Após a Primeira Guerra Bruxa, Sirius Black perdeu tudo o que tinha: Os Marotos, Lilian, Harry e a melhor amiga -- outra responsável legal do pequeno bebê sobrevivente ao ataque em Godrics Hollow. Contudo, com a volta desta para Londres após enfrentamento do luto, decisões precisam ser tomadas em prol do bem-estar de Harry Potter. Um casamento forjado que uniu o casal de amigos é uma destas escolhas. Com o passar dos anos, da infância à adolescência de Harry, a Nova Casa dos Black o acolhe e cria como sobrinho, com todo o amor que é merecido. Sirius Black e sua esposa, os mais respeitados Aurores do Ministério da Magia Britânico têm de aprender a lidar com as consequências da simples existência do afilhado em um mundo onde a Marca Negra ressurge após onze anos, unindo esforços para proteger ao escolhido e seus corações que pendem em uma linha bamba nos anos que seguem o casamento forjado e estreitam a amizade. A fanfic irá atravessar todos os livros de Harry Potter.


Escrita por: Elis
Betada por: Flávia Coelho

Capítulos 1 ao 10

– Não é o nome deles, Sirius. – Mordo os lábios, meus dedos em seu cabelo fazendo um carinho que sempre soube ser o seu favorito nos momentos mais difíceis, preferencialmente oferecidos em sua forma Animago, mas duvido que seja capaz de recusá-lo agora. Toco seu cabelo com cheiro mentolado do xampu que o forcei a comprar quando visitamos um supermercado trouxa, sem suportar o cheiro doce do que usava no colegial e que acabou vendo em uma prateleira. No instante que seus braços se apertaram ao redor de minha figura, abraçando-me com força em busca de conforto, me permito curvar e mantê-lo descansando contra mim, meu corpo servindo de escudo. – É o seu sobrenome. O seu nome vale mais para mim que o resto dos Black. Você vale mais do que todo o histórico de crimes e ódio daquela linhagem, Sirius. – Lhe beijo na testa novamente. – O nome do meu marido e melhor amigo vale mais que qualquer coisa para mim.

Leia

Capítulos 11 em diante

Quero me fundir com Sirius enquanto o sentimento perdura, pois é singular e algo que jamais pude provar em toda minha vida. Não parece uma epifania como todos os primeiros beijos que tive, ou uma revelação que arranca um amor confuso de mim na necessidade de dar algo de volta. É como um milhão de sonhos prensados em um único momento, me envolvendo e selando todo meu amor para protegê-lo. Se assemelha à imaculada nostalgia de comer sapinhos de chocolate quando criança, bonecos de neve e ficar com nariz pressionado em livros gostosos de ler. Beijar Sirius é como dividir a mesa de jantar todas as noites, trocar ofensas sem sentido e sorrisos manchados por vinho. É como voltar para casa.

Leia