Última atualização: 18/09/2018

A água quente escorria pelos cabelos e ombros de . Com os olhos fechados, ela levantou a cabeça, sentindo a água descer por seu rosto. Sua cabeça estava longe, pensando na noite que ela e Tom teriam. Ele havia feito uma reserva em um restaurante italiano que havia acabado de ganhar uma estrela Michelin e estava realmente ansiosa pelo jantar – e pelo que ela sabia que viria mais tarde.
Por isso ela havia comprado uma lingerie nova e sexy. Não era algo muito comum dela, era verdade. No geral ela nem ao menos combinava sutiã e calcinha, mas seria uma noite especial, então ela faria um esforço especial.
Ao sair do banho, colocou a lingerie de renda branca. O taça do sutiã não cobria muito bem seu seio, tapando apenas um pouco além de seu mamilo. A calcinha era a famosa fio dental, que honestamente não gostava, mas confessava que havia um certo conforto na vestimenta. Ela então enrolou o cabelo na toalha, finalmente saindo do banheiro e indo para o quarto que dividia com Tom, pronta para se arrumar.
A primeira coisa que viu ao abrir a porta foi Harrison.
O rapaz estava ao lado de sua cama, mexendo na gaveta do criado. Ao ouvir o barulho da porta sendo aberta, Harrison se virou, dando de cara com . Naquela lingerie bastante reveladora.
— O que você ‘tá fazendo aqui?! — os olhos de estavam arregalados, assustados. Ela estava estática, sem saber muito bem como reagir àquela situação.
— Tom me pediu pra pegar a carteira dele! — Harrison falou muito rápido, a voz parecendo tremer.
Os dois ficaram em completo silêncio, apenas se encarando. Os olhos de Harrison passearam pelo corpo seminu de e ela podia jurar que havia visto uma pequena ponta de desejo em seu olhar. O que era perigoso.
não era cega. Claro, ela amava Tom mais do que tudo, mas admitia que Harrison era simplesmente lindo. E… Gostoso. Quando ele desfilava sem camisa pela casa, sempre sentia a necessidade de repetir para si mesma que ela era apaixonada por Tom. Então, vê-lo olhar para ela com tanto desejo não era uma boa ideia. Para nenhum dos dois.
Por isso ela simplesmente se virou para voltar para o banheiro, onde tentaria acalmar seus hormônios – o calor que ela sentia era culpa dos hormônios, certo? – e fingir que aquela cena nunca havia acontecido. Porém, antes mesmo que pudesse alcançar a porta, ouviu os passos de Harrison no quarto, o corpo dele se posicionando atrás dela em questão de segundos.
Um arrepio subiu a coluna de quando a mão de Harrison tocou o lado direito sua cintura. Os dedos dele, gelados contra a pele dela, subiram por seu corpo, deixando um rastro gelado, até encontrarem seu seio. respirou fundo ao sentir a mão de Harrison sobre seu seio, dando um leve aperto. O coração dela acelerou por mais motivos do que ela conseguia explicar. Havia a excitação que o toque de Harrison provocava. O sentimento de culpa por saber que aquele era o melhor amigo de seu namorado que, aliás, estava a poucos cômodos de distância. E, por mais que odiasse admitir, havia uma certa animação em fazer algo… proibido.
Quando ela sentiu os lábios de Harrison em seu ombro, soube que estava completamente perdida. Os beijos de Harrison pareciam queimar sua pele, traçando uma linha de fogo de seu ombro até seu pescoço. E então virou o rosto, finalmente permitindo que ele beijasse seus lábios.
E por mais que aquela não fosse a melhor posição de beijo do mundo, já havia percebido que os lábios de Harrison só poderiam ser descritos como “deliciosos”. Era completamente diferente de beijar Tom. Com o namorado cada beijo parecia uma nova declaração de amor, uma maneira de mostrarem tudo o que sentiam um pelo outro. Com Harrison tudo parecia ser puro desejo. O beijo dele parecia dizer para que ele a queria, que desejava cada centímetro de seu corpo. Era como se Harrison estivesse tentando fode-la com apenas um beijo.
Ela então se virou, ficando de frente para o amigo. A toalha que segurava seu cabelo escorregou, afrouxando o nó. Ela rapidamente se livrou do tecido, soltando os cabelos e sentindo os fios gelados acertarem suas costas. Harrison envolveu-a pela cintura, a puxando para perto de si, novamente capturando seus lábios em um beijo desesperado. As mãos dele desceram pelo corpo dela até encontrar o cós de sua calcinha, para então descerem um pouco mais e encontrando o local onde o restante da calcinha deveria estar cobrindo … se ela não estivesse usando fio dental.
As mãos de Harrison apertaram , a puxando para mais perto de si, os quadris grudando. As bocas ainda unidas, ele exerceu mais pressão no aperto, e entendeu o que ele queria. Ela passou os braços pelo ombro dele, os juntando atrás do pescoço do amigo, apoiando-se e dando um pequeno impulso para cima. Harrison a segurou, deixando que ela passasse as pernas ao redor de sua cintura, e com dois passos sentiu as costas encontrarem a parede ao lado da porta, a luz do quarto apagando quando ela acertou o interruptor.
— Haz… — ela falou baixo, separando as bocas. sabia que não deveria deixar aquilo continuar. Ela já estava excitada demais, mas aquilo era errado.
Mas Harrison não ajudava. Ele capturou o lábio inferior dela entre os dentes, puxando levemente e então soltando. Os dois então se encaram em silêncio por um momento. Os olhos verdes de Harrison estavam quentes, transmitindo todo o calor para . Ele a queria. E ela o queria. Foi quando ela percebeu que agora seria impossível parar. seria errada por uma noite.
Ela sentiu as costas desgrudarem da parede. firmou o aperto em Harrison, sentindo-o carregá-la no colo pelo quarto. E então suas costas acertaram o colchão da cama com força, fazendo com que ela expelisse de uma vez o ar de seu pulmão. Antes que ela pudesse dizer algo ou reclamar da falta de delicadeza – bom, não reclamar realmente, ela havia gostado – Harrison tirou a própria camisa, a jogando no chão.
Ele se aproximou novamente dela, um sorriso sujo nos lábios. queria falar alguma coisa, qualquer coisa, mas não conseguia. Geralmente ela falava durante o sexo, desde simples apontamentos até dirty talk, mas naquele momento ela simplesmente não conseguia encontrar palavras.
As mãos de Harrison envolveram as pernas de e em um rápido gesto ele a puxou para a beirada da cama. As costas dela não fizeram barulho contra o colchão, diferente do gemido surpreso que ela deixou escapar. A boca de abriu-se em um torto “o". Ela nunca imaginaria que Harrison fosse tão… bruto. Ela não poderia dizer que não estava gostando.
E então, novamente com um movimento rápido, ela sentiu-o puxar sua calcinha por suas pernas. sequer conseguiu fechar a boca. Agora a única peça de roupa que trajava era o sutiã, que tinha como única função cobrir o bico de seus seios e nem isso fazia tão bem, uma vez que ele estavam rígidos o bastante para se tornarem visíveis através do tecido.
mordeu o lábio inferior quando sentiu os dedos de Harrison começando a acariciá-la. Ela fechou os olhos, concentrando-se para manter o completo silêncio. Harrison passeava pela parte externa de sua intimidade, fazendo pressões leves nas regiões mais sensíveis – o filho da puta parecia saber bem onde pressionar.
Então ela sentiu os dedos dele abrindo seus lábios, começando a acariciar novas partes de . Os dentes dela exerceram mais pressão contra a própria boca, precisando aumentar o esforço para manter-se calada. Harrison desenhava círculos contra a intimidade de , e então subia e descia por toda a extensão da garota, às vezes tocando seu clitóris rapidamente apenas como forma de provocação.
Quando sentiu o indicador de Harrison contra sua entrada, ela teve certeza que continuar mordendo o lábio não ajudaria em nada. Ela iria gemer, ela sempre gemia muito. Ele provavelmente já havia ouvido do próprio quarto. se perguntou se seus gemidos seriam diferentes ao serem provocados por Harrison – talvez mais rápidos? Lentos? Altos? Baixos? Não era tão importante no momento. Tudo o que ela queria era que ele não parasse.
— Haz, o quão difícil é achar a minha cart– — e então a voz de Tom preencheu o quarto, a luz sendo novamente acendida.
Harrison e praticamente congelaram. Ela se sentou rapidamente, sentindo o coração acelerar. Era tão óbvio que aquilo acabaria acontecendo! Ela realmente não deveria ter se deixado levar por um desejo momentâneo. E agora ela estava prestes a perder o namorado, ela simplesmente sabia disso. Então se levantou e correu até Tom, parando exatamente de frente para ele. O rapaz estava em silêncio, olhando dela para Harrison, a boca levemente aberta com o choque.
— Tom! — ela começou, a voz levemente tremida. O que exatamente ela pretendia falar? Que não era o que parecia? Porque obviamente era. — Por favor, me desculpa! Eu não sei o que se passou pela minha cabeça! Eu juro que eu não– Na verdade eu só achei que– Eu não sei, mas por favor, me desculpa! Eu juro que isso nu–
Os lábios de Tom cobriram os de , a impedindo que continuar com seu monólogo de desculpas. Por alguns segundos ela sequer conseguiu se mexer. Aquela definitivamente não era a reação que ela esperava do namorado. Mas seu corpo já reagia automaticamente a Tom e, quando deu por si, estava retribuindo o beijo, deixando que o namorado a puxasse para mais perto de si e percorresse as mãos por seu corpo. Quando suas bocas se afastaram com um estalo alto, Tom sorriu para ela.
— Tom…? — ela tentava encontrar nos olhos dele qualquer sinal de raiva, vingança, decepção ou até mesmo tristeza. Mas ela via… Desejo? Era sério? — Você não… Está bravo comigo?
— Eu estou vendo uma oportunidade. — então os olhos de Tom desviaram de , prendendo-se em um ponto atrás dela, e o sorriso dele aumentou ainda mais, completamente sexual.
A mão de direita de Tom segurou o cabelo de , juntando uma grande quantidade como se fosse um rabo de cavalo. A mão esquerda dele, ainda na cintura dela, a manteve praticamente colada a ele. Tom abaixou a cabeça, os lábios encontrando o lado do pescoço de . Ela fechou os olhos, sentindo os fortes chupões que ele lhe dava, a língua dele fazendo uma deliciosa massagem cada vez que ele sugava um pouco mais a pele dela.
E então sentiu Harrison.
O loiro estava atrás dela, os corpos se encostando. Uma mão dele encontrou o lado livre da cintura de , o cobrindo. A outra mão de Harrison apoiou-se no braço de Tom. E então os lábios de Harrison encontraram o outro lado do pescoço de .
Ela sentiu-se fraquejar momentaneamente, agradecendo por ter os dois homens a segurando. Suas mãos encontraram o peito de Tom, ajudando-a a se manter em pé. De cada lado do seu pescoço ela sentia chupões, tanto de Harrison quanto de Tom. fechou os olhos, o coração acelerado. Aquilo não estava acontecendo, não era possível. Deveria ser um sonho, era a única explicação lógica.
Mas ao sentir os dentes de Haz em seu pescoço, puxando um pouco sua pele, ou a maneira como Tom ainda sugava o outro lado de seu pescoço, parecendo prestes a devorar , ela soube que não poderia ser um sonho; era real demais. Ela se permitiu soltar um gemido porque era o que qualquer pessoa faria se estivesse na mesma situação que ela. Ela sentiu os lábios de Tom deixando seu pescoço, apesar de Harrison não parecer nem perto de parar seu trabalho. O nariz de Tom encostou no de , e logo os lábios dele estavam encostando no dela. Apenas encostando, sem que nenhum beijo fosse iniciado.
— Era isso que você queria, não é? Era com isso que você fantasiava? — o namorado falou em um tom de voz baixo, as bocas apenas se encostando levemente quando ele falava.
queria responder, ela realmente queria. Mas ela simplesmente não conseguia. Porque a voz de Tom era provocante e a deixava um pouco inebriada. E porque agora a boca de Harrison não estava mais em seu pescoço, já havia subido até sua orelha, que ele agora mordia e sugava, fazendo sons excitantes cada vez que se afastava um pouco para então devorá-la novamente e repetir todo o processo.
— Responde. — Tom soou exigente, quase dando uma ordem a .
A resposta da garota foi um “u-hum” do fundo de sua garganta, sem conseguir realmente formar palavras. Era exatamente aquilo que ela queria. A mão de Tom que ainda segurava parte do cabelo de exerceu um pouco mais de pressão, o puxando para baixo e fazendo com que ela levantasse um pouco mais a cabeça. Então ele novamente capturou os lábios dela, beijando-a com tanta vontade e desejo que ela sentia como se uma chama estivesse crescendo em cada parte de seu corpo.
Quando o namorado separou suas bocas, ela sentiu a mão de Harrison em seu queixo, virando sua cabeça, e logo ele estava beijando-a. Ela não sabia mais qual gosto era mais presente em sua boca, se era Harrison ou Tom. Ela sabia que o loiro conseguia sentir o melhor amigo na boca de , e aquilo apenas fazia com que o corpo dela queimasse ainda mais.
Ela e Harrison ainda se beijavam quando a boca de Tom também se uniu a eles, formando o melhor beijo triplo da vida de . Ela não sabia mais qual língua era de quem e honestamente não era importante. O que importava era que os três estavam se beijando ao mesmo tempo e que aquilo era simplesmente maravilhoso.
O primeiro a se separar foi Harrison, deixando que apenas ela e Tom continuassem em um ritmo frenético e praticamente desesperado. sentiu as mãos do loiro em suas costas, e em questão de segundos ele havia aberto seu sutiã, segurando as alças e deslizando pelo braço dela, a livrando da última peça de roupa e deixando-a completamente nua. quebrou o beijo, afastando-se de Tom com um estalo alto.
— Isso é tão injusto. — ela percebeu que a voz dela parecia tremer um pouco. — Por que eu sou a única sem roupa aqui?
Tom moveu-se um pouco para frente e passou os braços ao redor da namorada, sem a abraçar. Ela então sentiu Harrison se aproximar um pouco mais, os corpos dos dois homens praticamente se colando a . Ela conseguiu sentir as mãos de Tom encontrando o fecho da calça de Harrison e o abrindo. Também sentiu enquanto a calça descia pelas pernas do loiro, e até mesmo quando ele chutou a peça de roupa. E, mais do que nunca, sentia perfeitamente que ele agora trajava apenas sua cueca.
Ela abriu um sorriso e fez um sinal para que Tom levantasse os braços e assim ela pudesse tirar sua camisa. Em seguida abriu o fecho da calça do namorado, deixando que ele mesmo a descesse e, assim como Harrison, a chutasse para fora da bagunça que os três corpos haviam se tornado.
— Feliz? — foi Harrison quem perguntou, e mesmo que ela ainda estivesse de costas para ele, sabia que ele estava sorrindo.
— Um pouco. Vai melhorar quando essas cuecas saírem do cam–
A frase perdeu-se em um longo gemido que soltou ao sentir novamente a mão de Harrison sobre sua intimidade, exercendo pressão sobre seu clitóris e começando com movimentos circulares rápidos. Sua pernas abriram um pouco mais instintivamente, procurando dar mais espaço para que Harrison continuasse a masturbá-la. Ela jogou a cabeça para trás, encontrando o ombro do amigo, soltando mais um gemido, movimentando levemente o quadril.
A boca de Tom cobriu novamente o pescoço de , agora do lado que Harrison havia mordido tanto que ela tinha certeza que tinha marcas. E então a mão de Tom encontrou o seio da namorada, começando a fazer uma leve massagem, o polegar indo e voltando sobre o mamilo dela, quase no mesmo ritmo em que a mão de Harrison massageava a intimidade de . Ela fechou os olhos, tentando esconder a maneira como eles estavam revirando em prazer. Os lábios dela se separaram em mais um gemido, os estímulos de Harrison e Tom consumindo cada fibra do corpo de . Ela iria ter um orgasmo ali, em pé entre os dois, o desconforto da posição não se sobrepondo ao prazer que ela agora sentia. Tudo o que ela precisava era que os movimentos dos dois continuassem e–
E Harrison simplesmente parou.
soltou um gemido frustrado, mexendo o quadril e procurando qualquer contato e fricção que pudesse encontrar, mas agora que mão de Harrison não estava mais sobre sua intimidade, nada parecia mais o suficiente.
— Não fica brava. — a voz de Tom parecia divertida, como se aquilo não estivesse deixando extremamente frustrada. Ela estava tão perto! Só mais um pouco e ela finalmente teria um orgasmo incrível… — Vamos pra cama, vai ser melhor.
Ela nem viu muito bem como os três chegaram na cama ou como ela havia se deitado, sentindo-se idiota por deixar e frustração e o tesão consumirem tanto de sua capacidade de raciocinar. apenas voltou a pensar direito – ou o máximo que ela conseguia – quando sentiu os dedos de Harrison a tocando novamente, fazendo-a movimentar-se instintivamente contra a mão dele, como se ela estivesse tentando aprofundar aquele toque. Mas logo ele havia se afastado novamente.
— Você que é um expert em … O que me diz? — o loiro sorriu para o melhor amigo, esfregando os dedos como se estivesse analisando a viscosidade de .
E então ela sentiu o toque do namorado, quente, preciso. Tom já a conhecia muito bem, sabia exatamente onde gostava de ser tocada, como. E foi assim que a tocou, com todo o conhecimento que já havia adquirido. Mas logo ele também havia se afastado, deixando-a do exato mesmo jeito. Ela se perguntou se os dois eram realmente necessários e porque raios ela não se tocava logo para acabar com aquela tortura.
— Ela não vê a hora de que um de nós a foda. Né, amor? — ele riu quando estreitou os olhos na direção dele. Filho da puta, era tudo o que ela conseguia pensar.
— Vocês dois estão querendo me ver sofrer, é isso? — ela levantou, ficando de joelhos na cama, exatamente como os dois já estavam. — Se nenhum de vocês me foder agora, eu dou meu próprio jeito. Juro.
Com uma risadinha, Tom se curvou na cama, alcançando a gaveta do criado e tirando de lá uma camisinha. Depois voltou à posição inicial, de joelhos de frente para e ao lado do melhor amigo. Então, com um pequeno suspiro, estendeu a camisinha para Harrison. O loiro levantou uma sobrancelha como se perguntasse se o amigo tinha certeza, recebendo apenas um sorriso como confirmação. revirou os olhos. Não era tão difícil assim, sério.
Harrison pegou a camisinha, se mexendo na cama até estar posicionado atrás de . Ela virou a cabeça e mordeu o lábio para conter comentários, observando enquanto ele tirava a própria cueca. Sua mão alcançou o membro de Harrison, fazendo uma carícia leve – a mão dela estava seca demais para tentar algo mais. O loiro se inclinou, roubando um rápido beijo de , sorrindo ao se afastar e abrindo a embalagem da camisinha. Ela afastou a mão, deixando que ele continuasse o trabalho sozinho. já havia sentido o quão excitado Harrison estava enquanto ele a masturbava, sabia que não demoraria muito para que colocasse logo a camisinha e finalmente a penetrasse.
Ela se virou novamente, vendo que Tom mordia o próprio lábio observando e Harrison, provavelmente também tentando conter alguns comentários. Ela riu, fazendo um sinal para que namorado se aproximasse um pouco mais e o puxando para mais um beijo, sugando o lábio dele com força. Ela levou a mão até a cueca de Tom, sentindo a excitação do namorado. Começou a massageá-lo levemente, sentindo-o soltar um suspiro contra os lábios dela.
segurou o elástico da boxer de Tom, a puxando para baixo, encontrando uma certa dificuldade para removê-la e então desistindo, deixando para o namorado o trabalho de tirar a peça de roupa. Sentiu Harrison novamente atrás de si, a ereção do loiro pressionada contra a lombar de . Ele apoiou o queixo no ombro , esperando Tom terminar de tirar a própria cueca e voltar a se ajoelhar de frente para .
Tom abaixou a cabeça, dando um rápido beijo na namorada, e então se virou, encarando o melhor amigo e dando um sorriso antes de se abaixar um pouco e juntar as bocas dos dois em um beijo ansioso, as línguas dos dois rapazes se encontrando de uma maneira totalmente quente. levantou as sobrancelhas e sorriu.
Quando os dois se afastaram, sentiu as mãos de Harrison em seu quadril, começando a ajeitá-la melhor. Ela então se movimentou e fez um sinal para que Tom se afastasse um pouco. Com os joelhos já contra o colchão – doendo um pouco, mas algo que ela ainda conseguia ignorar – curvou a coluna, apoiando também as duas mãos no colchão, ficando na famosa posição de quatro. Ela virou o rosto para trás, vendo Harrison abrir um sorriso e se ajeitar melhor entre as pernas de , abrindo-as um pouco mais e segurando o quadril dela com firmeza.
Ela então fez um sinal para que Tom se aproximasse novamente, vendo que agora eles estavam na altura perfeita que ela pudesse retribuir algo que ele sempre fazia por ela. Esforçando-se para se manter firme na posição, usou uma das mãos para segurar a base do membro de Tom, umedecendo os lábios e tentando juntar um pouco mais de saliva na boca antes de fechá-la sobre cabeça de Tom, quase ao exato mesmo tempo em que sentiu Harrison penetrá-la pela primeira vez.
abriu um pouco mais o maxilar, deslizando a boca por quase toda a extensão de Tom com cuidado, tentando espalhar o máximo de saliva para deixar o mais confortável o possível para os dois. Ela sentiu um sabor meio amargo invadir sua boca enquanto afastava um pouco a boca, apenas para então voltar a deslizá-la pelo membro de Tom.
Logo estava estabelecendo o ritmo de seu oral muito semelhante ao ritmo com o qual Harrison a penetrava. Ela queria gemer, mas com Tom em sua boca ficava realmente difícil. Cada vez que sua garganta vibrava com um novo gemido, ela sentia Tom movimentar-se levemente para frente em sua boca. Uma das mãos dele segurava sua cabeça, tentando ajudá-la a manter o ritmo do oral, ele começando a tomar o controle. Enquanto isso as mãos de Harrison em seu quadril apertavam com cada vez mais força, o quadril dele chocando-se contra o dela o tempo todo.
não sabia por quanto tempo mais seria capaz de aguentar o ritmo de Harrison atrás de si se igualando ao ritmo de Tom em sua boca. Ela se sentia quente, os espasmos de prazer já completamente incalculáveis em sua mente. Ela sabia que iria gozar a qualquer momento, e um lado seu não queria que isso acontecesse porque ela queria continuar entre os dois por mais tempo.
. . — a voz de Tom soou preocupada. ignorou, sabendo que ele apenas queria avisar que ele estava prestes a ter seu orgasmo na boca dela. Ela não entendia porque Tom sempre insistia em avisar sendo que na maioria das vezes ela engolia. — ? ! !
Ela franziu as sobrancelhas, não entendendo porque ele estava tão insistente. Ele podia gozar na boca dela, era o que ele sempre fazia. Estava tudo bem. E então uma mão em seu ombro a fez acordar assustada.
Ela se sentou rapidamente na cama, o coração acelerado. Seus olhos demoraram um pouco para se acostumar com a escuridão do quarto. Ela virou a cabeça, vendo com alguma dificuldade a silhueta de Tom desenhada no escuro, parecendo estar virada em sua direção.
, ‘tá tudo bem? — a voz do rapaz estava preocupada. — Você estava se mexendo muito, me acordou. Teve um pesadelo?
suspirou. Um sonho. Tudo não havia passado de um sonho. O sonho mais vívido e excitante que ela já havia tido em toda sua vida.
— ‘Tá tudo bem. — ela colocou a mão sobre o próprio coração, sentindo-o acelerado. Então mexeu-se desconfortavelmente, sentindo que ainda estava excitada. — Foi só um pesadelo. Já passou.
Ela passou a mão no braço do namorado, o acalmando e voltou a se deitar, gesticulando para que ele fizesse o mesmo. Ela fechou os olhos, lembrando de cada detalhe de seu sonho, fantasiando com o dia em que ele se tornaria realidade.



Fim




Nota da autora: (18/09/2018) Essa história não é canônica e não acontecerá em nenhum momento de 90 Por Cento: Los Angeles.
Primeiro que eu reitero o que sempre digo: eu não sei escrever fanfic restrita mds
Essa aqui não faz parte do plot real, mas eu acho que devia um "poliamor" pra vocês, né? Hehehehehe
Decepcionei? Desculpa :x
Até mais <3



  • "Série" 90 Por Cento
90 Por Cento | 90 Por Cento: Los Angeles | 90 Por Cento: Primeira Vez (+18) | 90 Por Cento: A Três (+18)

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