Última atualização: 21/05/2018

Capítulo 1 - O Encontro


Depois de uma longa viagem para Portugal, Stark descansava em um hotel cinco estrelas olhando a bela vista que tinha da varanda e automaticamente, virava o último gole de uísque que tinha em seu copo. Foi à escolha dele depois que a guerra civil acabou e, que Rogers e Barnes conseguiram fugir com a ajuda de T’Challa, ir para um país afastado, sem suas preocupações para atrapalhar e com Ross em seu ouvido o perturbando sobre o Tratado de Sokovia.
Precisava colocar seus pensamentos em ordem e principalmente acertar todas as papeladas sobre os Vingadores para ficar de acordo com o tratado de Sokovia, já que também estava sem a ajuda de Pepper. Fazia tempo que ele não se encontrava sozinho até mesmo em pensamentos. Ele sempre tinha seus amigos e até mesmo a Pepper.
Ah... Sim, aquela brisa lhe trazia a calmaria e o conforto para seus pensamentos agitados. Aquilo até lhe despertava a fome. Ele andou, deixando o copo em uma das mesas que tinha pela pequena sala e pegou um pequeno papel que estava escrito sobre o vigésimo quinto aniversário do hotel. Não seria uma má ideia ir à festa, seria apenas mais alguns drinques e ele já estava perto de seu quarto mesmo, qualquer coisa S.E.X.T.A.F.E.I.R.A., o ajudava a voltar para seu dormitório, ou algo do tipo. Ele se trocou, colocou seu terno de grife e deixou a gravata um pouco frouxa.
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O elevador se abriu e ele saiu ajeitando seu terno. Olhou em sua volta antes de entrar no grande salão com decorações de diamante e algumas esculturas de gelo, o que deixava o ambiente mais frio. Ao longe, ele pôde avistar uma leve movimentação envolta da única mulher que estava de vestido verde escuro que deixava sua coxa descoberta. Alencar.
discutia os últimos preparativos com seus assessores para a festa, mesmo depois de a festa ter começado, ela trabalhava com os últimos preparativos para o aniversario do hotel “Sofitel Lisbon Liberdade”. Ela caminhou apressadamente até o outro lado do salão, e apenas com um leve movimento ela percebeu que Stark estava mantendo seu olhar na coxa descoberta; Ela sorriu discretamente e foi terminar os últimos preparativos.
Depois disso, subiu no pequeno palco onde tinha uma pequena orquestra e fez um sinal para que eles pudessem parar de tocar. A música parou suavemente trazendo os olhares de algumas pessoas em direção ao palco. A mulher passou levemente sua mão no vestido, ajeitando a fenda na coxa esquerda, o que atraiu mais ainda os olhares de Anthony para ela.
– Boa noite a todos. – Ela se pronunciou. – Queria agradecer todos que aceitaram meu convite e vieram para a celebração do hotel. Agradeço a todos os nossos parceiros de longas datas, sem vocês nós do hotel Sofitel Lisbon Liberdade não seriamos o que somos hoje. A vocês hospedes que estão representando todos os nossos hospedes e principalmente... Meu pai, que fundou esse lugar sem imaginar que se tornaria um dos hotéis mais requisitados de Lisboa. Bom, que vocês tenham uma ótima festa e divirtam–se.
– S.E.X.T.A.F.E.I.R.A. nos fomos convidados para está festa? – Stark indagou curioso.
Sim, o convite era aquele papel que você jogou alguns minutos atrás.
Anthony escutou e deu os ombros dando o último gole em sua bebida.
saiu do palco e caminhou até uma mesa, pegou um Martini e ficou ali, apenas observando e torcendo que desse tudo certo o que ela tinha planejado. Ao fundo, percebeu que Stark ia a sua direção com toda calma e um olhar que lhe dava um frio em sua espinha. Ele parou do lado dela e pediu mais um copo de Whisky. Olhou para e a cumprimentou com um aceno suave com o copo. Depois de uns minutos ali ambos parados...
– Obrigado pelo convite. – Stark agradeceu.
– Então você foi um dos sorteados. – Alencar omitiu a surpresa. Ela foi à própria que colocou o convite junto com o check-in do hotel.
– Eu não fui convidado por ser o Homem de Ferro? – Ele deu mais um gole, se gabando.
– Não, foi convidado por pura sorte.
– Bem, até nisso eu ganho. A festa está mais elegante e maravilhosa com a minha presença. – Ele se gabou, o que tirou um sorriso espontâneo de .
– Então você é o famoso Stark. – Ela mudou de assunto. – O culpado de alguns anos atrás por um míssil que veio parar no lado leste de Lisboa? – perguntou fazendo um sinal para o barman.
– Sim, mas pe-peço desculpas pelo incidente. – Stark disse um tanto quanto embriagado.
– Acho que já esta na hora de você subir para seu dormitório. – disse passando suas mãos no tórax e subindo para a gravata, para frouxar a mesma.
– Você vai comigo?
– Se você quiser? – Ela sorriu maliciosamente.
– Eu... Vamos logo.
Stark largou o copo pela metade em cima do balcão e segurou na mão de Alencar. Eles esperaram o elevador fechar e selecionar o andar que ele estava hospedado para poderem começar ali mesmo, a despertar todo o desejo que ambos estavam ansiando. Stark a puxou pela cintura e apertou a região ao mesmo tempo em que a girou, a ponto de ficar com as costas coladas no grande espelho frio que tinha no local. Mesmo com seu vestido cobrindo suas costas, era impossível não sentir o frio do espelho, o que a fez gemer entre o beijo. O beijo que despertou mais o desejo de ficar cada segundo mais perto de . Ela tinha algo que lhe dava mais vontade de tocar sua pele macia e de beija-la para sentir o gosto dela em ambos os sentidos. O que não foi ao contrário para ela, mas isso não era motivo para se preocupar, ou era?
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Tony abriu com certa dificuldade a porta de seu dormitório, ele colocou o key-card em qualquer lugar da sala e conduziu até o quarto, que a mesma praticamente já conhecia o caminho de cor e salteado. A morena parou o beijo para poder voltar a retomar o ar e poder colocar seu plano em ação, algo que estava acontecendo nos conformes do seu plano.
– Sabe Tony... – Ela disse ao pé do ouvido do herói. – Você poderia deixar sua inteligência artificial descansar um pouco não é?! Ela não precisa escutar a nossa noite de sexo casual. – Ela beijou o pescoço do mesmo.
– Eu também acho.
Stark mexeu rapidamente em seu celular enquanto preparava o veneno para poder matá-lo de um modo tão fácil que o próprio Anthony não poderia imaginar. Ela tinha deixado o pequeno grampo em cima do criado mudo, onde seria o lugar ideal para ter acesso fácil ao mesmo. Alencar voltou para perto de Stark, tirou a gravata dele acompanhado do terno, os dois estavam em um clima muito mais de que um sexo casual.
Aqueles beijos ardentes faziam cada centímetro do corpo de arrepiar com o calor dos lábios de Anthony, que lhe fez sentir sentimentos e vontades que nunca tinha sentido antes. Enquanto viajava naqueles toques suaves e ao mesmo tempo ardentes de Stark, Alencar sentiu seu vestido sendo solto pela mão suave de Tony e as alças de seu vestido ser abaixada, acompanhada de beijos calmos postos no local. Ele desceu sua mão procurando o zíper do vestido, abriu e despiu . Ela deitou na cama e ajeitou o travesseiro enquanto ele se despia. Ela se tocava para deixá-lo ainda mais excitado. Stark se ajeitou no meio das pernas da mulher, colocou o preservativo e a beijou. Seus beijos foram diretamente para os seios rígidos da garota, que arqueou as costas ao sentir os lábios dele beijando e chupando levemente seus mamilos, que teve sequencia em sua virilha e aquela sensação de tê-lo lhe enchia de excitação. Os movimentos da língua dele acompanhado com seu dedo dava mais prazer. Seus gemidos podiam ser escutados lá de longe e os puxões de cabelos e suas unhas arranhando os ombros dele, o fazia aumentar os movimentos cada vez mais. Ela ia gozar a qualquer momento.
Ele parou a deixando sem ar, sem reação, suas unhas ainda estavam encravadas em seu ombro. A mulher soltou aos poucos seus fios pretos e seu ombro ao mesmo tempo, puxando todo o ar para se recuperar daquela preliminar alucinante. o olhou com reprovação do ato dele, para que parar quando ela estava chegando a seu orgasmo? Ele não tinha essa permissão para fazer isso naquele momento, e naquele único segundo que ela piscou e respirou fundo ela teve o peso do corpo dele no seu e apenas pode ter a sensação dele entrando apenas o começo de seu membro. Ele a torturava desse modo até que inesperadamente ele a estocou com força e com um sorriso nos lábios ao vê-la se contorcer debaixo de seu corpo. Alencar gemia em seu ouvido coisas que nem mesmo ela poderia imaginar que um dia falaria para um homem. Stark diminuiu a velocidade para poder recuperar um pouco de fôlego e nesse meio tempo, jogava no chão um dos travesseiros. Ela olhou para Stark que o mesmo estava segurando sua gravata em suas mãos. Ele segurou o tecido com os dentes e colocou os braços de para cima, amarrando rente na cabeceira da cama. Ela aprovou com um sorriso e deixou que ele fizesse todo o trabalho a partir daquele momento.
Tony passou apenas as pontas dos dedos pelas coxas e encaminhou até o clitóris da mulher, fazendo movimentos circulares enquanto a penetrava. Aqueles gemidos com tentativas de seu nome o deixavam cada vez mais excitado, mais cheio de excitação e assim ele aumentava a velocidade. Era difícil não deixar de olhar ela e ver o quanto ela estava gostando de suas estocadas a cada segundo. Ainda com seu membro dentro dela, ele a beijava e soltava as mãos dela.
o empurrou para a cama e sentou no colo dele, ainda sem “sentar em seu membro” ela passava sua buceta sobre o membro dele, mordendo seu lóbulo da orelha e pescoço. Ela alternava a velocidade conforme sentia o pau dele pulsar embaixo de si, até que ela parou e olhou no fundo dos olhos dele e com uma vontade grande, ela pegou o membro dele sem aviso prévio e o posicionou em sua intimidade. Em uma velocidade rápida, ela cavalgava no membro dele. Ela jogou seu cabelo para trás e enquanto uma mão apoiava no tórax do homem, ele massageava seu seio. Tudo ia aumentando conforme os prazeres de ambos e aumentava ainda mais com ele massageando e apertando seus seios. Ela se cansava, seu corpo estava se enfraquecendo ao mesmo tempo em que seus músculos se contraíram, mas ela não queria parar. Ele não queria que ela parasse. Eles não queriam parar. Ambos estavam em seus ápices, ele a segurou pela cintura e a colocou deitada na cama. Segurou uma das mãos dela em cima da cabeça e a outra apertava sua coxa com força. Alencar colou seus lábios em Stark apenas com a intenção de abafar seus gemidos que os mesmos falavam em quase uma súplica:
– Não pare, co-continue, ma-mais forte, mais rápido Stark!
Stark soltou todo seu corpo em cima do da mulher, depois de gozar quase que juntamente a ela – uns minutos antes dela – ele rolou para o lado e ficou olhando para o teto espelhado o reflexo de . Ele viu suas curvas através do reflexo, ele nunca tinha achado uma mulher tão sexy quanto , muito menos gostosa em todos os sentidos. Ele repetiria aquela transa milhares e milhares de vezes sem ao menos se preocupar se tinha ou não algum compromisso. Tony adormeceu ali mesmo, sem nenhum travesseiro. estava sentada na poltrona com a camisa social dele, em suas mãos a seringa com o veneno mais mortal do mundo – Arsênico – ela dava leves batidas no braço da poltrona e pensava seriamente.
Não eram para haver dúvidas, muito menos questões sobre esse ato. Ela estava ali para isso. Ela tinha feito toda essa trama para aquilo. Ela tinha que mata–lo e não podia recuar de sua missão, ela era uma caçadora. A Caçadora, não foi atoa que Bloom a mandou para essa missão. Ela se levantou e andou calmamente até a cama, sentou–se ao lado se Stark que dormia desnudo, não o acariciou muito menos o beijou apenas se levantou e levou consigo o veneno, depois de se vestir.
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Anthony acordou com o sol e com uma linda dor de cabeça. Ele se levantou e ficou sentado por muitos minutos até perceber que estava se roupa. Olhou para trás procurando por suas roupas, mas seu olhar focou em outra parte do quarto, uma parte que era para estar ocupada e não vazia. tinha o deixado sozinho, sem nenhum bilhete no travesseiro ou no criado mudo, mas isso não seria problema já que ela era a dona do Hotel e seria fácil de encontra–la. Vestiu–se com uma roupa não tão formal enquanto conversava com S.E.X.T.A.F.E.I.R.A., desceu tomou um café da manhã e foi até a recepção.
– Bom dia. – A recepcionista falou amigável.
– Bom dia, onde posso encontrar a senhorita Alencar? – Ele indagou.
– Desculpe senhor Stark, mas ela acabou de partir.
– E irá demorar muito?
– Ela não deixou informado o prazo da viagem, o senhor deseja deixar um recado?
– Não, obrigado.
Tony voltou para seu quarto e terminou a garrafa de Vodca. Não tinha o porquê de ele ficar abatido por ela ter saído sem ao menos se despedir, afinal, ele fez isso milhares de vezes com todas as mulheres com quem foi para a cama. O Herói ficou apenas observando a movimentação e a noite cair pela janela. Nesse momento de observação, ele recebeu um chamado de Thaddeus, pedindo que ele voltasse para Nova Iorque com certa urgência.
Ele arrumou suas coisas, organizou tudo em sua mala, passou seu perfume e foi para Nova Iorque. Seu jatinho particular já estava à espera dele. Ao chegar, Thaddeus passou a informação pessoalmente para Stark: mais armas para o estado utilizar contra “não sei quem”, foi o que o herói escutou, já que seus devaneios estavam entre o corpo nu dela, a pele macia e o sexo indescritível. Até concordou coisas que depois teve que perguntar para S.E.X.T.A.F.E.I.R.A. o que ele Ross tinha falado. Anthony foi para casa e enquanto bebia, ele desenhava com sua tecnologia extremamente avançada uma nova Mark, um vício dele.
E assim Tony Stark terminou seu dia, com seus devaneios sempre e unicamente em . Mal ele sabia o que estava para acontecer em sua vida.


Capítulo 2 - A Tentativa


Alencar tinha chegado em Sokovia há poucos minutos. Foi uma viagem rápida até por quê ela foi com seu avião particular da H.Y.D.R.A.. Aquele ar frio e misterioso sempre iria dominar a base da H.Y.D.R.A., não era possível negar que ela estava cansada, querendo descansar um pouco e tomar uma boa xícara de chá. Ela até iria se Bloom não tivesse a forçado a ir até ele diretamente falar com o homem quando a mesma chegasse. foi encaminhada com a ajuda de um dos oficiais da H.Y.D.R.A., já que toda a base tinha passado por mudanças desde o dia que ela tinha saído do local.
– Senhor. – O homem falou depois de bater na porta.
– Sim?
– A senhorita Alencar está aqui.
– Ah, mande entrar agora! – Ele ordenou sentando-se na cadeira.
– Pode entrar. – Ele fez um sinal para ela.
– Obrigada.
Não que ela tivesse medo de Bloom pelo contrário, não se sentia intimidada pelas ameaças e palavras dele, só que agora o jogo estava completamente diferente do que ela imaginava. Poderia dizer que agora ela teria medo só da escolha que ele tinha para ela. Depois de se recusar a sentar na cadeira a frente e ficar encostada na parede, escutando tudo que ele tinha a falar sobre a missão dela que deu errado, ele colocou as cartas na mesa, o ultimato que ela menos queria.
– Mas por quê não terminou? – Ele indagou até que calmo.
– Eu não podia matá-lo, minha mãe chega hoje de viagem não ia dar uma preocupação dessa para ela. Não ache que é fácil manter em segredo que sou da H.Y.D.R.A. – Ela disse até que sincera.
– Mas isso não é motivo para você abortar a missão.
– Eu precisei.
– Se você vai ficar com esse discurso até o fim da conversa, vamos logo para o que eu quero saber. Você é a melhor caçadora que nós temos, a melhor e a única que eu confio. – Ele se levantou. – Então, me responda... você ainda vai matá-lo? Ou precisarei mandar outra pessoa?
– O que? – Ela desencostou suas costas e arregalou os olhos.
–O que foi? Está interessada nele, senhorita Huntress?
– Não senhor. Minha indignação foi por você não confiar nas minhas habilidades. – pensou rápido sem revelar nenhum sentimento. – É claro que vou matá-lo, não sou de perder nenhuma kill.
– Aqui está a forma que você deve matá-lo.
pegou a única folha que deixava como e onde ela teria que matá-lo. Não seria mais óbvio que era em um hotel e principalmente, nas formas que ela sempre matou suas vítimas, com tortura até a morte.
– O senhor tem certeza? – falava tentando não transparecer seu receio.
– Sim, agora se retire da minha sala.
– Sim senhor.
– Huntress! – Ele a chamou.
– Sim.
– Não me decepcione.
A morena só fez um aceno com a cabeça e se retirou da sala. A sua mão suava dentro do casaco de couro que ela usava. Ela só podia estar louca em sentir tudo ao mesmo tempo pela pessoa que ela “caçava” para poder fazer as vontades da H.Y.D.R.A., até porque eles e o Homem de Ferro não tinham nenhuma intriga. A única coisa que existia entre eles era por terem matado o senhor e a senhora Stark.
Seu gênio forte de escorpiana definia tudo que ela estava passando agora, desde seus sentimentos até o modo de tratar sua missão. Ela o amava, e não tinha essa dúvida se realmente era amor. A única e compreensiva dúvida era saber se o deixava livre ou se matava seu próprio amor. Saiu da H.Y.D.R.A. decidida, afinal, ela era A Huntress. Pegou sua mala que continha algumas mudas de roupas e deixou em cima da cama. Andou calmamente até o arsenal de armas e pegou tudo que ela tinha e não tinha direito. Quem é que ia impedi-la? Afinal, todos ali tinham medo dela. Ela ia para um hotel que ficava bem longe da base.
Ao chegar no hotel, ela jogou a bolsa no chão, abriu uma garrafinha d’água e sentou-se de frente para o grande espelho. Flashes daquela noite passavam naquele reflexo, como se fosse tela de cinema. A mulher piscou inúmeras vezes para sumir, mas a cada piscada era uma raiva de si mesma por ter se apaixonado pelo seu próprio alvo. Era difícil de entender por quê ele. Com tantos homens, ela se apaixonara justamente por ele e o pior, não teria ninguém para falar que ela estava errada, já que tinha deixado seus amigos para trás e tendo sua mãe adotiva não era a mesma coisa, já que a mulher era apenas de coração, nem sequer o governo sabia dessa “adoção”.
Falar sobre seu passado era seu medo perturbador. Seu pai tinha falecido por conta do maldito cigarro. Sua mãe, bom, sua mãe morreu para um ataque “acidental” dos Estados Unidos. Acidental pois a garota não acreditava muito na pauta deles. Além de ser uma garota que foi sempre motivo de chacota por usar óculos e ser um pouco – nada relevante – acima do peso, fazer o que se a sociedade sempre será aquela que te colocará para baixo, isso se você não demostrar que não liga e estar tacando o “Foda-se” para eles. Para não dizer que estava sozinha nesse mundo escuro e sombrio, apenas uma amiga permaneceu ao seu lado, mesmo sabendo da sua sede de vingança.
Seu celular não estava muito longe, se esticou um pouco e pegou o aparelho, discou lentamente os números de sua amiga e esperou chamar, a chamada mais infinita de toda a sua vida.
¬– ?! Aconteceu alguma coisa? – A voz sonolenta demostrava a preocupação, afinal, ela nunca mais ligou para a amiga de infância.
– Amiga, se tivesse que escolher entre ficar ou deixar um garoto que você acabou de conhecer, o que você faria?
Depois de anos, ela sentiu aquela fraqueza, aquela menina que sempre precisava de um ombro amigo. Isis sempre estava ao lado dela, independente do momento, ainda mais quando ela se viu perdida e sozinha no mundo a fora. Precisava falar e desabafar, afinal, ela tinha sentimentos e era um sentimento que não queria mais ter. Nunca mais.
– Eu ficaria com ele, é claro. Isso se ele corresponder.
– Mas eu não sei se ele me ama.
– E como vai desistir dele sem saber isso? Amiga quem é ele?
– Desistindo, um aí.
– Um aí quem?
– Um homem que no qual eu decidi me vingar.
– O QUE?!
– Me responde Isis.
– Como isso?
– Não é isso que desejo ouvir.
, não faça pergunta difícil ok? Você vai pegar suas coisas e voltar aqui, e esquecer esse plano de vingança.
– Eu... eu não posso.
– Por quê?
– Porque você nunca vai entender, mas saiba que você é e sempre foi a melhor que eu pude conhecer, de verdade, obrigada por tudo mesmo.
– Ela agradeceu, um agradecimento em forma de despedida.
o que você está pensando em fazer? Não faça nada, venha para cá agora.
– Eu não posso, mas obrigada amiga.

Alencar desligou o celular e secou suas lágrimas. Ele sempre a fazia chorar no final, mas não teria problema, essa era a última vez que ele ia fazer isso.
voltou para seu hotel no começo da noite do dia seguinte. Ela ficou o tempo todo lá trancada e pensando em alguma coisa para poder atrair Stark e matá-lo. Dessa vez matá-lo realmente. Mesmo com a presença de sua mãe no hotel, ela apenas dava atenção para sua missão, não queria ser trocada por outro ou outra agente da H.Y.D.R.A., muito menos se render ao sorriso e o sexo bom de Stark. Ela queria acabar com tudo aquilo logo e sumir do mapa por um bom tempo.
A mesa toda estava cheia de papéis e anotações. A maior eram as maneiras de como torturá-lo até a morte, que ficava do lado do estrutural mapa do Hotel The Plaza Hotel. A mulher escutou fortes batidas em sua porta, deveria ser algum segurança do hotel já que todos eram fortes e era uma forma de alertar a dona do hotel que eram eles. Alencar foi até a porta, viu pelo olho mágico um homem todo de terno, deveria ser um dos seguranças do hotel, ela abriu a porta e logo de cara um homem com um pano vermelho tampou suas narinas, aquele cheiro forte a dopou em questão de segundos. acordou deitada mais do que sentada na poltrona de couro branco.
– Minha cabeça dói. – reclamou e olhou para frente. – Quem são vocês?
– Somos da H.Y.D.R.A., ou não reconhece mais o nosso brasão? – O homem perguntou áspero.
– Até onde eu sei vocês me doparam, não estou com a visão cem por cento. – respondeu no mesmo tom. – O que vocês fazem aqui?
– A pedidos de Bloom, nós implantamos um chip em seu cérebro, caso você não cumpra sua missão e ele descobrir, irá assassiná-la. – O homem falou normalmente.
– O que?! Ele não confia no meu trabalho.
– Ele não quer nenhuma recaída, afinal era para ele já estar morto né?
– Ele não está morto por motivos de eu sei o que faço, não você!
– Bom, isso não me importa, já que logo a missão será minha. Ah, mais uma coisa, ele sabe quando você blefa, se você blefar que matou o Stark ele mata você com um toque, mesmo estando em Sokovia.
– Eu entendi, minha inteligência é superior à sua, não preciso de textinho explicativos. – colocou as pernas em cima do braço do sofá. – Agora, se retire do meu hotel antes que eu tenha que chamar os meus seguranças.
estava com a adrenalina a mil, seu coração batia tão rápido que ela até chegou a duvidar se ele ia sair pela boca. Mas que merda estava acontecendo com ela? Foi só um sexo e mais nada. Mas que diabos ela estava pensando?! Não tem como se apaixonar através do sexo. Sua mente já estava mais do que confusa. Ela nem conseguia pensar mais em como matá-lo nas melhores formas de torturá-lo. Ela não tinha mais nenhuma esperança em pelo menos aquela noite ou começo da noite, não fazia tanta diferença naquelas circunstâncias. Antes de se deitar, pegou um dos celulares descartáveis que ela tinha e ativou, era um que ela tinha certeza que a H.Y.D.R.A. não iria rastrear. dormiu tanto com o celular e sua arma de baixo do travesseiro. Se eles já foram lá uma vez, poderiam ir de novo.
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Happy já estava cansado de escutar seu amigo, ele não parava de falar do mesmo assunto faziam duas horas, ou mais. Seus olhos entregavam que o assunto do seu celular estava mais interessante que seu amigo. Stark andava de um lado para o outro enquanto dava dois goles em sua bebida alcoólica e pegava mais na garrafa. Seria besteira frisar o assunto? Sim, mas iria ser frisado o nome, Alencar. E claro que ele estava descrevendo ela – menos o momento em quatro paredes – ele já tinha repetido umas mil vezes e nada, ele estava apaixonado por ela.
– Ela, ela é linda perfeita, a bunda dela é bem redondinha e durinha passaria tempos apenas apertando-a, você não faz ideia de como ela é gostosa. – Stark lembrou dos dois na cama. – Não entrarei em detalhes, mas não há mulher mais gostosa que ela.
– Stark, você já falou isso inúmeras vezes, pode parar, já deu.
– E como deu, e foi... – Stark falava sozinho, não tinha percebido que seu amigo já tinha se retirado da sala. – Se eu me encontrasse com ela de novo, traria ela para cá, não teria duvidas de pedi-la..., Happy? – O homem falou depois de colocar a garrafa em cima do balcão.
Suspirou pesado e indagou mentalmente se ele estava sendo muito irritante com o assunto. E ele estava, mas a culpa era de por ser tão gostosa. Precisava tirar ela da cabeça independente se fosse hoje ou amanhã, mas não podia sonhar com aquela mulher nunca mais.
No dia seguinte, Stark levantou desanimado, não tinha mais o que fazer em New York já que seus passos estavam limitados. Suas ideias para a Marks estavam sumindo e internamente – bem no fundo – ele estava começando a se encher de agonia por não fazer nada enquanto ela podia estar na cama com outro. S.E.X.T.A.F.E.I.R.A. ao fundo começou a falar sobre a mensagem de Pepper que tinha chegado naquele exato momento, mas alguém não prestava tanta atenção assim e como uma boa I.A. – sabendo de tudo – ela citou o nome de o que despertou o homem.
– O que tem a ?
– Não Stark, era apenas para você prestar atenção no que estou falando. A senhorita Potts enviou uma mensagem para você comparecer na Indústrias Stark.
– Ela disse o que queria?
– Não.
Ele revirou os olhos.
– Avise a ela que já estou indo, prepare a Audi R8.
– Ok.
Era esse tipo de encontro que ele queria evitar, mas não tinha ninguém melhor para ocupar o cargo da Pepper. Saiu de casa sem analisar o terno, – um ponto para ter a certeza que ele não estava bem – entrou em seu carro e foi até a sua indústria, porém não tinha muito que fazer. Anthony chegou na indústria e entregou o carro para o manobrista, subiu até o andar da presidente pensando em como abordar o assunto. O término dos dois não foi lá amigável. Ele bateu na porta sutilmente e entrou depois da autorização dela.
– S.E.X.T.A.F.E.I.R.A. falou que você enviou uma mensagem precisando de mim. – Ele foi extremamente formal.
– Temos seríssimos problemas, olhe aqui esses gráficos estão caindo a cada segundo. As seguranças não estão mais conectadas, a Hill pediu para que eu analisasse, mas nem eu estou entendendo o que está acontecendo. – A mulher disse assustada.
– Como isso?! S.E.X.T.A.F.E.I.R.A. faça uma varredura na codificação da indústria e que seja no menor tempo possível. Pepper chame a Hill quero saber como ela achou esses índices.
Stark apertou as têmporas na tentativa de achar um motivo plausível para essas quedas em milésimos de segundos. Maria Hill entrou as pressas com seu salto estralando no chão. Ela carregava consigo seu notebook prata. Ela mostrou a configuração e os números caídos, as produções parando e afins, alguém tinha hackeado o sistema da indústria e acabado com a produção em questão de segundos. Pelo menos foi isso que S.E.X.T.A.F.E.I.R.A. falou para eles. Era impossível achar quem fez isso, mas quem fez, tinha deixado uma mensagem para ele e era bem clara.
“Não terá volta, agora é a sua hora!”
Pepper se assustou, ela ainda o amava e muito. Hill perguntou se queria que alertasse a proteção secreta – em outras palavras, Nick Fury – e ele negou, não precisava de proteção, afinal:
Eu sou o Homem de Ferro. – Falou olhando para o horizonte.
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Um mês depois.
A recaída havia parado, mas não tinha voltado na quantidade de produção que era antes, mas ele não se importava mais com isso, tinha coisas mais importantes para se preocupar, Pepper estava lá para tomar conta mesmo, junto de Hill.
Ele queria apenas festa e mulheres, além de um bom sexo.
Stark estava em sua casa – já que tinha vendido a Torre – sua casa não podia ser diferente, ela era grande, espaçosa e luxuosa e também tinha um elevador, nada mais justo para ele que já tinha se acostumado com tudo aquilo. Só não tinha se acostumado com aquele vazio total em toda a casa – mansão – mesmo levando algumas mulheres nada era a mesma coisa, em outras palavras nada o deixava com extrema excitação igual o deixou. Por grande ironia do destino, ele estava apaixonado por aquela mulher, e Que Mulher diga-se por passagem. Ele nem sequer tinha algum contato dela, já que ela tinha trocado o celular e todos os meios de comunicação, o que ele entendeu que era um pedido para se afastar, que não ia passar mais de uma noite. Para afastar de seus pensamentos aquelas curvas sedutoras, uma boa festa com ótimos drinks e mulheres.
– S.E.X.T.A.F.E.I.R.A., quais são as festas dessa semana?
– Temos uma no The Plaza Hotel, e uma na residencial do senhor Jonshon.
– Apenas essas? Achei que teria marcado mais festas.
– Essas são as festas que vão ter, e desculpe avisar, o senhor não foi convidado para nenhumas delas.
– Hã?! Como Jonshon não me convidou?
– Depois que o senhor teve que ser carregado da festa dele, ele não lhe convidou.
Ele deu os ombros.
– Quando é a do The Plaza Hotel?
– Hoje mesmo.
Stark não respondeu, apenas foi para seu quarto, escolheu seu melhor terno e sapato social e deixou separado. Foi ao caminho do banheiro, além da bebida que ajudava a esquecer aquela mulher, as gotículas quentes o ajudavam por um instante. Ainda d’baixo com uma das mãos apoiada no box, ele travava uma luta única com seu consciente. Eram muitos problemas, muitas ações, muitas escolhas para ele pensar, mas seus pensamentos só focavam nela, apenas nela. Mas ali, sempre ali, era onde Tony tinha sua tranquilidade relacionada à .
Ele saiu já vestindo sua boxer vermelha, vestiu seu suit and tie, pegou as chaves de seu Acura NSX, e foi em direção do Hotel. Claro que ninguém iria parar ele ou barrar a entrada dele no hotel, afinal de contas era Tony Stark, o Homem de Ferro.
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A festa estava bem luxuosa, vários detalhes em cristal, era o aniversário de cinquenta anos do hotel, claro que a festa iria ser mais do que luxuosa. Como ele mesmo tinha previsto, não teve nenhum problema de entrar e principalmente em participar da festa. Ele olhou cada milímetro daquele grande salão em busca da pessoa que ele sabia que não ia encontrar, mas não custava pelo menos achar alguém que lembrasse. Foi quando seus olhos encontraram uma mulher bem parecida, extremamente parecida, o vestido vermelho vinho, com um decote nas costas, as alças finas a deixava mais sexy. Sua cintura revelava as curvas mais perfeitas e as curvas que ele sabia que nunca iria esquecer. Era ela.
Tony andou até a mulher, seu coração palpitava a milhão, sua mão suava frio, ela o deixava completamente fora de si. O homem tocou nas costas descoberta, o contato da pele fria – mais para gelada – fez com que ela arqueasse a mesma. olhou de soslaio, e um sorriso espontâneo desenhou em seus lábios vermelhos.
– Oi. – Anthony disse com a voz um pouco falha.
– Oi. – Os lábios dela se movimentaram sutilmente, como se estivesse em câmera lenta.
– Não esperava vê-la aqui. – Ele disse autêntico.
– Eu vim a negócios. – Omitiu. – Está hospedado aqui?
– Não, eu vim apenas para achar algo interessante.
– E achou? – questionou tirando seus cabelos do pescoço e deslizando sua mão pelo local, o que chamou mais ainda a atenção de Stark.
– Sim. – Chamou o barman. –É bem mais do que interessante. – Sorriu malicioso.
– Fico feliz. – Retribuiu o sorriso.
Conversavam, apenas isso, mas seus devaneios focavam em sua missão, e ao mesmo tempo em abordá-la. Seria mais preferível sofrer com as consequências. Matá-lo.
Stark se perguntava se ela realmente era real. Que irônico, ela nunca aparentava ser tudo isso, e o hotel dela não tinha toda luxuosidade para dar uma alta sustentabilidade financeira para poder estar lá. Não era só isso que o deixava intrigado, ela ou qualquer informação que fosse relacionada a ela – em tudo quer ele olhasse ou lesse – não estava presente em nenhum lugar, até porquê ao adentrar na festa ele deu uma olhada por cima para ver a lista de convidados. Ele no caso S.E.X.T.A.F.E.I.R.A. Será que ela estava a seguindo? Tony virou de uma vez só a bebida para espantar todas essas hipóteses.
– Eu vou me retirar. – falou depois de desviar seus olhares de uma mesa. Sua expressão entregava o desespero, medo e angústia que sentia.
– A festa começou não faz cinco minutos. – Anthony disfarçou que decifrou o semblante da morena.
– Eu sei. – Ela sorriu muxoxo, ainda alterando seu olhar. – Mas se quiser me acompanhar, eu estou hospedada aqui. – Aquela frase intrigou mais ainda Stark.
Anthony sorriu fazendo um movimento com a mão para que ela fosse à frente, enquanto ele a guiava com as mãos em suas costas. – Aquela pele. – Os dois esperaram o elevador juntos, sem proferir uma única sílaba olhando apenas para o visor que mostrava os andares até chegar no “T”. O elevador se abriu, entrou primeiro, apertou o botão do seu andar e apenas encarou Anthony com um sorriso de agradecimento por ter a acompanhado. Quando o elevador estava se fechando, Stark segurou com a mão e entrou no mesmo, deixando ele se fechar e subir, sem perder mais tempo Tony apertou o botão que fazia o elevador parar e ao mesmo tempo quase encostando na parede de espelho.
Seus olhos passearam pelo rosto da garota decifrando toda a expressão. Ela escondia uma coisa, seu nervosismo, sua ansiedade dele sair de perto dela era tão imensa que seus olhos entregavam isso. Stark apertou sua cintura com uma de suas mãos enquanto a outra acariciava a nuca dela. Seus lábios estavam muito perto um do outro, suas respirações misturavam-se, e ao mesmo tempo pedia, suplicava para ele beijá-la e deixá-la lá dentro. Ela não queria fazer sua missão. Ela teria que executar sua missão.
– Está tudo bem? – O homem falou com a voz baixa e provocadora.
– E por que não estaria?
– Você parece um tanto quanto nervosa.
– Não estou nervosa, é um pequeno medo do elevador.
– Claustrofobia? – Ele arqueou a sobrancelha.
– Não, é que ele parado por muito tempo pode levantar alguma suspeita, não acha? – passava sua mão pelo tórax e peitoral de Tony.
(Escute: Intro – The xx)
Foi uma blefada de mestre, sair daquele momento um tanto quanto delicado, ainda mais com aquela música tocando de fundo, nada convidativa para uma conversa amigável. Stark não falou nada, apenas assentiu com um movimento e encaminhando para os lábios da morena. Um beijo tão caliente e repleto de desejo e tesão. Aquele pequeno “quase” de antes tinha se tornado tudo. Ele a encostou sem aviso prévio, deixando a mulher arquear suas costas e encostar-se ao seu corpo, principalmente em seu pau rígido. Era impossível não desejar o corpo dela nu. Sem permissão, ele desceu suas mãos pelo corpo dela e subiu seu vestido deixando livre as pernas e a intimidade dela. Tony subiu à perna dela apertando a coxa de a fazendo gemer entre os beijos, enquanto sua mão fazia movimentos circulares em seus clitóris ainda por cima do pano, que àquela altura ele sentia molhado. se concentrou respirando fundo, ela tirou o terno, gravata e a camisa social jogando no chão do elevador. Alencar desceu suas mãos arranhando com força o peitoral e o tórax de Stark, deixando a marca das unhas no mesmo. Ela desceu sua perna e com uma puxada ela retirou o cinto e abriu o botão e o zíper da calça social dele. Ela desceu seus beijos para o corpo do herói, deixando a marca do batom vermelho em todo o corpo. Ao chegar no cós da calça e do boxer vermelho, ela puxou lentamente e segurando com uma mão o membro, ela o fez sentir o melhor prazer que ela sempre fazia.
Stark fechou os olhos com força, apoiando suas mãos no espelho – que ele jurava que já estava embaçado com todo aquele calor dos dois – sentir aqueles lábios, aqueles toques, Aquela Mulher, ela o deixava louco com aquele sexo oral delicioso. Quando sentiu o membro pulsar demostrando que ele estava preste a gozar, ela parou o ato e olhou para cima com um sorriso malicioso nos lábios e ao mesmo tempo recebendo um olhar perdido de tanto prazer. subiu indo de encontro ao pescoço de Tony, mordendo e chupando o local deixando algumas marcas roxas, enquanto Stark abria sua carteira de qualquer jeito e retirava o pacotinho dourado de dentro. Ele vestiu a mesma rapidamente – com prática – puxou o vestido vermelho vinho e com uma força, ele estourou a peça intima de , sem se importar se ela precisaria da mesma ou não. Levantou ela na altura de sua cintura, o que a fez cruzar as penas no homem. Ele olhou no fundo dos olhos castanhos dela e depois de um tempo a encarando, vendo aquele olhar de súplica para ele a completá-la logo...
Stark a penetrou, os olhos dela perderam contato com Anthony, jogando a cabeça para trás e gemendo a cada estocada que ele dava mais rápido. Eles ficaram naquele movimento por um bom tempo. precisava morder o ombro dele para poder abafar seus gemidos que ecoavam no pequeno cubículo. Tony a desceu de seu corpo beijando e mordiscando os seios rígidos da mulher, ele parou no meio das pernas dela, e apenas com um dedo ele a estimulava enquanto sua língua dava total atenção ao clitóris dela. Ele a queria mais excitada, mais molhada, sentir o gosto dela em seus lábios.
se virou de costas puxando seus cabelos para um lado do pescoço apenas enquanto segurava seu vestido para não atrapalhar aquela transa dos dois. Stark novamente a penetrou segurando contra o espelho que já continha marcas das mãos dos dois. Ele a olhava pelo reflexo, a via mordendo os lábios para conter seus gemidos, apertando seu vestido em meio a seus dedos, tudo aquilo o deixava com mais e mais vontade de mantê-la ali por mais horas. não conseguia mais aguentar a força exercida sob seu corpo pela atração e o clímax, deixando visivelmente para Tony que ela não aguentaria por muito tempo ali. Ele a segurou mais perto de seu corpo sem parar os movimentos de vai e vem, apenas aumentando a velocidade até a sentir relaxar em seu braço. Stark a virou, ainda em seus braços. Ele beijava Alencar e acariciava a bochecha dela ao mesmo tempo.
– Acho que... que temos... quer dizer... devemos liberar o elevador. – falou em quase um sussurro em sem nexo.
– Sim, vou me vestir.
Stark já estava ao lado de Alencar, acariciando seus cabelos e com a mão no bolso que escondia a calcinha preta da mesma. O elevador se abriu no andar que foi destinado há alguns minutos ou horas atrás. Os dois saíram do elevador como se nada tivesse acontecido. Depois de desbloquear a porta com o key-card e entrar, ela sentia uma observação a mais e sabia que sensação era aquela ainda mais de quem vinha essa observação. Alencar não podia mais adiar ou então esperar por um dia certo ou momento certo tinha que ser agora.
– Vem... – Alencar falou depois de jogar a bolsa e o cartão em cima de uma mesinha com vaso.
Ela a levou para um quarto – o quarto que ela não usava – o ambiente estava escuro, e aparentava vazio pelo eco do salto alto. acendeu a luz, deixando visivelmente um sofá branco no meio da sala, o que surpreendeu Stark que se aproximava mais da poltrona. se aproximou com uma seringa de sedativo – composto Propofol – era pequena demais para ser percebida de longe, mas poderosa demais para deixar a marca de caçadora dela. Ela o chamou o virando para a frente dela. O olhar de Anthony entregava que ele não entendia nada. Quando ele moveu os lábios para perguntar o que estava acontecendo, ela o jogou no sofá sentando em seu colo, e aproveitou que sua manga estava arregaçada e aplicou o Propofol. Era penas quatro horas para poder organizar tudo e deixar todas a armas e utensílios que ela usava para torturar suas presas.
-x-
– Es-estela, o que você fez?
A mulher estava sentada na sua frente, a calça flare preta e uma blusa social nude com um blazer da mesa cor que a calça, o salto da bota batendo no chão de piso laminado escuro o fazia sentir calafrios por todo o corpo. A expressão dela estava séria demais, fria demais.
o que está acontecendo? S.E.X.T.A.F.E.I.R.A.? – Ele chamou.
– Ela não vai responder você, ninguém vai te responder, agora é apenas eu e você. – Huntress se levantou, foi para trás da poltrona e se inclinou para falar ao pé do ouvido dele. – Se você não sabe, eu refresco sua memória. Eu sou aquela adolescente que você não quis ajudar a mãe que estava sangrando na beira da morte quando seus mísseis atingiram a cidade, você apenas olhou para mim e saiu voando naquela porra de armadura voadora. Ou não se lembra? Eu vi, nos seus olhos a pouca causa em que seus “brinquedinhos” fizeram. Eu senti a dor, eu senti o que é viver desolada, agora você? Você não passa de um rico nojento com seu dinheiro que acha que compra tudo, acha porque eu tenho uma certeza do que não compra, a sua vida!
Não importava o nível de amor que ela sentia por ele, ela ia falar as verdades. Para ela nem era preciso dizer o porquê disso, certo? Mais do que correto, e ela nem se importou que seu lado amoroso falasse mais alto. Era só ignorar.
se afastou, decidiu que toda sua raiva tomasse conta dela e ficasse no lugar daquele sentimento denominado amor. Ela pegou um bastão prateado, apertou o botão vermelho que ao mesmo tempo o objeto fez som de choque. A mulher encostou na lateral da barriga do homem, que o mesmo se contorceu na poltrona. Ela encostou milhares de vezes nele o bastão de choque, mesmo com o coração na mão por seus atos.
– Eu me juntei à H.Y.D.R.A. depois daquele dia sabia? Senti que precisava estar ao lado de alguém que sabia o que fazer para manter esse país em ordem, já que esses denominados Heróis não conseguem nem ajudar uma pessoa.
– Você se juntou a uma companhia que nem sequer sabe organizar um ataque.
– Certeza? – Ela mexia em uma mesa.
– Se é isso que você quer, matar os heróis para deixar o país do jeito que você deseja. Você nunca vai chegar a lugar algum assim.
– Mas eu já fiz isso, eu venho fazendo isso, ou vai dizer que não conhece a, ou nunca ouviu falar da Huntress?
Huntress a torturou novamente enquanto aquela informação era processada mentalmente. Eram socos, tapas, choques, queimaduras de cigarro pelo corpo que estava quase desnudo. Tudo consecutivo além de falar coisas que o deixava intrigado, pensativo e deprimido. Mas ela não conseguia, ela o amava demais. Suas forças estavam sendo esgotadas, o seu tempo também ela tinha que matá-lo logo e não, ela não conseguia fazer isso.
A mulher pegou uma pequena faca, a limpou com um pano branco deixando a mesma mais brilhosa do que já estava. O cheiro do cigarro dominava o ambiente – era mais de um aceso – aquele cheiro a deixava um pouco desnorteada, ela não fumava então o cheiro nunca a agradava. Ainda com a faca nas mãos, ela se aproximou olhando para Anthony que estava mais do que abatido e cansado de todas as torturas que Alencar tinha feito há algumas horas atrás. Ela sentou no colo dele encostando a faca no pescoço do herói. Seus cabelos caíam ao lado do rosto deles sem dar visibilidade dos movimentos dos lábios, já que a mesma sabia que estavam a observando do outro lado do lot do hotel – ela tinha visto o brilho da sniper enquanto pegava os utensílios de tortura – era a deixa dela, ou ela matava ou ela fugia e deixava-o vivo, e ela morria afinal, ela tinha um chip implantado.
– Me mata logo se você é realmente uma Huntress. – Ele falou com a voz fraca.
estava com os olhos fechados, cheios de lágrimas, ela não iria matá-lo.
– Apenas escute e não me atrapalhe. Eu programei para seu sistema ativar duas horas depois que você acordasse, eu sei que o que eu fiz não tem explicação nem cabimento, ainda mais por ser quem eu sou, mas presta atenção e não questione. Eu vou sair daqui, já tenho uma rota de fuga, você pode fazer o que quiser depois de se soltar, mas ao me encontrar já estarei morta. A Hydra implantou um chip que eles podem me matar a hora que eles quiserem. Não se preocupe, eu não irei mais atrapalhar sua vida nem tentar te matar, mas isso só aconteceu, de eu te deixar, por que... Porque eu realmente te amo Stark!
disse tudo em poucos movimentos, com os lábios praticamente colados, o que evitava alguém de fazer leitura labial. Ela se levantou deixando a faca cair perto da mão de Stark assim ele conseguiria se soltar – tudo planejado como havia falado – pegou o bastão que estava usando para dar choques em Anthony ligou o mesmo e pressionou contra sua barriga, deixando a corrente elétrica passar por seu corpo enquanto ela soltava o aparelho que caía no chão. Foi com aquela cena que Stark teve a certeza que ela estava falando a verdade e não inventando história.
Alencar estava desejando que aquele choque tivesse sido o suficiente para o chip parar por um tempo ou pelo o resto da vida dela que ia ser às escondidas agora. Isso se o choque tivesse feito efeito, ela não sabia a tecnologia usada no chip muito menos se ele era desativado com choque, ela só queria que tudo aquilo acabasse. Como ela não tinha levado nada de importante, ela saiu sem suas coisas, apenas com uma identidade falsa e dinheiro brasileiro. Brasil, esse era seu mais novo destino. Se conseguisse.


Continua...



Nota da autora: Olá, demorei porém cheguei. E ai o que acharam de Estela? Será que ela irá viver ou morrer?
Agradeço pelos comentários e os favs, de coração eles foram e são muito importante para mim.
“Comentem o que acharam, obrigada pelo seu gostei, e nos vemos no próximo capítulo” – Alanzoka.




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Ficstape - 05. Perfect. – Ed Sheeran.
Before We Go.
DarkStrow: Projeto 96.
It's Our Paradise and it's Our War Zone.


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