Capítulo Único
null caiu deitada na cama, seu peito subindo e descendo conforme respirava, ainda tentando se recuperar do orgasmo que há pouco atingiu seu corpo. Sorriu ao sentir os braços de null envolverem seu corpo e puxá-la para si. Ela virou o rosto e encarou os olhos fechados dele, dando um selinho rápido em seus lábios antes se levantar.
- Onde vai? - Ele perguntou, erguendo o tronco para olhá-la.
- Já são quase oito horas, amor. - Respondeu, enquanto andava até o armário para escolher a roupa que usaria na noite de hoje. - Temos que sair as nove.
- Já? - null passou as mãos pelos cabelos, bagunçando-os. - Se eu não tivesse curioso pra conhecer a garota do null, eu ia dizer pra inventarmos alguma desculpa.
null riu e olhou para o homem, encontrando-o já sentado na cama, com o lençol envolvendo seu quadril.
- Você fica incrivelmente sexy assim. - Ela comentou e null abriu um sorriso ladino, levantando-se para se aproximar dela. - Não! Nem vem. Eu só com...
null levou as duas mãos até o a cintura de null e puxou o corpo nu dela contra o seu, grudando-os. Ela gargalhou e ele aproveitou o momento para aproximar os lábios do pescoço dela, dando alguns beijos pelo local, fazendo a namorada se arrepiar.
- Amor... - Sua voz saiu baixa, mas null sabia que ele a ouviu. - A gente precisa se arrumar!
- Uhum... - null murmurou contra a pele dela, sem cessar o contato. Os beijos começaram a descer pelos ombros de null e ela mordeu os lábios, já sabendo onde aquilo levaria.
- null! - Ela bradou.
Eles tinham acabado de transar, por Deus!
null riu de maneira nasalada e se afastou, passando a língua pelos próprios lábios e depois mordendo-os enquanto encarava o corpo da namorada de cima a baixo, como se ela não estivesse rebolando em cima dele há poucos minutos.
- Filho da puta. - null xingou e levou suas mãos até a nuca dele, entrelaçando os dedos em seu cabelo. - Você tá brincando com o perigo, null.
Ele a encarou e arqueou as sobrancelhas em desafio, mas os dois acabaram por cair na risada.
- Não consigo mais ser dominadora com você, né? - null fez um bico e null franziu o nariz, fazendo-a sorrir ao observá-lo.
- Realmente... Depois que começamos a namorar, os papéis se inverteram, não?
Em um movimento rápido, null a virou, prensando seu corpo de frente contra a porta do guarda roupa. Se colocou atrás da namorada, roçando seu membro de maneira deliciosa na bunda dela. Enquanto puxava o cabelo de null com uma mão, a outra deslizou por sua coxa até chegar em seus seios, local onde ele apertou com certa força. Afastou o cabelo dela e roçou seus lábios pela pele dela, deslizando a outra mão, aproximando-a da intimidade de null.
- Você gosta que eu te trate assim, não é? - Ele perguntou, mas ela permaneceu em silêncio. - Responde. - Puxou um pouco mais o cabelo dela, recebendo agora um muxoxo como resposta. - Se você não responder, eu não vou te foder de novo.
- Sim. - null resmungou baixo, mordendo seus lábios. - Eu gosto.
- É? - null perguntou, satisfeito. Finalmente tocou a intimidade já encharcada da namorada. - Prontinha pra mim. - Ele mordiscou a orelha dela levemente. - De novo.
null rapidamente a virou, encostando agora as costas dela na porta. Encarou-a brevemente e voltou a tocá-la afastando os grandes lábios com seus dedos, de maneira a deixar exposta a área ao redor do clitóris.
- Me diz o que você quer. - Ele perguntou, puxando os cabelos dela. null abriu os olhos, encarando o namorado.
- Seus dedos. - null pediu e null arqueou as sobrancelhas.
Aproximou os lábios do rosto dela e roçou-os até sua orelha.
- Onde?
- Em mim, null, porra! - Ela explodiu e null riu de maneira convencida antes de finalmente a penetrar com dois dedos, ouvindo-a gemer alto e arquear levemente as costas.
Ele continuou a movimentar os dedos, posicionando-os de maneira que a palma de sua mão roçava de maneira gostosa sobre o clitóris de null, estimulando-a. Conforme ela gemia, null alternava os movimentos, inserindo-os rapidamente, movimentando-os de estrategicamente para causar o máximo de prazer que conseguia.
- Tão apertada. - Grunhiu contra o ouvido dela, intensificando os movimentos conforme sentia o corpo de null responder as suas investidas. - Tão molhada. Tão... - null soltou os cabelos dela e deslizou a mão até um dos seios da namorada, envolvendo o mamilo com o dedo indicador e polegar. - ...Minha.
- Não para. - null pediu, sua cabeça deitada para trás e seu corpo se movimentando lentamente conforme sentia os estímulos do namorado. - Não... Para...
Ela sentia o orgasmo se aproximando, seu corpo já começava a se contorcer e aquela incrível sensação começou a se formar em seu ventre, porém, tão rápido quanto surgiu, desapareceu. null franziu o cenho, gemendo em desaprovação. Ao abrir os olhos, viu null lambendo os dedos, deliciando-se com o gosto dela.
- Filho da puta. - Ela xingou, passando as mãos pelo cabelo antes de desferir um tapa no ombro dele. - Filho. Da. Puta.
Ele riu e tocou o rosto dela com uma das mãos, apertando-o levemente enquanto null o encarava.
- É pra você passar a noite inteira com vontade de gozar, toda vez que se lembrar de que eu não deixei. - null provocou, aproximando os lábios dos dela. - Pra você lembrar que, mesmo que você fique com outras pessoas hoje na festa, você é minha.
null gemeu em desagrado e null arqueou as sobrancelhas.
- Algum problema? - Ele quis saber e ela rapidamente balançou a cabeça em negação. - Bom. Bom mesmo.
null sorriu satisfeito e se afastou, sem tirar os olhos da namorada.
- Posso me arrumar agora?
- Pode, ué. Não precisa pedir pra mim.
- Você é um filho da puta.
- Posso até ser, mas você ama que eu te trate assim. - Respondeu de maneira convencida, fazendo-a rir em concordância.
- Me deixa maluca, null. Você me deixa maluca! - Ela suspirou, prendendo seus cabelos em um coque desajeitado para poder tomar um banho.
null riu e puxou-a para si mais uma vez, fazendo-a rolar os olhos.
- Vai me torturar mais um pouco ou posso ir tomar banho? - null perguntou, arqueando a sobrancelha. - Olha que eu tomo meu posto de dominadora de volta rapidinho...
null rolou os olhos ao ouvi-la e grudou seus lábios nos de mulher para calar sua boca. Beijaram-se rapidamente, antes de finalmente se afastarem para que null pudesse ir em direção ao banheiro. Ele viu quando ela piscou para ele um pouco antes de fechar a porta.
- Eu vou saber se você se masturbar no banho, null!
- Filho da puta. - Ele a ouviu xingar mais uma vez ao fechar a porta do banheiro e gargalhou, jogando-se na cama para relaxar por mais alguns minutos antes que também precisasse ir se arrumar, afinal, nenhum dos dois queria se atrasar para conhecer a suposta namorada que null null dizia ter arranjado.
⁂
- Ele tá atrasado. - null disse ao checar mais uma vez o horário em seu celular.
- Relaxa, amor. - null pediu, tocando os ombros do namorado de maneira carinhosa. - Vamos beber algo? - Recebeu uma resposta positiva dele, então os dois foram até o bar, pedindo um uísque para null e um drink para null.
As bebidas não demoraram a chegar, e null já estava bebendo conforme se movimentava animadamente no ritmo da música, dançando sem desviar os olhos de null, que a observava escorado no balcão do bar. Ele abriu um sorriso ladino ao vê-la rebolar, mas logo desviou o olhar ao ver null null entrar no local. null franziu o cenho e null, ao perceber que a atenção do namorado não estava mais em si, seguiu seu olhar, parando ao lado dele enquanto olhava para o casal que se aproximava.
- Aquela é... - null começou a falar, mas foi interrompido pela mulher.
- null? - null arregalou os olhos, sua voz saindo mais alta que o normal. - Mas o que...?
- Oi, amiga! - null disse animada, assim que se aproximou, puxando null para si, envolvendo-a em um abraço. - Que saudade!
- Sim, sim, muita saudade, mas, corta essa, null. - null riu ao se afastar, tocando o rosto da amiga com as mãos. - Como assim?!
- De onde vocês se conhecem? - null perguntou depois de cumprimentar null, que se afastou para dar um beijo em null.
- Oi, Van Archer. - null a cumprimentou, interrompendo o momento entre as duas amigas, fazendo uma reverência exagerada, o que a fez rolar os olhos divertida. - Você tá linda. - Ele disse, aproximando os lábios dos ouvidos dela. - E muito gostosa.
- null! - null mordeu os lábios, mas logo se recompôs. - Olha, eu sei que eu e null somos um casal liberal e tal, mas agora voc...
- Ela não liga. - null respondeu, olhando de maneira apaixonada para a namorada.
- Eu não ligo. - null confirmou, retribuindo o sorriso dele.
null e null trocaram um olhar um pouco confuso.
Isso realmente estava acontecendo?
null null e null null estavam namorando?
Como assim?!
- Será que agora a gente pode conversar? - null chamou a atenção da amiga novamente.
- A gente deve conversar. - null riu, bebendo um gole de seu drink antes de oferecê-lo para a amiga. - Me explica. Vocês nem se conheciam!
- Pois é... - null riu e encolheu os ombros, aproximando-se de null.
- Depois da festinha particular de vocês duas - null começou a contar, lembrando a todos dos acontecimentos daquela noite -, null me encontrou no bar, e nós dois começamos a conversar. Claro que o assunto principal foi, de cara, o fato de que ela me achou muito gostoso, e...
- Que mentira, null! - null o cortou e ele gargalhou, balançando a cabeça. - Foi justamente o contrário.
- Você disse na cara dela que achou ela gostosa, null? - null riu, virando o restante do álcool em seu copo. - Cara...
- Eu tava bêbado, minha mente não conseguia esquecer o fato de que vocês duas - apontou para a namorada e para a amiga - tinham transado e...
null e null trocaram um olhar divertido e a loira passou a língua pelos lábios ao se lembrar dos momentos que passaram juntas naquela noite.
- Ótimas memórias, por sinal. - null sorriu e null concordou, arqueando as sobrancelhas sugestivamente para a amiga.
- Muito boas. - null levou sua mão até o rosto de null, tocando o queixo dela com o indicador, levantando-o para que ela fixasse seus olhos nos dela. - Aliás, a gente bem que podia rep...
- Então, null, como eu ia dizendo... - null interrompeu a fala da namorada de maneira divertida, fazendo elas rirem.
Os dois homens continuaram a conversar, alheios a troca de olhares que continuou acontecendo entre elas. Com a cabeça, null indicou o banheiro e as duas seguiram até lá.
- Desembucha!
- Posso matar a saudade antes? - null questionou assim que entraram no banheiro, encostando-se na parede e puxando a amiga para si, grudando seus corpos.
- Não. - null respondeu rapidamente, surpreendendo a morena. - Quer dizer, pode, mas depois, agora me conta!
null riu e se afastou, aproximando-se do espelho para retocar o batom vermelho que cobria seus lábios.
- É basicamente o que null contou, amiga. - Ela disse, sua atenção fixa em seu reflexo. - A gente se conheceu naquela noite, ele salvou meu número e na próxima semana me ligou e saímos para beber algo. Estamos juntos desde então.
- Isso faz o que, três meses? - null apoiou o corpo na bancada, olhando de maneira curiosa para null, que balançou a cabeça em confirmação. - Me pegou de surpresa, juro. Por que vocês não contaram antes?
- Justamente por isso! A gente queria, mas aí eu pensei em como seria divertido ver a sua expressão quando nos visse juntos. - null riu, passando os lábios uns nos outros para fixar o batom. Depois, aproximou-se de null e apoiou as mãos na cintura da amiga. - null realmente tem razão... - Ela soprou contra os lábios de null antes de roçá-los pela bochecha até o ouvido dela. - Você tá muito gostosa.
null riu baixo, passando a língua lentamente pelos lábios antes de envolver os cabelos de null com seus dedos, puxando sua nuca para trás. As duas se encararam, ambos os olhares transbordando desejo e luxúria, como sempre acontecia quando se encontravam.
- Eu tenho uma ideia. - null anunciou, passando as unhas levemente pela nuca da amiga, um arrepio percorrendo o corpo dela no mesmo momento. - É uma aposta, na verdade.
- Hm, adoro apostas. - null sorriu, mordendo seu próprio lábio.
- Que tal, hoje, você dançar com null e eu com null... - null começou a explicar, deslizando seus lábios pela bochecha de null, dando leves beijos até parar em frente a boca dela. - Provocarmos, atiçarmos... - null mordiscou levemente seu próprio lábio, atraindo o olhar de null. - E ver qual dos dois vai ceder primeiro e querer ir pra casa?
- Hmmm... - null ponderou, estreitando os olhos por alguns segundos. - Mas aí a gente troca de...
- Sim. - null afirmou antes mesmo de ouvir a frase completa da amiga. - Você, com null, e eu, com null. Acha que ele toparia?
- Não tenho dúvidas. - null riu, já empolgada com a situação. - E quem ganhar a aposta...?
- Não pensei nessa parte. - null riu e foi acompanhada por null, que balançou a cabeça levemente antes de roubar um selinho da amiga.
- Eu topo. Mas, se eu ganhar, vou querer me divertir com você também. - null arqueou as sobrancelhas, enrolando uma mecha do cabelo longo de null em seus dedos.
- Queremos o mesmo, então. - null soprou contra os lábios dela.
null abriu um sorriso satisfeito, apenas para, segundos depois, grudar sua boca na da amiga e beijá-la como queria fazer desde que a viu perto do bar. As unhas de null deslizaram pela nuca de null e a mulher forçou seu corpo contra o de null , fazendo-a arquear um pouco as costas, empurrando-a de volta. null deslizou sua mão até o ombro nu dela, descendo lentamente pelo braço até chegar novamente na cintura da mulher, onde apertou a região com certa força.
O barulho da porta se abrindo fez as duas se separarem, grudando suas testas brevemente. Depois, sorriram uma para a outra, afastando-se por completo. Retocaram novamente os batons antes de sair do banheiro e, quando finalmente retornaram para onde seus homens estavam, trocaram um olhar divertido antes de cada uma se dirigir ao alvo da noite: o namorado da amiga.
Eles estavam conversando animadamente, com copos de bebidas em mãos, quando as duas mulheres se aproximaram, parando em frente aos dois.
- null... - null o chamou, levando sua mão até o rosto do homem, fazendo-o grudar seus olhos nos seus. - Vamos dançar?
null encarou a mulher em sua frente um pouco confuso, porém, ansioso. Apenas para confirmar, ele olhou para null com uma expressão um pouco questionadora. null, por sua vez, desviou o olhar para null, arqueando as sobrancelhas como se perguntasse o que ela estava fazendo. A namorada o respondeu com um sorriso ladino e uma mordida leve em seu próprio lábio. Ele balançou a cabeça, também sorrindo, mas logo voltou a olhar para frente, assim que sentiu null grudando seu corpo ao dele, fazendo-o entender imediatamente o que estava acontecendo.
Ah, essas duas...
null sabia que a ideia tinha surgido de sua namorada, com certeza. Ela provavelmente faria de tudo para provocá-lo, depois do que ele havia feito em casa - ou melhor, depois do que não havia feito.
Mesmo que o relacionamento de null e Van Archer fosse, de certa forma, aberto, ele não deixava de sentir uma pequena pontada em seu estômago cada vez que via null com outro. Contudo, ele sabia que com null as coisas seriam diferentes. A chance de que a noite terminasse com os quatro nus na casa dela era muito, muito grandes.
E esse com certeza era o objetivo de null.
null a conhecia muito bem, melhor do que ela gostaria de admitir, talvez.
Por isso, ele jogaria também.
Exatamente como ela faria - ou até melhor.
Decidido a aproveitar o máximo da situação, null passou seus braços pela cintura de null, mordendo seu lábio ao olhar diretamente nos olhos dela.
- Finalmente, motorista. - null tocou o peitoral dele com suas mãos, deslizando uma delas até a mão dele, entrelaçando seus dedos para puxá-lo até a pista de dança. - Vamos ver se você é realmente tão gostoso quanto null conta.
Ele riu, balançando a cabeça divertido enquanto a acompanhava. Os dois se posicionaram no meio da pista, seus corpos grudados, assim como seus olhares.
- Ah, ela conta, é? - null questionou, levando suas mãos até a cintura dela, apertando-a com certa força, mantendo a mulher junto a si assim que ela começou a se mover lentamente.
- Conta. - null passou a língua pelos lábios, sem tirar os olhos dos dele. - Espero que hoje eu realmente possa tirar um pedacinho de você.
- Só se eu puder fazer o mesmo, null. - Ele provocou, deslizando uma de suas mãos até a perna dela, apertando a região. null sorriu de maneira convencida, encolhendo os ombros.
null, que já esfregava seu corpo de maneira nada discreta pelo de null, se virou, encostando as costas no peitoral dele. Ela levou uma de suas mãos até a nuca do motorista, deitando levemente seu pescoço sobre o ombro dele. null aproximou os lábios da área, inalando o cheiro incrivelmente gostoso de null.
null e null, que observavam a cena de longe, sorriram um para o outro, cúmplices.
- É normal eu estar achando essa situação extremamente excitante? - null questionou, fazendo null rir e balançar a cabeça em confirmação.
- É a primeira vez que vocês fazem isso? - null questionou, roubando o copo da mão de null, virando o conteúdo de uma vez.
Levou sua mão até a dele e começou a puxá-lo lentamente até o meio da pista. Eles se posicionaram em um local onde ainda poderiam ver null e null dançando, mas não tão próximos a ponto de ficarem lado a lado.
- Sim. - Ele confessou e ela riu, mordendo os lábios.
- Ah, null, você não tem noção de como isso me deixa mais maluca ainda. - Confessou, finalmente grudando seu corpo no dele. Começou a se mover devagar e passou lentamente os dedos pela gola da camisa que o homem vestia, aproximando os lábios do rosto dele, roçando-os provocativamente por sua pele. - Temos um objetivo, null.
- Não vou nem perguntar de quem foi essa ideia, só pode ter sido sua. - Ele comentou e ela riu contra a pele dele, deixando alguns beijos antes de se afastar e olhar em seus olhos. - Qual objetivo?
- Deixar aqueles dois malucos, principalmente null. - null disse, mordendo os lábios.
Ela se afastou um pouco apenas para se aproximar novamente no segundo seguinte, rebolando no ritmo da música. Grudou seu quadril no dele, movendo-o de maneira provocativa contra null, fazendo-o estreitar os olhos ao sentir seu corpo começando a reagir as provocações.
- Você sabe como isso vai acabar, né?
- Esse é a ideia, null. - Ela riu, deslizando suas unhas pelas costas dele, enquanto a outra mão se mantinha nos cabelos loiros do homem.
null desviou os olhos de null apenas para olhar rapidamente para null, encontrando o olhar do namorado em cima de si. null rebolava e esfregava seu corpo no dele, descendo e subindo conforme o ritmo da música. Algo se acendeu dentro de null ao ver duas pessoas tão especiais para ela em um momento tão íntimo. Ela abriu um sorriso cheio de segundas intenções e, como se fosse possível, grudou mais ainda seu corpo no de null, sentindo-o intensificar o toque. Com isso, null intensificou seus movimentos, rebolando de maneira deliciosa contra o membro de null, que tinha seus olhos fechados, aproveitando o momento.
null ainda encarava a namorada, seu membro já começando a endurecer dentro de suas calças. Não saberia dizer o que o estava excitando mais, se era ver sua namorada dançando com outro ou se era ter o corpo de outra mulher se esfregando no seu. Se estivessem sozinhos, ele provavelmente já teria prensado null contra a parede mais próxima e a comeria ali mesmo. Porém, contendo seus impulsos ao lembrar do objetivo de null, ele soltou uma lufada de ar pela boca, procurando se controlar. Ao sentir os lábios de null em seu pescoço, null grunhiu baixo, entrelaçando os dedos nos cabelos dela e puxando-os levemente, fazendo com que ela olhasse em seus olhos.
- null. - Proferiu o nome dela em forma de aviso. - Eu vou te beijar. - Não era uma pergunta, mas, ao ver null lamber os lábios, soube que aquela seria a única resposta que obteria.
Grudou seus lábios nos dela com certa pressa, em um beijo que transbordava desejo. Sua mão livre desceu até o final das costas dela, pousando um pouco acima de sua bunda. null, por sua vez, levou sua mão até a nuca do motorista e acariciou a região, enquanto sua outra mão desceu pelas costas dele, tocando-o com a ponta das unhas, mantendo seus corpos grudados enquanto ainda se movia suavemente no ritmo da música.
Do outro lado da pista, null abriu um sorriso satisfeito ao vê-los se beijando.
Ver null com qualquer outra mulher era excitante, porém, ver null com null elevava suas fantasias a outro nível. Ela estava muito excitada, e ter as mãos de null passeando por seu corpo sem pudor algum só tornava a situação melhor ainda.
- Hmm, null... - Ela chamou e virou-se de costas para ele, empinando a bunda contra seu quadril, rebolando de maneira deliciosa contra o membro já ereto dele. null o ouviu gemer baixo com os movimentos e sorriu, orgulhosa. null apertou a cintura dela como resposta. - Até onde você está disposto a ir para provocá-los?
Só então o loiro olhou para o lado, encontrando sua namorada e null imersos em um beijo um tanto quanto quente. Ele mordeu seu lábio, voltando a olhar para null. Arqueou as sobrancelhas provocativamente e levou uma de suas mãos até o rosto dela, tocando-o levemente, enquanto sua outra mão tocou o ombro nu dela, dedilhando a área.
- Até onde você estiver. - null disse, seus olhos grudados nos de null, que sorriu ao ouvir as palavras dele.
- Bom. - Respondeu, satisfeita. - Porque eu estou, literalmente, disposta a fazer qualquer coisa. Aqui... - null aproximou os lábios dos dele, roçando-os levemente. Depois, trilhou um caminho de beijos até chegar no ouvido do homem. - E em casa. - Ela se afastou para olhá-lo, não encontrando nada além de desejo e luxúria em seus olhos azuis. - Me beija, null.
Não foi preciso pedir duas vezes, porque no segundo seguinte os lábios quentes de null envolveram os de null, em um beijo tão gostoso quanto o primeiro que trocaram há algum tempo.
Claro que beijar null null não era o mesmo que beijar null null, mas, chegava bem perto.
Sentiu seus cabelos sendo puxados por null e sorriu contra o beijo, mordiscando levemente os lábios do loiro antes de voltar a entrelaçar suas línguas. As mãos de null passearam pelo corpo de null, até que ele pousou uma delas na bunda da loira, apertando-a de maneira nada discreta para um local público. Ela mordeu o lábio dele ao sentir o toque e eles quebraram o beijo apenas para que null o puxasse para o canto da boate. Guiou null até que ele se sentasse em uma cadeira vaga e lançou um olhar cheio de segundas intenções para o loiro, que soube, naquele exato momento, que estava fodido, já que não teria auto controle suficiente para resistir às investidas da mulher.
null não se importava com o fato de estarem em uma boate, pelo contrário, aquilo a excitava ainda mais. Até porque, pelo fato de ser uma pessoa pública, as boates que costumava frequentar eram extremamente íntimas e exclusivas, com casais e outras pessoas que tinham o mesmo estilo de vida que ela. Então, não era anormal ver esse tipo de provocação ocorrer no local, pelo contrário, era até comum.
Ela se aproximou dele, tocando o ombro de null com uma das mãos enquanto descia a outra por seu peitoral, parando perto da barra da calça dele. null suspirou enquanto a observava, já imaginando o que viria a seguir. Antes de se virar, porém, null lhe deu um beijo rápido, para só então finalmente sentar no colo dele, contendo um gemido baixo ao sentir o quão duro ele já estava.
null levou suas mãos até o quadril de null, segurando-a firmemente contra si, enquanto ela rebolava deliciosamente em cima dele. Ela deitou o pescoço para o lado, afastando seus cabelos de sua nuca. Arrepiou-se por completo ao ouvir null soltar gemidos um tanto quanto desconexos contra sua pele.
- null... - Ele proferiu o nome dela, roçando levemente os lábios levemente pela região. - Se você continuar rebolando essa bunda gostosa no meu colo, eu vou querer te foder aqui e agora.
A loira abriu um sorriso extremamente satisfeito e, sem cessar os movimentos, procurou por seu namorado e sua amiga, encontrando-os a poucos passos de distância. null estava de costas para ela, por isso, ele não viu quando null sorriu abertamente para null e sussurrou algo como “seu namorado não aguentou” para a amiga. null riu, balançando a cabeça em negação antes de grudar seus lábios no pescoço de null, beijando-o sem tirar os olhos de null.
null sorriu, convencida, antes de se virar e sentar de frente para null, encaixando perfeitamente o volume entre as pernas dele em sua intimidade, soltando um gemido ao senti-lo apertar sua bunda com mais força que o necessário.
- Pra casa, então? - Perguntou, passando a ponta das unhas pela nuca dele.
- Pra casa. - null confirmou imediatamente.
Van Archer sorriu e se levantou, estendendo a mão para que null a pegasse. Ele se colocou atrás dela, abraçando-a por trás, proporcionando a null a gostosa sensação de tê-lo esfregando seu corpo contra o dela enquanto andavam.
Enquanto isso, null tinha uma de suas mãos dentro da camisa de null, passando as unhas sem pudor algum pela pele do homem, enquanto ele deixava apertões estratégicos por todo o corpo da morena conforme a sentia empurrar cada vez mais seu quadril contra o dele.
null já estava completamente duro e tudo o que queria era dizer a null para irem para casa, porém, como imaginava exatamente quais eram os planos de null, não daria o braço a torcer.
E realmente não foi, já que logo null e null se colocaram ao lado dos dois, interrompendo o momento de intimidade.
- Vamos pra casa. - Foi null quem falou, enquanto null depositava beijos extremamente quentes em seu pescoço.
null fixou seu olhar no namorado, assim como null, que, apesar de já estar um pouco mais habituado, não conseguia tirar os olhos de null e da expressão de puro prazer em seu rosto, conforme sentia as carícias de null.
- Vou chamar o motorista. - null avisou e null o olhou, curiosa. - O quê? Eu não sou mais motorista em tempo integral, né?
- Ah. - Ela riu, passando os braços ao redor do pescoço dele novamente. - Mas você ainda é um motorista, né?
- Sempre. - Ele avisou, tocando o rosto dela. - Você vai realizar a sua fantasia hoje, fica tranquila.
- Ótimo. Porque eu não vejo a hora. - null mordeu os lábios, grudando-os brevemente nos dele.
- Pede pra ele vir com a limousine, null. - null avisou, atraindo o olhar do dois em sua frente e também de null.
- Você tem uma limousine? - null perguntou, arqueando as sobrancelhas, bastante surpreso. A mulher riu e concordou, balançando a cabeça. - Não sei por que ainda me surpreendo.
- Realmente... - Ela sorriu, brincando com a gola da camisa dele. null riu, aproximando os lábios do pescoço dela mais uma vez, apenas para provocá-la. null sentiu null intensificar o aperto em sua cintura e mordeu seu lábio, empurrando levemente seu quadril para trás. - Quanto tempo, null?
- Dez minutos. - Ele avisou, sem conseguir tirar o olhar de sua namorada.
- É melhor irmos saindo, então. - null disse e os outros concordaram.
Começaram a andar em direção a saída exatamente como estavam, mas null puxou null pela mão e os dois homens passaram a andar atrás delas. null se aproximou de null lateralmente, falando baixo para que apenas a amiga ouvisse.
- Se o null foder tão bem quanto parece, amiga, você tirou a sorte grande. - null disse e null gargalhou, olhando para ela com as sobrancelhas arqueadas. - Puta que pariu, ele é quente. Em todos os sentidos da palavra.
- Ele é, não é? - null mordeu os lábios, encarando a amiga. - Mas null não fica pra trás.
- Mas ele não é novidade pra você. null é, pelo menos pra mim. - null pontuou e null acabou por concordar. - E olha, as coisas que ele me fez sentir somente com um toque, garota... Gostoso. Muito gostoso.
null riu e olhou por cima de seu ombro, trocando um olhar rápido com null. Ele sorriu e mandou um beijo para ela, que retribuiu rapidamente antes de voltar sua atenção para a amiga.
- Eu não tô diferente. - null confessou, mordendo seu lábio. - null continua tão ou mais gostoso que a primeira vez que ficamos. Ele tem uma peg...
null a encarou, um pouco curiosa, mas antes que pudesse pedir para a amiga continuar, eles chegaram à saída da boate. Foram interrompidas pelos seguranças, que lhes pediram os cartões de consumo, que elas prontamente entregaram. null e null pagaram tudo o que consumiram durante o período que ficaram ali e, juntos, os quatro saíram aguardaram ansiosamente a chegada da limousine que os levaria para casa.
- Ei. - null a puxou, envolvendo o corpo de null com os braços. - Espero que tenha lembrado de mim várias e várias vezes enquanto null te tocava, null. Espero mesmo que tenha lembrado de como eu não te d...
- Não me deixou gozar, sim, óbvio que eu lembrei. - null rolou os olhos, mas logo abriu um sorriso convencido. - Não tem como esquecer, amor. - Ela riu, grudando os lábios nos dele rapidamente. - Mas algo me diz que vou ser muito bem recompensada essa noite, e não só por você.
null estreitou os olhos, encarando-a intensamente.
- Você adora isso, não é? - Ele pediu, entrelaçando seus dedos nos cabelos dela e puxando-os com certa força. - Achar que tem o controle da situação, quando, na verdade, não tem.
- O q...? - Ela perguntou, mas interrompeu a própria fala ao vê-lo abrir um sorriso extremamente safado. - O que você quer dizer com isso, null?
null sorriu contra os lábios de null e grudou os seus aos dela, rapidamente a beijando apenas para quebrar o contato segundos depois, quando o carro chegou. Ao se afastarem, ele piscou para a namorada antes de andar em direção ao carro e abrir a porta para que eles entrassem.
null bufou, um pouco irritada com a fala do namorado, porém, a excitação rapidamente tomou conta de si novamente. O fato de saber que havia algo por trás das palavras de null acendeu algo dentro dela, a ansiedade para chegar em casa cada vez mais presente.
Quando, por fim, entrou na limousine, null trocou um olhar com null e se sentou ao lado dele, tocando sua coxa com uma das mãos, deslizando-a por toda a extensão da perna de null. Ele a encarou, arqueando as sobrancelhas, e fez menção de se aproximar, porém, o contato entre os dois foi interrompido por null, que surgiu em frente a amiga e, colocando uma perna de cada lado do corpo dela, sentou-se em seu colo.
- null. - null disse, sua voz saindo baixa e suas mãos agora tocando as pernas da amiga, apertando-as com veracidade.
- null. - null abriu um sorriso e passou a língua pelos lábios.
Elas se encararam intensamente, nenhuma das duas ousando desviar o olhar, mesmo que estivessem muito curiosas para ver as expressões nos rostos dos namorados. A conexão entre elas era quase palpável, o tesão era imenso, o desejo, então... Era como se estivessem presas em um momento só delas, sem namorados, sem nada.
Eram apenas null e null, duas mulheres que nutriam um desejo intenso uma pela outra.
Sorriram brevemente antes de null puxar os cabelos de null para trás e roçar seus lábios nos dela levemente, iniciando um beijo rápido, porém, intenso, que foi quebrado segundos depois, quando null mexeu seu quadril, empurrando o corpo contra o de null, fazendo-a gemer em satisfação. A morena levou uma de suas mãos até os ombros de null e deslizou as pequenas alças do vestido que ela usava para baixo, deixando o colo da loira exposto.
null passou a língua pelos lábios e desgrudou um pouco o corpo do da amiga, apenas para observar os seios de null brevemente antes de aproximar seus lábios da região e passar a língua lenta e levemente pelo mamilo, enquanto sua outra mão acariciava o outro seio. null deitou a cabeça para trás, soltando o ar pela boca assim que sentiu a carícia de null. Fechou os olhos por alguns segundos, permitindo-se relaxar por completo enquanto null se deliciava, provocando-a.
A mão livre null desceu até a perna de null e seguiu, trilhando um caminho com suas unhas até a parte interna da coxa de null. A loira arrepiou com o toque e abriu os olhos, encontrando os de null a observando, sem nem piscar. Ele passou a língua pelos lábios e abriu um pequeno sorriso para ela, que retribuiu e soltou um gemido baixo ao sentir o toque de null em sua intimidade por cima da calcinha.
- Caralho, null. - null afastou a boca dos seios dela e a encarou diretamente nos olhos, levando sua mão livre até os cabelos da amiga, afastando-os de seu pescoço e puxando-os levemente. - Sua calcinha tá encharcada. - Ela disse, aproximando os lábios do pescoço da amiga e roçando-os por ali. - Quem foi que te deixou assim, hein? Foi o null? - Ela intensificou o toque, passando os dedos pela área ao redor do clitóris de null, sem tocá-lo diretamente. - Hein?
- F... Foi. - null suspirou, abrindo os olhos novamente para encarar a amiga.
- Bom trabalho, amor. - null agradeceu ao namorado e o ouviu rir baixo antes de finalmente afastar o tecido para o lado e tocar null da maneira que ela mais ansiava.
Sem desviar o olhar do da loira, null começou a estimulá-la, fazendo movimentos circulares indiretamente. Ao ouvir os gemidos satisfeitos da amiga, null desceu dois dedos até a entrada dela, fazendo pressão no local, mas sem penetrar. null gemeu um pouco mais alto, deitando sua cabeça para trás enquanto respondia os estímulos que null fazia.
- Isso... - null falou no ouvido dela, sua voz saindo bem baixa, para que apenas a amiga ouvisse. - Hmm... Gostosa.
As mãos de null agarraram os cabelos de null, puxando-os com um pouco de força, fazendo a mulher gemer com o toque. Ela riu contra a pele do pescoço de null, mas não cessou os estímulos, pelo contrário, dessa vez tocou-a diretamente no ponto que mais necessitava de atenção, fazendo null soltar uma espécie de grunhido.
Enquanto as duas mulheres se tocavam, null e null observavam a cena atônitos, e, é claro, completamente duros. A situação, apesar de não ser nova para null, era para null. Ver null e null tão imersas em proporcionar prazer uma a outra era indescritível e os dois não viam a hora de chegar em casa para poder participar da brincadeira.
Um gemido alto de null soou, a cada mudança de estímulo, hora mais rápido, hora mais devagar, com mais intensidade, com menos intensidade, ela sentia ondas de prazer se apossarem de seu corpo. Não demorou para que o orgasmo se aproximasse, a tão conhecida sensação em seu ventre se fazendo presente, porém, como se a estivessem castigando de alguma maneira, a sensação logo desapareceu e ela gemeu em desaprovação, abrindo os olhos apenas para encontrar os de null encarando-a com certa diversão. A morena se levantou e aproximou-se de null, levando seus dedos, que antes tocavam null, até a boca do namorado, que prontamente os lambeu, se deliciando ao sentir o gosto da loira.
Apesar da situação ser extremamente excitante, ela estava puta.
Muito frustrada.
Extremamente irritada.
De novo?
Sério?
Sério, null?
- Que porra é essa? - null finalmente deu voz aos seus pensamentos, dirigindo-se a amiga, porém, assim que um pensamento lhe ocorreu, ela desviou seu olhar para null, que tinha um sorriso bastante satisfeito em seus lábios.
- Eu disse que você não tem controle das coisas, meu amor. - Ele provocou, trocando um olhar divertido com null.
null bufou e ajeitou seu vestido, subindo as alças novamente. null, que estava sentada no colo de null, desviou o olhar para a amiga, arqueando as sobrancelhas. Ela ia abrir a boca para falar algo, mas null a lançou um olhar cortante, fazendo com que ela ficasse calada.
- Segunda vez no dia. É bom que eu seja muito bem recompensada, null, ou...
- Ou o quê? - Ele riu, aproximando-se dela e puxando-a para que a namorada se sentasse em seu colo. - Hm?
- Argh. - Ela grunhiu em resposta, porque, literalmente, não sabia o que falar. O namorado riu, tocando seu queixo com o dedo indicador para olhar nos olhos dela. - Não me olha assim.
- Eu te amo. - Ele soprou, roçando os lábios lentamente nos dela, fazendo-a se derreter em seus braços.
- Eu também. Mesmo estando muito puta no momento. - Confessou, ouvindo-o rir baixo. A mão livre dele deslizou pelo pescoço de null até chegar em sua nuca, onde entrelaçou os dedos nos cabelos dela e puxou-os, fazendo-a gemer baixo.
- Já estamos chegando em casa. - null avisou e depois grudou seus lábios nos dela, iniciando um beijo.
Eles se separaram apenas quando ouviram risadas baixas vindas do outro casal, ao mesmo tempo em que o carro finalmente parou em frente a enorme mansão Van Archer. Trocaram um olhar rápido e saíram do carro, não demorando a entrar em casa. Subiram as escadas e foram em direção a uma sala, que continha dois sofás e algumas poltronas, além de um bar, um sistema de som e uma enorme televisão na parede.
- O que querem beber? - Foi null quem perguntou, já andando até o bar.
- Whisky. - null respondeu, sentando-se em um dos sofás, enquanto null e null permaneceram em pé, encarando-se como se perguntassem uma a outra se já podiam começar.
- Pode ser vodka pra nós duas. - null disse, recebendo a confirmação de null. - Vem cá.
null se aproximou em passos lentos, porém, assim que chegou em frente à amiga, null tocou sua cintura com uma das mãos e grudou seus corpos, enquanto com a outra, puxou o cabelo da morena levemente e beijou-a com certa pressa. As mãos de null imediatamente foram até as costas de null, local onde ela tocou com a ponta dos dedos até chegar nas alças do vestido que a loira usava, abaixando-as mais uma vez.
null, por sua vez, deslizou as duas mãos até as pernas de null e fez o caminho contrário, tocando a bunda dela por baixo do tecido que a cobria, apertando-a com certa força. null gemeu baixo contra os lábios da loira e encolheu levemente o corpo ao sentir o toque dos dedos da amiga em seu abdômen, levantando seu vestido.
Elas se afastaram por alguns segundos, apenas para terminar de retirar a peça que null usava, deixando-a semi-nua no meio da sala. null lambeu os lábios ao observar o corpo tão sensual da amiga, seus seios envolvidos por um sutiã de renda na cor preta e sua intimidade coberta por uma calcinha minúscula, na mesma cor. Aproximaram-se novamente, e dessa vez null retirou completamente as alças do vestido leve que null usava, deixando o pano deslizar sozinho por seu corpo e cair no chão, revelando a única peça que cobria o corpo de null: uma calcinha vermelha.
null mordeu seu lábio antes de grudar a boca na de null novamente, porém, dessa vez as duas não prolongaram o beijo, separando-se logo em seguida. Trocaram um olhar bastante significativo antes de se aproximarem do sofá, onde os dois homens estavam.
null se aproximou de null, passando as pernas pelo corpo do loiro e sentando-se em seu colo. Pelo canto do olho, observou null fazer o mesmo com null, já abrindo os botões da camisa que ele vestia. null sentiu as mãos de null em suas pernas e ele as deslizou até tocar sua bunda, sem desviar os olhos dos seios dela, que estavam praticamente na altura do rosto dele. Ela sorriu ao vê-lo lamber os olhos e os dois se beijaram rapidamente antes de null começar a, finalmente, acariciar os seios dela.
As mãos da loira foram até a camisa que ele vestia, e ela abriu os botões rapidamente. null se afastou apenas para que ela pudesse retirar o tecido e depois levou uma de suas mãos até um dos seios de null, entrelaçando a outra nos cabelos dela, puxando-os lateralmente, fazendo com que ela fixasse o olhar no casal ao lado.
null tinha as mãos na bunda de null, enquanto ela rebolava deliciosamente em seu colo, roçando sua intimidade no membro já ereto dele por cima da calça. null mordeu os lábios e soltou um gemido baixo ao sentir a língua de null envolver seu mamilo. O barulho chamou a atenção de null, que olhou para a amiga e abriu um sorriso de canto antes de voltar a encarar o moreno. null levou suas mãos até a camisa que vestia e os dois se afastaram para que ele pudesse retirar o tecido. Depois, null desafivelou o cinto que ele usava e abriu a calça, retirando a peça com a ajuda dele.
Assim que viu o membro de null, null lambeu os lábios, levando as mãos até ele imediatamente, tocando-o devagar. null deitou a cabeça para trás assim que sentiu os lábios a mulher tocarem seu pescoço e depois descerem em direção ao peitoral dele. Ela depositou vários beijos no local, percorrendo cada centímetro da pele dele até chegar, finalmente, em seu membro. null desceu do sofá, colocando-se de joelhos na frente do homem, no meio de suas pernas. Segurou o membro dele com uma das mãos e levantou seu olhar, encarando null profundamente para só então passar a língua por toda a extensão, finalizando com um pequeno chupão na glande antes de passar a chupá-lo por completo. As mãos de null auxiliavam nos movimentos, o que dava a ela certa facilidade para poder enfiar o membro por completo na boca.
- Porra, null. - Ele gemeu ao senti-la engasgar.
null sorriu brevemente e voltou a chupá-lo, dessa vez mais rapidamente. null só não fechou os olhos para aproveitar o momento por completo porque um gemido vindo de sua namorada chamou sua atenção.
null tinha os olhos fechados e a expressão de prazer em seu rosto era indescritível. null tinha uma das mãos tocando a intimidade dela, enquanto chupava-a com vontade, seu rosto praticamente escondido no meio das pernas da mulher. null tocava seus seios com suas mãos, apertando-os com força, enquanto soltava gemidos desconexos, completamente entregue ao momento.
null movimentava sua língua com certa maestria, passando-a ao redor do clitóris, mas sem tocá-lo diretamente, exatamente do jeito que null gostava. Os movimentos eram circulares e precisos, e a cada novo estímulo ela gemia em resposta, incentivando-o a continuar. Seus dedos desceram até a entrada dela e, ao senti-los dentro de si, ela gemeu alto e abriu os olhos, entrelaçando os dedos nos cabelos de null, fazendo com que ele olhasse para ela.
- Preciso sentir você. Agora.
Não foi preciso dizer mais. null endireitou o corpo no sofá, deitando com a cabeça bem próxima ao namorado, olhando-o nos olhos, lambendo os lábios ao ver como ele estava excitado com o oral que null estava fazendo. Enquanto isso, null se posicionou entre as pernas dela e ergueu uma delas, apoiando-a em seu ombro. Depois, tocou o próprio membro e bombeou-o rapidamente antes de encostar a cabeça na entrada de null, arrancando um gemido ansioso da mulher. Provocou-a por mais alguns momentos, esfregando-o no clitóris dela, fazendo-a se contorcer de prazer antes de finalmente penetrá-la de uma só vez, tomando-a para si.
- Caralho. - Foi o que ele disse ao sentir o interior da mulher envolver seu membro.
null deslizou a mão que segurava a perna de null até sua coxa, apertando-a vez ou outra, enquanto a outra mão foi até a intimidade dela, estimulando-a de maneira deliciosa.
null, não aguentando mais situação, envolveu os cabelos de null com sua mão e puxou-a para si. Rapidamente os dois se livraram da calcinha que ela vestia e null sentou no colo dele, roçando sua intimidade completamente encharcada no membro dele, gemendo ao sentir o contato. null segurou o próprio membro e provocou a mulher, passando-o por toda a extensão da intimidade dela antes de penetrá-la por completo, deslizando com facilidade tamanha era a excitação da morena.
- Apertadinha. - null grunhiu e levou as mãos até a cintura de null, forçando o quadril dela contra o dele, intensificando os movimentos.
- E você é grande. - Ela gemeu entre uma estocada e outra, rebolando em cima dele, grunhindo ao sentir um tapa desferido por ele em sua bunda. - Porra, null.
Ele sorriu de maneira convencida e intensificou os movimentos, uma de suas mãos deslizou até os seios dela e passou então a acariciá-los, envolvendo o mamilo de null com o dedo polegar e indicador, apertando-o de maneira deliciosa. Desviou o olhar do rosto da morena apenas para olhar para a própria namorada, encontrando-a de quatro no sofá, gemendo em uma altura considerável enquanto null estocava contra ela. null não resistiu e levou sua mão livre até o rosto dela, o que a fez abrir os olhos.
O casal se encarou brevemente, seus olhares transmitindo muito mais que o necessário antes de trocar um beijo rápido e apaixonado, completamente envoltos pelo momento de prazer que estavam vivendo lado a lado - mesmo que não estivessem literalmente juntos.
Eles se afastaram ao que null sentiu a mão de null tocando seu rosto, puxando-o para si. Ela o beijou de maneira rápida e depois saiu de cima dele, na intenção de trocar as posições. null entendeu assim que null se sentou no sofá, próxima de null, e as duas começaram a se beijar. Ele puxou levemente o corpo dela e se posicionou na beirada do móvel, voltando a penetrá-la, sem tirar os olhos das duas mulheres.
null, mesmo entre os gemidos e estocadas de null, retribuiu o beijo da amiga com vontade, envolvendo a boca dela com a sua e parando apenas para dar leves mordidas nos lábios de null.
A sala estava imersa em gemidos e respirações ofegantes, os barulhos se intensificando conforme todos se aproximavam do ápice.
null aumentou seus movimentos e voltou a estimular null, inclinando seu corpo sob o dela para alcançar sua intimidade, finalmente dando a devida atenção ao clitóris, fazendo movimentos precisos e intensos. A loira precisou quebrar o beijo com null para gemer e voltou seu olhar para null, sentindo seu ventre esquentar pela terceira vez no dia. Não ousou fechar seus olhos, encarando a amiga em sua frente, conforme a sensação de prazer aumentava e seu orgasmo se aproximava cada vez mais.
- Goza, null. - Ele pediu, sem parar de estimulá-la. - Goza olhando pra mim. Só pra mim.
E então, ao ouvi-lo pedir, ela se derramou, finalmente, sentindo seu corpo inteiro se contorcer conforme ondas de prazer o percorriam por completo. null diminuiu a intensidade dos movimentos apenas para ajudá-la a relaxar e então se retirou de dentro dela, puxando-a pelos cabelos e virando-a de frente para si. Levou sua mão até seu próprio membro e começou a estimular a si mesmo. null, entendendo o que ele queria, se aproximou e posicionou seus lábios perto dele, mas null balançou a cabeça em negação.
- Nos seus seios, null. Quero gozar nos seus seios. - Ele pediu e ela abriu um sorriso safado, posicionando-se.
Tocou nas coxas do loiro e apertou-as, sussurrando palavras sujas para que ele atingisse seu ápice, o que não demorou a acontecer. O líquido branco jorrou e escorreu pelos seios dela, null soltando gemidos de prazer conforme gozava. Quando se acalmou, os dois trocaram um olhar intenso antes de null direcionar o olhar até null, deixando claras as suas intenções. null assentiu e aproximou-se da amiga. null se virou e lambeu os lábios, aproximando sua boca dos seios de null para lamber o gozo de null. Ela passou a língua lentamente por cada centímetro da pele da loira, gemendo de satisfação ao sentir o gosto do namorado em sua boca.
null olhou para null, que sorriu para ele e tocou a nuca do homem, passando as unhas pelo local. Ele se arrepiou e passou a língua pelos lábios antes de abrir a boca para fazer um pedido.
- Eu quero ver você chupando a null, null.
A loira abriu um sorriso safado e se aproximou, deitando-se ao lado de null de maneira que seu rosto ficasse bem próximo da intimidade dela. As duas trocaram um olhar rápido antes de null se aproximar e passar a língua pelo ventre de null, fazendo-a se encolher.
- Você vai gozar. - null disse, desviando os olhos para null. - Vai gozar comigo te chupando e null te fodendo, enquanto seu namorado observa.
null grunhiu e finalmente os lábios de null tocaram sua intimidade, estimulando-a nos locais exatos que sabia serem os preferidos da amiga. Ela fez movimentos circulares e consistentes, estimulando-a da melhor maneira que podia. Uma de suas mãos deslizou até os seios dela, apertando-os com certa força, enquanto sua língua continuava a se movimentar, arrancando gemidos altos de null, que segurava os cabelos de null com certa força. null aumentou os movimentos quando percebeu que o orgasmo de null se aproximava, estocando mais intensamente.
null se colocou do outro lado de null e tocou os cabelos dela, aproximando a boca da orelha da mulher, sussurrando algumas palavras que certamente serviram de estímulo, já que no momento seguinte ela se derramou e gemeu alto, contraindo seu interior e fazendo com que null grunhisse de prazer. Ele saiu de dentro dela rapidamente e aproximou o membro do rosto da mulher. null lambeu os lábios ao perceber o que o namorado ia fazer e null fez o mesmo, abrindo a boca no exato momento em que null gozou, lambendo os lábios ao sentir o gosto dele.
Assim que o momento terminou, null tocou o rosto da amiga e virou-o para si, passando a língua pelos lábios dela antes de beijá-la e, juntas, deliciarem-se com o sabor de null.
- Porra. - Os dois homens falaram ao mesmo tempo, fazendo com que elas rissem.
- Quando eu achei que a situação não podia ficar melhor... - null comentou, arrancando uma risada de null, que concordou. - Vocês duas...
As mulheres riram, finalizando o contato com alguns selinhos. Ambas se levantaram e seguiram até seus respectivos namorados, envolvendo-os com os braços. Trocaram algumas palavras e beijos leves, todos cansados demais para estender a situação.
null envolveu o corpo de null com os braços, mantendo-a junto a si. Sussurrou em seu ouvido o quanto a amava, recebendo como resposta um sorriso e um beijo, que foi interrompido por null.
- Hm, amiga? - Ela chamou, já vestindo sua calcinha. - Podemos dormir aqui, né?
- Claro que sim, no quarto que você sempre fica.
- Então, casal, nós vamos nos retirar e nos vemos amanhã pela manhã. - null comentou e os dois concordaram. Eles começaram a se mover em direção a porta, mas null parou novamente. - Ah, null? - Chamou, recebendo um arquear de sobrancelhas do moreno. - Aprovadíssimo, viu?
Ele gargalhou e balançou a cabeça, piscando para ela em resposta. null e null acompanharam as risadas, e logo o casal se retirou da sala, deixando null e null sozinhos.
- Acho que essa foi uma das melhores experiências que tivemos. - Foi null quem disse, tocando o rosto da mulher com suas mãos. - E você gozou.
null estreitou os olhos, mas acabou rindo, depositando um beijo na ponta do nariz no namorado.
- Não por sua causa. - Acusou antes de se virar e sair andando, deixando-o com uma expressão indignada no rosto.
Ela não estava mentindo, estava?
- null! - Ele chamou, enquanto pegava as roupas do chão e corria atrás da mulher que já estava entrando no quarto deles. Ele chegou a tempo de soltar as roupas no chão e puxá-la por trás, grudando seus corpos. - Você... - Ele não soube como continuar a frase e ela riu, balançando a cabeça.
- Eu não menti. - Afirmou, arqueando as sobrancelhas enquanto se virava de frente para o namorado. - Mas tá tudo bem.
null estreitou os olhos, rocando o rosto dela com uma das mãos enquanto apertava sua cintura.
- Claro que tá tudo bem. - Ele riu, balançando a cabeça. - Sou eu que te faço gozar todos os dias.
- Convencido. - Ela rolou os olhos, mas grudou os lábios nos dele por um segundo antes de se afastar novamente. - Eu te amo.
- Eu também, null. Eu também. - null sorriu, olhando-a nos olhos. - Eu poderia passar a vida inteira assim, sabia?
- O que? Fodendo outras mulheres enquanto outros homens me comem? - Ela arqueou as sobrancelhas e ele gargalhou, balançando a cabeça em negação.
- Isso aí eu posso fazer de vez em quando. Mas, não, null, eu me refiro a eu e você, ao que nós temos. Não me incomodaria de...
- Passar o resto da vida comigo? - Ela completou, mordendo o próprio lábio em expectativa, afinal, era o que ela mesma sentia. null a encarou, suas bochechas esquentando levemente, de maneira adorável. Era inacreditável acreditar que aquele homem tão seguro de si, tão gostoso, tão dominador e tão... quente, pudesse ficar sem graça ao falar de sentimentos. Era exatamente por isso que null o amava incondicionalmente. - Hm?
- É. - Confessou, olhando-a nos olhos. - Passar o resto da vida com você.
- Não vejo problemas nisso. - null sorriu, passando seus braços pelo pescoço dele. - Acho que...
- Casa comigo? - Ele interrompeu a fala dela, fazendo-a arregalar os olhos imediatamente.
- O quê?! - null perguntou, afastando-se alguns centímetros para poder encará-lo por completo.
- Casa comigo. - null repetiu a fala mais lentamente, dessa vez como uma afirmação.
null arqueou as sobrancelhas, mordendo o próprio lábio, pensando por alguns segundos.
- Eu estou completa e totalmente apaixonado por você, null Van Archer. Não precisamos casar logo, eu só preciso saber que você é minha, mesmo que, bom, de certa forma, você já seja, mas eu preciso saber que é pra minha cama que você vai voltar todas as noites mesmo que outra pessoa te faça gozar e...
- Sim. - Ela o interrompeu, dando um pulinho animado. - Sim! - Afirmou mais uma vez. - Eu me caso com você, null null. Mesmo não vendo necessidade, afinal, eu já sou sua, total e completamente sua, eu me caso com você, porque eu te amo. Poder dividir minha vida com você é o que eu mais quero.
- Você aceita, então, ser minha por completo? - null perguntou por fim, grudando seu corpo no dela novamente, enquanto segurava o rosto dela com as mãos, sem tirar os olhos da mulher que mais amava na vida.
- Aceito. Por completo. - null respondeu, selando os lábios nos dele, entregando-se incondicionalmente ao seu tão gostoso e amado motorista.
- Onde vai? - Ele perguntou, erguendo o tronco para olhá-la.
- Já são quase oito horas, amor. - Respondeu, enquanto andava até o armário para escolher a roupa que usaria na noite de hoje. - Temos que sair as nove.
- Já? - null passou as mãos pelos cabelos, bagunçando-os. - Se eu não tivesse curioso pra conhecer a garota do null, eu ia dizer pra inventarmos alguma desculpa.
null riu e olhou para o homem, encontrando-o já sentado na cama, com o lençol envolvendo seu quadril.
- Você fica incrivelmente sexy assim. - Ela comentou e null abriu um sorriso ladino, levantando-se para se aproximar dela. - Não! Nem vem. Eu só com...
null levou as duas mãos até o a cintura de null e puxou o corpo nu dela contra o seu, grudando-os. Ela gargalhou e ele aproveitou o momento para aproximar os lábios do pescoço dela, dando alguns beijos pelo local, fazendo a namorada se arrepiar.
- Amor... - Sua voz saiu baixa, mas null sabia que ele a ouviu. - A gente precisa se arrumar!
- Uhum... - null murmurou contra a pele dela, sem cessar o contato. Os beijos começaram a descer pelos ombros de null e ela mordeu os lábios, já sabendo onde aquilo levaria.
- null! - Ela bradou.
Eles tinham acabado de transar, por Deus!
null riu de maneira nasalada e se afastou, passando a língua pelos próprios lábios e depois mordendo-os enquanto encarava o corpo da namorada de cima a baixo, como se ela não estivesse rebolando em cima dele há poucos minutos.
- Filho da puta. - null xingou e levou suas mãos até a nuca dele, entrelaçando os dedos em seu cabelo. - Você tá brincando com o perigo, null.
Ele a encarou e arqueou as sobrancelhas em desafio, mas os dois acabaram por cair na risada.
- Não consigo mais ser dominadora com você, né? - null fez um bico e null franziu o nariz, fazendo-a sorrir ao observá-lo.
- Realmente... Depois que começamos a namorar, os papéis se inverteram, não?
Em um movimento rápido, null a virou, prensando seu corpo de frente contra a porta do guarda roupa. Se colocou atrás da namorada, roçando seu membro de maneira deliciosa na bunda dela. Enquanto puxava o cabelo de null com uma mão, a outra deslizou por sua coxa até chegar em seus seios, local onde ele apertou com certa força. Afastou o cabelo dela e roçou seus lábios pela pele dela, deslizando a outra mão, aproximando-a da intimidade de null.
- Você gosta que eu te trate assim, não é? - Ele perguntou, mas ela permaneceu em silêncio. - Responde. - Puxou um pouco mais o cabelo dela, recebendo agora um muxoxo como resposta. - Se você não responder, eu não vou te foder de novo.
- Sim. - null resmungou baixo, mordendo seus lábios. - Eu gosto.
- É? - null perguntou, satisfeito. Finalmente tocou a intimidade já encharcada da namorada. - Prontinha pra mim. - Ele mordiscou a orelha dela levemente. - De novo.
null rapidamente a virou, encostando agora as costas dela na porta. Encarou-a brevemente e voltou a tocá-la afastando os grandes lábios com seus dedos, de maneira a deixar exposta a área ao redor do clitóris.
- Me diz o que você quer. - Ele perguntou, puxando os cabelos dela. null abriu os olhos, encarando o namorado.
- Seus dedos. - null pediu e null arqueou as sobrancelhas.
Aproximou os lábios do rosto dela e roçou-os até sua orelha.
- Onde?
- Em mim, null, porra! - Ela explodiu e null riu de maneira convencida antes de finalmente a penetrar com dois dedos, ouvindo-a gemer alto e arquear levemente as costas.
Ele continuou a movimentar os dedos, posicionando-os de maneira que a palma de sua mão roçava de maneira gostosa sobre o clitóris de null, estimulando-a. Conforme ela gemia, null alternava os movimentos, inserindo-os rapidamente, movimentando-os de estrategicamente para causar o máximo de prazer que conseguia.
- Tão apertada. - Grunhiu contra o ouvido dela, intensificando os movimentos conforme sentia o corpo de null responder as suas investidas. - Tão molhada. Tão... - null soltou os cabelos dela e deslizou a mão até um dos seios da namorada, envolvendo o mamilo com o dedo indicador e polegar. - ...Minha.
- Não para. - null pediu, sua cabeça deitada para trás e seu corpo se movimentando lentamente conforme sentia os estímulos do namorado. - Não... Para...
Ela sentia o orgasmo se aproximando, seu corpo já começava a se contorcer e aquela incrível sensação começou a se formar em seu ventre, porém, tão rápido quanto surgiu, desapareceu. null franziu o cenho, gemendo em desaprovação. Ao abrir os olhos, viu null lambendo os dedos, deliciando-se com o gosto dela.
- Filho da puta. - Ela xingou, passando as mãos pelo cabelo antes de desferir um tapa no ombro dele. - Filho. Da. Puta.
Ele riu e tocou o rosto dela com uma das mãos, apertando-o levemente enquanto null o encarava.
- É pra você passar a noite inteira com vontade de gozar, toda vez que se lembrar de que eu não deixei. - null provocou, aproximando os lábios dos dela. - Pra você lembrar que, mesmo que você fique com outras pessoas hoje na festa, você é minha.
null gemeu em desagrado e null arqueou as sobrancelhas.
- Algum problema? - Ele quis saber e ela rapidamente balançou a cabeça em negação. - Bom. Bom mesmo.
null sorriu satisfeito e se afastou, sem tirar os olhos da namorada.
- Posso me arrumar agora?
- Pode, ué. Não precisa pedir pra mim.
- Você é um filho da puta.
- Posso até ser, mas você ama que eu te trate assim. - Respondeu de maneira convencida, fazendo-a rir em concordância.
- Me deixa maluca, null. Você me deixa maluca! - Ela suspirou, prendendo seus cabelos em um coque desajeitado para poder tomar um banho.
null riu e puxou-a para si mais uma vez, fazendo-a rolar os olhos.
- Vai me torturar mais um pouco ou posso ir tomar banho? - null perguntou, arqueando a sobrancelha. - Olha que eu tomo meu posto de dominadora de volta rapidinho...
null rolou os olhos ao ouvi-la e grudou seus lábios nos de mulher para calar sua boca. Beijaram-se rapidamente, antes de finalmente se afastarem para que null pudesse ir em direção ao banheiro. Ele viu quando ela piscou para ele um pouco antes de fechar a porta.
- Eu vou saber se você se masturbar no banho, null!
- Filho da puta. - Ele a ouviu xingar mais uma vez ao fechar a porta do banheiro e gargalhou, jogando-se na cama para relaxar por mais alguns minutos antes que também precisasse ir se arrumar, afinal, nenhum dos dois queria se atrasar para conhecer a suposta namorada que null null dizia ter arranjado.
- Ele tá atrasado. - null disse ao checar mais uma vez o horário em seu celular.
- Relaxa, amor. - null pediu, tocando os ombros do namorado de maneira carinhosa. - Vamos beber algo? - Recebeu uma resposta positiva dele, então os dois foram até o bar, pedindo um uísque para null e um drink para null.
As bebidas não demoraram a chegar, e null já estava bebendo conforme se movimentava animadamente no ritmo da música, dançando sem desviar os olhos de null, que a observava escorado no balcão do bar. Ele abriu um sorriso ladino ao vê-la rebolar, mas logo desviou o olhar ao ver null null entrar no local. null franziu o cenho e null, ao perceber que a atenção do namorado não estava mais em si, seguiu seu olhar, parando ao lado dele enquanto olhava para o casal que se aproximava.
- Aquela é... - null começou a falar, mas foi interrompido pela mulher.
- null? - null arregalou os olhos, sua voz saindo mais alta que o normal. - Mas o que...?
- Oi, amiga! - null disse animada, assim que se aproximou, puxando null para si, envolvendo-a em um abraço. - Que saudade!
- Sim, sim, muita saudade, mas, corta essa, null. - null riu ao se afastar, tocando o rosto da amiga com as mãos. - Como assim?!
- De onde vocês se conhecem? - null perguntou depois de cumprimentar null, que se afastou para dar um beijo em null.
- Oi, Van Archer. - null a cumprimentou, interrompendo o momento entre as duas amigas, fazendo uma reverência exagerada, o que a fez rolar os olhos divertida. - Você tá linda. - Ele disse, aproximando os lábios dos ouvidos dela. - E muito gostosa.
- null! - null mordeu os lábios, mas logo se recompôs. - Olha, eu sei que eu e null somos um casal liberal e tal, mas agora voc...
- Ela não liga. - null respondeu, olhando de maneira apaixonada para a namorada.
- Eu não ligo. - null confirmou, retribuindo o sorriso dele.
null e null trocaram um olhar um pouco confuso.
Isso realmente estava acontecendo?
null null e null null estavam namorando?
Como assim?!
- Será que agora a gente pode conversar? - null chamou a atenção da amiga novamente.
- A gente deve conversar. - null riu, bebendo um gole de seu drink antes de oferecê-lo para a amiga. - Me explica. Vocês nem se conheciam!
- Pois é... - null riu e encolheu os ombros, aproximando-se de null.
- Depois da festinha particular de vocês duas - null começou a contar, lembrando a todos dos acontecimentos daquela noite -, null me encontrou no bar, e nós dois começamos a conversar. Claro que o assunto principal foi, de cara, o fato de que ela me achou muito gostoso, e...
- Que mentira, null! - null o cortou e ele gargalhou, balançando a cabeça. - Foi justamente o contrário.
- Você disse na cara dela que achou ela gostosa, null? - null riu, virando o restante do álcool em seu copo. - Cara...
- Eu tava bêbado, minha mente não conseguia esquecer o fato de que vocês duas - apontou para a namorada e para a amiga - tinham transado e...
null e null trocaram um olhar divertido e a loira passou a língua pelos lábios ao se lembrar dos momentos que passaram juntas naquela noite.
- Ótimas memórias, por sinal. - null sorriu e null concordou, arqueando as sobrancelhas sugestivamente para a amiga.
- Muito boas. - null levou sua mão até o rosto de null, tocando o queixo dela com o indicador, levantando-o para que ela fixasse seus olhos nos dela. - Aliás, a gente bem que podia rep...
- Então, null, como eu ia dizendo... - null interrompeu a fala da namorada de maneira divertida, fazendo elas rirem.
Os dois homens continuaram a conversar, alheios a troca de olhares que continuou acontecendo entre elas. Com a cabeça, null indicou o banheiro e as duas seguiram até lá.
- Desembucha!
- Posso matar a saudade antes? - null questionou assim que entraram no banheiro, encostando-se na parede e puxando a amiga para si, grudando seus corpos.
- Não. - null respondeu rapidamente, surpreendendo a morena. - Quer dizer, pode, mas depois, agora me conta!
null riu e se afastou, aproximando-se do espelho para retocar o batom vermelho que cobria seus lábios.
- É basicamente o que null contou, amiga. - Ela disse, sua atenção fixa em seu reflexo. - A gente se conheceu naquela noite, ele salvou meu número e na próxima semana me ligou e saímos para beber algo. Estamos juntos desde então.
- Isso faz o que, três meses? - null apoiou o corpo na bancada, olhando de maneira curiosa para null, que balançou a cabeça em confirmação. - Me pegou de surpresa, juro. Por que vocês não contaram antes?
- Justamente por isso! A gente queria, mas aí eu pensei em como seria divertido ver a sua expressão quando nos visse juntos. - null riu, passando os lábios uns nos outros para fixar o batom. Depois, aproximou-se de null e apoiou as mãos na cintura da amiga. - null realmente tem razão... - Ela soprou contra os lábios de null antes de roçá-los pela bochecha até o ouvido dela. - Você tá muito gostosa.
null riu baixo, passando a língua lentamente pelos lábios antes de envolver os cabelos de null com seus dedos, puxando sua nuca para trás. As duas se encararam, ambos os olhares transbordando desejo e luxúria, como sempre acontecia quando se encontravam.
- Eu tenho uma ideia. - null anunciou, passando as unhas levemente pela nuca da amiga, um arrepio percorrendo o corpo dela no mesmo momento. - É uma aposta, na verdade.
- Hm, adoro apostas. - null sorriu, mordendo seu próprio lábio.
- Que tal, hoje, você dançar com null e eu com null... - null começou a explicar, deslizando seus lábios pela bochecha de null, dando leves beijos até parar em frente a boca dela. - Provocarmos, atiçarmos... - null mordiscou levemente seu próprio lábio, atraindo o olhar de null. - E ver qual dos dois vai ceder primeiro e querer ir pra casa?
- Hmmm... - null ponderou, estreitando os olhos por alguns segundos. - Mas aí a gente troca de...
- Sim. - null afirmou antes mesmo de ouvir a frase completa da amiga. - Você, com null, e eu, com null. Acha que ele toparia?
- Não tenho dúvidas. - null riu, já empolgada com a situação. - E quem ganhar a aposta...?
- Não pensei nessa parte. - null riu e foi acompanhada por null, que balançou a cabeça levemente antes de roubar um selinho da amiga.
- Eu topo. Mas, se eu ganhar, vou querer me divertir com você também. - null arqueou as sobrancelhas, enrolando uma mecha do cabelo longo de null em seus dedos.
- Queremos o mesmo, então. - null soprou contra os lábios dela.
null abriu um sorriso satisfeito, apenas para, segundos depois, grudar sua boca na da amiga e beijá-la como queria fazer desde que a viu perto do bar. As unhas de null deslizaram pela nuca de null e a mulher forçou seu corpo contra o de null , fazendo-a arquear um pouco as costas, empurrando-a de volta. null deslizou sua mão até o ombro nu dela, descendo lentamente pelo braço até chegar novamente na cintura da mulher, onde apertou a região com certa força.
O barulho da porta se abrindo fez as duas se separarem, grudando suas testas brevemente. Depois, sorriram uma para a outra, afastando-se por completo. Retocaram novamente os batons antes de sair do banheiro e, quando finalmente retornaram para onde seus homens estavam, trocaram um olhar divertido antes de cada uma se dirigir ao alvo da noite: o namorado da amiga.
Eles estavam conversando animadamente, com copos de bebidas em mãos, quando as duas mulheres se aproximaram, parando em frente aos dois.
- null... - null o chamou, levando sua mão até o rosto do homem, fazendo-o grudar seus olhos nos seus. - Vamos dançar?
null encarou a mulher em sua frente um pouco confuso, porém, ansioso. Apenas para confirmar, ele olhou para null com uma expressão um pouco questionadora. null, por sua vez, desviou o olhar para null, arqueando as sobrancelhas como se perguntasse o que ela estava fazendo. A namorada o respondeu com um sorriso ladino e uma mordida leve em seu próprio lábio. Ele balançou a cabeça, também sorrindo, mas logo voltou a olhar para frente, assim que sentiu null grudando seu corpo ao dele, fazendo-o entender imediatamente o que estava acontecendo.
Ah, essas duas...
null sabia que a ideia tinha surgido de sua namorada, com certeza. Ela provavelmente faria de tudo para provocá-lo, depois do que ele havia feito em casa - ou melhor, depois do que não havia feito.
Mesmo que o relacionamento de null e Van Archer fosse, de certa forma, aberto, ele não deixava de sentir uma pequena pontada em seu estômago cada vez que via null com outro. Contudo, ele sabia que com null as coisas seriam diferentes. A chance de que a noite terminasse com os quatro nus na casa dela era muito, muito grandes.
E esse com certeza era o objetivo de null.
null a conhecia muito bem, melhor do que ela gostaria de admitir, talvez.
Por isso, ele jogaria também.
Exatamente como ela faria - ou até melhor.
Decidido a aproveitar o máximo da situação, null passou seus braços pela cintura de null, mordendo seu lábio ao olhar diretamente nos olhos dela.
- Finalmente, motorista. - null tocou o peitoral dele com suas mãos, deslizando uma delas até a mão dele, entrelaçando seus dedos para puxá-lo até a pista de dança. - Vamos ver se você é realmente tão gostoso quanto null conta.
Ele riu, balançando a cabeça divertido enquanto a acompanhava. Os dois se posicionaram no meio da pista, seus corpos grudados, assim como seus olhares.
- Ah, ela conta, é? - null questionou, levando suas mãos até a cintura dela, apertando-a com certa força, mantendo a mulher junto a si assim que ela começou a se mover lentamente.
- Conta. - null passou a língua pelos lábios, sem tirar os olhos dos dele. - Espero que hoje eu realmente possa tirar um pedacinho de você.
- Só se eu puder fazer o mesmo, null. - Ele provocou, deslizando uma de suas mãos até a perna dela, apertando a região. null sorriu de maneira convencida, encolhendo os ombros.
null, que já esfregava seu corpo de maneira nada discreta pelo de null, se virou, encostando as costas no peitoral dele. Ela levou uma de suas mãos até a nuca do motorista, deitando levemente seu pescoço sobre o ombro dele. null aproximou os lábios da área, inalando o cheiro incrivelmente gostoso de null.
null e null, que observavam a cena de longe, sorriram um para o outro, cúmplices.
- É normal eu estar achando essa situação extremamente excitante? - null questionou, fazendo null rir e balançar a cabeça em confirmação.
- É a primeira vez que vocês fazem isso? - null questionou, roubando o copo da mão de null, virando o conteúdo de uma vez.
Levou sua mão até a dele e começou a puxá-lo lentamente até o meio da pista. Eles se posicionaram em um local onde ainda poderiam ver null e null dançando, mas não tão próximos a ponto de ficarem lado a lado.
- Sim. - Ele confessou e ela riu, mordendo os lábios.
- Ah, null, você não tem noção de como isso me deixa mais maluca ainda. - Confessou, finalmente grudando seu corpo no dele. Começou a se mover devagar e passou lentamente os dedos pela gola da camisa que o homem vestia, aproximando os lábios do rosto dele, roçando-os provocativamente por sua pele. - Temos um objetivo, null.
- Não vou nem perguntar de quem foi essa ideia, só pode ter sido sua. - Ele comentou e ela riu contra a pele dele, deixando alguns beijos antes de se afastar e olhar em seus olhos. - Qual objetivo?
- Deixar aqueles dois malucos, principalmente null. - null disse, mordendo os lábios.
Ela se afastou um pouco apenas para se aproximar novamente no segundo seguinte, rebolando no ritmo da música. Grudou seu quadril no dele, movendo-o de maneira provocativa contra null, fazendo-o estreitar os olhos ao sentir seu corpo começando a reagir as provocações.
- Você sabe como isso vai acabar, né?
- Esse é a ideia, null. - Ela riu, deslizando suas unhas pelas costas dele, enquanto a outra mão se mantinha nos cabelos loiros do homem.
null desviou os olhos de null apenas para olhar rapidamente para null, encontrando o olhar do namorado em cima de si. null rebolava e esfregava seu corpo no dele, descendo e subindo conforme o ritmo da música. Algo se acendeu dentro de null ao ver duas pessoas tão especiais para ela em um momento tão íntimo. Ela abriu um sorriso cheio de segundas intenções e, como se fosse possível, grudou mais ainda seu corpo no de null, sentindo-o intensificar o toque. Com isso, null intensificou seus movimentos, rebolando de maneira deliciosa contra o membro de null, que tinha seus olhos fechados, aproveitando o momento.
null ainda encarava a namorada, seu membro já começando a endurecer dentro de suas calças. Não saberia dizer o que o estava excitando mais, se era ver sua namorada dançando com outro ou se era ter o corpo de outra mulher se esfregando no seu. Se estivessem sozinhos, ele provavelmente já teria prensado null contra a parede mais próxima e a comeria ali mesmo. Porém, contendo seus impulsos ao lembrar do objetivo de null, ele soltou uma lufada de ar pela boca, procurando se controlar. Ao sentir os lábios de null em seu pescoço, null grunhiu baixo, entrelaçando os dedos nos cabelos dela e puxando-os levemente, fazendo com que ela olhasse em seus olhos.
- null. - Proferiu o nome dela em forma de aviso. - Eu vou te beijar. - Não era uma pergunta, mas, ao ver null lamber os lábios, soube que aquela seria a única resposta que obteria.
Grudou seus lábios nos dela com certa pressa, em um beijo que transbordava desejo. Sua mão livre desceu até o final das costas dela, pousando um pouco acima de sua bunda. null, por sua vez, levou sua mão até a nuca do motorista e acariciou a região, enquanto sua outra mão desceu pelas costas dele, tocando-o com a ponta das unhas, mantendo seus corpos grudados enquanto ainda se movia suavemente no ritmo da música.
Do outro lado da pista, null abriu um sorriso satisfeito ao vê-los se beijando.
Ver null com qualquer outra mulher era excitante, porém, ver null com null elevava suas fantasias a outro nível. Ela estava muito excitada, e ter as mãos de null passeando por seu corpo sem pudor algum só tornava a situação melhor ainda.
- Hmm, null... - Ela chamou e virou-se de costas para ele, empinando a bunda contra seu quadril, rebolando de maneira deliciosa contra o membro já ereto dele. null o ouviu gemer baixo com os movimentos e sorriu, orgulhosa. null apertou a cintura dela como resposta. - Até onde você está disposto a ir para provocá-los?
Só então o loiro olhou para o lado, encontrando sua namorada e null imersos em um beijo um tanto quanto quente. Ele mordeu seu lábio, voltando a olhar para null. Arqueou as sobrancelhas provocativamente e levou uma de suas mãos até o rosto dela, tocando-o levemente, enquanto sua outra mão tocou o ombro nu dela, dedilhando a área.
- Até onde você estiver. - null disse, seus olhos grudados nos de null, que sorriu ao ouvir as palavras dele.
- Bom. - Respondeu, satisfeita. - Porque eu estou, literalmente, disposta a fazer qualquer coisa. Aqui... - null aproximou os lábios dos dele, roçando-os levemente. Depois, trilhou um caminho de beijos até chegar no ouvido do homem. - E em casa. - Ela se afastou para olhá-lo, não encontrando nada além de desejo e luxúria em seus olhos azuis. - Me beija, null.
Não foi preciso pedir duas vezes, porque no segundo seguinte os lábios quentes de null envolveram os de null, em um beijo tão gostoso quanto o primeiro que trocaram há algum tempo.
Claro que beijar null null não era o mesmo que beijar null null, mas, chegava bem perto.
Sentiu seus cabelos sendo puxados por null e sorriu contra o beijo, mordiscando levemente os lábios do loiro antes de voltar a entrelaçar suas línguas. As mãos de null passearam pelo corpo de null, até que ele pousou uma delas na bunda da loira, apertando-a de maneira nada discreta para um local público. Ela mordeu o lábio dele ao sentir o toque e eles quebraram o beijo apenas para que null o puxasse para o canto da boate. Guiou null até que ele se sentasse em uma cadeira vaga e lançou um olhar cheio de segundas intenções para o loiro, que soube, naquele exato momento, que estava fodido, já que não teria auto controle suficiente para resistir às investidas da mulher.
null não se importava com o fato de estarem em uma boate, pelo contrário, aquilo a excitava ainda mais. Até porque, pelo fato de ser uma pessoa pública, as boates que costumava frequentar eram extremamente íntimas e exclusivas, com casais e outras pessoas que tinham o mesmo estilo de vida que ela. Então, não era anormal ver esse tipo de provocação ocorrer no local, pelo contrário, era até comum.
Ela se aproximou dele, tocando o ombro de null com uma das mãos enquanto descia a outra por seu peitoral, parando perto da barra da calça dele. null suspirou enquanto a observava, já imaginando o que viria a seguir. Antes de se virar, porém, null lhe deu um beijo rápido, para só então finalmente sentar no colo dele, contendo um gemido baixo ao sentir o quão duro ele já estava.
null levou suas mãos até o quadril de null, segurando-a firmemente contra si, enquanto ela rebolava deliciosamente em cima dele. Ela deitou o pescoço para o lado, afastando seus cabelos de sua nuca. Arrepiou-se por completo ao ouvir null soltar gemidos um tanto quanto desconexos contra sua pele.
- null... - Ele proferiu o nome dela, roçando levemente os lábios levemente pela região. - Se você continuar rebolando essa bunda gostosa no meu colo, eu vou querer te foder aqui e agora.
A loira abriu um sorriso extremamente satisfeito e, sem cessar os movimentos, procurou por seu namorado e sua amiga, encontrando-os a poucos passos de distância. null estava de costas para ela, por isso, ele não viu quando null sorriu abertamente para null e sussurrou algo como “seu namorado não aguentou” para a amiga. null riu, balançando a cabeça em negação antes de grudar seus lábios no pescoço de null, beijando-o sem tirar os olhos de null.
null sorriu, convencida, antes de se virar e sentar de frente para null, encaixando perfeitamente o volume entre as pernas dele em sua intimidade, soltando um gemido ao senti-lo apertar sua bunda com mais força que o necessário.
- Pra casa, então? - Perguntou, passando a ponta das unhas pela nuca dele.
- Pra casa. - null confirmou imediatamente.
Van Archer sorriu e se levantou, estendendo a mão para que null a pegasse. Ele se colocou atrás dela, abraçando-a por trás, proporcionando a null a gostosa sensação de tê-lo esfregando seu corpo contra o dela enquanto andavam.
Enquanto isso, null tinha uma de suas mãos dentro da camisa de null, passando as unhas sem pudor algum pela pele do homem, enquanto ele deixava apertões estratégicos por todo o corpo da morena conforme a sentia empurrar cada vez mais seu quadril contra o dele.
null já estava completamente duro e tudo o que queria era dizer a null para irem para casa, porém, como imaginava exatamente quais eram os planos de null, não daria o braço a torcer.
E realmente não foi, já que logo null e null se colocaram ao lado dos dois, interrompendo o momento de intimidade.
- Vamos pra casa. - Foi null quem falou, enquanto null depositava beijos extremamente quentes em seu pescoço.
null fixou seu olhar no namorado, assim como null, que, apesar de já estar um pouco mais habituado, não conseguia tirar os olhos de null e da expressão de puro prazer em seu rosto, conforme sentia as carícias de null.
- Vou chamar o motorista. - null avisou e null o olhou, curiosa. - O quê? Eu não sou mais motorista em tempo integral, né?
- Ah. - Ela riu, passando os braços ao redor do pescoço dele novamente. - Mas você ainda é um motorista, né?
- Sempre. - Ele avisou, tocando o rosto dela. - Você vai realizar a sua fantasia hoje, fica tranquila.
- Ótimo. Porque eu não vejo a hora. - null mordeu os lábios, grudando-os brevemente nos dele.
- Pede pra ele vir com a limousine, null. - null avisou, atraindo o olhar do dois em sua frente e também de null.
- Você tem uma limousine? - null perguntou, arqueando as sobrancelhas, bastante surpreso. A mulher riu e concordou, balançando a cabeça. - Não sei por que ainda me surpreendo.
- Realmente... - Ela sorriu, brincando com a gola da camisa dele. null riu, aproximando os lábios do pescoço dela mais uma vez, apenas para provocá-la. null sentiu null intensificar o aperto em sua cintura e mordeu seu lábio, empurrando levemente seu quadril para trás. - Quanto tempo, null?
- Dez minutos. - Ele avisou, sem conseguir tirar o olhar de sua namorada.
- É melhor irmos saindo, então. - null disse e os outros concordaram.
Começaram a andar em direção a saída exatamente como estavam, mas null puxou null pela mão e os dois homens passaram a andar atrás delas. null se aproximou de null lateralmente, falando baixo para que apenas a amiga ouvisse.
- Se o null foder tão bem quanto parece, amiga, você tirou a sorte grande. - null disse e null gargalhou, olhando para ela com as sobrancelhas arqueadas. - Puta que pariu, ele é quente. Em todos os sentidos da palavra.
- Ele é, não é? - null mordeu os lábios, encarando a amiga. - Mas null não fica pra trás.
- Mas ele não é novidade pra você. null é, pelo menos pra mim. - null pontuou e null acabou por concordar. - E olha, as coisas que ele me fez sentir somente com um toque, garota... Gostoso. Muito gostoso.
null riu e olhou por cima de seu ombro, trocando um olhar rápido com null. Ele sorriu e mandou um beijo para ela, que retribuiu rapidamente antes de voltar sua atenção para a amiga.
- Eu não tô diferente. - null confessou, mordendo seu lábio. - null continua tão ou mais gostoso que a primeira vez que ficamos. Ele tem uma peg...
null a encarou, um pouco curiosa, mas antes que pudesse pedir para a amiga continuar, eles chegaram à saída da boate. Foram interrompidas pelos seguranças, que lhes pediram os cartões de consumo, que elas prontamente entregaram. null e null pagaram tudo o que consumiram durante o período que ficaram ali e, juntos, os quatro saíram aguardaram ansiosamente a chegada da limousine que os levaria para casa.
- Ei. - null a puxou, envolvendo o corpo de null com os braços. - Espero que tenha lembrado de mim várias e várias vezes enquanto null te tocava, null. Espero mesmo que tenha lembrado de como eu não te d...
- Não me deixou gozar, sim, óbvio que eu lembrei. - null rolou os olhos, mas logo abriu um sorriso convencido. - Não tem como esquecer, amor. - Ela riu, grudando os lábios nos dele rapidamente. - Mas algo me diz que vou ser muito bem recompensada essa noite, e não só por você.
null estreitou os olhos, encarando-a intensamente.
- Você adora isso, não é? - Ele pediu, entrelaçando seus dedos nos cabelos dela e puxando-os com certa força. - Achar que tem o controle da situação, quando, na verdade, não tem.
- O q...? - Ela perguntou, mas interrompeu a própria fala ao vê-lo abrir um sorriso extremamente safado. - O que você quer dizer com isso, null?
null sorriu contra os lábios de null e grudou os seus aos dela, rapidamente a beijando apenas para quebrar o contato segundos depois, quando o carro chegou. Ao se afastarem, ele piscou para a namorada antes de andar em direção ao carro e abrir a porta para que eles entrassem.
null bufou, um pouco irritada com a fala do namorado, porém, a excitação rapidamente tomou conta de si novamente. O fato de saber que havia algo por trás das palavras de null acendeu algo dentro dela, a ansiedade para chegar em casa cada vez mais presente.
Quando, por fim, entrou na limousine, null trocou um olhar com null e se sentou ao lado dele, tocando sua coxa com uma das mãos, deslizando-a por toda a extensão da perna de null. Ele a encarou, arqueando as sobrancelhas, e fez menção de se aproximar, porém, o contato entre os dois foi interrompido por null, que surgiu em frente a amiga e, colocando uma perna de cada lado do corpo dela, sentou-se em seu colo.
- null. - null disse, sua voz saindo baixa e suas mãos agora tocando as pernas da amiga, apertando-as com veracidade.
- null. - null abriu um sorriso e passou a língua pelos lábios.
Elas se encararam intensamente, nenhuma das duas ousando desviar o olhar, mesmo que estivessem muito curiosas para ver as expressões nos rostos dos namorados. A conexão entre elas era quase palpável, o tesão era imenso, o desejo, então... Era como se estivessem presas em um momento só delas, sem namorados, sem nada.
Eram apenas null e null, duas mulheres que nutriam um desejo intenso uma pela outra.
Sorriram brevemente antes de null puxar os cabelos de null para trás e roçar seus lábios nos dela levemente, iniciando um beijo rápido, porém, intenso, que foi quebrado segundos depois, quando null mexeu seu quadril, empurrando o corpo contra o de null, fazendo-a gemer em satisfação. A morena levou uma de suas mãos até os ombros de null e deslizou as pequenas alças do vestido que ela usava para baixo, deixando o colo da loira exposto.
null passou a língua pelos lábios e desgrudou um pouco o corpo do da amiga, apenas para observar os seios de null brevemente antes de aproximar seus lábios da região e passar a língua lenta e levemente pelo mamilo, enquanto sua outra mão acariciava o outro seio. null deitou a cabeça para trás, soltando o ar pela boca assim que sentiu a carícia de null. Fechou os olhos por alguns segundos, permitindo-se relaxar por completo enquanto null se deliciava, provocando-a.
A mão livre null desceu até a perna de null e seguiu, trilhando um caminho com suas unhas até a parte interna da coxa de null. A loira arrepiou com o toque e abriu os olhos, encontrando os de null a observando, sem nem piscar. Ele passou a língua pelos lábios e abriu um pequeno sorriso para ela, que retribuiu e soltou um gemido baixo ao sentir o toque de null em sua intimidade por cima da calcinha.
- Caralho, null. - null afastou a boca dos seios dela e a encarou diretamente nos olhos, levando sua mão livre até os cabelos da amiga, afastando-os de seu pescoço e puxando-os levemente. - Sua calcinha tá encharcada. - Ela disse, aproximando os lábios do pescoço da amiga e roçando-os por ali. - Quem foi que te deixou assim, hein? Foi o null? - Ela intensificou o toque, passando os dedos pela área ao redor do clitóris de null, sem tocá-lo diretamente. - Hein?
- F... Foi. - null suspirou, abrindo os olhos novamente para encarar a amiga.
- Bom trabalho, amor. - null agradeceu ao namorado e o ouviu rir baixo antes de finalmente afastar o tecido para o lado e tocar null da maneira que ela mais ansiava.
Sem desviar o olhar do da loira, null começou a estimulá-la, fazendo movimentos circulares indiretamente. Ao ouvir os gemidos satisfeitos da amiga, null desceu dois dedos até a entrada dela, fazendo pressão no local, mas sem penetrar. null gemeu um pouco mais alto, deitando sua cabeça para trás enquanto respondia os estímulos que null fazia.
- Isso... - null falou no ouvido dela, sua voz saindo bem baixa, para que apenas a amiga ouvisse. - Hmm... Gostosa.
As mãos de null agarraram os cabelos de null, puxando-os com um pouco de força, fazendo a mulher gemer com o toque. Ela riu contra a pele do pescoço de null, mas não cessou os estímulos, pelo contrário, dessa vez tocou-a diretamente no ponto que mais necessitava de atenção, fazendo null soltar uma espécie de grunhido.
Enquanto as duas mulheres se tocavam, null e null observavam a cena atônitos, e, é claro, completamente duros. A situação, apesar de não ser nova para null, era para null. Ver null e null tão imersas em proporcionar prazer uma a outra era indescritível e os dois não viam a hora de chegar em casa para poder participar da brincadeira.
Um gemido alto de null soou, a cada mudança de estímulo, hora mais rápido, hora mais devagar, com mais intensidade, com menos intensidade, ela sentia ondas de prazer se apossarem de seu corpo. Não demorou para que o orgasmo se aproximasse, a tão conhecida sensação em seu ventre se fazendo presente, porém, como se a estivessem castigando de alguma maneira, a sensação logo desapareceu e ela gemeu em desaprovação, abrindo os olhos apenas para encontrar os de null encarando-a com certa diversão. A morena se levantou e aproximou-se de null, levando seus dedos, que antes tocavam null, até a boca do namorado, que prontamente os lambeu, se deliciando ao sentir o gosto da loira.
Apesar da situação ser extremamente excitante, ela estava puta.
Muito frustrada.
Extremamente irritada.
De novo?
Sério?
Sério, null?
- Que porra é essa? - null finalmente deu voz aos seus pensamentos, dirigindo-se a amiga, porém, assim que um pensamento lhe ocorreu, ela desviou seu olhar para null, que tinha um sorriso bastante satisfeito em seus lábios.
- Eu disse que você não tem controle das coisas, meu amor. - Ele provocou, trocando um olhar divertido com null.
null bufou e ajeitou seu vestido, subindo as alças novamente. null, que estava sentada no colo de null, desviou o olhar para a amiga, arqueando as sobrancelhas. Ela ia abrir a boca para falar algo, mas null a lançou um olhar cortante, fazendo com que ela ficasse calada.
- Segunda vez no dia. É bom que eu seja muito bem recompensada, null, ou...
- Ou o quê? - Ele riu, aproximando-se dela e puxando-a para que a namorada se sentasse em seu colo. - Hm?
- Argh. - Ela grunhiu em resposta, porque, literalmente, não sabia o que falar. O namorado riu, tocando seu queixo com o dedo indicador para olhar nos olhos dela. - Não me olha assim.
- Eu te amo. - Ele soprou, roçando os lábios lentamente nos dela, fazendo-a se derreter em seus braços.
- Eu também. Mesmo estando muito puta no momento. - Confessou, ouvindo-o rir baixo. A mão livre dele deslizou pelo pescoço de null até chegar em sua nuca, onde entrelaçou os dedos nos cabelos dela e puxou-os, fazendo-a gemer baixo.
- Já estamos chegando em casa. - null avisou e depois grudou seus lábios nos dela, iniciando um beijo.
Eles se separaram apenas quando ouviram risadas baixas vindas do outro casal, ao mesmo tempo em que o carro finalmente parou em frente a enorme mansão Van Archer. Trocaram um olhar rápido e saíram do carro, não demorando a entrar em casa. Subiram as escadas e foram em direção a uma sala, que continha dois sofás e algumas poltronas, além de um bar, um sistema de som e uma enorme televisão na parede.
- O que querem beber? - Foi null quem perguntou, já andando até o bar.
- Whisky. - null respondeu, sentando-se em um dos sofás, enquanto null e null permaneceram em pé, encarando-se como se perguntassem uma a outra se já podiam começar.
- Pode ser vodka pra nós duas. - null disse, recebendo a confirmação de null. - Vem cá.
null se aproximou em passos lentos, porém, assim que chegou em frente à amiga, null tocou sua cintura com uma das mãos e grudou seus corpos, enquanto com a outra, puxou o cabelo da morena levemente e beijou-a com certa pressa. As mãos de null imediatamente foram até as costas de null, local onde ela tocou com a ponta dos dedos até chegar nas alças do vestido que a loira usava, abaixando-as mais uma vez.
null, por sua vez, deslizou as duas mãos até as pernas de null e fez o caminho contrário, tocando a bunda dela por baixo do tecido que a cobria, apertando-a com certa força. null gemeu baixo contra os lábios da loira e encolheu levemente o corpo ao sentir o toque dos dedos da amiga em seu abdômen, levantando seu vestido.
Elas se afastaram por alguns segundos, apenas para terminar de retirar a peça que null usava, deixando-a semi-nua no meio da sala. null lambeu os lábios ao observar o corpo tão sensual da amiga, seus seios envolvidos por um sutiã de renda na cor preta e sua intimidade coberta por uma calcinha minúscula, na mesma cor. Aproximaram-se novamente, e dessa vez null retirou completamente as alças do vestido leve que null usava, deixando o pano deslizar sozinho por seu corpo e cair no chão, revelando a única peça que cobria o corpo de null: uma calcinha vermelha.
null mordeu seu lábio antes de grudar a boca na de null novamente, porém, dessa vez as duas não prolongaram o beijo, separando-se logo em seguida. Trocaram um olhar bastante significativo antes de se aproximarem do sofá, onde os dois homens estavam.
null se aproximou de null, passando as pernas pelo corpo do loiro e sentando-se em seu colo. Pelo canto do olho, observou null fazer o mesmo com null, já abrindo os botões da camisa que ele vestia. null sentiu as mãos de null em suas pernas e ele as deslizou até tocar sua bunda, sem desviar os olhos dos seios dela, que estavam praticamente na altura do rosto dele. Ela sorriu ao vê-lo lamber os olhos e os dois se beijaram rapidamente antes de null começar a, finalmente, acariciar os seios dela.
As mãos da loira foram até a camisa que ele vestia, e ela abriu os botões rapidamente. null se afastou apenas para que ela pudesse retirar o tecido e depois levou uma de suas mãos até um dos seios de null, entrelaçando a outra nos cabelos dela, puxando-os lateralmente, fazendo com que ela fixasse o olhar no casal ao lado.
null tinha as mãos na bunda de null, enquanto ela rebolava deliciosamente em seu colo, roçando sua intimidade no membro já ereto dele por cima da calça. null mordeu os lábios e soltou um gemido baixo ao sentir a língua de null envolver seu mamilo. O barulho chamou a atenção de null, que olhou para a amiga e abriu um sorriso de canto antes de voltar a encarar o moreno. null levou suas mãos até a camisa que vestia e os dois se afastaram para que ele pudesse retirar o tecido. Depois, null desafivelou o cinto que ele usava e abriu a calça, retirando a peça com a ajuda dele.
Assim que viu o membro de null, null lambeu os lábios, levando as mãos até ele imediatamente, tocando-o devagar. null deitou a cabeça para trás assim que sentiu os lábios a mulher tocarem seu pescoço e depois descerem em direção ao peitoral dele. Ela depositou vários beijos no local, percorrendo cada centímetro da pele dele até chegar, finalmente, em seu membro. null desceu do sofá, colocando-se de joelhos na frente do homem, no meio de suas pernas. Segurou o membro dele com uma das mãos e levantou seu olhar, encarando null profundamente para só então passar a língua por toda a extensão, finalizando com um pequeno chupão na glande antes de passar a chupá-lo por completo. As mãos de null auxiliavam nos movimentos, o que dava a ela certa facilidade para poder enfiar o membro por completo na boca.
- Porra, null. - Ele gemeu ao senti-la engasgar.
null sorriu brevemente e voltou a chupá-lo, dessa vez mais rapidamente. null só não fechou os olhos para aproveitar o momento por completo porque um gemido vindo de sua namorada chamou sua atenção.
null tinha os olhos fechados e a expressão de prazer em seu rosto era indescritível. null tinha uma das mãos tocando a intimidade dela, enquanto chupava-a com vontade, seu rosto praticamente escondido no meio das pernas da mulher. null tocava seus seios com suas mãos, apertando-os com força, enquanto soltava gemidos desconexos, completamente entregue ao momento.
null movimentava sua língua com certa maestria, passando-a ao redor do clitóris, mas sem tocá-lo diretamente, exatamente do jeito que null gostava. Os movimentos eram circulares e precisos, e a cada novo estímulo ela gemia em resposta, incentivando-o a continuar. Seus dedos desceram até a entrada dela e, ao senti-los dentro de si, ela gemeu alto e abriu os olhos, entrelaçando os dedos nos cabelos de null, fazendo com que ele olhasse para ela.
- Preciso sentir você. Agora.
Não foi preciso dizer mais. null endireitou o corpo no sofá, deitando com a cabeça bem próxima ao namorado, olhando-o nos olhos, lambendo os lábios ao ver como ele estava excitado com o oral que null estava fazendo. Enquanto isso, null se posicionou entre as pernas dela e ergueu uma delas, apoiando-a em seu ombro. Depois, tocou o próprio membro e bombeou-o rapidamente antes de encostar a cabeça na entrada de null, arrancando um gemido ansioso da mulher. Provocou-a por mais alguns momentos, esfregando-o no clitóris dela, fazendo-a se contorcer de prazer antes de finalmente penetrá-la de uma só vez, tomando-a para si.
- Caralho. - Foi o que ele disse ao sentir o interior da mulher envolver seu membro.
null deslizou a mão que segurava a perna de null até sua coxa, apertando-a vez ou outra, enquanto a outra mão foi até a intimidade dela, estimulando-a de maneira deliciosa.
null, não aguentando mais situação, envolveu os cabelos de null com sua mão e puxou-a para si. Rapidamente os dois se livraram da calcinha que ela vestia e null sentou no colo dele, roçando sua intimidade completamente encharcada no membro dele, gemendo ao sentir o contato. null segurou o próprio membro e provocou a mulher, passando-o por toda a extensão da intimidade dela antes de penetrá-la por completo, deslizando com facilidade tamanha era a excitação da morena.
- Apertadinha. - null grunhiu e levou as mãos até a cintura de null, forçando o quadril dela contra o dele, intensificando os movimentos.
- E você é grande. - Ela gemeu entre uma estocada e outra, rebolando em cima dele, grunhindo ao sentir um tapa desferido por ele em sua bunda. - Porra, null.
Ele sorriu de maneira convencida e intensificou os movimentos, uma de suas mãos deslizou até os seios dela e passou então a acariciá-los, envolvendo o mamilo de null com o dedo polegar e indicador, apertando-o de maneira deliciosa. Desviou o olhar do rosto da morena apenas para olhar para a própria namorada, encontrando-a de quatro no sofá, gemendo em uma altura considerável enquanto null estocava contra ela. null não resistiu e levou sua mão livre até o rosto dela, o que a fez abrir os olhos.
O casal se encarou brevemente, seus olhares transmitindo muito mais que o necessário antes de trocar um beijo rápido e apaixonado, completamente envoltos pelo momento de prazer que estavam vivendo lado a lado - mesmo que não estivessem literalmente juntos.
Eles se afastaram ao que null sentiu a mão de null tocando seu rosto, puxando-o para si. Ela o beijou de maneira rápida e depois saiu de cima dele, na intenção de trocar as posições. null entendeu assim que null se sentou no sofá, próxima de null, e as duas começaram a se beijar. Ele puxou levemente o corpo dela e se posicionou na beirada do móvel, voltando a penetrá-la, sem tirar os olhos das duas mulheres.
null, mesmo entre os gemidos e estocadas de null, retribuiu o beijo da amiga com vontade, envolvendo a boca dela com a sua e parando apenas para dar leves mordidas nos lábios de null.
A sala estava imersa em gemidos e respirações ofegantes, os barulhos se intensificando conforme todos se aproximavam do ápice.
null aumentou seus movimentos e voltou a estimular null, inclinando seu corpo sob o dela para alcançar sua intimidade, finalmente dando a devida atenção ao clitóris, fazendo movimentos precisos e intensos. A loira precisou quebrar o beijo com null para gemer e voltou seu olhar para null, sentindo seu ventre esquentar pela terceira vez no dia. Não ousou fechar seus olhos, encarando a amiga em sua frente, conforme a sensação de prazer aumentava e seu orgasmo se aproximava cada vez mais.
- Goza, null. - Ele pediu, sem parar de estimulá-la. - Goza olhando pra mim. Só pra mim.
E então, ao ouvi-lo pedir, ela se derramou, finalmente, sentindo seu corpo inteiro se contorcer conforme ondas de prazer o percorriam por completo. null diminuiu a intensidade dos movimentos apenas para ajudá-la a relaxar e então se retirou de dentro dela, puxando-a pelos cabelos e virando-a de frente para si. Levou sua mão até seu próprio membro e começou a estimular a si mesmo. null, entendendo o que ele queria, se aproximou e posicionou seus lábios perto dele, mas null balançou a cabeça em negação.
- Nos seus seios, null. Quero gozar nos seus seios. - Ele pediu e ela abriu um sorriso safado, posicionando-se.
Tocou nas coxas do loiro e apertou-as, sussurrando palavras sujas para que ele atingisse seu ápice, o que não demorou a acontecer. O líquido branco jorrou e escorreu pelos seios dela, null soltando gemidos de prazer conforme gozava. Quando se acalmou, os dois trocaram um olhar intenso antes de null direcionar o olhar até null, deixando claras as suas intenções. null assentiu e aproximou-se da amiga. null se virou e lambeu os lábios, aproximando sua boca dos seios de null para lamber o gozo de null. Ela passou a língua lentamente por cada centímetro da pele da loira, gemendo de satisfação ao sentir o gosto do namorado em sua boca.
null olhou para null, que sorriu para ele e tocou a nuca do homem, passando as unhas pelo local. Ele se arrepiou e passou a língua pelos lábios antes de abrir a boca para fazer um pedido.
- Eu quero ver você chupando a null, null.
A loira abriu um sorriso safado e se aproximou, deitando-se ao lado de null de maneira que seu rosto ficasse bem próximo da intimidade dela. As duas trocaram um olhar rápido antes de null se aproximar e passar a língua pelo ventre de null, fazendo-a se encolher.
- Você vai gozar. - null disse, desviando os olhos para null. - Vai gozar comigo te chupando e null te fodendo, enquanto seu namorado observa.
null grunhiu e finalmente os lábios de null tocaram sua intimidade, estimulando-a nos locais exatos que sabia serem os preferidos da amiga. Ela fez movimentos circulares e consistentes, estimulando-a da melhor maneira que podia. Uma de suas mãos deslizou até os seios dela, apertando-os com certa força, enquanto sua língua continuava a se movimentar, arrancando gemidos altos de null, que segurava os cabelos de null com certa força. null aumentou os movimentos quando percebeu que o orgasmo de null se aproximava, estocando mais intensamente.
null se colocou do outro lado de null e tocou os cabelos dela, aproximando a boca da orelha da mulher, sussurrando algumas palavras que certamente serviram de estímulo, já que no momento seguinte ela se derramou e gemeu alto, contraindo seu interior e fazendo com que null grunhisse de prazer. Ele saiu de dentro dela rapidamente e aproximou o membro do rosto da mulher. null lambeu os lábios ao perceber o que o namorado ia fazer e null fez o mesmo, abrindo a boca no exato momento em que null gozou, lambendo os lábios ao sentir o gosto dele.
Assim que o momento terminou, null tocou o rosto da amiga e virou-o para si, passando a língua pelos lábios dela antes de beijá-la e, juntas, deliciarem-se com o sabor de null.
- Porra. - Os dois homens falaram ao mesmo tempo, fazendo com que elas rissem.
- Quando eu achei que a situação não podia ficar melhor... - null comentou, arrancando uma risada de null, que concordou. - Vocês duas...
As mulheres riram, finalizando o contato com alguns selinhos. Ambas se levantaram e seguiram até seus respectivos namorados, envolvendo-os com os braços. Trocaram algumas palavras e beijos leves, todos cansados demais para estender a situação.
null envolveu o corpo de null com os braços, mantendo-a junto a si. Sussurrou em seu ouvido o quanto a amava, recebendo como resposta um sorriso e um beijo, que foi interrompido por null.
- Hm, amiga? - Ela chamou, já vestindo sua calcinha. - Podemos dormir aqui, né?
- Claro que sim, no quarto que você sempre fica.
- Então, casal, nós vamos nos retirar e nos vemos amanhã pela manhã. - null comentou e os dois concordaram. Eles começaram a se mover em direção a porta, mas null parou novamente. - Ah, null? - Chamou, recebendo um arquear de sobrancelhas do moreno. - Aprovadíssimo, viu?
Ele gargalhou e balançou a cabeça, piscando para ela em resposta. null e null acompanharam as risadas, e logo o casal se retirou da sala, deixando null e null sozinhos.
- Acho que essa foi uma das melhores experiências que tivemos. - Foi null quem disse, tocando o rosto da mulher com suas mãos. - E você gozou.
null estreitou os olhos, mas acabou rindo, depositando um beijo na ponta do nariz no namorado.
- Não por sua causa. - Acusou antes de se virar e sair andando, deixando-o com uma expressão indignada no rosto.
Ela não estava mentindo, estava?
- null! - Ele chamou, enquanto pegava as roupas do chão e corria atrás da mulher que já estava entrando no quarto deles. Ele chegou a tempo de soltar as roupas no chão e puxá-la por trás, grudando seus corpos. - Você... - Ele não soube como continuar a frase e ela riu, balançando a cabeça.
- Eu não menti. - Afirmou, arqueando as sobrancelhas enquanto se virava de frente para o namorado. - Mas tá tudo bem.
null estreitou os olhos, rocando o rosto dela com uma das mãos enquanto apertava sua cintura.
- Claro que tá tudo bem. - Ele riu, balançando a cabeça. - Sou eu que te faço gozar todos os dias.
- Convencido. - Ela rolou os olhos, mas grudou os lábios nos dele por um segundo antes de se afastar novamente. - Eu te amo.
- Eu também, null. Eu também. - null sorriu, olhando-a nos olhos. - Eu poderia passar a vida inteira assim, sabia?
- O que? Fodendo outras mulheres enquanto outros homens me comem? - Ela arqueou as sobrancelhas e ele gargalhou, balançando a cabeça em negação.
- Isso aí eu posso fazer de vez em quando. Mas, não, null, eu me refiro a eu e você, ao que nós temos. Não me incomodaria de...
- Passar o resto da vida comigo? - Ela completou, mordendo o próprio lábio em expectativa, afinal, era o que ela mesma sentia. null a encarou, suas bochechas esquentando levemente, de maneira adorável. Era inacreditável acreditar que aquele homem tão seguro de si, tão gostoso, tão dominador e tão... quente, pudesse ficar sem graça ao falar de sentimentos. Era exatamente por isso que null o amava incondicionalmente. - Hm?
- É. - Confessou, olhando-a nos olhos. - Passar o resto da vida com você.
- Não vejo problemas nisso. - null sorriu, passando seus braços pelo pescoço dele. - Acho que...
- Casa comigo? - Ele interrompeu a fala dela, fazendo-a arregalar os olhos imediatamente.
- O quê?! - null perguntou, afastando-se alguns centímetros para poder encará-lo por completo.
- Casa comigo. - null repetiu a fala mais lentamente, dessa vez como uma afirmação.
null arqueou as sobrancelhas, mordendo o próprio lábio, pensando por alguns segundos.
- Eu estou completa e totalmente apaixonado por você, null Van Archer. Não precisamos casar logo, eu só preciso saber que você é minha, mesmo que, bom, de certa forma, você já seja, mas eu preciso saber que é pra minha cama que você vai voltar todas as noites mesmo que outra pessoa te faça gozar e...
- Sim. - Ela o interrompeu, dando um pulinho animado. - Sim! - Afirmou mais uma vez. - Eu me caso com você, null null. Mesmo não vendo necessidade, afinal, eu já sou sua, total e completamente sua, eu me caso com você, porque eu te amo. Poder dividir minha vida com você é o que eu mais quero.
- Você aceita, então, ser minha por completo? - null perguntou por fim, grudando seu corpo no dela novamente, enquanto segurava o rosto dela com as mãos, sem tirar os olhos da mulher que mais amava na vida.
- Aceito. Por completo. - null respondeu, selando os lábios nos dele, entregando-se incondicionalmente ao seu tão gostoso e amado motorista.
FIM
Nota da autora: Ahhhhh agora acabou de verdade! A história do nosso casal tão amado se completou dessa maneira, linda e intensamente, e, é claro, com mais uma aventura. Hahaha. Espero que tenham gostado de embarcar nessa loucura comigo!
Espero vocês nas minhas outras histórias!
Beijos, lindezas!
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Sixth Sense [Outros – Finalizada]
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Ficstapes:
01. On The Loose [Ficstape Niall Horan - Flicker - Restrita]
02. Halo [Ficstape Beyonce - I Am… Sasha Fierce]
02. Tell Me You Love Me [Ficstape Demi Lovato - Tell Me You Love Me]
02. Revenge [Ficstape Pink - Beautiful Trauma]
07. Hot as Ice [Ficstape Britney Spears - The Essential - Restrita]
08. Stay [Ficstape Miley Cyrus - Can’t Be Tamed]
12. Better Left Unsaid [Ficstape Ariana Grande - Yours Truly]
12. Keep Holding On [Ficstape Avril Lavigne - The Best Damn Thing]
12. Only The Strong Survive [Ficstape McFLY - Radio:ACTIVE]
15. Outrageous [Ficstape Britney Spears - The Essential - Restrita]- Parte 2 de 07. Hot As Ice
Especiais:
Endlessly [Dia dos Namorados - Equipe]
Espero vocês nas minhas outras histórias!
Beijos, lindezas!




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