Última atualização: 24/02/2022

Nota: Olá, sejam bem vindos a "Do Verde Ao Vermelho" espero que tenham uma ótima leitura, mas antes gostaria de fazer alguns esclarecimentos para que ninguém se perca no contexto da história. Essa história acontece em um mundo onde Voldemort está morto (morreu na noite que tentou matar o Harry), ou seja, todas as mortes depois dessa noite não aconteceram. Regulus Black se encontra vivo, o mesmo foi responsável pela destruição das Horcruxs. Nessa minha versão do universo de HP os bruxos recebem a carta de Hogwarts aos quatorze anos ao invés dos onze. Sendo assim, um aluno do primeiro ano tem 14, alguém do 3° tem 16 e por aí vai. A história é originalmente escrita com o Fred de principal, então caso você escolha o George pode haver algumas alterações na personalidade dele, mas nada que atrapalhe sua leitura.
É isso, espero que aproveitem a história.

Prólogo

Black nasceu numa época obscura no mundo da mágica, uma época na qual as artes das trevas estavam se estabelecendo e pessoas más estavam tomando o poder. Seus pais se preocupavam cada vez mais com como seria o futuro de sua filha, até uma noite trágica.
Lilian e James Potter foram assassinados bem na frente do seu filho de apenas um ano, que mais para frente seria nomeado de o menino que sobreviveu à Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. Com a morte dos Potter e a descoberta da traição de Pedro Pettigrew, Sirius criou Harry como um filho.

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Harry e eram inseparáveis, melhores amigos, irmãos com laços mais fortes do que o sangue. Foram criados juntos por Sirius no mundo trouxa, longe de toda as fofocas e comentários sobre o menino que sobreviveu. E juntos fizeram do Largo Grimmauld n°12 seu verdadeiro lar.
Os anos se passavam e as cartas de Hogwarts finalmente chegaram. se mostrou uma bruxa muito avançada para sua idade tendo em seu primeiro ano avançado dois anos.

{...}


Aos 17 ela já se encontrava no sétimo ano, sendo a bruxa mais nova da turma e era uma talentosa batedora da Sonserina. Sempre cercada por seus amigos e sempre aprontando junto com e Weasley.


Capítulo 1

Aviso: Antes de começar a história eu indico que leia as notas e o prólogo para que não fique perdido.

Era manhã quando Harry foi acordar que estava irritada e sonolenta, mas precisava acordar para que eles fossem à toca onde iam passar o resto de suas férias.
— Por que a gente tem que acordar tão cedo? - resmungou a garota.
— Porque eu tenho que resolver algumas coisas no ministério hoje e tenho que deixar vocês na casa dos Weasleys, disse Sirius pela porta do quarto – Vamos, se arrume logo e pegue suas coisas que nós já vamos partir.
Ao dizer saiu do quarto.
A garota resmungou mais um pouco, pegou seu malão do lado da cama e verificou se estava faltando alguma coisa, colocou sua lista de materiais lá dentro, já que eles iriam no Beco Diagonal daqui a algumas semanas.
Após por todas as suas coisas no lugar ela vestiu uma roupa confortável, pegou sua vassoura e seu malão, comeu uma maçã e apressou-se para encontrar com os outros.
Desceu a escada e se juntou a sua família no hall de entrada da casa.
— Finalmente! Achei que íamos ficar plantados aqui o dia todo.
- Falou Harry em tom zombeteiro recebendo uma careta como resposta.
— Já estão indo? - Regulus descia a escada.
— Sim irmão, se não vou me atrasar para meus compromissos no ministério, bem, te vejo mais tarde no jantar? - Dizia Sirius enquanto abria a porta.
— Claro irmão. - Disse Regulus sorrindo para o irmão.
A guerra mudou muito o relacionamento dos dois, os conflitos, a criação de Harry e , tudo contribuiu para a aproximação dos dois. Foi ouvido um som de resmungo e Monstro, o elfo doméstico, veio se aproximando.
— Finalmente essas crianças bagunceiras vão embora.
— Se você continuar falando assim, a gente vai começar a achar que é verdade monstro. - Falava cada palavra com um sorriso no canto da boca.
— Essas crianças atrevidas acham que Monstro é mentiroso agora, Monstro nunca mente.
Harry e já se encontravam rindo do elfo.
— Até mais monstro, até mais tio Regulus vejo vocês no próximo feriado. - Disse Harry e a garota se despedindo, enquanto saiam porta a fora.
— Vou sentir falta dessas crianças chatas.
A fala do elfo tirou risadas de todos.
Os três pegaram um táxi até a estação onde embarcariam em um trem até chegarem na entrada do ministério já que os dois mais novos ainda não haviam pego sua licença para aparatar.
Ao desembarcarem foram até a cabine telefônica vermelha numa rua deserta e suja. Sirius pegou o telefone e digitou 62442, logo ouviu-se uma voz tranquila de mulher.
— Bem-vindos ao Ministério da Magia. Por favor, informem seus nomes e o objetivo da visita.
— Sirius Black, seção de Aurores, estou acompanhado por Harry Potter e Black que vieram apenas como acompanhantes.
— Obrigada. - disse a voz tranquila de mulher.
— Visitante, por favor, apanhe o crachá e prenda-o ao peito de suas vestes.
Ouviu-se um clique e um rumorejo, e pegou os crachás que saíram pela ranhura de metal por onde normalmente saem as moedas excedentes. Eram quadrados prateado com o nome de cada um e o motivo da visita.
Os três pegaram os crachás com seus nomes e prenderam e suas camisas.
A voz feminina voltou a falar.
— Visitante ao Ministério, o senhor deve se submeter a uma revista e apresentar sua varinha, para registro, à mesa da segurança, localizada ao fundo do Átrio.
O piso da cabine telefônica foi descendo pelo que pareceu um ou dois minutos, até que parou lentamente na entrada do ministério.
— O Ministério da Magia deseja ao senhor um dia muito agradável. - disse a voz.
Ao chegarem passaram pela revista das varinhas e foram até os elevadores. O elevador descia conforme mais bruxos entravam e saiam, até que finalmente a voz anunciou que eles haviam chegado ao destino.
— Nível dois, Departamento de Execução das Leis da Magia, que inclui a Seção de Controle do Uso Indevido da Magia, o Quartel-General dos Aurores e os Serviços Administrativos da Suprema Corte dos Bruxos.
A porta do elevador abriu e eles e alguns bruxos foram saindo.
— Bem eu vou entrar aqui no quartel-general dos aurores, é só vocês seguirem mais para frente que vão encontrar o Arthur e é só pedirem a chave de portal.
— Porque a gente só não usou pó de flu? - perguntou Harry sem entender o porque tiveram que fazer toda aquela viajem.
— Esqueceu Harry? A rede de flu da nossa lareira tá péssima, da última vez tentei ir pro beco diagonal parei na casa de um desconhecido — Falou a garota lembrando da aventura desagradável.
— Falando nisso, você precisa pedir pra que alguém arrumar isso logo, só Merlin sabe onde vamos parar da próxima vez. - Harry concordou com a garota.
—Tudo bem, eu vou resolver isso depois, mas agora eu estou atrasado, não se esqueçam de ir lá no Arthur, e aproveita e vai visitar Marie na Seção do controle do uso da magia, faz muito tempo que você não vê sua mãe.
Disse Sirius enquanto ia entrando na área dos aurores.
— De jeito nenhum, ela não se dá o trabalho de mandar uma carta e eu que tenho que procurar ela? - Disse em tom baixo para o pai não ouvir.
— Bem, tarde demais pra tentar não ver ela... - sussurrou Harry no ouvido da garota enquanto ela observava a mãe se aproximar.
— Que merda...
— Olá Harry, Olá , o que... o que vocês estão fazendo aqui? - disse em um tom sério já pronta para dar um sermão na filha.
— Viemos pegar uma chave de portal com o Sr. Weasley, vamos passar umas semanas na toca.
O garoto falava pacientemente.
— Ah sim, o Sirius comentou algo assim comigo, bem de qualquer forma tenho que voltar ao trabalho, foi ótimo ver vocês.
— Não posso dizer o mesmo a respeito de você. - Sussurou enquanto sua mãe saia.
tente parecer menos feliz. - falou Harry debochando da garota enquanto eles iam andando para o cubículo que o Sr. Weasley ficava.
— Harry, , é ótimo ver vocês! - dizia conforme se levantava para abraçar os dois.
— Igualmente Sr. Weasley
— Estávamos com saudades Senhor. - Disseram os dois.
Eles tiveram uma pequena conversa e o Sr. Weasley abriu sua gaveta e pegou a chave de portal.
— Bem, está aqui, vão logo pois a Molly está esperando vocês para o almoço e já está quase na hora de ativação da chave.
Os três se despediram, Harry e seguram a chave do portal. Eles se sentiram sendo puxados para baixo e quando viram já tinham chegado na toca.
querida, Harry, entrem, entrem, venham comer, deve ter sido uma viajem cansativa. - A sra. Weasley falava enquanto se aproximava dos dois com os braços abertos e prontos para um abraço.
Após se abraçarem a Sra. Weasley se apressou a levar eles para dentro para almoçarem.
— Eles chegaram? - podia se ouvir a voz de Gina do lado de fora.
Os três entraram na casa, Harry já sendo recepcionado por um beijo de Gina.
— Por que vocês não vão fazer isso num quarto? - Dizia rindo.
OLHA ESSA BOCA SUJA! - Todos caíram na gargalhada com a fala da Sra. Weasley.
olhou melhor para , lindo como sempre, talvez até mais bonito se é que isso era possível. Mas ela podia notar que ele estava mais forte que da última vez que ela o viu, jogar quadribol não o deixava só bonito como também muito gostoso. Ela tentou tirar os pensamentos impuros que surgiam em sua mente. E então olhou para , ele era quase idêntico ao irmão estava tão alto e bonito quanto , mas tinha alguma coisa, alguma coisa que tinha que não possuía, uma coisa que parecia deixar hipnotizada.
— Mundo chamando . - Dizia a tirando de seus devaneios.
— Ah, oi garotos, eu... eu só tô cansada - Antes que ela pudesse falar outra coisa ela foi puxada pela Sra. Weasley para a mesa de jantar.
— Ah, pobrezinha, deve estar cheia de fome também, fique tranquila querida, depois de comer você vai se sentir muito melhor.
A garota ajudou a levar as comidas para a mesa e se sentou.
, , RONY, GINA, Harry querido, VENHAM COMER.
E todos começaram a comer e conversar agradavelmente.

{...}


— Que droga, tá chovendo. - Resmungou Rony.
Mas todos estavam chateados com a chuva, eles estavam planejando jogar quadribol há semanas desde que combinaram que Harry e iriam passar parte das férias lá. Gina e Harry estavam jogando Xadrez bruxo para tentar combater o tédio, Gina obviamente estava ganhando mais uma vez.
— Ah quer saber, que se dane eu vou jogar. - falou levantando do sofá.
— Nossa mãe vai te matar — Dizia a ruiva enquanto fazia sua jogada final. — Xeque mate, perdeu de novo Harry.
— Ela nunca iria brigar comigo se a estivesse junto, na pior das hipóteses eu digo que a ideia foi dela. - Dito isso ele foi puxando a garota para o quintal.
Nenhum outro se atreveu a sair para chuva. Os dois foram em direção ao armário de vassouras para pegar o equipamento de quadribol.
— Eu vou te derrotar , mas isso você já sabe. - debochou a garota.
— Com uma Firebolt fica fácil, não é?
Os dois trocaram olhares desafiadores.
— Então me empreste a vassoura do , aí você vai ver que é fácil te vencer seja com ou sem uma Firebolt. - disse e deu um sorrisinho de canto de boca que foi retribuído pelo ruivo.
— Você se acha muito Black. - Disse o garoto enquanto dava a vassoura e um bastão para a garota.
— Eu vou te mostrar que eu sou, Weasley.
Os dois subiram em suas vassouras, cada um com seu bastão na mão. saiu da casa para soltar o balaço para eles e correu para dentro junto com os outros, ele não era nem doido de ficar lá fora para assistir aquele jogo maluco que com certeza terminaria mal.
Totalmente encharcada pela chuva, deu o primeiro golpe no balaço jogando ele diretamente para que quase imediatamente rebateu, os dois ficaram assim por um bom tempo como se estivessem jogando um tipo de jogo de ping-pong perigoso.
Estavam totalmente encharcados, com a visão limitada pela chuva que só aumentava. A garota desviou por pouco de um balaço e a desequilibrou da vassoura, mas já se encontrava bem e rebatendo o para direção de .
— Você sabe que pode desistir Black. - Disse o garoto.
— E você sabe que eu não vou desistir Weasley.
Os dois continuaram nessa disputa maluca subindo cada vez mais alto com as suas vassouras. A garota rebatia os balaços com cada vez mais força, alguns tinha que desviar pois não tinha nem tempo direito para rebater. O jogo ia ficando cada vez mais emocionante, embora a chuva estivesse impedindo um pouco da visão, isso não pareceu incomodar nenhum dos dois.
rebateu a bola mais uma vez e o garoto fez o mesmo com mais força, desviou mas a bola à atingiu de raspão e derrubou seu bastão, com o braço doendo e desequilibrada na vassoura ela quase foi atingida de novo pelo balaço mas desviou por pouco e quase caiu da vassoura, tentou se segurar mas ela acabou ficando pendurada apenas pelas mãos.
— Puta merda!
já imaginava a morte terrível que ela teria, ou a dor insuportável caso ela sobrevivesse a queda. O balaço estava vindo bem na direção dela, e além da bola de ferro havia uma queda de mais 10 metros a esperando.
Antes da bola acertar , puxou a varinha e mandou o balaço de volta para o malão onde ele ficava, foi até a garota e a ajudou a voltar para a vassoura.
Os dois desceram juntos, pode ver que o garoto estava mancando o que significava que o balaço também devia o ter atingido de raspão em algum momento do jogo.
Ao entrarem em casa se depararam com a Sra. Weasley que assumiu uma cara muito preocupada quando viu o estado dos dois, ela os mandou tomarem um banho quente e logo depois do banho foi cuidar do ferimento dos dois.
— Por Merlin, onde vocês estavam com a cabeça? Podiam ter se machucado feio, além da probabilidade dos dois pegarem uma gripe — Dizia ela em tom preocupado — Foi ideia sua, não foi ? Ah sempre metendo os outros em confusão.
Ela olhava para o garoto com uma cara bem brava.
— Pobre , o braço dela está todo roxo, ah , olha o que você fez, só sabe aprontar. - Dizia a sra. Weasley enquanto colocava em dois copos um tipo de poção para aliviar a dor. — Vai, tomem, o gosto é ruim mas vai fazer vocês se sentirem melhor.
Os dois tomaram e fizeram uma profunda careta, o gosto era realmente ruim, mas a dor já havia diminuído.
Férula!
A mulher falou enquanto apontava a varinha para os ferimentos fazendo assim surgir ataduras que cobriam os ferimentos. Após repetir o mesmo feitiço em avisou para os dois que ficassem ali na sala sem fazer muito esforço para que a dor nos machucados não aumentassem.
— Ótimo jogo Black.
— Igualmente Weasley.
— Você estava rebatendo meus ataques com tanta força que eu achei que queria me acertar. - disse e os dois riram.
— Ah eu até pensei em acertar sua cara, mas ia estragar seu rostinho bonito. - Disse dando ombros.
lançou um olhar presunçoso
— Acha meu rostinho bonito Black?
Ela achava, mas não era algo para se dizer em uma conversa entre amigos.
— Vai se ferrar . - disse empurrando ele com o braço machucado.
— Ai, isso dói mesmo né?
Os dois caíram na gargalhada e a noite passou cheia de piadas e brincadeiras idiotas.


Capítulo 2

Para sorte de alguns e azar de outros o dia começou ensolarado e quente, definitivamente um dia perfeito para se jogar quadribol.
Logo cedo abriu a porta do quarto de Gina sem se preocupar em fazer silêncio assim acordando as duas garotas.
— Eu tô entrando, espero que a não durma pelada ein. Falou em um tom brincalhão enquanto entrava no quarto.
— Eu sei que me ver pelada é seu sonho, mas não vai ser hoje disse com uma voz sonolenta enquanto ia se levantando da cama.
— Não comecem com essa conversa estranha de vocês logo de manhã! resmungou Gina entre as cobertas tentando voltar a dormir.
— Levantem logo. resmungou.
— Estamos só esperando vocês pra tomar o café, e a gente sabe que a mãe não vai deixar ninguém tocar na comida até que a esteja lá embaixo. Ele foi puxando as cobertas de Gina obrigando a garota a acordar e consequentemente deixando a irmã bem brava.
— Vai se foder . Disse Gina dando o dedo do meio para o irmão enquanto se dirigia ao banheiro.
— Francamente, que mal humor...
Após uma longa demora, as garotas desceram já com os dentes escovados e cabelos penteados.
Logo que elas chegaram na cozinha um cheiro delicioso invadiu os pulmões de e ela se sentou ao lado de ) esperando ansiosa para saber de onde vinha aquele cheiro maravilhoso.
não demorou muito a descobrir pois Sra. Weasley estava retirando alguns tabuleiros do forno com vários pãezinhos.
meu amor, que bom que você desceu, estavamos só te esperando. A mais velha falou amavelmente enquanto abraçava a garota e deixava um beijo suave no topo da cabeça dela.
A Sra. Weasley era como uma mãe para , até mais que a mãe biológica da garota. Ela sempre cuidou da menina como sua própria filha, o que era muito importante para pois a garota passou grande parte de sua vida sem nenhum símbolo materno presente.
— Eu também tô aqui mãe Disse Gina balancando seus braços, mas foi totalmente ignorada pela mãe que continuou a falar.
— Harry, queridos peguem os pães de canela, eu sei que são os favoritos de vocês, estão quentinhos acabei de tirar do forno.
— Pra gente ela não faz isso... — resmungava Rony baixinho enquanto estendia a mão para pegar um pãozinho — Aii!
— As visitas primeiro Rony — Disse a mulher em tom bravo depois de bater na mão do filho — Se sirvam queridos.
— Ah, Harry, , comam mais estão tão fraquinhos... e ) falaram imitando a mãe.
A Sra. Weasley lançou um olhar bravo aos filhos.
— Não se pode nem mais brincar nessa casa ).
— Não há mais liberdade de expressão aqui .

{...}


— Ah que tédio! Reclamava a garota pelo que parecia ser a quinta vez como se de alguma forma repetir tantas vezes aquilo fosse melhorar alguma coisa. Jogar quadribol nas férias na toca era praticamente uma tradição, e ver que todos foram jogar sem nem ligar para eles deixava bastante bravo.
— Ah eu acredito, porque afinal, se fosse ao contrário nós fariamos o mesmo. Falou analisando a situação.
— Ah é mesmo. concordou dando ombros.
— Só queria que houvesse uma forma da gente poder jogar. falou deixando sua mente trabalhar em possíveis ideias.
Eles se olharam, pensando a mesma coisa, já iam se levantando do sofá quando a Sra. Weasley passou pela sala trazendo essência de murtisco para passar nos ferimentos dos dois.
— Nem pensem nisso! Vocês não estão em condições de jogar, até que seus machucados melhorem totalmente, nada de quadribol para vocês.
Ela falou repreendendo a ideia maluca deles.
Os dois soltaram murmúrios de protesto, mas não adiantou, Molly estava irredutível.
A Sra. Weasley retirou primeiro as bandagens de e ficou espantada com o ferimento que agora estava em uma tonalidade roxo escura além de uma abrasão grave causada pela bola.
— Viu? E os dois querendo jogar! Vê se pode isso? Ainda falando sobre como os dois jovens eram inconsequentes ela pegou a essência de murtisco e aplicou na área.
soltou um grito no primeiro contato daquilo com o ferimento mas logo a essência fez efeito e não sentiu mais dor nenhuma.
A Sra. Weasley fez o feitiços para por as bandagens na garota e logo foi repetir o processo em . Ao desfazer o curativo foi possível ver um ferimento tão feio quanto o se .
— Maneiro Disse olhando para a perna totalmente roxa.

{...}


Os dois jogaram umas partidas de snap explosivo até que a Sra. Weasley decidiu que era "perigoso devido a condição dos dois". Deram umas espiadas no jogo que acontecia lá fora, jogaram um pouco de xadrez bruxo, além de mais meia duzia de outros jogos mas eles estavam novamente entediados.
— O que duas pessoas fazem quando não tem nada para fazer?? dizia em tom de puro tédio.
— Normalmente eles transam... falou num tom tranquilo apenas dizendo a primeira coisa que veio em sua mente.
nunca se importou eu pensar antes de falar, talvez esse fosse o motivo dela e dos gêmeos se darem tão bem .
se você quer me fuder me pague um jantar primeiro. Falou entrando em mais uma das brincadeiras "estranhas" dos dois, como Gina costumava chamar.
Era obviamente um flerte mascarado de brincadeira, mas os dois não eram corajosos o suficiente para admitirem isso.
— Só um jantar? Eu sempre soube que você era fácil mas não imaginava que era tão fácil assim.
Ela disse e os dois gargalharam alto. As coisas entre os dois sempre foi assim, sempre levavam tudo na piada com medo de perder a amizade que tinham.
— Pra você eu sempre sou fácil amor. Falou e deu uma piscadela assim tirando mais uma risada da garota.
se aproximou mais dele e susurrou no seu ouvido: — Bom saber amor
Todos os pelos do pescoço de se arrepiaram, ele ficou sem reação não sabia se fazia mais uma piada pelo bem da amizade deles ou se a puxava e realizava uma das muitas de suas fantasias ali mesmo.
Em um impulso pôs sua mão na nuca da garota se emaranhado nos cabelos dela.
, sexo só depois do casamento ela disse ainda sussurrando perto do ouvido dele.
Ela tentava fingir que não, mas conseguia muito bem sentir a tensão sexual que havia ali, e secretamente ela gostava daquilo.
— Meu Deus suas piadas são péssimas — dizia com a voz rouca sem retirar a mão da nuca da garota a acariciando e puxando levemente o cabelo dela. A fazendo sair de perto do ouvido do garoto e o olhar.
Seus olhares se encontraram, estavam muito próximos, pela primeira vez totalmente sozinhos, sem ), Harry ou qualquer outro amigo dos dois, dessa vez era diferente, não era mais uma das brincadeiras costumeiras dos dois.
abaixou a cabeça para quebrar o contato visual, mas aí ela reparou o volume nas calças do garoto e engoliu seco.
Ele notou para onde ela estava olhando e se amaldiçoou mentalmente.
Ela olhou novamente para ele tentando ignorar sua intimidade que pulsava.
Mas nada adiantou pois em segundos as bocas dos dois se encontraram.
Logo suas línguas se movimentavam em um ritmo intenso.
pôs a mão no cabelo dele o puxando para mais perto. começou a explorar o corpo de lentamente com a mão esquerda enquanto a outra se mantinha nos cabelos dela.
Cada toque parecia eletrificar o corpo da garota. Seus corpos ficavam cada vez mais próximos e o ruivo puxou para seu colo diminuindo qualquer espaço que restasse entre os dois.
O beijo ganhava um ritmo cada vez mais desesperado e malicioso. Os dois precisavam de mais, e nesse momento eles não estavam ligando para o que aconteceria com a amizade deles se fossem adiante com aquilo, eles não se importavam mais com nada, só queriam um ao outro.
Eles escutaram o barulho da porta abrindo e se afastaram bruscamente ainda ofegantes, sem coragem para se encararem. E se apressou para colocar uma almofada no colo.
— Eai e .
Era
— O jogo acabou? perguntou evitando olhar para .
— Sim acabou faz um tempo, o Harry e a Gina estão se beijando em algum canto e o Rony ta resmungando algo como "A Hermione deve estar se divertindo muito agora na França" então vim pra cá. — Disse alheio a situação — O que aconteceu? Vocês dois estão estranhos.
O outro gêmeo falou enquanto sentava no sofá entre os dois percebendo um clima diferente entre a amiga e o irmão.
— Ah... Nada... nada de mais, ela só perdeu no snap explosivo pra mim e não quer aceitar. se apressou a dizer dando uma desculpa esfarrapada.
— Eu... eu... eu não perdi partida nenhuma - disse ainda levemente ofegante e confusa.
— Viu, eu falei, ela nunca aceita a derrota...
— Vocês e essa competitividade maluca. — Falou aos risos — Falando em coisa maluca, e eu estavamos doidos para te mostrar uma coisa né ?
O outro gêmeo parecia ter saído de um devaneio ao ouvir o irmão o chamar.
— O que? — Disse confuso — Ah sim, me lembrei.
Os três subiram para o quarto dos gêmeos, fechou a porta e começou a falar mais baixo.
— Bem, eu e estavamos trabalhando num produto novo, e finalmente terminamos, estavamos doidos para mostrar para você. Vai, mostra pra ela .
O garoto lançou um feitiço e a escrivaninha do quarto dos dois se transformou em um tipo de cofre.
— Temos que esconder bem nossos produtos porque se a mãe achar ela joga tudo no lixo. Explicou .
abriu o cofre e pegou um frasquinho de poção.
— Vai, bebe. - disse enquanto estendia o frasco para a garota evitando olhar diretamente para ela.
— Vocês vão tentar me envenenar é?
Perguntou olhando para eles desconfiada.
— Dessa vez não Black.
Enquanto dizia isso seu olhar se cruzou com o de e os dois desviaram o olhar o mais rápido possível.
— Fica tranquila, prometo que é seguro, a gente já testou, você vai gostar, prometo.
— Tá bom, eu vou tomar, mas só porque o prometeu que isso não vai me matar. Ao dizer isso tirou a tampa do frasco e tomou, tinha um gosto agradável de algodão doce.
— Além do gosto bom, o que isso faz? eu ainda não virei nenhum ser estranho.
— Olhe você mesma— Dizia enquanto abria a porta — Accio espelho.
Um espelho de mão, que provavelmente era de Gina veio flutuando até as mãos de .
A garota se olhou no espelho e viu que seu cabelo estava mudando de cor a cada segundo.
— O que está acontecendo? - Ela perguntou surpresa.
Dessa vez que explicou:
— Essa poção faz com que seu cabelo fique da cor do seu humor, por exemplo, vermelho quer dizer que você está brava, azul é tristeza, amarelo alegria, laranja é quando você- O garoto parou de falar derrepente pois o cabelo da garota havia parado no laranja.
— Laranja significa o que? - perguntou vendo a cor de seu cabelo.
— Significa tesão ... - Disse finalmente olhando diretamenta para a garota sem saber se ria ou se a puxava para perto pra que eles terminassem o que haviam começado.
— Tava pensando no que , em um threesome foi? Torre Eiffel? Que mente suja ...
rindo enquanto falava.
O garoto estava quase sem ar de tanto rir.
Ela e que estavam se olhando até agora quebraram o contato visual para olharem para o outro gêmeo.
— Haha, muito engraçado, agora faz isso voltar ao normal. - disse a garota com o rosto corado. — Esse é o problema... O efeito só passa em vinte quatro horas. - Disse baixinho com medo da reação da amiga.
A garota lançou um olhar mortal para os gêmeos ao ouvir isso. Seu cabelo agora variava entre vermelho de raiva e branco de vergonha.
— Mas calma... Eu... Eu e temos um jeito de fazer parar, mas... a gente ainda não testou, pode ser que não dê certo... - disse calmamente com medo da reação de .
— Não me importo, só faz voltar ao normal.
Ela estava tão envergonhada, brava e confusa, seu rosto estava tão vermelho que ela poderia ser facilmente confundida com um tomate.
pegou outro frasco no cofre e deu para a garota que bebeu rapidamente.
— Acho que voltou ao normal disse ela verificando no espelho.
— Acho que não... disse pegando uma única mecha perto da orelha da garota, esse simples toque fez a mecha sair do branco para o laranja.
— Cadê? veio se aproximando para ver.
escondeu a mecha e se apressou a dizer:
— É melhor a gente descer, ou a mãe vai desconfiar que estamos fazendo alguma besteira.
Então os três desceram as escadas com ajudando por conta da perna machucada.

{...}


e passaram o resto do dia se evitando o que todos acharam estranho.
Chegou a hora do jantar e todos já estavam na mesa, até o Sr.weasley que havia voltado do trabalho. Estavam todos sentados colocando as comidas em seus pratos.
não parava de pensar no que havia acontecido na sala, como se já nao bastasse ter sua mente como inimiga, ela mal se quer conseguia olhar para sem lembrar da boca dele na dela.
— Gina me passa o frango pediu a garota.
— O frango ta bem na frente do , por que você não pediu a ele?
Disse Harry questionando a irmã
— Cala a boca Harry! Falou brava, essa era a pior hora para o Harry vir se meter.
— Gina me passa o frango de volta eu não tinha pego. Pediu .
Gina devolveu o frango a ele. — Gina me passa o purê por favor?
falou .
— Mas o t‐ Harry tentou falar sendo novamente interrompido.
— Cala a boca Harry! dessa vez foi que falou.
Rony virou para irmã e começou a falar:
— Ah Gina pode me passar o-
— EU NÃO VOU PASSAR NADA PRA NINGUÉM, VOCÊ QUE LEVANTE E PEGUE. A ruiva gritou impaciente.
— NÃO GRITE NA MESA GINA! Gritou a Sra. Weasley repreendendo a filha.
— Desculpa mãe...
Disse Gina baixinho.
— É... , pode me passar o purê? disse sem jeito.
— Ah... sim ... Ela pegou a travessa de purê e estendeu para que ao pegar acabou encostando nos dedos dela que soltou rapidamente a travessa..
— Vocês estão muito esquisitos hoje... comentou Rony
O resto do jantar se seguiu tranquilo, saiu da mesa antes com a desculpa de que não estava se sentindo bem.
A garota tinha acabado de subir as escadas e estava no corredor do segundo andar da toca indo para o quarto da Gina até que sentiu alguém a puxar pelo braço.
Ela se virou e viu que era .
— O que foi? disse impaciente.
— Você vai realmente continuar me ignorando e agindo estranho? disse sério sem soltar o braço de .
— E-eu eu não tô- tentou dar uma desculpa mas foi interrompida por .
— Você tá sim , a gente se beijou eu sei, e o clima ficou estranho, mas a gente é amigo a tanto tempo, eu não quero que isso estrague nossa amizade. Ele soltou o braço da garota e eles se olharam.
— Você tá certo, a gente não pode deixar um beijo estragar a nossa amizade, aliás, amigos fazem isso o tempo todo né? e nem por isso estragam a amizade né? Disse ela perguntando mais pra si mesma do que para ele.
— Você tem razão Disse mas tranquilo.
E novamente eles estavam próximos e sozinhos e quando foram ver, suas bocas já estavam coladas novamente.
Os dois se beijavam com mais vontade do que nunca.
— É melhor a gente parar disse cortando o beijo.
— Por que parar? Amigos se beijam às vezes né? disse segurando a mecha da garota que que estava num tom forte de laranja.
— Tá bom, mas só dessa vez... Ao dizer isso a garota puxou o ruivo para perto colando novamente seus lábios.


Capítulo 3

— Tá bom, mas só dessa vez...
Até ela sabia que aquilo era uma mentira mas naquele momento seu único foco era ele. segurou a gola do suéter do ruivo e o puxou para perto colando novamente seus lábios.
Logo os dois abriram espaço para suas línguas. podia sentir o sabor adocicado de morango, que provavelmente era da bala preferida da garota.
A mão esquerda de foi até o cabelo ruivo emaranhando os dedos nos fios sedosos, enquanto sua outra mão acariciava o rosto dele.
Já as mãos de estavam descendo pelas laterais do corpo dela lentamente, acariciando cada canto, saboreando cada curva.
Ele desejava que aquele momento nunca acabasse, pois não sabia se teria outra oportunidade de sentir aqueles lábios novamente, sentir o corpo da garota tão junto ao seu, seus corpos ardendo de desejo um pelo outro, aquela sensação que ele nunca havia sentido antes com nenhuma das mulheres que ele já havia levado para cama. Talvez pelo fato de que ele nunca achou que estaria assim com a amiga um dia. Não fora de sua imaginação.
Para não era novidade ter sua mente o sabotando com os pensamentos mais impuros envolvendo a garota.Mas nunca passou disso, apenas pensamentos e flertes.
Mas lá estavam eles, se beijando com cada vez mais intensidade, sem se importar do que aconteceria depois.
Ela puxava os cabelos dele sem tanta delicadeza como antes, totalmente louca com os toques dele por toda sua pele. estava incomodada com a distância que havia entre eles, mesmo sendo mínima. Ela queria tirar cada peça de roupa ali mesmo para que a distância que os tecidos causavam não fossem mais um problema, para que ele pudesse tocar todo seu corpo sem nenhum impasse.
O ruivo a empurrou com uma certa força na parede numa tentativa de aproximar mais dela, tomando cuidado para que o braço machucado da garota não batesse na parede. Ele estava mais colado ainda nela, tão próximos que conseguia sentir seu cheiro, era uma mistura deliciosa de limão e canela que ela sempre sentia quando nos dias frios a emprestava seu Suéter, ela sempre gostou daquele cheiro, fazia questão de respirar fundo sempre que usava a peça de roupa do garoto.
Talvez fosse seu cheiro preferido, ela queria ficar mais próxima, queria sentir mais do perfume hipnotizante do garoto, ela queria foder tanto com ele até que seu cheiro se impregnasse na pele dela. separou o beijo e pôs a mão na barra do suéter de , já cansada da distância da pele do garoto com a sua, o puxando para cima e admirando a bela visão do abdômen definido do garoto.
— Nossa, você realmente está em boa forma... Disse mais ofegante e com a voz mais falhada do que esperava.
Até ele podia ver que ela estava perdendo o controle aos poucos.
Ele soltou uma gargalhada rouca e rápida e a puxou de volta para perto.
— E você está realmente me deixando maluco.
se arrepiou com o sussurro rouco dele perto do ouvido dela, e ela se pegou desejando que ele dissesse coisas sujas nesse mesmo tom quando os dois estivessem em sua cama.
começou a distribuir beijos pelo pescoço dela a fazendo sentir um formigamento em cada canto em que a boca dele se encontrava com a pele exposta do pescoço dela, e a mesma estava fazendo leves arranhões nas costas de que provavelmente deixariam uma marca avermelhada no dia seguinte.
o empurrou para a parede do outro lado do corredor e começou a beijar o pescoço do garoto de um jeito suave que estava enlouquecendo , o toque da boca da garota em sua pele o fez imaginar tantas coisas sujas e tantos lugares em que gostaria que aquela boca estivesse.
As mãos do mesmo entravam por de baixo da blusa dela e acariciavam seu corpo, ele tocava lentamente, passando as mãos pelas costas de fazendo um arrepio subir por sua espinha.
Eles se afastaram apenas o suficiente para que o garoto tentasse puxar a blusa dela para cima já ansioso para explorar mais do corpo dela.
— Aqui não . disse ofegante, com uma voz que soava quase como um gemido.
Entendendo o que a garota estava dizendo o ruivo deu uma piscadela e a puxou pelas escadas sem nem se importar com a perna machucada.
Ao chegarem perto do quarto empurrou a garota a deixando contra a porta, podia sentir o grande volume nas calças do garoto e só conseguiu pensar nele dentro dela. Ambos já estavam desesperados por aquilo se beijaram mais uma vez e entraram no quarto. O ruivo não perdeu tempo e se apressou em tirar de uma vez a blusa de e a jogar pelo chão, foi beijando a área proxima aos peitos, admirando cada detalhe, olhando para o sutiã rendado e deixando leves marcas nas partes que o próprio não cobria, enquanto uma de suas mãos brincava com o fecho do sutiã, tentando saborear cada momento, cada arranhão que a garota lhe fazia, cada carícia e cada puxada de cabelo.
Ele a queria ver exatamente assim, o arranhando, acariciando, puxando seus fios, nua, gemendo seu nome bem alto, enquanto ele finalmente a fodia. Ele então parou de brincar com o fecho e se preparou para ir o tirar, mas foi impedido pela garota.
— Não mesmo , eu que estou no comando aqui. Só essa frase fez ele se arrepiar por inteiro, ele precisava urgentemente do corpo dela sob o seu.
empurrou ele na cama e começou lentamente a desabotoar seus shorts com a maior calma e sensualidade, olhando diretamente para que também começou tirar sua calça.
Ela tirou lentamente o sutiã, cada movimento sendo seguido pelo ruivo que a olhava com um olhar hipnotizado.
— Por Merlin... Disse ele baixinho louco com a visão de coberta apenas por uma calcinha rendada, os cabelos caindo sob os seios à mostra.
Ele não sabia se estava tendo a visão do paraíso ou um pedaço do inferno de tão quente que a garota a sua frente era. Ele admirou cada curva, cada canto, cada marca, cada balançar do cabelo da garota enquanto ela se aproximava da cama lentamente o provocando, nunca na vida ele havia visto algo tão bonito, olhava sem nem piscar como se assim conseguisse gravar eternamente aquela imagem em sua mente, a qual estava contaminada pelos pensamentos mais sujos, a imaginando em vários ângulos e posições gemendo no ouvido dele.
Ela se aproximou e subiu em cima dele e os dois continuaram seus beijos, que ficavam cada vez mais quentes, se é que isso era possível. O fato dela estar em cima dele, tão próximos, apenas com o tecido de suas roupas íntimas separando seus toques o fez enlouquecer, ele a queria por completo, e queria agora.
— Agora é minha vez.
Dito isso ele trocou de posição, ficando por cima da garota. Começou a beijar ela calmamente, um beijo doce e delicado, foi descendo seus beijos, indo ao pescoço, ele podia sentir o cheiro doce de enquanto a beijava, indo para a clavícula tão devagar que era um tipo de tortura deliciosa para a garota. Ele finalmente, para o alivio dela, chegou aos seios, dando uma atenção extra a essa parte, beijando cada parte deixando algumas marcas pelo caminho, saboreando cada parte fazendo com que soltasse alguns gemidos baixos e puxasse com mais força os fios de . Foi descendo os beijos pela barriga, quanto mais abaixava a trilha de beijos maior era a excitação da garota, ela já estava sem ar, queria que a boca dele saboreasse mais de seu corpo, queria o ver entre as suas pernas a dando prazer.
Ele também tinha o mesmo pensamento, já havia pensado nisso mesmo antes dessa noite. Ele sua boca descia até chegar na barra da calcinha da garota, ele parou para admirar o corpo dela. estava ofegante, seus longos cabelos estavam bagunçados, sua mecha num laranja quase fluorescente, com seu corpo lindo e suado desejando mais contato com e a expressão no belo rosto da garota deixava bem claro o quanto ela o queria.
— Por favor ...Continua... Ela disse em um quase gemido.
Ouvir a suplica da garota fez ele ficar ainda mais excitado, ele iria fazer com que gritasse o nome dele por toda a noite e que implorasse por mais em seu ouvido. Com esses pensamentos em sua mente o garoto segurou a barra da calcinha da garota e começou a puxar lentamente.
— Que Porra é essa?
Os dois viraram imediatamente para a porta, com fazendo o máximo para cobrir o corpo da garota com o seu.
Era , parado na porta, seu rosto era um misto de surpresa com vergonha.
— Vocês deviam fazer menos barulho, sorte de vocês que acharam que era o vampiro. Dito isso ele saiu dando uma risadinha.


Continua...



Nota da autora: Sem nota.



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