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Enviado em: 10/01/2021

Capítulo Único

[When it's been a while
It's always just a little bit more special
When it's been a while
And it's been a while]


-


A pessoa que inventou o Hot Yoga claramente tinha alguns problemas para trabalhar no psicólogo. E o infeliz que colocou para ensinar a referida aula de Hot Yoga precisava queimar no inferno. Assim como estava indo, provavelmente. Bom Deus, ela nunca suou tanto em sua vida e, considerando que ela passou uma hora muito longa na sala sufocante assistindo Professor se curvar de formas cada vez mais improváveis, mas também eróticas, a jovem estava molhada em mais lugares do que apenas onde o suor estava escorrendo. Merda.
Respirando com dificuldade, ela saiu da sala com os outros alunos e discretamente olhou ao redor, enxugando-se. se sentiu como se tivesse tomado um banho morno, a pele quente ao toque. Não foi inteiramente culpa do infravermelho, é claro, mas ajudou a esconder os motivos menos inocentes. Havia pessoas circulando, e ela foi até o bebedouro com sua garrafa. Serviu ao duplo propósito de repor os líquidos tão necessários em seu corpo, mas também deu a um motivo para ficar vagando perto da sala de aula sem chamar a atenção para si mesma.
Depois de encher e esvaziar a garrafa duas vezes, porém, teve que admitir a derrota. não estava em lugar nenhum. Talvez ele já tivesse saído, talvez ele tivesse outra aula para dar logo depois. Talvez, ela pensou com o coração apertado, ele a estivesse evitando. Todos esses cenários eram igualmente prováveis. Muito orgulhosa para verificar a sala e provar que estava errada, tomou um grande gole de sua água fria e rosqueou a tampa de volta no lugar, suspirando. Ela precisava de um banho e talvez uma hora de descanso na banheira de hidromassagem. Isso a relaxaria e apagaria as memórias de suor escorrendo pelas costas largas de e seu próprio impulso ridículo de lambê-lo.
Prendendo os longos cabelos para cima, caminhou em direção ao vestiário feminino, a mente focada no shake de proteína que tinha em sua bolsa e no banho quente que a esperava. Era isso – era um bom dia e terminaria bem de qualquer maneira. Não era como se a mulher precisasse de mais nada.
Antes que ela pudesse alcançar a maçaneta da porta, porém, uma mão disparou e envolveu em seu pescoço – não apertando, mas ali, quente, grande e proprietária. deixou escapar um ruído de surpresa e não teve tempo de gritar antes de uma voz familiar sussurrar, terrivelmente perto de seu ouvido.
— Quieta, agora. Não queremos chamar atenção para nós mesmos, queremos? — pôde ouvir o sorriso malicioso na voz de , claramente se divertindo com a coisa toda. — Você não achou que eu esqueci nosso compromisso, não é?
Agora sua respiração estava presa por outro motivo totalmente diferente. Não foi apenas o suor seco que fez estremecer, e ela teve que apertar as coxas com mais força. Porra, ele não a havia deixado esperando, afinal. Não que eles tivessem compromissos reais para cumprir ou algo assim – mas era um entendimento. As expectativas eram naturais.
— Não te vi quando saí da sala. — foi tudo o que ela conseguiu dizer, a mão dele ainda em volta de seu pescoço. Agora que sabia o que procurar, ela podia sentir claramente o peito nu de contra suas costas suadas, sua mandíbula roçando a pele sensível sob sua orelha.
Ele riu, profundo e sombrio, apertando um pouco a mão.
— Gosto de mantê-la alerta.
Com isso, ele passou o braço livre em volta da cintura dela e a puxou com força para a sala atrás dele. nem percebeu que era o vestiário masculino até que estava trancando as portas com uma chave que tinha certeza de que ele não deveria ter. Era um pouco difícil de pensar, porém, com seu fluxo de ar não realmente restrito, mas quase como se estivesse. Porra.
Uma vez que a porta estava firmemente trancada, a carregou até que suas costas estivessem contra a porta e ele fosse pressionado com força contra a frente de . Com o peito nu e usando calças largas de ioga, não era difícil sentir sua ereção pressionando contra seu estômago. Ele ainda estava sorrindo, o bastardo.
— Você não parecia estar indo bem na aula hoje. Talvez eu deva lhe dar aulas particulares algum dia.

[Every touch becomes a hammer
Every second becomes an hour
[...]
All it takes is just some time]


lambeu os lábios, deixando escapar uma risadinha sem fôlego.
— Talvez você deva. Faça bom uso de toda essa flexibilidade.
bufou, revirando os olhos para o deboche dela e, em seguida, olhou atentamente para os lábios pegajosos de saliva. Quando estava prestes a fazer outra piada, ele se inclinou e a beijou com força.
Ela não ficou surpresa, na primeira vez que se beijaram, que beijava como se fosse uma batalha que ele precisava vencer. Ele tinha essa necessidade de dominar, e não havia espaço para mais nada. Foi tão bom que, realmente, achou ridiculamente fácil se submeter a ele. A língua do homem agrediu sua boca com intenção, provando-a e fazendo-a gemer abafado. As mãos de se moveram para envolver seus ombros frouxamente, mais para equilíbrio do que qualquer outra coisa. A mão direita dela, seguindo o roteiro ao pé da letra, enroscou-se no cabelo dele e ela puxou, estremecendo e se deliciando com o gemido gutural que deixou escapar.
— Prostituta — acusou ele com voz rouca, mordendo seu lábio inferior. — Sua meretriz sem vergonha, você acha que eu não te vi na aula? Exibindo-se para mim, a saia mal cobrindo sua bunda enquanto você a erguia na minha direção.
O tapa foi um choque completo para , que gritou de surpresa quando a mão de bateu forte em seu traseiro. Porra, o tapa aumentou o tesão de exponencialmente. O que este homem estava fazendo com ela?
estava sorrindo, claramente satisfeito com sua reação. meio que queria arrancar aquele sorriso do rosto dele, mas era atraente demais.
— Chuveiro. Afinal, nós dois estamos nojentos. E, então, vou te dar outro tipo de treino. — sem esperar pela opinião de , puxou suas pernas ao redor de sua cintura, levantando a jovem como se ela não pesasse nada. Aqueles braços tencionaram e os músculos dele eram ainda mais visíveis assim – como ele era tão bonito? se abaixou para beijá-lo novamente, nem um pouco se importando que ela estivesse sendo manipulada fisicamente e carregada para o boxe do chuveiro. Ela nem reclamou quando suas costas bateram na parede de azulejos.
O homem na frente dela estava decidido em seu tesão, agarrando sua roupa e tentando tirá-la sem deixá-la ir. Não foi fácil, mas admirava sua determinação.
— Por que isso não sai? - grunhiu ele e... Porra, era esse o som da camisa dela rasgando?
bateu em seu peito, forte.
— Seu animal, me deixa fazer isso se você não vai fazer direito. — ela respirava com dificuldade, os lábios vermelhos e inchados e escorregadios com a saliva dos dois. Mas nunca que iria deixar arruinar suas roupas de treino caras. Mais roupas, porque a camisa era um caso perdido.
Por ele nunca admitir a derrota em sua vida, não respondeu verbalmente, mas ele parou de tentar tirar a roupa dela. Em vez disso ,levou aquela boca pecaminosa na pele de seu pescoço. Ele parecia gostar do sabor do sal e da pele dela, murmurando de prazer e sugando a pele até que gemeu, sentindo o chupão. Demorou alguns minutos para que seu cérebro funcionasse novamente, mas, quando o fez, a garota tirou rapidamente a blusa e a saia de ginástica. Bem, o mais rápido que ela podia com a boca de presa à sua pele assim.
— Não vou conseguir esconder isso, puta que pariu. — reclamou, sem realmente querer, quando sua saia caiu no chão com um baque molhado. abriu a boca para falar e então parou, fazendo um barulho estrangulado.
— Você não estava usando calcinha o tempo todo? — ele parecia uma criança que ouviu que o Papai Noel não existia, como se algo precioso tivesse sido roubado. sorriu. — Eu estava brincando antes, mas você é mesmo uma meretriz, meu Deus.
Foi uma questão de segundos antes de ele colocá-la no chão e tirar suas próprias calças de treino. , por ser uma pessoa legal e com muito tesão para provocar muito, não ressaltou que , o hipócrita, também não estava usando cueca. Foi honestamente uma vantagem para ela, realmente, porque significava que ela poderia descer uma mão e fechar os dedos em volta do membro dele, acariciando-o uma vez apenas para ver seus olhos tremularem um pouco enquanto ele gemia.
— Terrível. Dois podem jogar este jogo, você sabe. — ele a ameaçou, e esperava honestamente que ele usasse aqueles dedos espertos dele.

[When it's been a while
Girl, you make me feel so special
When it's been a while]


Em vez disso, apertou o botão para ligar a água e caiu de joelhos no chão. O estômago de se contorceu em antecipação. Sorrindo para ela, ele começou a balbuciar seus quadris, lento e úmido, enquanto a água quente caía em cascata ao redor e grudava os fios escuros de em sua testa. Ele parecia o pecado personificado desse jeito, e se sentiu ficar ainda mais molhada entre as pernas, como se isso fosse possível. Como se pudesse sentir o cheiro de sua excitação, moveu a boca de seu quadril para as coxas, distribuindo mordidas e beijinhos chupados pelo caminho.
, por favor- Deus, por que você está me provocando assim? — choramingou, ofegante e agarrando um punhado de seus cabelos encharcados. Ele fingiu não ouvir, então a garota puxou seu cabelo, ganhando um gemido estrangulado dele. Em retaliação, mordeu sua coxa. Ele era absolutamente horrível, e o odiava.
Sua opinião mudou muito rápido, porém, quando aquelas mãos poderosas separaram rudemente suas coxas e o próximo alvo da boca de estava entre elas. soltou um gemido, tremendo um pouco, apenas para gritar quando a parte plana de sua língua lambeu o comprimento de sua parte mais íntima. Ela estava molhada com mais do que apenas a água do chuveiro e parecia gostar disso, considerando o pequeno sussurro satisfeito que ele soltou antes de lamber seu clitóris – preguiçosamente, como se estivesse saboreando uma guloseima, indiferente de como estava reagindo a isso. Ou talvez porque ela estava reagindo tão fortemente.
— Você já está tão molhada que nem precisa de mais. — ele riu, tomando seu clitóris entre os lábios e chupando, fazendo os joelhos de dobrarem. — Sempre tão fácil. Seu corpo sabe que vou dar o que você deseja.
Mesmo que ela estivesse inclinada a discordar, o que não estava, ela não conseguia abrir a boca para fazer outra coisa senão gemer naquele momento. Não com a forma como voltava com vingança, lambendo e sugando como se ela fosse um deleite.
puxou seu cabelo, os olhos semicerrados enquanto jogava a cabeça para trás e o deixava fazer o que ele desejava, o prazer correndo por suas veias como lava derretida. Era como se seu corpo estivesse cantando, um instrumento que só conseguia tocar tão bem. Dentes brancos morderam os lábios rosados e rachados com força suficiente para tirar sangue enquanto suas coxas tremiam, querendo fechar e abrir ainda mais ao mesmo tempo que o desejo crescia em sua barriga como uma fogueira.
- oh, por favor, Deus- — com certeza seu couro cabeludo ficaria sensível depois, mas o homem não parecia se importar, comendo-a tão obscenamente que podia ouvir os ruídos úmidos, mesmo com o barulho torrencial da água. — Eu não consigo, ah-
Ela tentou fechar as pernas, mas o aperto dele era de ferro, provavelmente deixando marcas em suas coxas enquanto as mantinha abertas como queria. , ao que parecia, não estava ligando para nenhum de seus protestos e até mesmo acelerou, fazendo gemer e tremer enquanto gozava, forte o suficiente para fazer sua visão se apagar.
O bastardo, aparentemente desejando fazê-la perder a cabeça, fez uso das propriedades relaxantes de seu orgasmo para empurrar dois dedos dentro dela enquanto continuava chupando levemente. A mulher gritou, hipersensível e fraca. tentou afastá-lo pelo cabelo, mas ele demorou, fazendo o que desejava até que os gemidos de ficaram agudos e um pouco doloridos. Só então ele se afastou, presunçoso, olhos escuros e cheios de tesão.
Teatralmente, ele puxou os dedos de dentro dela e os lambeu, mantendo contato visual. A expressão de pura felicidade em seu rosto foi o suficiente para fazê-la morder os lábios novamente.
— Você sempre tem um gosto tão bom. Tão doce, minha . — levantando-se, puxou sua cabeça pelos cabelos e a beijou, molhado e exigente. A mulher retribuiu o beijo, gemendo fracamente, ainda muito fraca de seu orgasmo para fazer qualquer outra coisa. — Olha o que você fez com a boca, tch.
Franzindo os lábios ligeiramente, lambeu o sangue que brotava dos lábios de , fazendo-a sibilar de dor. Ele resmungou.
— Se você tivesse gritado como eu mandei, isso não teria acontecido.
baixou os olhos, ofegante por ar mesmo com toda a água caindo sobre eles e a presença inebriante de ainda nublando seus sentidos.
— Para todos ouvirem? Você está louco?

[Since I fucked you
Since I touched you
It's three months and a continent
And I'm waiting on a mountain
'til I fuck you (oh yeah, oh, oh, oh-yeah, oh)
'til I fuck you
'til I touch you]


A pergunta pareceu encantá-lo, porque sorriu maliciosamente.
— Por que não? Todos deveriam saber como você desmorona na minha língua tão facilmente, sua vadia. — ele se inclinou, a voz baixa, como se compartilhasse um segredo, hálito úmido e quente perto do ouvido dela. — Principalmente aqueles otários que te vigiam o tempo todo. Você acha que eu não vejo, ? — ele puxou com força os cabelos dela, fazendo sua respiração ficar presa na garganta. — Que eu não tomo conta do que é meu? Porque não se engane. Você é minha. Você é minha desde o primeiro dia quando me deixou te foder com seu rosto pressionado contra os espelhos de prática. Você sabia que a porta estava destrancada naquele dia?
Não, não sabia disso, mas, se soubesse, não achava que o teria impedido. Talvez a fizesse ainda mais molhada e desesperada por ele, por causa da emoção de ser descoberta. Isso era uma coisa que ela e tinham em comum – eles eram exibicionistas. Não que ela fosse lhe dar a satisfação de dizer isso em voz alta, mas ele parecia saber de qualquer maneira. sempre sabia, quando se tratava dela.
Ele claramente leu em seu rosto, porque ele riu baixo e mordeu seu pescoço novamente, gemendo.
— Eu te quero pra caralho. — saiu quase como uma confissão e fez a respiração de falhar por um longo momento.
Eles nunca falaram sobre isso. Inferno, eles nunca conversavam fora disso, ponto final. e viviam vidas muito distintas e não se cruzavam a menos que fosse assim, encontros secretos, que eram tão intensos quanto insanos. Eles não eram nada um para o outro e não significavam nada um para o outro fora daqueles momentos roubados – mas, às vezes, dizia algo assim, não apenas possessivo, mas quase com… anseio, e não sabia o que fazer ou dizer sobre isso.
Felizmente, aquele homem era tão perito em arruinar climas estranhos quanto em criá-los. Ele não pareceu notar a reação dela – ou não se importou o suficiente para descobrir o porquê – e tirou de seus pensamentos, apertando suas coxas, os dedos cravando na carne quase dolorosamente, a boca deslizando até a clavícula, úmida e quente. A mulher enterrou as unhas em suas costas, arranhando-o levemente e, então, com mais força quando sentiu a cabeça de seu pênis esfregar contra seu clitóris, a viscosidade de ambos os fluidos tornando a coisa toda extremamente obscena.
reagiu a dor em suas costas com um grunhido de prazer, como sabia que ele faria. Ele era fraco para essas coisas, razão pela qual ela mantinha as unhas tão longas, embora fosse um porre. cravou as unhas na pele novamente, tirando sangue de suas costas fortes e largas, e gemeu, um som tão gutural e perdido de prazer que soltou um gemido em resposta.
— Porra, — ele praguejou, prendendo as pernas dela mais alto em volta de sua cintura e soltando uma das mãos.
Ele era tão forte, segurando-a com uma mão enquanto usava a outra para se masturbar, rápido e eficiente, ficando duro o suficiente, sem ter paciência para esperar até que fizesse isso com a boca. Ela sabia que ele se lembraria disso da próxima vez e a manteria de joelhos por horas para compensar isso, mas ele estava muito impaciente agora, não querendo que ela esperasse para prolongar isso. Talvez tivesse a ver com o fato de ele ainda ter outra aula para dar, mas gostava de pensar que era sobre ela.
— Precisa de ajuda com isso? — perguntou ela, atrevida e sem fôlego, arranhando a nuca dele para deixá-lo ainda mais agitado. não decepcionou.
— Na verdade, não. Só preciso que você se segure agora. — sem mais nenhum aviso, ele começou a entrar, enorme comprimento não encontrando resistência dentro dela.
estava tão molhada que deslizou para dentro facilmente, a fricção e a grossura tão incríveis e opressoras que ela se esqueceu de respirar. Parecia que ela não era a única, enquanto o homem lentamente se empurrava mais e mais para dentro, até que estava totalmente aninhado dentro dela. Quente, pulsante e tão insuportavelmente grande – era como se ele pertencesse ali, dentro dela. nunca expressaria esses pensamentos, mas, porra, era a verdade.
Com as coxas tremendo, ela as apertou em torno de , e os dois gemeram em resposta.
— Merda, fuck- — disse ele, claramente incapaz de ser mais coerente do que isso, movendo a mão livre para se apoiar contra a parede, a outra ainda segurando-a pela coxa, aparentemente sem esforço. Não parecia que ele estava se esforçando.
Fuck, é para isso que estamos aqui, não? — embora adorasse o sarcasmo de , ele respondeu a essa observação em particular afastando os quadris lentamente, até que ele tinha apenas a cabeça dentro, cortando com muita eficiência.
Nem mesmo esperando que ela reagisse mais, rolou seus quadris forte e afiado, movimentos fluidos e eficientes. Tudo o que ele fazia era elegante e preciso, embora não estivesse em posição de admirá-lo como costumava fazer. Ele estava se apoiando contra os ladrilhos lisos, a fodendo em um ritmo forte, que a fez ficar tonta. não tinha certeza de como ele estava mantendo isso, mas ela não podia se importar, não com seu hálito quente contra sua orelha, gemidos e grunhidos ásperos enchendo sua cabeça e aumentando seu prazer em dez vezes.
Àquela altura, a água já havia fechado, mas nenhum deles percebeu, tão perdidos como estavam um no outro, o barulho de seus corpos molhados colidindo, enchendo a sala ao invés da água caindo. podia ouvir o quão alto ambos eram, ela com seus gritos quase agudos e com seus gemidos cada vez mais ásperos. A força de seus movimentos fazia com que suas costas colidissem quase dolorosamente com os ladrilhos duros e, em retaliação, ela cravou as unhas em seus ombros largos para se segurar e também para tornar aqueles gemidos ainda mais fortes. Dois sempre podiam jogar este jogo.
, por favor — implorou por algo, qualquer coisa, pois se sentia como se estivesse pegando fogo, precisando cada vez mais.
Grunhindo, mordiscou o lóbulo da orelha dela, sua respiração pesada e úmida.
— Poderia ficar assim para sempre, porra, ter você para sempre. — não parecia a que ele estava muito ciente do que estava dizendo, porque era tão atípico. Ela se preocuparia com isso mais tarde, analisaria suas palavras mais tarde.
Agora, ela só podia concordar, quase soluçando de prazer.
— Sim, para sempre, aqui mesmo, com você. Sua. Oh, Deus, por favor-
A risada de era trêmula, mas definitivamente divertida.
— Deus não, minha querida, mas obrigado. Eu não acho que você tenha qualquer utilidade para Deus, de qualquer maneira.
Infelizmente, sua confiança era bem merecida, e não parecia ser capaz de recuperar o fôlego por tempo suficiente para responder, não com o ritmo punitivo que ele estabeleceu. Parecia aumentar quanto mais perto ele chegava de seu clímax, mais forte, mas não menos preciso. Considerando que já tinha atingido seu ápice uma vez, estava claramente mais perto do que ela e parecia que precisava de todas as forças para se manter sob controle. O homem aparentemente sabia disso também, porque ele se mexeu um pouco até que o ângulo mudou.
uivou.

[Noise keeps getting louder
I'm counting down the hours
So hard to describe
Even harder to dislike]


Ela não estava nem ligando que talvez as pessoas os estivessem ouvindo – tudo se tornou um borrão de puro e agudo prazer, e ela mal conseguia distinguir algo além da sensação de dentro dela e o brilho ardente de seus olhos fixos nela, em seu rosto. não sabia o que ele estava vendo, mas bebeu a visão dela como um homem privado de água por anos, suas próprias feições se contorcendo em pura felicidade sempre que o prazer se tornava muito opressor para ele fingir não estar afetado.
Não demorou muito, entre a maneira implacável e obstinada como ele a fodia e o chupão doloroso no ponto sensível em seu pescoço, para começar a tremer, seu orgasmo a atingindo como uma marreta e se arrastando por quase dolorosos, longos minutos. não estava muito atrás, mostrando uma perda de controle que só conseguia ver em momentos como aquele. Seu ritmo vacilou, não tão suave como antes, e ele estava ofegante contra o pescoço dela, a mão segurando suas coxas, apertando quase dolorosamente. As estocadas também eram muito mais curtas, cada vez mais profundas, quase não deixando o corpo de .
Apenas quando o prazer persistente tinha começado a se tornar um pouco doloroso para , soltou um grito prolongado e ela sentiu um calor enchendo seu interior. Merda, eles esqueceram os preservativos. Novamente. Ela não iria mentir e dizer que não era incrivelmente erótico tê-lo gozando dentro dela, mas isso era tão irresponsável da parte deles. parecia ler sua mente.
— Pare de pensar — ordenou ele, a voz áspera e baixa. Ele estava quase caído contra ela, a cabeça aninhada em seu pescoço. Ela podia sentir seus lábios se movendo contra sua pele enquanto ele falava. — Você está tornando muito difícil aproveitar o momento.
Rindo fracamente, emaranhou os dedos nos cabelos dele, massageando seu couro cabeludo e puxando. Previsivelmente, ele ronronou.
— Desculpe, desculpe. Peço desculpas por pensar em questões práticas.
não conseguia ver, mas podia jurar que ele estava revirando os olhos para ela. Era quase assustador o quão bem ela parecia conhecer quando eles mal conversavam sobre qualquer coisa que não fosse conversa suja e provocação. Isso deveria assustá-la, deveria fazê-la correr. Em vez disso, ela passou as unhas em seu couro cabeludo novamente para fazê-lo suspirar de prazer.
— Prático é chato. Meu pau está enterrado dentro de você, mulher, tenha um pouco de respeito. Eu foderia esses pensamentos da sua mente, mas acho que acabei de morrer.
Era a hora de revirar os olhos para ele, e, pela maneira como ele mordeu seu pescoço, claramente sabia disso.
— Você não pode morrer, tem outra aula para dar. Muito em breve, eu diria.
Por um momento, parecia que ele iria ignorar todas as suas responsabilidades para ficar ali, assim. Mas, com um suspiro de pesar, ele se afastou dela e lentamente colocou no chão. Porque ele era um cavalheiro sob toda a maldita personalidade, também a segurou firme contra seu peito até que ambos tivessem certeza de que poderia ficar de pé sozinha. Nada foi dito sobre os beijos suaves que ele pressionou em seu pescoço o tempo todo. Era uma gentileza totalmente em desacordo com o fato de que ela tinha sua semente escorrendo por suas coxas – e que essas mesmas coxas estavam machucadas até o inferno e de volta, tudo culpa dele.
— Eu tenho que ir, infelizmente. Essas senhoras idosas não vão aprender sozinhas, vão? — seu tom desolado lembrou de da única vez que ela assistia à aula de idosos que ele dava. Compostas inteiramente por mulheres, elas pareciam ir para a aula somente para poder tentar tocar na bunda de . Era uma bunda muito boa, realmente, não podia culpá-las. Sorrindo, ela agarrou um punhado e apertou. puxou seu cabelo com força em retaliação. — Ria o quanto quiser, mulher ruim. Vou trocá-la por uma sugar mama, você vai ver.
Seu sorriso se transformou em risadas, porque ela podia ver como um sugar baby com muita facilidade.
— Não, você não vai. Nenhuma delas consegue te chupar tão profundamente como eu. — ignorando seu barulho de desejo, o empurrou e abriu novamente a água do chuveiro. Ela estava pegajosa.
deu um passo à frente para se juntar a ela por um segundo, apertando a mulher contra os azulejos e beijando-a profundamente, molhado e sem pressa enquanto se enxaguava rapidamente. Satisfeito com sua limpeza, ele interrompeu o beijo e deixou sem fôlego. Estava claro em seu rosto que a intenção era mais do que limpar.
— Isso é verdade. Falando nisso, eu não te dei um gostinho de mim hoje. — suspirou, como se estivesse extremamente chateado com o fato. — Esta noite, minha casa. Eu vou fazer o jantar. Não se atrase, vou mandar uma mensagem com o endereço.
Com isso, ele saiu do quarto, deixando encharcada sob o chuveiro e se perguntando o que diabos estava acontecendo. Isso soou como um encontro. Não apenas uma transa, porque ele iria cozinhar para ela. tinha certeza de que nem cozinhava para si mesmo.
Atordoada, ela começou a lavar o cabelo automaticamente, ainda tentando processar o que tinha acontecido. Então, seu cérebro pegou no tranco e... tinha seu número. tinha certeza de que nunca o tinha dado a ele. Inferno, ela nem mesmo disse a ele seu nome completo. O que significava... Aquele bastardo invadiu seus arquivos na academia.
Uma risada quase histérica borbulhou em sua garganta. Se isso não era uma demonstração de interesse, não sabia o que era. Bem, parecia que ela finalmente teria algum uso para slip dress vermelho que comprou por capricho no mês passado. uma vez disse que gostava de vermelho nela. E, para que ele não pudesse reclamar de ser traído, ela ia até usar calcinha.
Sem promessas de que tipo.

[And I don't know
If it's only physical
Or psychological
The only thing I know is that I want you now
And it's [...] that you want it now
That you want it now]


Fim



Nota da autora: Sem nota.



Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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