de uma forma até meio bruta, colocou sua linda esposa naquela posição deliciosa, mas antes ele beijou os lábios dela em um beijo quente, rápido e intenso. deslizou sua mão por toda a lateral do corpo bem curvado dela até chegar em sua bunda, deixando um tapa extremamente estalado naquela região, vendo que a deixou até mesmo avermelhada.
— O que será que o próprio criador do fogo tem em mente, baby? — Falou baixinho com sua esposa, mas sem tirar os olhos de mim com aquele tom de curiosidade e deu outro tapa na bunda empinada de , então pude observar ele deslizar apenas o indicador pelo meio daquela bunda grande e gostosa, onde ele ficou esfregando bem naquela entrada.
— Eu não faço ideia, amor — respondeu com uma voz fraca e movimentou-se em ansiedade. — Mas eu mal posso esperar. — E a prova de que realmente queria saber quais seriam meus passos seguintes ficou clara quando ela se empinou ainda mais, virando o rosto só para que pudesse ver minha expressão.
Pousei meus olhos sobre sua pele já levemente avermelhada devido aos tapas desferidos por e a visão fez com que eu prendesse o lábio em meus dentes, soltando um suspiro baixo.
— O que eu tenho em mente? — Disse, enquanto caminhava até o pequeno armário onde eu guardava brinquedos que deixariam tudo aquilo ainda mais gostoso. Avaliei minhas opções com a maior calma do mundo, mesmo que eu mesmo estivesse praticamente tremendo de excitação, então escolhi o cinto de couro preto e trançado. A seleção sempre era feita baseada no grau de ousadia e pela expressão de expectativa de , sua punição seria ainda mais severa.
Voltei com o cinto em mãos, deixando uma expressão um tanto séria tomar minhas feições conforme eu já sentia que o tesão aumentava só de olhar ela toda empinada do jeito que eu havia pedido.
— Vou ensinar à doce o que acontece quando se brinca com fogo — completei minha fala, então me aproximei mais, passando minha mão devagar por sua nádega direita, onde estava um tantinho mais avermelhado e a ouvi soltar um grunhido em resposta. — Você vai contar comigo. Se errar ou deixar de falar, nós voltamos ao início, fui claro? — Meu tom de voz se tornou autoritário.
Ela se movimentou, demonstrando o quanto aquilo tudo a tinha afetado e eu achei que não fosse me responder, mas logo sua voz saiu quase que falhada.
— Filho da puta — soprou de modo que se posicionou melhor. — Digo, sim senhor. — E pude escutar uma risadinha por parte dela.
Meus olhos se estreitaram ao ouvir aquilo.
— Acha que estou brincando, ? — Arqueei uma sobrancelha. — Você acaba de dobrar o seu castigo só por essa ousadia. Além disso, você vai apanhar e vai dar prazer ao seu esposo enquanto isso.
— Os jogos começaram, meu amor. — soltou um riso nasalado e raspou seus incisivos em seu lábio inferior ao levar seus dedos até o queixo de sua deliciosa esposa. — Apesar de que ela vai adorar apanhar, . — Voltou seus olhos até os meus e então começou a deslizar sua mão por seu pau, que estava bem na altura do rosto de , deixando-o ainda mais duro enquanto soltava o ar de forma rouca e falha.
A mulher, sem hesitação alguma e de forma obediente, inclinou-se na direção de seu marido, levando seus lábios até o pau dele. Começou passando a língua na cabeça, que já estava mais vermelha do que nunca, então apoiou-se em uma mão só, levando a outra até ele e envolvendo-o com seus dedos. sem demora começou a masturbá-lo e, em um gesto calmo e preciso, levou a boca até as bolas de , onde começou a chupá-las e fazer movimentos circulares com a língua naquela região.
Claramente, ela queria provocá-lo. E com isso pude ver agarrando o cabelo dela com um pouco de força, puxando levemente para trás até deslizar sua mão por suas costas, soltando um leve grunhido. Por mais provocado que ele parecesse estar, ele apenas jogou sua cabeça para trás, entreabrindo mais seus lábios e deixando uns suspiros cortados escaparem, apenas aproveitando a sensação que ela lhe causava.
Apertei sua bunda com força, levando a mesma mão até meu pau, acariciando-o brevemente enquanto assistia aquela cena e sentia meu corpo tremer de tesão, então voltei a segurar a ponta do cinto com ela enquanto a outra se firmou na base.
Sem nenhuma delicadeza, eu levei a tira de couro para trás e a lancei contra sua pele, ouvindo o estalo delicioso ecoar pelo quarto assim que atingi sua bunda, o que arrancou um grunhido de seus lábios. Sua pele automaticamente ficou ainda mais vermelha e eu abri um sorriso satisfeito enquanto esperava ouvir a voz dela iniciar a contagem.
— Um — disse com a voz embargada pelo tesão e a vi passar a língua por toda a extensão do pau de , que logo soltou um grunhido rouco para então, sem demora, colocá-lo por inteiro em sua boca. Ela aproveitou enquanto começava a chupá-lo para movimentar a bunda um pouco na minha direção, empinando-a o máximo que conseguia, o que fez com que um grunhido rouco ecoasse de meus lábios. Era claro que a filha da puta estava adorando aquilo. Seu marido voltou a olhar para ela com os olhos mais escuros e tomados de um desejo ardente, então começou a movimentar seu quadril contra sua boca, torcendo seu cabelo em sua mão sem deixar de puxá-lo quando dava umas estocadas contra seus lábios. No entanto, seu olhar desenhou todo aquele corpo delicioso que ela tinha até chegar à sua bunda e subiu até encontrar o meu olhar.
— Bate — pediu com a voz cortada, passando a ponta da sua língua no seu lábio superior.
Não tardei a estalar o cinto mais uma vez, agora na nádega esquerda, mas não pausando para desferir nem a terceira e muito menos a quarta cintada.
Eu sentia que meu próprio fôlego faltava com aquele ato, principalmente por ver que quando mais eu batia, mais ela rebolava.
Sem aviso, aproximei minha boca de sua bunda, lhe dando uma mordida e passando devagar meu nariz por sua pele, roçando os lábios até chegar ao seu cu. Lambi sua entrada com gosto, descendo minha língua até sua boceta e a chupando enquanto, mais uma vez, esperava ouvir a voz da doce e deliciosa .
— ela gemeu meu nome, me dando a certeza de que e o que eu havia feito a tinha afetado o suficiente para que interrompesse as chupadas em seu marido. Então a mulher rebolou contra minha cara, abrindo-se ainda mais, deixando claro que esperava por mais. Logo pude ouvir o barulho de sua boca chupando de novo.
Seu marido grunhiu mais alto dessa vez, assistindo tudo que eu fazia com ainda mais tesão em sua feição levemente contorcida de pura luxúria. Voltou também a mover seu quadril contra o rosto de sua esposa com mais afinco, praticamente fodendo sua boca de uma forma bem gostosa que o tirou agora uns suspiros cortados e prolongados. então, com suas sobrancelhas unidas e os lábios abertos, estendeu a mão em minha direção.
— Deixa eu chupar seus dedos, — o homem pediu, suspirando pesadamente e dando outra estocada forte na boca de sua esposa.
— Não estou te ouvindo contar, — resmunguei no mesmo tom sério e autoritário, parando subitamente de chupá-la. — Será que vou ter que trocar o cinto por um chicote? — Questionei, batendo mais uma vez com o cinto contra sua bunda, mas sem deixar de atender o pedido de , já que ele obedientemente ainda metia gostoso na boca da mulher.
Estendi minha mão para ele, deixando que fizesse o que tanto desejava com meus dedos, tendo certeza de que aquilo aumentaria ainda mais o tesão que eu sentia. pegou meus dedos e os enfiou em sua boca, os chupando até o final com bastante vontade, fazendo um vai e vem gostoso até soltá-los, deixando-os lubrificados.
afastou o rosto de seu marido, parando de chupá-lo e movimentou-se um pouco na cama.
— Seis — respondeu simplesmente, demonstrando em sua voz que não tinha certeza se aquele era o número certo. Então, confirmando minha suspeita anterior, ela virou para me encarar e pude apreciar a visão de seus lábios vermelhos e inchados.
— Seis? — Repeti o número em um tom de voz muito mais calmo do que se esperaria, então soltei um muxoxo em negação ao mesmo tempo em que continha um sorriso travesso. — Parece que alguém se perdeu na contagem, não é, minha querida? Teremos que começar de novo.
Não poderia negar que era exatamente isso que eu desejava ao provocá-la daquela forma antes. Então caminhei com calma mais uma vez até o armário, trocando o cinto por um chicote de três pernas. Aquele ali com certeza a deixaria mais marcada, do jeito que eu adorava.
— Por causa da sua insolência, vou pensar ainda se vou deixar você gozar, . — Então estalei o chicote com força moderada em sua bunda e deixou escapar um gritinho, como quem não esperava pela dor causada por ele, mas não sem sorrir sacana antes de voltar a direcionar seu rosto a . — Pode voltar a contar.
— Um — contou e então segurou novamente o pau duro de seu marido e o levou até sua boca. Dessa vez, ela não fez questão alguma de adiar o que queria fazer e começou a chupá-lo com voracidade ao passo em que rebolava a bunda com afinco para mim.
tinha reações ótimas ao ver sua deliciosa esposa apanhando agora com o chicote, até mesmo mordeu seu lábio com extrema força ao ver como a pele de estava deliciosamente mais avermelhada. Notei que os olhos do homem queimaram um pouco naquela região e então ele esfregou seu polegar no rosto de sua bela mulher. Enquanto ela o chupava, mais grunhidos roucos e cortados eram ecoados pelo quarto que estava ainda mais quente. O homem segurou sua cabeça, puxando o cabelo dela todo para trás e voltou a ajudá-la nos movimentos, fodendo sua boca com extrema vontade e até mesmo segurando e a forçando contra seu pau.
— Porra, baby! — Gemeu rasgado, contendo até algumas sílabas falhadas.
Eu sentia meu pau latejando de tesão ao assistir aquilo e quanto mais excitado eu ficava, mais força ia colocando nas chicotadas, fazendo com que a segunda e a terceira estalassem em sua pele extremamente vermelha. Caralho, o jeito que a bunda dela estava empinada estava pedindo para que eu atolasse meu pau naquela boceta encharcada.
E com o olhar congelado em , a vi levar uma mão até sua boceta e começar a se masturbar lentamente.
Não resisti e levei uma de minhas mãos para junto da dela, intensificando os movimentos que fazia, trazendo seus dedos para que escorregassem para dentro de si mesma. E nisso veio mais um estalo em sua bunda.
, não consigo mais lembrar porra nenhuma com você me provocando desse jeito — disse ao parar de chupar e virou seu rosto para me olhar. — Então, ou você me fode de uma vez, ou vamos ficar nisso até estarmos pingando de tesão — ela disse, demonstrando no olhar que sabia as consequências que me falar aquilo poderia trazer a ela.
— Pingando de tesão eu já estou, doce — respondi prontamente e para provar o meu ponto, afastei tanto minha mão quanto a sua de sua boceta e segurei meu pau pela base, passando-o por sua bunda e brincando com sua entrada. Ele já estava um tanto melado do tanto que eu estava excitado e ficou ainda mais ao se juntar à lubrificação dela. — Onde você quer o meu pau, ? — Pincelei ele mais uma vez na sua boceta, então subi mais um pouco, brincando também com a entrada de seu cu. Naquele momento, vi se afastar, passando seus dedos em seu cabelo, o puxando para trás e então se levantou e o vi fuçar nas coisas que tinha no quarto.
— Eu quero na boceta — pediu, me encarando da forma mais sacana possível.
— Ah, quer? — Murmurei, voltando a ameaçar meter nela e soltando uma risada rouca e excitada. — Algo me diz que não. Talvez seja o jeito que você tá rebolando essa bunda deliciosa.
Dessa vez, não usei de chicote nenhum, espalmei minha mão mesmo, apertando com afinco e mais uma vez abrindo bem suas nádegas para mim.
Meu lado mais perverso repetia que eu deveria levar a brincadeira para um outro nível e eu tinha uma forte tendência a ceder a esse outro lado.
E foi seguindo exatamente a perversão de meus pensamentos segui com a mão até minha boca, chupando meus dedos, os deixando bem melados para depois seguir até seu cu, metendo um deles de forma bem vagarosa apenas para ver quais seriam as suas reações. Obviamente, os pedidos de não seriam atendidos tão prontamente. Uma safada abusada que nem ela merecia mais um pouco de punição.
deixou escapar um gemido leve e movimentou-se contra meus dedos como se pedisse por mais e abriu ainda mais as pernas, provavelmente esperando que aquilo me fizesse meter nela de uma vez com meu pau. Seu marido voltou e agora se posicionou ao meu lado, alisando de leve a bunda de sua esposa com uma de suas mãos, então com a outra despejou um pouco de lubrificante, fazendo o líquido quente escorrer bem pelo meio e até mesmo melar meus dedos e escorregar pela entrada apertada de sua esposa. Sorri com aquilo porque era como se o homem ouvisse meus pensamentos. Com a facilidade que o lubrificante proporcionava, pude aumentar um pouco a intensidade que entrava e saía, tirando o dedo e então inserindo um segundo ao retornar, fazendo com que assim eu a alargasse ainda mais para receber o meu pau.
se curvou e deu um chupão forte na nádega esquerda de , em seguida de umas mordidas fortes até que desceu seus dedos até a boceta molhada e a penetrou com força, usando seu dedo médio e o indicador.
O homem girou os dedos por dentro e pude ver ele esfregar o polegar no clitóris inchado sem parar de movimentar os dedos em um entra e sai mais frenético, literalmente socando seus dedos para dentro dela com um puta desejo. Com a outra mão, ele agora deixou o lubrificante ser despejado em meu próprio pau, que aproveitei para revestir com o preservativo, depois tampou o frasco e o jogou na cama, agora começando a também me masturbar e a espalhar o gel por toda a extensão até a base. Soltei o ar com dificuldade, exalando ao sentir o tesão tomar conta de mim tanto pela sensação da temperatura do líquido quanto pelos movimentos de sua mão no meu pau.
a essa altura já delirava em meio aos gemidos altos que saíam de sua boca e a vi arfar conforme recebia as carícias do marido, projetando seu corpo para frente como se ao mesmo tempo que estivesse se deliciando com aquilo, também queria se livrar para que pudesse recuperar as forças.
Eu com certeza poderia ficar mais alguns minutos apreciando os toques de enquanto meus dedos iam mais fundo no cu de sua doce esposa. No entanto, cada provocação minha também se voltava contra mim e eu sabia muito bem que isso aconteceria desde o momento em que pus meus olhos no casal .
Senti que pulsava contra os dedos de e conduzi minha mão livre até seu pau, envolvendo em minha palma e deslizando por toda a sua extensão, começando a masturbá-lo também e tentando manter o mesmo ritmo que metia em . Conseguia sentir que seu pau também começava a pulsar em minha mão, tornando-se cada vez mais rígido.
— Por favor — escutei praticamente implorar e a vi projetar o corpo para frente mais uma vez.
— Faça as honras, disse, parando de enfiar seus dedos em sua esposa e apertou a minha glande com um pouquinho de força, esfregando o polegar por cima antes de me soltar também.
Com toda a certeza eu adoraria continuar ali apenas pirraçando para fazê-la implorar um pouco mais, porém a forma como sua voz havia saído me fez perder completamente o controle.
Retirei então meus dedos de dentro dela, parando também com meus movimentos no pau de e segurando a bunda de com firmeza, me posicionando na entrada de seu cu e atolando meu pau ali bem devagar.
Conforme eu sentia cada centímetro meu dentro dela, conseguia sentir o tesão aumentando a um ponto que eu literalmente quase vi estrelas. E assim que estava já por inteiro, foi inevitável não soltar um gemido alto que ecoou em coro ao de . Ela não demorou em começar a rebolar no meu pau e a vi levar a mão até sua boceta para se masturbar como havia feito antes.
deu um tapa na bunda dela enquanto ela rebolava, pegou de novo o frasco de lubrificante na cama, despejou em sua mão e espalhou por todo seu pau, que estava absurdamente duro e encapado com a camisinha, enquanto caminhava para trás de mim. Pude sentir ele morder meu ombro com certa força, deixando uma trilha de mordidas até chegar à minha nuca, onde ele chupou minha pele com força. Ele afastou seus lábios dali e senti seu pau pulsando bem na minha entrada entre minha bunda, onde ele esfregou apenas a cabeça melada de lubrificante. Vi sua mão apertar a bunda de sua esposa de novo, dando um beliscão forte e sem delongas ele me invadiu, afundando seu pau inteiro em mim e grunhindo extremamente alto.
Senti minhas pernas até estremecerem um pouco com o prazer que se alastrou por todo o meu corpo e como consequência eu apertei a bunda de com mais força, subindo então uma de minhas mãos por suas costas e parando na frente de seu pescoço, apertando um pouco e puxando ela pra mim quando voltei a atolar meu pau, socando-o com vontade e aumentando o ritmo de minhas estocadas cada vez que eu sentia vir mais fundo dentro de mim. Percebi que ela tinha gostado do que eu havia feito, pois seus gemidos se intensificaram e a mulher começou a rebolar com mais vontade no meu pau e se masturbou com ainda mais afinco.
— Caralho — ela soltou com a voz totalmente tomada pelo prazer.
segurava meu quadril, apertando seus dedos em minha pele e basicamente os afundando, olhando com muito tesão os meus movimentos em sua esposa e sempre quando eu a penetrava, ele me invadia para que eu fosse extremamente fundo dentro dela e ele pudesse fazer o mesmo em mim. Era uma sincronia entre nossos quadris, tirando quando abaixava seus lábios gostosos e deixava trilhas de mordidas e chupões por todo meu ombro e costas, sem parar de enterrar seu pau sempre que saía e voltava. O homem distribuiu tapas na bunda empinada de e pude sentir também ele deixar na minha.
— Vamos ver se eu acho seu ponto, criado do fogo — sussurrou em meu ouvido e tirou seu pau de dentro de mim, mas assim que meteu de novo, senti ele movimentá-lo por dentro, socando a cabeça para a esquerda, à procura da minha próstata.
Devido às minhas estocadas fortes dentro de e a forma como ela se masturbava, seus gemidos estavam descompassados e eu sabia bem o que aquilo significava.
O sussurro de somado ao som dos gemidos de fez com que eu apertasse um pouco mais o pescoço da mulher entre meus dedos, puxando-a para mim e deixando uma mordida em seus ombros. Sentia aumentar as dele, chegando realmente muito próximo ao ponto que me deixaria completamente fora de mim.
Saber que a mulher estava muito próxima do ápice fez com que mais uma vez meu lado perverso falasse mais alto e por isso eu diminuí o ritmo de minhas estocadas, tirando meu pau por inteiro de dentro dela e voltando lentamente, brincando com a entrada de seu cu, pincelando sua boceta e metendo de novo. Eu não deixaria ela gozar tão rápido assim.
grunhiu em resmungo e rebolou contra meu pau, pedindo por mais.
— Você é um filho da puta — disse quase sem força em sua voz e aumentou o ritmo com que se masturbava, na intenção de chegar ao orgasmo.
— Você não viu nada ainda, minha querida — retruquei, ficando mais sério ao ver aquela tentativa de insolência da parte dela. — Será que o castigo ainda não foi o suficiente? — Levei minha mão até a sua, fazendo com que ela parasse de se masturbar para levá-la até meus lábios. Chupei seus dedos com afinco, saboreando cada gota que havia neles, então dei dois tapas em sua bunda, parando de meter nela para empurrá-la e fazer com que sentasse na cama e ficasse assistindo enquanto seu marido me fodia.
— Ela tá sendo castigada e não pode gozar, mas e eu? Posso? — Ouvi a voz de perto do meu rosto, sentindo ele aumentando as estocadas e segurando meu cabelo pela nuca, enroscando seus dedos nos fios enquanto puxava para trás e enterrava seu pau com extremo anseio e força, conseguindo socar a cabeça bem no meu ponto agora e ouvi ele gemer rasgado de forma grave, assim como seu pau começando a pulsar ainda mais.
— Você vai gozar sim, mas quero ver sua porra na boca dela — respondi, indicando sua esposa com um aceno de cabeça, sentindo o prazer aumentar alucinadamente. Levei uma de minhas mãos ao meu pau, acariciando-o rapidamente, deixando mais um gemido escapar sôfrego de meus lábios.
observava tudo com atenção e seus olhos pareciam queimar ao observar a forma como seu marido me comia e não se demorou em dar prazer a si mesma novamente. A mulher, que não perdia nem sequer um detalhe do que estava acontecendo, abriu as pernas e levou as mãos até sua boceta, onde começou fazendo movimentos circulares e então desceu os dedos, penetrando-se com dois. Ao passo em que ela tirava e os colocava dentro de si, a vi jogar a cabeça para trás, totalmente entregue ao prazer que sentia.
Soltei uma risada rouca com a ousadia dela, a situação toda era extremamente divertida porque ela era claramente tão teimosa quanto eu, o que significava que poderíamos continuar com aquele jogo a noite inteira se assim desejássemos.
Apanhei o chicote que estava atirado a poucos centímetros de nós, em cima da cama e lançando mais um de meus sorrisos sacanas eu o bati contra uma de suas coxas, atento a cada uma de suas reações ao que eu fazia. Não ia pedir contagem e nem nada do tipo naquele momento, eu mesmo não conseguia me concentrar, tamanho era o prazer que sentia.
Ela sorriu com o que eu havia feito e levou o olhar ao meu, sustentando sem hesitar. E como se quisesse me provocar ainda mais para que eu repetisse o gesto, aumentou a intensidade que se masturbava, soltando gemidos altos e desconexos, demonstrando o quanto estava excitada diante de tudo aquilo. De forma que eu não esperava, então levou seus pés até minha coxa e subiu em direção ao meu pau. Soltei um grunhido mais alto com aquele ato, até movendo meu quadril um pouco para esfregar meu pau nela.
Eu jamais negaria um pedido como aquele, não quando ele era feito com tanta dedicação. E foi por isso mesmo que dessa vez mirei o chicote em sua outra coxa, um pouco mais pra cima de modo que por pouco não atingiu sua virilha. Estava adorando a forma como seus dedos entravam e saíam de sua boceta, num ritmo frenético que indicava o quanto aquela brincadeira estava deliciosa, assim como os gemidos dela estavam me deixando louco. Pelo visto, nem seu marido conseguia, já que seus olhos assistiam os dedos deliciosos de saindo e entrando dentro de si mesma e podia sentir os seus próprios me apertando com mais força a cada barulho do chicote acertando a pele dela.
Mas não cessou as investidas em mim, fodendo cada vez mais forte e absurdamente mais rápido, fazendo o barulho dos choques de nossos corpos se misturarem com os outros sons prazerosos. Ouvi ele gemer grave, rouco e cortado conforme socava ainda mais seu pau dentro de mim e então quando pulsou excessivamente, tirou ele de dentro de mim, cambaleando um pouco para trás e pude ver como seu peitoral musculoso estava completamente suado.
— Na boca dela? — Perguntou, arqueando a sobrancelha e sorrindo tendencioso. Então foi até sua esposa deliciosa, alisando seu rosto e esfregando o polegar no lábio inferior avermelhado. — Você quer, amor? — Sua voz saiu mansa e baixa, seus olhos presos nos dela.
encarou o marido com os olhos quase pegando fogo e parou o que estava fazendo, como se estivesse ponderando sobre a proposta dele.
— Falando assim, parece até que tenho escolha, — ralhou em uma falsa braveza e deixou um sorriso sacana tomar conta de seus lábios.
— Que bom que você sabe. — Umedeci meus lábios, sentindo ainda mais tesão com a expressão dela, doido para ver aquilo acontecer, tanto que sentia meu pau pulsando contra os pés de , fazendo com que eu me movesse mais um pouco, como se estivesse fodendo mesmo.
— Então vem cá — sussurrou, livrando-se da camisinha e passando seu pau nos lábios de sua esposa enquanto ele mesmo se tocava. Quando ele mesmo apertou a sua glande, pude ver seu pré-gozo escorrer pelos lábios avermelhados de . — Abre a boca, baby — basicamente ronronou, puxando o lábio inferior da mulher para baixo.
Ela segurou o pau do marido sem hesitar e logo o abocanhou, dessa vez demonstrando que não tinha interesse algum em fazer provocações. E conforme ela o chupava, também movimentava os pés no meu pau e mantinha o ritmo das masturbadas em sua boceta encharcada. Mesmo que estivesse chupando , era possível ouvir os sons abafados que emitia.
Seu marido soltava gemidos roucos e dessa vez deixava ela mesma fazer os movimentos com a boca de forma bem livre, da maneira que ela quisesse chupá-lo. Seu abdômen se contraía sempre que ele sugava o ar e depois o soltava de forma extremamente pesada, suspirando prolongadamente. Sua mão alisava o rosto dela, puxando o cabelo para trás e deixava seus dedos enroscarem nas mechas ao puxar ainda mais para trás. Então deu uma estocada forte na boca de sua esposa, com certeza acertando sua garganta e então gemeu um pouco alto, indicando que tinha gozado dentro dela.
Porra, aquela cena deliciosa quase me fez gozar também de tão deliciosa que era. Ver a boca de preenchida pelo prazer de do jeito que eu havia dito que queria até me fez praguejar baixo, soltando diversos palavrões desconexos enquanto eu me livrava do preservativo e o substituía por outro. Me abaixei rapidamente para alcançar sua boceta com minha boca e passei a língua em movimentos circulares por seu clitóris, contribuindo no prazer que ela dava a si mesma até sentir estremecer um pouco. Foi aí que me voltei para sua coxa, dando uma mordida de leve e me ergui para tomar os lábios dela com os meus, fazendo com que assim nós dois compartilhássemos tanto do gosto de seu marido como do dela própria.
Ela levou as mãos até meus cabelos e aprofundou o beijo entre nós, ao passo que empurrou seu quadril contra o meu e brincou com a sua língua dentro da minha boca, conforme puxava os fios com ainda mais afinco. Senti o colchão se afundar e tinha deitado ao lado de , podia sentir seus lábios beijando meu rosto e depois abaixou, passando e esfregando seus lábios pela pele de sua esposa, lambendo o suor dela. Então colocou uma de suas mãos entre nossos corpos para amassar e apertar os seios da mulher, que arrepiou-se com o gesto soltando um grunhido em resposta. Abri um sorriso entre o beijo, aproveitando para então prender o lábio inferior de entre meus dentes em mais uma provocação vagarosa, por mais que eu pulsasse ainda mais de excitação.
gemeu contra minha boca e movimentou-se, colocando suas pernas em volta da minha cintura e puxando-me para si de um jeito que meu pau se encaixou bem na entrada de sua boceta. A mulher sorriu sacana com o que havia feito e rebolou seu quadril contra o meu, ao passo que retribuiu o que eu havia feito com seus lábios, colocando os meus entre os seus dentes e os puxou com vontade.
Ofeguei com aquele gesto, principalmente porque com aquelas reboladas eu não conseguia pensar em nada que não fosse no quanto eu queria foder aquela boceta gostosa dela. Soltei o ar com dificuldade contra seus lábios assim que senti ela puxando os meus. Movimentei um pouco meu quadril contra o de , de forma que a cabeça do meu pau entrasse um pouco, mas eu não queria daquele jeito.
— Quero você sentada em mim, doce .
Ela abriu um sorriso sacana como o de quem iria aprontar e em um gesto rápido, forçou suas pernas à minha volta, puxando-me para ela, fazendo com que meu pau entrasse nela por completo. Um gemido alto foi ecoado de seus lábios, demonstrando o quanto estava esperando por aquilo.
Eu já deveria ter previsto algo como aquilo vindo e definitivamente sentir meu pau atolado em sua boceta daquele jeito me fez delirar, gemendo junto a ela e até estremecendo um pouco do tanto que eu queria fodê-la.
— Filha da puta — rosnei em um tom que misturava excitação e uma pontinha de quem iria mostrar pra ela que se a teimosia dela não tinha limites, a minha definitivamente também não tinha.
Num movimento rápido, eu inverti nossas posições e no instante seguinte eu estava deitado no colchão com ela por cima de mim, estapeando sua bunda com as duas mãos e a apertando com vontade enquanto movia meu quadril de encontro a ela, socando meu pau em sua boceta mais uma vez.
se levantou do colchão que ainda estava deitado nos assistindo aquele tempo todo enquanto ele mesmo se tocava, deixando seu pau duro novamente, vestindo outra camisinha e aproveitando as nossas posições, o próprio foi para trás de seu esposa, se ajoelhando no colchão e puxando a cabeça de para o lado, deixando seus dentes se cravarem em sua pele suada. Sua mão empurrou as costas dela um pouco para frente, contra mim, e sem demorar muito apenas conseguiu encaixar seu pau na entrada apertada e gostosa do cu de . Pelos movimentos, notei que ele entrou lentamente.
Um grunhido rouco escapou de seus lábios e ele começou a movimentar seu quadril contra ela, mas tentava acompanhar seus rebolados deliciosos. A mulher gemia descontroladamente, ao passo em que se movimentava no meu pau e levou as mãos até meus cabelos, puxando os fios com força. Então levou seus lábios próximos aos meus.
— Porra — deixou escapar como um sopro e a vi apertar os olhos com força. — Isso é uma delícia. — Dessa vez, sua voz saiu mais como um gemido.
— É mesmo? — Questionei, sentindo a reboladas dela me deixarem louco de tesão. — Geme mais alto então, como a filha da puta gostosa que você é. — Pressionei meus dedos ainda mais em sua bunda, quase lhe arranhando, então as subi para a lateral de sua cintura.
continuou os movimentos, entrando com mais força e eu notava pela forma como seu corpo vinha para frente contra o meu, mas ele mesmo a puxava contra ele, de forma como ele socava seu pau dentro dela e grunhia rouco contra a pele suada de sua deliciosa esposa.
— Vai, amor, geme daquele jeito gostoso para gente — pediu no ouvido dela, mordendo seu lóbulo e depois lambendo de leve a cartilagem, estocando com mais violência seu pau em seu cu.
não só atendeu nosso pedido, gemendo da forma mais gostosa possível, como também começou a rebolar com vontade, demonstrando o quanto era gostoso para caralho estar dando o cu e a boceta ao mesmo tempo. A vi forçar os olhos, tamanho era o tesão que sentia, e puxar ainda mais os fios do meu cabelo, se movimentando com ainda mais afinco.
Ainda mais estimulado pela dor gostosa que eu sentia com os puxões dela, passei a movimentar meu quadril contra o seu com mais intensidade, fazendo com que tudo que pudesse ser ouvido naquele ambiente fosse o som do choque entre nossos corpos e gemendo daquele jeito delicioso.
Levei minha boca até seu pescoço, dando alguns beijos na região e sugando um pouco sua pele, subindo até a lateral de seu queixo e deixando ali uma mordida ao sentir o tesão aumentar ainda mais. Meu pau estocava tão fundo dentro da boceta dela que eu podia senti-lo tocando cada centímetro seu. Toda vez que ele saía e então entrava com força eu deixava mais grunhidos escaparem de meus lábios. O jeito que ela me apertava então era alucinante.
— Se vocês continuarem nesse ritmo, eu vou gozar — soprou e pude sentir suas pernas estremecerem.
— Duvido que ele vá reclamar de sentir essa sua boceta gostosa pulsando e gozando no pau dele, amor — seu marido respondeu, dando outra mordida forte no pescoço dela, sem parar de meter fodidamente forte em sua bunda gostosa. subiu uma de suas mãos até um dos seios de , o apertando e deixando o bico entre seus dedos enquanto suspirava de forma rouca contra a pele dela, dando mais estocadas extremamente fortes em seu interior.
— Porra, gemeu e movimentou-se como pôde, porque àquela altura suas pernas ja estavam ainda mais moles e seu corpo quase sem força.
— Reclamar? Pode gozar bem gostoso, minha querida. Eu vou adorar sentir sua boceta lambuzando todo o meu pau — retruquei, sentindo até minha voz ficar mais rouca ao final da frase. Eu mesmo já sentia meu pau pulsando feito louco e sabia que não faltava muito para que meu ápice chegasse.
Segurei a cintura de com mais firmeza, aumentando o ritmo de minhas estocadas, sentindo o ar faltar aos meus pulmões, mas mantendo a intensidade. Passei de grunhidos baixos a gemidos em coro aos dela e sem nem pensar em me conter, dei mais alguns tapas ardidos em sua bunda. Depois do que eu havia feito, os gemidos dela ecoaram ainda mais alto no quarto e antes que ela desse uma última rebolada, com a pouca força que ainda tinha, senti sua boceta se contrair contra o meu pau e a vi jogar a cabeça para trás, demonstrando que tinha gozado.
Vi espasmos tomarem conta do corpo de conforme eu sentia meu pau já todo lambuzado por ela.
— Puta que pariu — soltei o palavrão porque a forma como a boceta dela apertou meu pau me deixou completamente alucinado. Atolei meu pau nela com ainda mais afinco, aproveitando do quanto ela havia me melado para deslizar com mais facilidade para dentro dela e me deixando levar completamente pelos espasmos de prazer que também passaram a tomar conta de mim.
Estremeci, deixando então um gemido alto ecoar enquanto eu gozava em seguida, segurando-a com firmeza contra meu colo. saiu de trás dela instantes depois, livrou-se da camisinha e se jogou de volta na cama ao meu lado, respirando fundo e passando seus dedos em seus cabelos, os puxando para trás enquanto tentava controlar sua respiração ofegante.
— A ideia de sair para comprar isqueiro foi a melhor de todas, — brincou, rindo nasalado.
sorriu na direção do marido e como já estava mais recuperada, saiu de cima de mim e deitou-se ao lado de , aconchegando-se em seu peito e recebendo carícias em suas costas do próprio, que tinha um sorriso nos lábios.
— Casar comigo foi a melhor ideia de todas, baby — disse com toda confiança que eu sabia existir dentro dela, então selou os lábios aos dele.
Abri um pequeno sorriso ao observar o momento íntimo entre o casal, sem deixar de pensar que de todos os que já haviam passado pela minha cama, aquele definitivamente havia sido o mais marcante deles.
— Não sei nada sobre isqueiros, mas sempre que precisarem de um criador de fogo, é só passar aqui no Succubus. — Soltei uma risada, então me levantei da cama porque tava doido pra me livrar do preservativo usado e fumar um cigarro depois daquilo.
O negócio do isqueiro era um puta gatilho, não vou mentir.


FLASHBACK OFF


Desde aquela noite, algo me dizia que nunca encontraria nenhum outro casal que se comparasse aos e definitivamente eu estava certo. Era um dos poucos onde realmente podia ser visto o amor genuíno sem amarras ou ciúmes. O tipo de coisa que me agradava e de certa forma me fazia desejar algo do tipo para mim mesmo.
Quem imagina o que o futuro poderia reservar até mesmo para o dono de um cabaret, não é mesmo?


FIM



Nota da autora: Vocês estão bem aí? Porque nós estamos passando mal com esses três. Olha a química e a safadeza, não é a combinação perfeita? Assim como nos apaixonamos por eles, nós esperamos que isso aconteça com vocês também!
Contem pra gente o que acharam. Quem sabe não vem mais algo sobre eles por aí.
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Beijos e até a próxima.
Ste, Van e Sereia.

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