Fanfic finalizada
Music Video: Night Parade - FLOW

Capítulo Único

"A festa do ano!"
Esse é o slogan da festa que os quatro melhores amigos estão se arrumando para ir nesse momento, cada um em sua casa. era o responsável por buscar todos e foi o primeiro a ficar pronto.

— Já está pronto, ? — Questionou ele ao mais novo. tinha 33 anos e , 31.
— Estou esperando o , só — respondeu ele, que conversava ao telefone com o amigo. era o irmão mais velho de , o rapaz tinha a mesma idade de .
— Já estou aqui embaixo. Não demorem.

desligou e colocou uma música para se distrair enquanto esperava. Ajeitou os cabelos, se vendo pelo retrovisor e cantarolou a música que tocava. Seu celular vibrou, visualizou na tela o nome dela e sorriu involuntariamente. Era uma mensagem de texto.

"Já estou pronta, . Não demorem!
P.s.: sei que não é culpa sua. e parecem noivas se arrumando. Aff

Beijos, "


era a melhor amiga, a quarta integrante do quarteto de amigos que nunca se separaram desde a infância. era a mais nova dos quatro, com 30 anos. Por isso e por ser a única mulher, a tratavam como um bebê. Ela se irritava com tanto cuidado, mas não negava que gostava, e muito. Quase meia hora depois, e apareceram na porta do prédio deles. buzinou e eles atravessaram a rua.

— Chegaram cedo para ontem, donzelas! — Zombou assim que os irmãos entraram no carro.
— Ah, . Preciso estar bonito hoje, preciso de uma namorada — disse , vaidoso, e se olhou no espelho da frente do carro, onde estava. sentou no banco de trás.
já está pronta há meia hora e deve estar nos amaldiçoando — revelou e deu a partida no carro. riu e disse:
— Por isso senti umas coisas estranhas ainda há pouco.

Todos riram e seguiu o caminho para casa de , que ficava próxima ao ferro-velho onde seria a festa. No caminho, mandou uma mensagem para a amiga avisando que estavam chegando.

— Ela disse que vai nos matar, mas como ela sempre diz isso, ignorei. — riu do comentário e estacionou o carro do outro lado da rua do prédio da moça.
— Avisa que estamos aqui — pediu , e fez. olhou para o , que veio todo o caminho digitando em seu celular e soltando risadinhas abafadas. — Quem é a gata?
— Oi? — estava distraído, olhou para o amigo que tinha um sorriso malicioso no rosto. — Estou tentando garantir a parte do "preciso arrumar uma namorada" — explicou.
— Toda semana você diz isso. Até hoje, nada.
— Dessa vez é sério. E ela tem amigas solteiras, depois te apresento.
— Primeiro você precisa arrumar a namorada, depois falamos disso. — deu de ombros e voltou sua atenção para a tela do celular. olhou distraído para o portão do prédio de e a viu saindo dele. Involuntariamente, sua boca se abriu. — Wow!
— Que foi? — perguntou e olhou na mesma direção do amigo. Seu queixo também caiu. — Meu Deus, que… essa é a mesmo?
— Que houve? — também mexia no celular e olhou na direção que todos olhavam. O mesmo efeito se repetiu. — Caralho! Que espetáculo de mulher!

caminhava em câmera lenta. Espera, isso não seria possível, mas para os três que estavam no carro, era assim que ela andava. usava uma blusa curta branca, que deixava à mostra seu umbigo; uma meia arrastão com um shorts jeans curto, um tênis preto e trazia nos braços uma jaqueta de couro preta. Os cabelos da moça estavam soltos, sendo bagunçados pelo vento que fazia aquela noite, mas na frente tinha uma trança em um dos lados, como um detalhe. Os rapazes mal tinham palavras para expressar o que sentiram naquele momento. Eles sempre a acharam linda, mas a tratavam quase como uma irmã. Porém, quando se arrumava dessa forma, eles se questionavam, cada um em seu interior, se o que sentiam por ela era realmente amor de irmão, amor de amigo.
abriu a porta traseira, entrou, sentou-se ao lado de e fechou a porta. O som da porta se fechando despertou os três do transe.

— Dessa vez vocês se superaram no atraso. Não falem comigo até chegarmos na festa! — Ela disse com a cara amarrada, cruzando as pernas. derrubou seu olhar nas pernas da moça, não conseguiu evitar.
, vem para frente — disse para o irmão.
— Mas nem que você me pagasse, irmão. — sorriu vitorioso.
— Vai ter volta! — Reclamou e se virou para frente.

deu a partida novamente e arrancou com o carro. Logo estavam na festa. E que festa! O lugar era grande e ainda cheio de carros, porém foi arrumado para que houvesse um grande espaço para uma pista de dança. O DJ já tocava uma música alta e já havia pessoas lá. Passava das 22h.

[...]


No que seria dito como o ápice da festa, os quatro amigos, já embriagados o suficiente, dançavam freneticamente na pista de dança lotada. O calor das pessoas os fazia suar. Os rapazes fizeram uma espécie de cerca humana em volta de , que a todo momento era galanteada por homens loucos para beijar a moça. Porém tudo que ela queria hoje era beber e dançar com seus amigos. Mais nada.
O lado ruim de beber, para , era ter que ir sempre ao banheiro. Em uma de suas idas, que não foi percebida pelos amigos, foi abordada por um homem que logo agarrou seu braço e a puxou para a parede atrás do banheiro químico que havia ali.

— Me solta, cara! — Gritou ela e debateu-se nos braços dele. Ela o empurrou, usando muita força, mas ele a agarrou de novo. Não demorou muito e o corpo dele foi puxado para trás.
— Tire suas patas dela! — apareceu e desferiu um soco na cara do homem. Alguns socos trocados depois, o homem foi embora e foi ver como a amiga estava.
— Estou bem, . Ah, meu amigo, seu rosto. — Ela tocou no rosto dele, que gemeu de dor. — Desculpa!
— Está tudo bem, . — Ele sorriu e sentiu um desejo forte dentro dele. Um desejo que estava sentindo desde que viu caminhar até o carro mais cedo. Ele chegou mais perto dela e a empurrou direto na parede.
! — Exclamou ela e o olhou assustada. — O que está fazendo?
— Algo que quero fazer faz tempo. — segurou o rosto dela com uma das enormes mãos e, com a outra, puxou a cintura dela para mais perto. Ele encostou seus lábios nos dela e a beijou com ferocidade.

Após o beijo, ofegantes, ele se afastou dela, pedindo desculpas, e foi embora. Deixando-a sozinha. acabara de beijá-la e a moça estava em êxtase, querendo provar mais do gosto da boca do amigo. Sempre tentou negar, mas ela sempre sentiu uma atração muito forte pelo rapaz. Ele, além de lindo, assim como os outros amigos, era sexy e galanteador. Algo nele a hipnotizava e ela não sabia dizer o que era exatamente. Tudo que fazia atraía como um ímã. E ela nem se esforçava para resistir.

[...]

Na pista de dança, e aguardavam, um pouco afastados, a volta dos demais. Dando goles e mais goles em sua bebida, iniciou o diálogo que tiraria do sério (o que era bastante raro).

— Quando a voltar, — iniciou , embolando a língua para falar, mas as palavras saíam compreensíveis, — eu vou pedir para ficar com ela! — o encarou de imediato.
— Você não pode beijar ela! — A irritação dele era visível. Sua respiração se alterou rapidamente e suas mãos se enrijeceram, quase amassando a lata de energético que tinha em uma das mãos.
— Por que não, ? — abria e fechava os olhos, tentando fazer a imagem de se focar.
— Porque ela é nossa amiga, seu idiota! — A voz de saiu alterada, quase num grito.
— E daí? Ela é linda e ambos estamos solteiros. Não vejo motivo para não fazer isso.
— Você não vai beijar a ! — Repetiu , alterado. bebeu mais um pouco de sua bebida.
— Vai me dizer que não ficaria com ela? — Desafiou encarando o amigo. pigarreou.
— Essa não é a questão — disse, desviando do assunto.
— Qual é então?
— Não vou discutir isso com você...
— Então, ok. Vou procurar por ela e beijá-la.
— Ah, mas não vai mesmo!

Num movimento rápido, puxou pelo ombro e socou o rosto do amigo, derrubando sua bebida no chão. pôs a mão no rosto surpreso e deu um murro no queixo de . A briga estava instaurada. Eles trocaram socos e rolaram no chão sujo e empoeirado. As pessoas ao redor separaram a briga, segurando os dois longe um do outro. saiu dali e foi respirar um pouco. Como pôde perder o controle dessa forma? Como pôde bater em ? Ainda mais por causa da ! Os três fizeram um acordo de nunca disputarem por ela, era amiga deles e eles prometeram nunca, sob nenhuma hipótese, disputar por ela. Mas pelo visto essa promessa já havia sido quebrada.

! — A voz surpresa de assustou o rapaz, que a encarou. Seu rosto doía pelos socos que levou. — O que isso no seu rosto? — Ela já estava voltando para encontrar os amigos, ainda desnorteada com o beijo de . Chegou próxima a e viu a vermelhidão no rosto dele. Quase roxo.
— Não foi nada demais, . — Ele deu um sorriso amarelo. o pegou pelo braço e puxou para um dos carros. — O que vai fazer? — Perguntou, curioso.
— Shiu! Senta aí e fica quieto — ordenou ela. obedeceu e sentou no banco da frente do carro que não possuia porta. tirou de sua bolsa uma caixinha branca com um símbolo vermelho em cima.
— Até isso tem na sua bolsa? — Brincou , rindo.
— Tenho um kit de primeiros-socorros na bolsa porque conheço vocês — disse ela e tirou um pouco de gaze junto com um frasco que parecia ter remédio dentro. — Vai arder, desculpa. — deu de ombros. molhou a gaze com o líquido do frasco e passou de leve no canto da boca de , que gemeu um pouco.
— Mas eu não sou de brigar, … — lembrou ele, enquanto se segurava para não chorar de dor. Sua ferida ardia muito.
— Mas se machucaria separando a briga dos irmãos esquentadinhos. — Ela riu com o comentário e ele a acompanhou.
— É verdade! — Terminado o serviço de enfermeira, sorriu para ele.
— Foi o ou o ?
— Hm? — Resmungou, distraído.
— Qual dos dois brigou para que você precisasse separar? — Esclareceu.
— Ah… — Obviamente que não falaria que brigou com só porque ele cogitou a possibilidade de beijar . Sentiu vergonha de si mesmo por isso. — O brigou com um cara. Mas já está tudo bem. — Não era mentira. Não omitiu que estava envolvido, só não mencionou com quem brigou. E nem mencionaria.
não tem jeito… — revirou os olhos e guardou a caixinha de primeiros-socorros de volta na bolsa. levantou-se e seu corpo ficou muito próximo ao dela. — Ainda está cheiroso, . Que cheiro bom! — Comentou ela, sem segundas intenções. O cheiro dele ainda estava bom, mesmo após horas dançando e bebendo, mesmo com toda a poeira que grudou no corpo dele.
— Você também está muito cheirosa, — disse ele, o coração pulando dentro do peito. Ele nem pensou duas vezes ao fazer o que pretendia a seguir. — Me desculpe por isso… — a abraçou e beijou. , ainda de olhos abertos, resistiu ao beijo. Porém isso só durou dois segundos, logo ela estava rendida nos braços aconchegantes de . Depois do beijo, ela o olhou confusa. — O que foi?
— É estranho... Somos amigos e...
— Se fosse o , seria estranho? — Questionou, de repente.
— Como assim? — Por um segundo, achou que ele tivesse visto o beijo entre ela e .
— Se o , te beijasse seria estranho?
— Não sei, , por que fala isso? O que o tem a ver?
— Eu sei que você sente atração por ele, está mais que claro. — O tom dele tinha um quê de mágoa, ciúme. empurrou o rapaz e sentiu o rosto esquentar de raiva.
— Eu não sei explicar, isso é confuso pra mim, . Nós somos amigos há anos e...
— Já entendi — sem deixá-la falar, a interrompeu. — Com o seria melhor, porque ele é mais bonito, mais garanhão. Eu entendo…
— Não é isso, … — Ela queria dizer que isso não era mais importante para ela. Queria dizer que a atração que sentia por não era suficiente para ela. Mas estava magoado demais para ouvir.
— Não sabia que era assim também, ..
— Assim como?
— Que preferisse caras do tipo do ao invés de um que realmente te valorize. Não sabia que era uma vendida. — Furiosa, deu um tapa no rosto já ferido dele.
— Não fale assim comigo! Idiota! Você estragou tudo, !

Furiosa e sentindo que ia chorar, ela saiu correndo e o deixou sozinho, arrependido do que falou e com o rosto ardendo ainda mais. não segurou as lágrimas.

[...]


Após beijar , saiu correndo, confusa com o ocorrido e com raiva do amigo. De repente, ela passou por uma das montanhas de carros empilhados que havia ali e ouviu gemidos e risadas. Ao se aproximar, não creu no que seus olhos estavam vendo.

… — sussurrou ela para si mesma. estava beijando outra mulher, ele se divertia passando as mãos pelos cabelos e por todo corpo da moça. Decepcionada, saiu correndo novamente. Agora estava com raiva de e . E pensar que ela achou que sentisse algo de verdade por ela. Ilusão. Sem olhar para onde ia, ela esbarrou violentamente contra o peito de alguém e caiu no chão. — Desculpa! — Gritou ela e levantou o olhar.
?! — A voz de acalmou o coração dela. — Você está chorando, ? — Ele ajudou a moça a se levantar. Ela cambaleou um pouco e a segurou firme.

— Vem comigo… — Ele apoiou os braços dela em sua cintura e abraçou ela com firmeza. Caminharam para uma outra pilha de carros. Com cuidado, sentou a moça em um deles, no banco de trás; também não havia porta. Ela estava trêmula, chorava e mal conseguia falar. sentou no banco da frente, deixando a porta aberta. O banco não tinha o encosto, o que possibilitou ele ficar mais perto dela e poder abraçar a moça, se necessário.
… eu… — sussurrou ela e parou novamente.
— Você viu o , não viu? — olhou para ele, o rosto de estava sério como a moça nunca o viu antes. As mãos dele repousadas sobre as próprias pernas estavam fechadas e tremiam levemente. — Estou cansado de te ver sofrer por causa do meu irmão. Cansado! — Bradou ele, ainda sem olhar para ela. Ao notar um possível descontrole por parte do amigo, se manifestou.
— Não briga com o , , eu lhe peço! Ele é seu irmão! — Implorou ela.
— Por ser meu irmão que eu o conheço bem e sei que ele está fazendo algo errado. Estou cansado disso, . — virou o rosto para moça, os olhos dela vermelhos de tanto chorar, o rosto um pouco inchado e com a expressão cansada só fizeram o rapaz sentir mais raiva do irmão. — Agora eu tenho vontade de matar ele!
— Não! — Num impulso, deu um abraço nele e enterrou o rosto no peito do rapaz. Sem reação imediata, apenas aspirou o perfume dos cabelos dela. Tão cheirosa…
… — Ela levantou a cabeça, sem soltar ele, e o encarou. Os rostos perto demais. já estava com vontade, explanou isso para . Foi justamente por isso que eles brigaram. — Que se dane…

De surpresa, beijou com ferocidade. não queria, mas, inconscientemente, comparou o beijo dos irmãos. tinha um beijo mais apaixonado, com mais desejo que o de , isso ela pôde notar logo de cara. apertou a cintura dela e a puxou para mais perto. Ofegante, ele parou de beijá-la apenas para empurrá-la contra o banco. Já deitada, o encarou. passou para o banco de trás e ficou em cima dela, um de suas mãos apertou a cintura da moça arrancando um gemido involuntário. Deixando o peso de seu corpo cair por cima dela, voltou a beijar aquela boca que tanto desejou por anos. As mãos de dançavam nas costas dele, bagunçando o moletom que ele usava, assim como os cabelos do rapaz. Arfando, desceu uma trilha de beijos no pescoço dela. pensou em pedir para ele parar, mas, por Deus, aquilo era tão bom. Estava gostando tanto de estar ali com que logo a ideia fugiu de sua mente. Mas quem interrompeu o clima quente que já havia se instalado no carro foi o próprio .

— Há algo errado, ? — questionou quase sem fôlego e num tom decepcionado.
— É melhor pararmos ou não vamos conseguir parar — explicou ele. Ele ainda estava deitado em cima dela. — Você é tão especial, , eu não quero… não quero machucar você. — Ela tinha pensado em algo pervertido, de início, mas logo entendeu o real sentido do que ele acabara de dizer.
— Tudo bem, . Eu também não quero magoar você. Te gosto tanto… — ela passou o dorso da mão no rosto dele que fechou os olhos, curtindo o toque.
— É melhor voltarmos… — O rapaz abriu os olhos, voltando à realidade.

Ambos suspiraram, frustrados e com calor. Poucos minutos de amassos foram suficientes para fazer eles perderem o fôlego.
Rapidamente, os dois encontraram e próximos à pista de dança, ambos bebiam. pegou uma garrafa de bebida e foi para a pista dançar. Ela queria esquecer-se de tudo: do beijo de , do beijo de , da decepção com beijando outra e do beijo de . Nada passava pela mente da moça agora que estava dançando, o corpo mexendo conforme a música. Ela bebia e dançava de olhos fechados. O suor e a poeira que tomavam conta do ambiente eram o disfarce perfeito para as lágrimas que ela derramava, tímidas e controladas firmemente por ela. De longe, os três amigos, arrependidos de suas atitudes, observavam a amiga dançar, rodopiando no próprio eixo e bebendo mais e mais. Um olhou para o outro, os três olhares eram de perdão por terem quebrado a promessa que fizeram há anos. Sabiam que se os três prosseguissem com os sentimentos por ela, poderiam acabar perdendo a amizade deles. Dando um sorriso amarelo, os três brindaram, sem dizer nada e foram para a pista dançar ao lado da amiga. A noite começou intensa, prosseguiu conturbada, mas terminou de maneira gloriosa. Pelo menos, na visão deles era assim.

"Dança a noite toda e não para
Eu não quero deixar ninguém
Abaixe-se! Abaixe-se! Bem-vindo ao desfile noturno descolado!"

Night Parade, FLOW feat. Home Made




FIM



Nota da autora: ACABOOOU! E aí? Não me matem, please! Kkkkk eu sei que ficou em aberto por quem a pp era apaixonada de verdade, mas a ideia era essa mesmo. Eu amei muito escrever esse plot (que bateu na minha mente assim que vi as fotos promocionais desse clipe) e eu quis sim botar a pp pra ficar com os três, porque estava difícil escolher só um kkkk

Duas revelações: 1. Os três eram apaixonados por ela!!!
2. Ela amava apenas um, o mistério tá justamente aí.

Estou pensando, PENSANDO APENAS, se terá uma continuação. Pensando só, hein! Nada certo rsrs
Enfim, é isso! Obrigada a quem betar/Scriptar esta fic ❤️
Leiam meus outros MVs que fiz com carinho pra esse especial! (E minhas outras fics tb)

Beijinhos 😍💕
Nota da beta: Oi! O Disqus está um pouco instável ultimamente e, às vezes, a caixinha de comentários pode não aparecer. Então, caso você queira deixar a autora feliz com um comentário, é só clicar AQUI.



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