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Última atualização: 12/06/2021

AVISO: Essa história aborda a temática BDSM (bondage, disciplina, dominação e submissão, sadismo e masoquismo). Caso seja sensível a isso, não prossiga.


Capítulo Um



Aquela definitivamente era uma das noites mais quentes em New Orleans. Por mais climatizadores que tivesse ali em meu estabelecimento, a casa estava cheia e talvez esse fosse também um dos motivos de eles não darem muita conta.
Como o dono do melhor cabaré da região, apesar do calor, eu estava absolutamente satisfeito. Caminhar por entre os diversos clientes, reconhecendo alguns rostos e descobrindo outros novos ao mesmo tempo definitivamente era algo que me deixava de ótimo humor. Ouvir os gemidos e as exclamações de prazer também.
Um sorriso espontâneo se formou em meus lábios em resposta aos meus pensamentos enquanto em seguia em direção ao grande salão, onde a maioria dos clientes se reunia. Embora eu preferisse estar sempre muito bem alinhado, naquela noite, em especial, havia deixado o paletó de lado e usava apenas a camisa escura, com as mangas dobradas em conjunto com a calça social.
Cumprimentei algumas pessoas que chegavam perto de mim, mas não mantive muito tempo de conversa, nem mesmo com Gary quando fez menção de me falar alguma coisa a respeito do andamento dos negócios por ali. Honestamente, eu não estava com nenhuma vontade de focar nisso naquele momento e sabia que ele tinha tudo sob controle, só gostava de ficar choramingando para mim de vez em quando.
Rapidamente, peguei uma boa dose de uísque para beber e me encostei de lado no balcão do bar, lançando um olhar ao redor e levando o copo aos meus lábios para beber um pouco enquanto observava as pessoas por ali.
Várias delas já estavam definitivamente se divertindo e eu adorava assistir bem de perto o desejo ardente e a completa falta de pudor, algo que certamente exalava por todos os cantos do Succubus.
E foi nessa de ficar apenas olhando tudo à minha volta que meus olhos captaram alguém muito mais interessante do que qualquer pessoa presente naquele salão.
.
Devo confessar que além da visão dela, pronunciar seu nome daquela maneira, usando seu sobrenome de solteira, era absolutamente delicioso.
Foi praticamente impossível não lançar um olhar por toda a extensão do corpo daquela mulher e eu não fiz nenhuma questão de disfarçar isso. sabia muito bem deixar qualquer um maluco de diversas maneiras, mas escolher aquele vestido havia sido certeiro. Ele era preto, com duas fendas bem ao lado que deixavam suas coxas e parte de seu quadril à mostra, indo até seus pés.
Meus olhos se fixaram exatamente na parte das fendas e eu os senti até faiscarem ao constatar que não havia nenhum fio de calcinha, o que obviamente significava que não estava usando.
— Porra… — resmunguei comigo mesmo, bebendo mais uns dois grandes goles do meu uísque e apertando um pouco o copo em minha mão porque não dava nem para negar que tinha gostado e ficado um tanto afetado por vê-la daquela forma.
Não que eu não imaginasse que não podia ficar mais gostosa do que já era, mas, sinceramente? Caralho!
A minha vontade era de simplesmente atravessar aquele salão inteiro e puxá-la para um lugar qualquer onde eu pudesse me enfiar no meio daquele vestido da mesma forma que havia feito na última vez em que nos vimos.
, tá me ouvindo? — Escutei uma voz distante falar comigo e parte da minha consciência me avisou de que era Gary de novo.
— Faça o que tiver que fazer, já falei que você dá conta, independente do que for — respondi de qualquer jeito, sem nem olhá-lo porque honestamente não queria perder um segundo daquela mulher.
Era até engraçado que ela estivesse me afetando daquele jeito. Talvez fosse aquele puta calor que estava fazendo.
— Estava só te falando que a aniversariante da noite acabou de chegar — Gary insistiu e então me indicou com um aceno de cabeça e um sorriso enviesado. Provavelmente já tinha percebido que eu praticamente estava fodendo aquela mulher com meus olhos.
— Ah, é mesmo? Interessante. — Eu ainda estava um tanto distraído pela visão, mas aquilo definitivamente merecia a minha atenção.
— Quer que eu cuide disso? — O ouvi perguntar, então desviei meu olhar para o rapaz.
— Não. Pode deixar que vou cuidar pessoalmente dessa aniversariante — respondi, sem conseguir evitar que um sorriso de canto se moldasse em meus lábios.
— Certo. — Olhou de mim para e então sorriu novamente, entendendo o que eu quis dizer.
— Era só isso? — questionei depois de algum tempo em que ele simplesmente permaneceu ali parado.
— Ah, era sim. Foi mal — disse um tanto sem graça.
— Não se preocupe. Agora me deixa em paz, cara. — Soltei uma risada ao expulsá-lo dali e rindo também o homem se afastou.
Voltei meus olhos para , percebendo que ela não estava sozinha, havia optado por vir com algumas amigas, mas nem me atentei muito em quem eram.
Parecia que ela tinha alguma espécie de ímã, só podia ser essa a explicação.
não pareceu notar meus olhos sobre ela, ou só estava fingindo que não, o que definitivamente encaixava-se perfeitamente na audácia daquela mulher, pois continuou rindo de algo que uma das amigas dela havia sussurrado em seu ouvido e as acompanhou mais para o meio da pista. Ela tinha um sorriso estampado no rosto e seus olhos vez ou outra passeavam pelo espaço como se estivesse procurando por alguém. Não precisou de muito tempo encarando-a para que eu visse um cara aproximar-se bem atrás dela, grudando o corpo ao de , levando as mãos às sua cintura para que pudesse dançar ao ritmo da música com ela, que sorriu levemente com o gesto e esfregou-se nele com vontade.
Abri um sorriso sacana enquanto afastava o copo dos meus lábios. A sensação de déjà vu era bem nítida ao ver a forma como ela se esfregava no cara e por uns segundos eu me peguei me imaginando andando até e metendo a minha mão por dentro do vestido dela mais uma vez. Acabei por pedir mais uma dose de uísque e continuei ali observando aquela cena. Vê-la daquele jeito me deixava excitado pelo simples fato de que eu também conseguia imaginar perfeitamente como a boceta dela devia estar ficando encharcada naquele momento e esse pensamento até me fez lamber meus próprios lábios de leve.
empinou ainda mais a bunda contra o quadril do homem atrás dela e o vi levar uma mão até seus cabelos, segurando-os com vontade para então grudar os lábios ao seu pescoço conforme a mulher dançava com ainda mais intensidade. Ela abriu um sorriso em aprovação e vi seus olhos passearem mais uma vez no ambiente. E, comprovando minha teoria sobre o ímã, seu olhar recaiu sobre mim. Sua boca contraiu-se levemente ao me encarar, seus olhos se arregalaram e pude ver como se moveu e roçou uma perna na outra, então voltou a abrir um sorriso largo, dando uma piscadela, confirmando que havia achado o que tanto procurava.
Em resposta, eu retribuí seu sorriso, passando o meu olhar por ela inteira mais uma vez sem nem disfarçar, então ergui meu copo em sua direção, piscando de volta em um sinal de que havia aprovado totalmente e estava louco para fodê-la daquele jeito. O jeito que ela roçava as pernas uma na outra e se movia contra o cara só me deixava mais afetado.
Parecendo perceber aquilo, ela se virou bruscamente, ficando de costas para mim. Ele ainda mantinha a mão segurando os cabelos dela com vontade conforme enlaçou uma de suas pernas na dele — exatamente como havia feito comigo naquela noite na boate —, abrindo-se e deixando que a polpa de sua bunda direita ficasse exposta. Sem se importar nem um pouco com aquilo, ela levou as mãos até o pescoço dele, apoiando-se e empinando aquela bunda deliciosa ainda mais na minha direção, rebolando com afinco. Dava para ver na expressão do homem que ele estava perdendo o controle só com aquilo. Como não perder? Que mulher gostosa do caralho…
Precisei conter até demais outro impulso de ir até ela para dessa vez encher aquela bunda de tapas. Só de lembrar da pele dela bem vermelha sentia que meu pau ficava mais duro dentro das calças. Se eu ligava de estar excitado na frente de várias pessoas? Nem um pouco, afinal, eu era dono daquela porra toda.
Nem se eu quisesse, conseguiria desviar o meu olhar daqueles dois, porque eu estava era adorando tudo aquilo.
deu mais algumas reboladas, então sua perna desceu, de forma que ela voltou a ficar em pé de frente para o cara com quem dançava e afastou-se levemente de um jeito que ele soltou o cabelo dela. Então virou-se, com os olhos bem fixos aos meus e a vi falar algo rapidamente para as amigas e caminhar vagarosamente na minha direção. Seu olhar passou por toda a extensão do meu corpo e, conforme fazia aquilo, mordeu o lábio sem pudor algum, demonstrando o quanto gostava do que via.
A mulher encaixou-se perfeitamente ao meu lado, apoiando-se no balcão e empinando a bunda de uma forma que quase roçou em mim.
— Ei, lindinho — chamou um dos atendentes que passava do outro lado do balcão. — Eu quero um vinho tinto — pediu com um sorriso largo, então me olhou de canto e eu me virei de lado, deixando meu olhar parar em sua bunda empinada, ao que passei a língua pelos lábios, então subi até seu rosto.
— Por conta da casa, Derek — falei para o barman que havia lhe atendido e pisquei quando o rapaz me olhou brevemente. — Bem vinda de volta ao Succubus, doce . Devo dizer que eu gostei muito do seu vestido — elogiei, a encarando descaradamente.
tombou levemente a cabeça, virando o rosto para me encarar, mas permanecendo na mesma posição e movimentou o quadril ao ritmo da música que tocava.
— O Derek é por conta da casa também? — Abriu um sorriso sacana, olhando-o rapidamente, então voltou a me encarar.
— Não sei. Você é, Derek? — falei, olhando de soslaio para o rapaz, que apenas riu daquilo, negando com a cabeça em seguida. — Parece que não, minha linda. — Pisquei para ela e ri um pouco mais.
— Vejo que andou sentindo saudade do doce. E fico feliz que gostou, baby. — Deu uma piscadela, então virou-se rapidamente. — Talvez você queira olhar ele por inteiro… mais de perto — disse, então passou as mãos em seus peitos de forma que eu conseguia ver o bico de seus seios marcados nele. Sem discrição alguma, suas mãos correram suas curvas até que chegasse ao vinco, onde seus dedos movimentaram realmente o tecido, me dando o vislumbre de sua boceta. Então passou os dedos levemente ali e depois os levou aos lábios, chupando-os com vontade, sorrindo logo em seguida. — O apelido caiu perfeitamente.
Fiquei um pouco mais sério com as palavras dela. Acompanhei os movimentos de suas mãos por todo aquele corpo delicioso e mordi o canto da boca.
— Me pergunto o que não cai perfeitamente em você. — Como ela havia me dito para fazer, me aproximei um pouco mais de , de forma que meu corpo roçasse no dela e a senti estremecer com as minhas palavras. — Não consigo olhar apenas com meus olhos — acrescentei.
Então, sem fazer nenhuma cerimônia, levei uma de minhas mãos até a base de suas costas, descendo até a fenda do vestido e apertando sua bunda por baixo dele, escutando soltar a respiração de um jeito nervoso.
— Delícia de vestido.
levou uma de suas mãos até meu rosto e seu dedo tocou meu lábio levemente conforme seus olhos pousaram sobre eles, e a que ficou livre ela colocou sobre meu peito e passou suas unhas levemente por cima da camisa.
— Que pena, porque ele é uma delícia — afirmou, com um sorriso casto, então virou o rosto na direção do rapaz. — Mas não se acanhe, Derek. O só late, não morde. Certo, baby? — E da forma mais audaciosa que só ela conseguia fazer, deu uma piscadela ao virar para me encarar. — E respondendo à sua observação, com certeza a sua boca longe de mim. Mas hoje, infelizmente, você vai só olhar. — Selou seu lábio no meu, conforme sua mão acariciou meu rosto.
— Errado, minha linda. Eu adoro morder e deixar toda vermelha — respondi sua insolência de prontidão e abri um sorriso ladino com o que me disse em seguida. Olhá-la poderia ser tão delicioso quanto fodê-la inteira, mas naquela noite em especial, era a aniversariante e aquilo certamente não passaria em branco.
fez menção de iniciar um beijo entre nós, mas em vez disso mordeu meu lábio com vontade, puxando-o para si, me fazendo soltar um grunhido contido e estreitar meu olhar em sua direção..
— Não precisa de bebida. O que vou fazer não requer nada disso — disse, referindo-se ao Derek e então fez menção de virar-se para sair dali.
— Certamente não é dessa bebida que você precisa mesmo, minha linda — soltei as palavras em um tom carregado de segundas intenções.
Vi seus olhos me encararem por alguns instantes conforme sua respiração se acelerou levemente. Como se tivesse saído de algum transe, sorriu para mim e seguiu seu caminho de volta para a pista de dança onde estavam suas amigas, disse algo para elas e afastou-se logo em seguida, indo na direção contrária à que seus convidados estavam, mas mantendo-se em meu campo de visão.
Mais uma vez, eu a acompanhei com o olhar, desviando apenas para lançar uma piscadela cúmplice para Derek.
— Você sabe o que fazer com a nossa aniversariante — falei, abrindo um sorriso ladino quando o rapaz assentiu e então ele esperou uns poucos minutos antes de seguir na direção da pista onde estava.
Vi o exato momento em que ele chegou próximo dela, que dançava sozinha ao ritmo da música parecendo não se preocupar nem um pouco que se encontrava sozinha e que havia se afastado de suas amigas e do cara com quem tinha se agarrado antes. Um sorriso logo se formou nos lábios dela ao ver Derek, ele não demorou em aproximar-se o suficiente para que pudesse sussurrar algo em seu ouvido e eu tive certeza de que a conversa lhe agradou quando o vi levar as mãos até a cintura da mulher, colando-se a ela. não se demorou em levar os braços até o pescoço do rapaz, esfregando-se nele e rebolando no ritmo da música.
Observei aquela cena atentamente, bebendo o restante do que tinha em meu copo e fazendo sinal de que não era preciso que voltassem a enchê-lo, então continuei acompanhando o que acontecia na pista.
Ela virou-se rapidamente, demonstrando que aquele gesto era para que pudesse manter seu olhar em mim, pois me encarava com voracidade. Suas mãos agarraram as de Derek, que se encontravam em sua cintura, e então as guiou pelas curvas da lateral de seu corpo, subindo-as até seu peito. Ela me encarava enquanto fazia aquilo e um sorriso ainda mais sacana formou-se em seus lábios quando apertou as mãos dele em seus peitos e rebolou com afinco contra ele. Não contente em ficar só naquilo, ela foi descendo até chegar ao pé de sua barriga e seu quadril parecia movimentar-se com ainda mais vontade. Parou o que fazia por alguns segundos, passando a língua nos lábios, então guiou a mão direita do bartender para dentro de seu vestido. Apesar da distância, consegui ver que tocava sua boceta e ela se movimentou, abrindo as pernas e até mordendo a boca.
Umedeci os lábios, sentindo meu olhar queimar em direção a eles. Como um bom voyeur, assistir aquele tipo de cena sempre me afetava diretamente, mas ainda assim eu sabia perfeitamente como faria pagar por aquela provocação e estava cada vez mais louco para fazer isso.
Senti a presença de alguém ao meu lado e pelo formigamento na lateral do rosto, com certeza eu era encarado de maneira pouco discreta, mas não me importei em saber quem era ou o que queria, embora essa segunda parte fosse bem óbvia. Naquele momento, mais uma vez, a minha atenção era toda da aniversariante.
Ela deixou bem claro ter notado que eu nem sequer piscava enquanto olhava o que fazia com Derek, pois estava da mesma forma ao me encarar. Abriu as pernas ainda mais, rebolando com afinco contra o homem e subiu ainda mais a mão dele de um jeito que consegui ver que ela a movimentou para que ele a masturbasse, mordendo os lábios mais uma vez com aquilo, algo que não durou muito, porque ela logo se virou para Derek, levando a boca até seu ouvido e parecendo sussurrar algo.
. — Escutei a voz de Gary me chamar, o que queria dizer que era ele parado ao meu lado e estreitei levemente os olhos ao virar meu rosto em sua direção, mas mantendo meu olhar na pista.
— Se for mais uma pergunta óbvia, vou comer seu couro depois, cara — soltei, abrindo um sorriso ao ver a expressão em sua cara.
— E eu devo achar isso ruim? — Ele deu risada, me fazendo negar com a cabeça.
— Desembucha logo — o apressei porque o conhecia o bastante para saber que não se calaria mais.
— Temos um pequeno problema com uma das dançarinas. Cheryl está passando mal e não vai poder se apresentar hoje. — Rolei os olhos com aquela informação.
— De novo? Tô achando que ela tá passando mal demais, Gary. Tente investigar isso, por favor. — Sim, aquele era o tipo de coisa que ele não precisava de mim para resolver, mas eu já tinha sacado que ele sempre queria mostrar serviço pra mim, por mais que nem precisasse disso, então acabava nem reclamando tanto.
— Tudo bem. Devo chamar a mesma de ontem para cobrir?
— Você pode até subir ao palco você mesmo, se quiser. — Soltei uma risada, fazendo com que Gary risse junto comigo. Então ele fez menção de se afastar e eu o impedi, tocando em seu braço. — Certifique-se de que ela vá para o meu quarto.
Não precisei nem explicar a quem me referia, Gary já sabia muito bem.
— Já me certifiquei, . Às vezes você esquece que eu te conheço. — Deu risada e se afastou enquanto eu negava com a cabeça.
Fireball — pedi sem nem me dar o trabalho de olhar quem veio me atender no bar e mais uma vez foquei toda a minha atenção em e toda a sua audácia.
Mal sabia ela o que a esperava.
Peguei o copo com a dose da bebida, apreciando o cheiro da canela antes de virá-la de uma só vez, captando com meus olhos o exato momento em que Derek aproximou seus lábios da orelha de , dizendo algo que, pela sua expressão, só poderia ser aquela proposta.
Eu sabia muito bem que ela não recusaria.
Antes que o puxasse de fato para que os dois caminhassem, os olhos da mulher me encararam e ela me lançou uma piscadela conforme passou a língua nos lábios, algo que eu retribuí erguendo o copo que ainda estava em minhas mãos na sua direção, fazendo uma expressão de quem desejava que ela se divertisse.
Um sorriso ladino se formou em meus lábios e Derek trocou um olhar breve e cúmplice comigo antes de se afastar com ela, seguindo em direção às escadas para levá-la a um dos quartos no último andar.
Resolvi que daria mais uma volta rápida pelo salão, o que daria tempo o suficiente para que tudo seguisse como o planejado, tendo que evitar algumas conversas e propostas que acabei recebendo nesse meio tempo.
Novamente, nada daquilo me interessava naquela noite e eu seria bastante hipócrita se dissesse que não estava um tanto ansioso para o que aconteceria assim que eu chegasse ao meu quarto.
Quando julguei que já havia aguardado o suficiente, segui para o último andar com calma, atravessando o corredor e chegando diante da porta no exato momento em que Derek a abriu e saía por ela. Ele fez menção de me dizer alguma coisa, mas eu o calei com um sinal de que deveríamos nos afastar alguns metros dali.
— Tudo certo, . Ela é toda sua — disse, assim que estávamos longe o suficiente.
— Ela consentiu com tudo? — Mesmo sabendo a resposta, fiz questão de perguntar.
— Sem pestanejar. — Um sorriso ladino se formou em meus lábios.
— Exatamente como eu imaginei. — Dei espaço para que ele passasse por mim. — Está dispensado por hoje, Derek.
— Mas… — Sim, eu sabia que ele tinha horas de turno pela frente.
— Não se preocupe. Vou pagar o dobro pelos teus serviços hoje. — Pisquei em sua direção.
— Obrigado, senhor. — Sua expressão misturava surpresa e uma certa euforia.
Fiz um gesto de que ele não precisava agradecer, então voltei até o quarto, abrindo a porta sem hesitar.
A luz avermelhada do ambiente era a primeira coisa que percebi quando entrei no quarto, mas não foi aquilo que captou minha atenção. Não havia como olhar para qualquer outro lugar que não fosse a cama, onde tive aquela que definitivamente era a visão mais excitante de todas.
Com uma venda cobrindo seus olhos, estava deitada nela completamente nua. Seus braços se encontravam estendidos de cada lado de seu corpo delicioso e presos por algemas na cabeceira de metal adornado. E como se não bastasse isso, suas pernas também estavam abertas, o que me dava o vislumbre perfeito de sua boceta, exposta para mim de um jeito que me dava até água na boca, principalmente porque eu conseguia ver também que ela estava escorrendo de tesão.
A respiração da mulher estava ofegante, denunciando a expectativa pelo que aconteceria e eu me deliciei com o cheiro de sua excitação no ar.
Porra, aquela mulher era gostosa demais.
Honestamente, eu não cansava de repetir isso.
Fechei a porta atrás de mim de uma forma paciente, como se eu tivesse todo o tempo do mundo para chegar até ela, então dei alguns passos lentos em sua direção, deixando meu olhar queimar sobre cada pedacinho de seu corpo, precisando até mesmo conter um grunhido de excitação porque só vê-la daquele jeito já me deixava louco.
Eu não fazia ideia do que tinha naquela mulher, mas não podia negar que adorava.
Me abaixei em sua direção, trazendo meu rosto até a altura do seu, passando o nariz por sua bochecha, deixando meus lábios tocarem seu queixo em um selinho suave, ameaçando beijá-la na boca, mas seguindo até seu ouvido em vez disso, onde deixei minha respiração sair de forma ruidosa ao passo que uma de minhas mãos tocou sua cintura, apertando-a de uma forma pouco delicada porque eu estava louco para ouvir aquela mulher gemer.
arfou aos meus toques e se movimentou na cama de uma forma que o barulho das algemas em atrito ecoou no ambiente. Sua respiração tinha ficado mais pesada, denunciando que provavelmente seu batimento havia acelerado e ela se mexeu ainda mais, como se tentasse se soltar ou até mesmo me tocar. Da forma que eu queria que acontecesse, ela gemeu, empurrando o quadril na minha direção e buscando por mais contato e vi seu corpo se arrepiar todo.
Um sorriso se formou em meus lábios mesmo que não pudesse ver, então não resisti ao impulso de passar a língua no lóbulo de sua orelha, descendo para seu pescoço e deixando um chupão em sua pele, não me importando nem um pouco de deixá-la marcada ali, o que a fez arfar ruidosamente.
Deixei que a minha mão subisse de forma lenta da sua cintura até seu seio, dedilhando a região e fazendo com que meus dedos roçassem o bico, rodando e então o prendendo de leve. Sua pele se arrepiou ainda mais e ela se movimentou de forma quase desesperada, gemendo ainda mais gostoso conforme sua boca se abriu. Arfei contra seu pescoço porque aquilo também mexia comigo e trouxe de novo a minha boca para perto da sua, adorando o quanto ela estava entregue e tomando seus lábios com os meus cheio de vontade.
Por mais que eu quisesse ficar provocando-a, era praticamente impossível resistir àquela boca.
Sem hesitar, correspondeu ao beijo. Sua língua enroscou na minha de um jeito delicioso onde ela conseguiu explorar a minha boca com voracidade e acabou até gemendo em meio ao ato conforme se mexia cada vez mais. Ela estava visivelmente desesperada para ter mais e mais contato comigo e a prova daquilo foi o jeito que seus braços puxaram as algemas e ela mordeu meu lábio inferior com força.
Eu sentia meu corpo reagir a cada movimento dela e foi inevitável que eu arfasse mais uma vez com a pressão dolorosa que seus dentes fizeram em minha pele. Talvez ela não se desse conta disso, mas eu estava tão entregue quanto naquele momento.
Separei nossos lábios, descendo minha boca pelo seu pescoço de maneira ávida, seguindo para seu colo e passando minha língua entre os seus seios, apertando com força aquele que ainda estava entre meus dedos, trazendo-o para a minha boca e o chupando com vontade. Lambi seu mamilo endurecido de uma forma menos intensa apenas para provocá-la e raspei meus dentes pela região antes de me voltar para o outro seio, também o chupando da mesma forma enquanto meu olhar estava fixo nas expressões de seu rosto.
Ela jogou a cabeça para trás, soltando a respiração de uma forma pesada conforme gemidos cada vez mais altos ecoavam de seus lábios. Seu peito subia e descia, demonstrando o quanto aquilo estava enlouquecendo-a.
Segui com minha boca para sua barriga, dando beijos suaves na região, fazendo um caminho lento até seu baixo ventre e me posicionando entre suas pernas, aproveitando que elas estavam bem abertas para apertar suas coxas com afinco. se empurrou com força contra a minha boca, buscando desesperadamente por contato conforme grunhiu nervosa. Deixei alguns beijos na parte interna, então soltei a respiração quente contra sua virilha, aproximando meu rosto de sua boceta e ameaçando tocá-la, no entanto, em vez disso, soltei o ar em sua pele mais uma vez.
gemeu alto conforme sua cabeça foi para trás primeiro e depois para frente como se fosse capaz de me ver. Seu corpo tremeu violentamente ao passo que ela empurrou o quadril contra o meu rosto e suas pernas se forçaram demonstrando que ela as queria fechar. Aquela reação dela fez com que meu corpo também tremesse de excitação, principalmente porque deixou claro que ela sabia que era eu desde o início daquela brincadeira.
— Me diga o que você quer, doce — deixei minha voz ecoar rouca de tesão porque eu conseguia sentir de alguma forma que ela estava ainda mais encharcada do que antes.
respirou fundo como se estivesse afetada com a confirmação de que era mesmo eu ao ouvir minha voz e um sorriso se formou em seus lábios. Apesar de estar vendada, eu sabia que este estava em seus olhos também e isso fez com que meus lábios também se curvassem, retribuindo de uma forma encantada.
Porra, aquilo tinha me afetado pra caramba. Ela ter me reconhecido daquela forma tinha me afetado pra caramba.
— Eu quero você, baby — respondeu ruidosamente conforme suas pernas me apertaram em uma tentativa de me puxar para perto dela. Foi inevitável não ter uma lembrança naquele momento, no entanto, a ideia de que ali eu tinha ela e apenas ela me fez perder o controle.
— Eu também quero você, minha linda. — Sorri mais uma vez, então, sem dar tempo para nenhuma outra reação dela, abocanhei sua boceta com vontade, passando a língua por toda a sua extensão e chupando seu clitóris de um jeito gostoso, apertando bem as minhas mãos em suas coxas, cravando minhas unhas curtas ali. Ela apertou as pernas à minha volta, rebolando com vontade contra minha boca e gemeu sôfrega.
Então passei a explorá-la com afinco, trazendo minha língua até sua entrada e voltando para seu clitóris, o que arrancou um grunhido de e apesar de não poder ver, tive quase certeza de que seus olhos se reviraram com aquilo.
— É assim que você me quer, doce ? — provoquei de um jeito manso, mas nitidamente afetado pelo que eu fazia.
— Eu quero ver você, daddy — respondeu, abrindo um sorrisinho malicioso jogando o quadril contra mim. — Faz muito tempo desde que te vi assim. — Sua voz saiu mais suave, demonstrando um certo nervosismo. Mais uma vez, ela soltou a respiração.
Ofeguei ao ouvir aquilo, principalmente por causa da forma como ela havia falado e não consegui não ceder ao impulso de me erguer até a altura de seu rosto novamente, tirando a venda de seus olhos e deixando que ela me visse como tanto queria. Os olhos de encontraram os meus e mais uma vez ela sorriu daquela forma intensa, com um brilho no olhar.
— Melhor assim, baby girl? — Sorri torto em sua direção, deixando minhas mãos fazerem desenhos abstratos em suas coxas.
Ela se movimentou contra elas, mantendo a expressão e se inclinou, aproximando seu rosto do meu. Eu achei que fosse atacar meus lábios, mas fechou os olhos levemente, ficando ainda mais perto, e sua boca roçou a minha pele levemente na região da bochecha até chegar ao queixo. ofegou contra minha pele, soltando seu bafo quente e ela se mexeu, puxando as mãos, demonstrando que queria desesperadamente me tocar.
— Bem melhor... — soprou baixo, voltando a abrir o sorriso e então atacou meus lábios com fervor.
Retribuí ao beijo sem hesitar, explorando sua boca de forma ávida, voltando a pressionar meus dedos em suas coxas, então trouxe uma de minhas mãos pela parte interna, tocando sua boceta e esfregando meus dedos em seu clitóris, não hesitando em afundar um deles em sua entrada. Acabei ofegando com meus lábios unidos aos dela porque ela estava tão molhada que deslizei facilmente para dentro dela, então o girei com vontade, saindo e voltando enquanto minha língua acariciava a sua.
arqueou as costas, abrindo mais suas pernas e logo em seguida pressionando-as contra mim e rebolou com vontade, deixando que gemidos escapassem de seus lábios entre o beijo e ela a todo momento puxava os braços na tentativa de se soltar.
Fui aumentando a intensidade, atolando com mais afinco e separei nossas bocas, encostando minha testa na de para observar cada uma de suas reações bem de perto, sentindo que minha respiração escapava cada vez mais ofegante. Vi o exato momento em que seus olhos se reviraram nas órbitas e ela rebolou de um jeito lento, possibilitando que eu sentisse cada parte de sua boceta que se apertava, arrancando de um gemido alto que a fez estremecer.
— Por favor — pediu, conforme seus olhos encaravam os meus fixamente e selou nossos lábios. — Eu preciso te tocar, baby.
— Precisa, é? — soltei em um tom manso, então soquei mais um dedo naquela boceta deliciosa, fazendo questão de ir bem fundo e ela arfou, gemendo descontroladamente. — Rebola gostoso então, baby girl — soltei com um sorriso sacana em meus lábios.
— Preciso — respondeu firme, soltando a respiração ruidosamente. — Filho da puta — soltou em um falso tom de braveza, mas rebolou deliciosamente nos meus dedos até mordendo os lábios do tanto que aquilo a afetou e apertando os olhos com força.
afastou seu rosto, o afundando na curva do meu pescoço conforme ela rebolou ainda mais, demonstrando o quanto estava cada vez mais desesperada para foder comigo, aquela reação dela quase fez com que eu perdesse o controle e permitisse que ela me tocasse como havia desejado.
No entanto, um sorriso perverso se formou nos meus lábios e eu rodei meus dedos dentro dela com mais vontade, os movendo de uma forma tão intensa que seus quadris estremeciam de um jeito delicioso de assistir e ela gemeu de forma ainda mais desesperada, jogando a cabeça para trás e revirando os olhos.
— Eu sou um filho da puta, é? — indaguei, então subitamente tirei meus dedos de dentro dela, me afastando por completo e ficando em pé ao lado de , que grunhiu em protesto. — Eu adoraria te deixar me tocar enquanto te fodo bem gostoso, minha linda, mas você foi insolente demais hoje mais cedo. Eu vou ter que te punir por isso.
Os olhos de quase ferviam na minha direção e ela se movimentou em uma tentativa falha de se soltar.
Passei a mão em uma de suas pernas e apertei sua pele com força antes então de me afastar e caminhar de forma tranquila até o armário onde eu guardava apenas uma parte da coleção de brinquedos que eu tinha certeza de que seria extremamente delicioso usar nela.
Meus olhos brilharam quando encontrei exatamente o que tinha em mente, pegando a chibata de couro preta e sorrindo de canto mais uma vez antes de voltar a caminhar até , encarando seus olhos enquanto sentia os meus ardendo de tesão porque aquela mulher me deixava louco.
Umedeci os lábios e da mesma forma que havia feito com minha mão minutos antes, usei a chibata para deslizar por sua perna, traçando um caminho por toda a sua extensão e parando em seu baixo ventre. se movimentou violentamente e sua pele se arrepiou com o que eu havia feito.
— Você quer ser punida, baby girl? — minha voz ecoou rouca de excitação e eu não conseguia desviar meus olhos de por um segundo sequer.
— Eu quero, daddy — respondeu com a voz manhosa, demonstrando sua expectativa por aquilo ao movimentar as pernas e tentar me tocar com elas. Aquilo me atingiu diretamente, não vou negar. Senti que meu pau pulsou ainda mais dentro das calças e só então eu acabei me dando conta de que ainda estava vestido até demais. — Mas estou ansiosa para ver quanto tempo você aguenta sem me foder. — Um sorriso sacana se formou em seus lábios e ela abriu ainda mais as pernas, expondo mais sua boceta. Umedeci minha boca com aquela visão, mas ainda assim voltei à expressão sacana.
— Ah, minha linda. Eu posso gozar só de te ver sendo punida por mim — soltei em um tom ladino, então passei a ponta da chibata por sua barriga, subindo em direção aos seus seios e roçando em seus mamilos endurecidos, e aquilo a fez estremecer e puxar mais uma vez as algemas.
— Baby… — falou de forma afetada, soltando a respiração e mostrando o quanto ouvir aquilo tinha mexido com ela.
Porra, era delicioso ver o quanto ela estava excitada.
— Você vai contar comigo até cinco, baby girl. Depois eu te solto. — Então voltei a percorrer todo o caminho até o baixo ventre, ameaçando tocar sua boceta, mas só passando por ali de maneira superficial. — Entendido?
— disse meu nome em um gemido, demonstrando que queria que eu tocasse sua boceta e revirou os olhos. — Sim, senhor. — Abriu um sorriso, me olhando nos olhos e eu teria retribuído se não ficasse totalmente afetado mais uma vez.
— Muito bem, doce . É assim que o daddy gosta — respondi, voltando a passar a chibata por sua boceta, adorando ver como o corpo dela reagia àquilo e seguindo para sua coxa, onde a afastei de sua pele apenas para voltar a atingi-la de uma forma que imaginava que traria uma sensação prazerosa. Então encarei seu rosto em expectativa, esperando ela contar.
arfou e sua boca se abriu, soltando um gemido baixinho ao passo que ela puxou os braços e seus olhos ferveram na minha direção.
— Um — contou, sorrindo levemente conforme fez aquilo. Dessa vez, esbocei um sorriso de volta, sentindo o tesão de assistir aquela cena fazer meu pau pulsar dentro das calças. Eu estava doido pra tirá-las.
— Um — soltei em um tom de voz manso, contando junto a ela, então subi a ponta de couro por sua barriga, mordendo o canto da boca com a reação de e mais uma vez estalei a chibata em sua pele deliciosa.
gemeu baixinho e mordeu a boca, jogando o quadril para frente.
— Dois — soltou manhosa, conforme seus olhos me encaravam sem sequer piscar. — Você está delicioso desse jeito, daddy. — Seus olhos percorreram meu corpo e ela mordeu a boca, sem disfarçar o quanto gostava do que via. Me senti pulsar ainda mais com aquilo e em resposta a encarei com uma expressão ladina.
— É mesmo, baby girl? — Então levei a mão livre até meu pau, o massageando por cima da calça e soltando um grunhido baixo ao passo que mirei mais uma vez a peça de couro em e acertei a lateral de sua cintura.
— Sim, daddy — respondeu com a voz baixa, conforme seus olhos se reviraram e ela se mexeu. — Três — contou de novo, respirando fundo e demonstrando que já não aguentava mais de vontade de me tocar, pois seus olhos pararam no meu pau e ela mordeu a boca com vontade, passando a língua nos lábios, quase como se pudesse sentir meu gosto.
Pressionei meus dedos com mais afinco, deslizando por toda a minha extensão quase como se eu não estivesse usando nada, então parei de me tocar para voltar minha atenção à minha camisa, desabotoando-a com uma calma que, honestamente, nem eu mesmo tinha.
Me livrei daquela peça, atirando em algum canto que não era importante no momento e saboreei mais uma vez a visão de daquela forma totalmente entregue para mim, que sorriu abertamente porque seus olhos sequer desviavam da minha direção.
— Fico feliz que gosta, minha linda — retruquei de forma tardia e totalmente proposital, então dessa vez acertei um de seus seios, fazendo com que ela arqueasse as costas e soltasse um gritinho baixo, revirando os olhos em seguida.
— Eu gosto muito, baby — respondeu completamente afetada conforme seus olhos se fixaram ao meu abdômen e ela sorriu satisfeita. — Quatro — contou, suspirando levemente e parecendo não ter certeza do número.
Sendo sincero, eu estava adorando aquilo. Cada reação dela me atingia diretamente e perceber que ela estava tão afetada que estava a ponto de quase perder a contagem fez com que o sorriso no meu rosto se alargasse.
— Você também é deliciosa, minha linda. — Dessa vez não enrolei muito, mirando a chibata e lhe acertando na virilha, muito próximo de sua boceta, esperando com ânsia o momento em que eu a puxaria para finalmente me atolar inteiro nela.
soltou um gemido alto e mais uma vez suas costas arquearam.
— Cinco — contou, e sua voz saiu alta conforme seus olhos se fixaram aos meus e ela sorriu.
— Daddy está orgulhoso, baby girl — soltei de forma mansa, atirando a chibata em um canto qualquer e voltando a me posicionar entre as pernas de , puxando seu quadril para que se encaixasse ao meu.
Aproximei minha boca de sua pele, beijando sua barriga de forma intensa, subindo com meus lábios até chegar ao seu queixo, roçando meu nariz em sua bochecha e afastando meu rosto do seu para soltar as algemas de uma de suas mãos, não tardando a fazer o mesmo com a outra.
— Pode me tocar agora, minha linda.
Sem hesitar, projetou seu corpo na minha direção e seus braços envolveram meu pescoço de uma forma que ela prendeu as pernas na minha cintura e levou a boca até a minha. Seus dedos se embrenharam no meu cabelo e ela se movimentou no meu colo, ao passo que sua língua se enroscou na minha, explorando cada parte da minha boca com voracidade.
— Baby… — Sua respiração saiu fraca e seus olhos encontraram os meus. — Finalmente. — Então abriu um sorriso largo, da mesma forma que havia feito no começo, e colou os lábios aos meus, se esfregando ainda mais.
Levei minhas mãos até sua cintura, aproveitando a forma como ela estava encaixada em mim para mover meu quadril em sua direção, aumentando ainda mais a fricção de nossos corpos. Passei a explorar sua boca com intensidade, provando cada pedacinho dela e não contendo grunhidos de satisfação porque eu ansiava pelo toque dela da mesma forma.
Bastaram poucos minutos para que eu sentisse meu corpo todo em combustão.
Caralho, aquela mulher realmente acabava comigo.
Apertei sua cintura com força, então levei as mãos até a barra da minha calça, procurando me desfazer dela e da cueca para vestir o preservativo que eu havia trazido quando fui buscar a chibata. Eu adoraria vê-la fazer isso pra mim, quem sabe até mesmo com sua boca, porém isso ficaria para um outro momento.
De repente, estar dentro dela era mais do que um desejo, era uma necessidade.
mordeu o lábio com vontade e afastou-se, levando sua mão até o meu pau conforme mordeu meu lábio inferior com vontade. Seus dedos passaram por toda a extensão dele, o acariciando de uma forma quase torturante, me arrancando um grunhido abafado, e sua boca se direcionou para o meu queixo. Ela a desceu até meu pescoço, onde chupou com intensidade. Em resposta, minhas mãos foram até sua bunda, apertando com intensidade e puxando seu quadril contra o meu.
— Eu preciso de você dentro de mim, daddy — soltou manhosa, conforme seus dedos puxaram meus fios de cabelo e ela voltou a me encarar, colando os lábios aos meus e subindo o quadril de um jeito que sua mão encaixou meu pau em sua entrada, o que me fez quase arfar. — Mas eu estou pensando se está merecendo. — Um sorriso sacana apareceu e ela se movimentou, se esfregando deliciosamente.
Gemi baixo, então estreitei meu olhar com aquilo.
— Tentando ser punida de novo, baby girl? — soltei em um tom meio sério, meio sacana, então apertei sua bunda com ainda mais afinco, o que fez com que ela rebolasse.
levou os lábios até os meus, onde passou a língua levemente e seus dedos puxaram meus cabelos conforme uma de suas mãos desceu, percorrendo um caminho lento pelo meu pescoço até chegar aos meus ombros, então desceu para os meus braços.
— Acha que aguenta me punir mais um pouco sem me foder, daddy? — Sua voz saiu baixa e ela se movimentou, fazendo com que eu quase entrasse nela, esfregando a boceta na cabeça do meu pau com ainda mais vontade. Suas unhas arranharam minha pele levemente conforme ela roçou a boca na minha e desceu, deixando uma mordida no meu queixo.
Por mais que aquilo me deixasse completamente louco, a ideia de puni-la novamente também era extremamente deliciosa e eu sabia muito bem a resposta para a sua pergunta.
— Eu até aguento, minha linda, mas não quero — respondi, demonstrando impaciência na minha voz. Não queria mais joguinhos, eu queria foder aquela mulher bem gostoso.
Não dei nenhuma brecha para que ela continuasse com aquela tortura, puxando seu quadril com intensidade de encontro ao meu, aproveitando que a cabeça de meu pau já estava em sua entrada para atolar ele por inteiro de uma só vez, o que fez com que um gemido alto escapasse de seus lábios e ela cravou as unhas na minha pele.
Senti meus olhos se revirarem nas órbitas ao passo que um grunhido alto ecoou de meus lábios. A sensação de preenchê-la novamente era indescritível e eu precisei de alguns segundos para me recuperar do tremor que percorreu meu corpo. Sem demora, começou a rebolar de um jeito delicioso conforme seus dedos puxaram os fios dos meus cabelos e sua boca se grudou à minha, dando início a mais um beijo intenso que não hesitei em retribuir com voracidade.
Movimentei meu quadril de encontro ao seu, saindo e entrando nela com intensidade, aproveitando a forma como ela rebolava para me afundar ainda mais, sentindo o tesão aumentar e me fazer grunhir abafado contra sua boca. Minhas mãos subiram pela lateral de seu corpo, tocando seus seios e os massageando com intensidade, então deslizei a língua pelo seu lábio inferior, o puxando com meus dentes logo em seguida.
arfou com aquilo e rebolou ainda mais, então uma de suas mãos desceu até minhas costas, onde ela cravou as unhas e arranhou com vontade conforme gemia cada vez mais contra minha boca. Um grunhido de dor e tesão escapou de meus lábios e eu não fiz questão alguma de conter minhas reações. Seus olhos se reviraravam nas órbitas cada vez mais e ela diminuiu a forma como rebolava, fazendo com que meu pau rodasse dentro dela lentamente, e isso fez com que afundasse o rosto na curva do meu pescoço.
Apertei seus seios com mais afinco, então desci a mão em sua cintura, quase fincando minhas unhas curtas ali e aproveitando para socar meu pau bem fundo em sua boceta, o que a fez gemer ainda mais alto. O tanto que ela estava molhada só me enlouquecia mais e eu rebolei com vontade contra seu quadril, sentindo meu corpo inteiro pegar fogo tamanho era o prazer que eu sentia naquele momento.
Dei um tranco forte contra ela, sentindo meu pau tocar bem fundo mais uma vez e repetindo o gesto de novo, ouvindo o som delicioso de meu quadril se chocando ao de . Era difícil conter os gemidos, então eu nem fiz questão disso enquanto as coisas até giravam um pouco ao nosso redor.
— ela gemeu contra o meu ouvido, cravando as unhas contra a minha pele com ainda mais força e deu uma rebolada lenta, fazendo com que mais uma vez eu rodasse dentro dela e tocasse cada parte de sua boceta. Aquilo fez com que eu estremecesse e gemesse de volta para ela, sentindo em seguida o ar faltar aos meus pulmões.
Mais uma vez, ela puxou meus fios de cabelo e afastou o rosto, voltando a me encarar e deixando claro em seu olhar o quanto queria que eu visse cada uma de suas reações. Fiz questão de sustentar a encarada de forma ávida, completamente sedento por ter mais daquela mulher. Ela não sustentou por muito tempo a forma como me encarava, pois seus olhos se reviraram e movimentou o quadril de um jeito que deixava bem claro que tinha sequer controle sobre seu corpo naquele momento. Mais gemidos escaparam dos lábios de , seus cabelos estavam bagunçados e a pele suada.
Dei outra estocada forte, atolando meu pau de um jeito delicioso enquanto uma de minhas mãos foi subindo pelas costas de até que eu alcançasse sua nuca. Dedilhei a região de leve, fazendo com que sua pele toda se arrepiasse, então enrosquei meus dedos em seus cabelos e, da mesma forma como ela havia feito comigo, os puxei de forma intensa, fazendo a cabeça de pender para trás, expondo seu pescoço para mim para que eu levasse meus lábios até sua pele, dando um chupão forte sem parar de me mover dentro dela. A cada segundo eu sentia meu corpo estremecer mais.
Porra, ela era deliciosa demais.
correspondeu a tudo aquilo gemendo ainda mais intensamente e rebolando bem gostoso no meu pau, se contorcendo toda a cada movimento. Um gemido mais prolongado saiu de seus lábios e ela puxou meus fios intensamente conforme sua boceta me engoliu violentamente, denunciando que seu orgasmo estava próximo. jogou a cabeça ainda mais para trás, arqueando as costas e fincando as unhas na minha pele enquanto rebolava de um jeito que me permitia ir ainda mais fundo.
— Isso, baby, continua assim que eu vou gozar — disse, revirando os olhos e rebolando com cada vez mais afinco.
Puxei seus cabelos com ainda mais força, adorando o jeito que ela ficava toda empinada e aumentando ainda mais o ritmo de minhas estocadas, sentindo que minhas bolas até batiam contra sua bunda de tão forte que eu fui atolando meu pau naquela boceta.
Grunhidos escapavam de meus lábios com cada vez mais frequência e eu sabia bem que também não faltava muito para que meu ápice chegasse.
— Assim, minha linda? — soltei com a voz rouca e a boca bem próxima de sua orelha, onde não resisti e deixei uma sugada lenta no lóbulo, arrancando um tremor de seu corpo. — Goza bem gostoso pra mim então, vai — incentivei, soltando os cabelos dela e descendo minha mão até tocar seu clitóris inchado, movimentando meus dedos de forma circular e socando pra dentro dela com ainda mais afinco.
apertou os olhos com força e estremeceu violentamente conforme afundou a cabeça na curva do meu pescoço, onde ela deixou um chupão forte que me fez grunhir. A mulher rebolou com ainda mais afinco, rodando bem gostoso no meu pau e gemendo sem conseguir parar à medida que os espasmos se espalhavam pelo seu corpo com cada vez mais intensidade. Empurrei meu quadril contra o dela com vontade, rebolando de forma que meu pau tocasse cada centímetro de sua boceta enquanto eu o sentia pulsar mais a cada segundo. Minha mão foi se movendo com mais velocidade, massageando seu clitóris bem gostoso e adorando cada reação da mulher.
— Ah, — gemeu manhosa, ao passo que suas unhas voltaram a se afundar na minha pele e senti sua boceta me engolir com intensidade, me fazendo estremecer e o melando logo em seguida, denunciando que ela havia gozado.
Mesmo com o orgasmo, ela continuou movendo o quadril porque os tremores que transpassavam seu corpo naquele momento eram intensos e ela puxou meus cabelos com afinco. Sua mão que antes estava nas minhas costas foi parar na minha nuca de modo que ela segurou ali com força para poder continuar com os movimentos, ainda gemendo deliciosamente.
Levei as duas mãos até o pescoço de , posicionando uma de cada lado e apertando enquanto aumentava minhas estocadas de forma intensa. Em resposta àquilo, ela gemeu intensamente, colocando um ritmo delicioso que fazia com que eu estremecesse de forma violenta, gemendo sem conseguir mais me refrear e sentindo meu pau se atolar nela com mais facilidade depois de ela ter gozado daquele jeito gostoso.
A sensação do ápice foi crescendo, fazendo com que eu ficasse ligeiramente tonto até que explodi de um jeito enlouquecedor. Apertei com mais força, meus olhos se pressionaram intensamente, enquanto meus lábios se entreabriram e um gemido mais prolongado se fez ouvir. Espasmos se espalharam pelo meu corpo todo e de repente eu me derramei insanamente, gemendo mais e sentindo minha respiração completamente descompassada.
Fui diminuindo o ritmo até parar e afundei meu rosto na curva do pescoço de enquanto recuperava o fôlego aos poucos, então deixei um beijo leve em sua pele, ainda completamente afetado pelo orgasmo.
Eu conseguia ouvir a respiração dela descompassada enquanto tentava se recuperar e seu aperto em meu cabelo se afrouxou, então sua mão que antes estava na minha nuca foi parar no meu rosto, fazendo com que eu afastasse meu rosto para a olhar. Ela não deu muito tempo para que eu tivesse muitas reações e tratou de tomar meus lábios, iniciando um beijo intenso, mas ao mesmo tempo calmo entre nós. A mulher explorou minha boca com avidez, entrelaçando nossas línguas e até gemeu baixinho contra ela. Eu retribuí com a mesma intensidade, passando meus braços ao redor de e a puxando contra mim.
Um sorriso se formou nos lábios dela em meio ao ato, então seus olhos voltaram a se abrir, me encarando fixamente e a ponta dos seus dedos fez um carinho na minha pele.
— Eu não tinha mesmo me dado conta do quanto senti sua falta, baby — soprou baixo, movimentando os olhos, mas os mantendo em mim.
Instantaneamente sorri com aquilo, aproximando meu rosto do seu novamente e fazendo com que nossos narizes se encostassem, sem deixar de encará-la um minuto sequer, o que arrancou um sorriso dela.
Eu não fazia ideia do que porra aquela mulher estava fazendo comigo, mas naquele momento ali eu nem queria saber.
— Bom saber disso, minha linda. Porque eu também senti a sua — respondi no mesmo tom de voz baixo e juntei meus lábios aos de mais uma vez em um beijo calmo para depois me afastar, a encarando e abrindo um sorriso torto, que ela correspondeu. — Feliz aniversário, doce .


Continua...



Nota das autoras: Ai, gente, como lidar com esses dois? Eles não se contentaram apenas com 13. Cabaret e aqui estamos nós com essa long que promete incendiar vocês. Preparem-se porque esses dois são literalmente fogo e gasolina hahahaha.
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Com amor, Ste e Van. <3

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