A lei de Murphy era muito clara: tudo que puder dar errado, com certeza vai dar. Parecia até uma piada feita especialmente pra mim. Se meu nome fosse Murphy, os resultados poderiam ser muito mais desastrosos. Não que eu já não tivesse azar o suficiente. Mas quando mais precisei que os astros se alinhassem em nome de um único dia de sorte, ouvi suas gargalhadas ao longe enquanto me davam a maior rasteira da minha vida. E, daquela vez, não fazia ideia das consequências.


Escrita e revisada por: Sial
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Prólogo ao capítulo 11

"— Você realmente se assusta com tudo. — Ele riu de novo enquanto abria os braços pelo encosto branco. — Admirando a vista? Achei que já tivesse tido o bastante disso em Miami com seus colegas de trabalho americanos.
— Um espetáculo desses nunca é demais. E calma lá, você está com ciúmes de novo? — Levantei as sobrancelhas e ele riu mais uma vez, dessa vez um pouco mais engasgado.
— Como é, de novo? Da onde você tirou isso?
— Eu minto quando digo que você não suporta que eu tenha outros amigos?
— Você não tem outros amigos, por isso são chamados colegas de trabalho.
— Cala sua boca."

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Capítulo 12 em diante

"— Mas o que é isso que eu estou vendo? — Sophie se aproximou de nós, olhando para o mar, onde Jaehyun acabava de deitar de bruços sobre o plano da prancha, remando com as mãos para se aproximar do fundo.
— Acho que ele vai fazer companhia para os meninos — falei, sem perceber, ainda acompanhando cada movimento dele.
Ouvi a risada de Eunwoo enquanto ele passava para o meu lado, bem onde Jaehyun tinha deixado sua cerveja cheia em cima da mesa.
— Fazer companhia é um pouco grandioso pra ele, Liz. Mostrar como se faz parece um jeito mais certo de se dizer."

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