Última atualização: 18/09/2018

O vestido de saia preta florida estava pendurado no guarda-roupa, encarando . Ela estava de pé, de frente para a roupa, encarando-a de volta. não sabia exatamente quanto aquela peça havia custado, mas mesmo assim ela tinha certeza que era a roupa mais cara que havia comprado em toda sua vida. Bom, não ela, claro. Ela queria ter pagado pela roupa por uma questão de orgulho. Não era ruim ter alguém querendo lhe mimar, mas há sete anos ela não vivia uma vida de mimos, havia desacostumado um pouco. E também não se sentia totalmente confortável dependendo tanto dos outros. Dito isto ela não iria reclamar: o quanto mais pudesse economizar do pouco dinheiro que havia levado para os Estados Unidos, melhor.
A porta do quarto rangeu duas vezes, abrindo e fechando. Dois segundos foram necessários para que ela sentisse Tom se posicionando atrás de si, puxando-a pela cintura para um forte abraço. Com cuidado ele segurou o cabelo dela, o jogando todo para um único lado, e então cabeça dele apoiou no ombro dela, o cabelos molhados respingando água pelo chão.
— Apreciando a vista? — a voz dele não passou de um sussurro muito próxima de sua orelha.
— Acho que esse é o vestido mais lindo que já usei em toda a minha vida.
— Acho que é por causa da modelo. — ele moveu a cabeça, depositando um beijo no ombro de . — Mas aquele com transparência também estava ótimo.
— Você só está dizendo isso porque gostou da visão.
— Exato. — ela conseguiu sentir o sorriso de Tom quando os lábios dele tocaram o pescoço dela. sentiu um pequeno arrepio levantar os pelos de seu braço, fazendo-a respirar fundo. — Mas tinha um problema. — outro beijo no mesmo local. Ela fechou os olhos, aproveitando a sensação os lábios de Tom e de sua voz tão baixa e próxima. — Independente do vestido que você experimentava… Eu só pensava em como seria tirá-lo.
respirou fundo e mordeu o lábio inferior para impedir um suspiro. Ela sabia que aquilo aconteceria mais cedo ou mais tarde, e mesmo que ela sempre tivesse torcido por “mais cedo” ela ainda se sentia um pouco nervosa. não tinha transado com muitas pessoas na vida, essa era a verdade. Havia tido Bea, claro, e depois só um outro cara da faculdade, com quem ela teve uma amizade colorida pelo longo período de três semanas. E era isso.
E claro, no tempo em que ela e Tom ficaram namorando a distância eles haviam trocado várias mensagens de teor puramente sexual. Além das famosas nudes. Algumas vezes até mesmo haviam praticado os famosos phone sex e sexting. Mas agora eles estavam ali, juntos, e poderiam finalmente fazer tudo o que passaram meses falando que queriam tanto fazer um com o outro.
Ela soltou-se do abraço dele apenas para poder se virar, ficando de frente para o namorado e passando o braço por seus ombros, deixando que a mão encontrasse os fios curtos de cabelo na parte de trás de sua cabeça, finalmente o puxando para um beijo longo. Ela sentiu os braços dele em sua cintura, a puxando para ainda mais próximo dele, praticamente colando seus corpos.
sentia o coração incomumente acelerado, e ela não sabia ao certo se por conta do nervosismo ou da excitação. Honestamente, era bastante sensível, então o menor toque mais quente já era o bastante para começar a deixá-la animada. E aparentemente Tom tinha o toque extremamente quente.
A mão dele não estava mais parada em sua cintura, como era comum acontecer quando eles se perdiam em beijos daquela maneira – não que já tivesse acontecido muitas vezes, mas enfim. Ela sentiu-o acariciar sua cintura, brincar com a barra de sua camisa, puxar o cós da calça de moletom rosa com Hello Kitty que ela havia pegado dele após sair do banho. E então as mãos deles cobriram onde estaria o bolso traseiro da calça, exercendo pressão e a puxando para perto, colando seus quadris com força. separou os lábios dos de Tom, abrindo os olhos e soltando um suspiro surpreso que poderia facilmente ser confundido com um gemido baixo.
— ‘Tá tudo bem? — Tom franziu as sobrancelhas, olhando preocupado para ela. Afrouxou o aperto, descolando os quadris e dando espaço entre os dois. — A gente não precisa fazer nada, se você não quiser.
— Eu quero. — respondeu rápido demais, totalmente no automático. — É só que eu não… — a hesitação dela levou Tom a arregalar os olhos e abrir a boca em choque. — Não, eu não sou virgem. Eu só… Não tenho tanta experiência assim nessa área, é isso.
— Ah, é isso. — ele sorriu e se aproximou dela novamente, voltando a segurá-la contra si. — Eu também não. — os lábios dele encontraram o ombro dela. E então seu pescoço, subindo beijos até que a boca de Tom estivesse brincando com o lóbulo da orelha de . — Mas nós descobrimos juntos.
sentiu a respiração de Tom arrepiar os pelos de sua nuca. Os dentes dele se fecharam ao redor do lóbulo dela, mordiscando leve, lentamente. O corpo de Tom exerceu pressão sobre o dela, começando a empurrá-la até que as costas de batessem contra o guarda-roupa. Ela soltou outro suspiro, sentindo a mão de Tom novamente brincar com o cós da sua calça, puxando, ameaçando descer a peça de roupa.
A mão dela buscou a parte de trás da cabeça dele, esforçando-se para segurar os fios curtos e o puxar para longe da região pescoço-orelha, que ela tinha certeza que já estava sim vermelho, independente do tom escuro de sua pele. Antes que Tom pudesse lhe lançar um olhar confuso, ela o puxou para perto, juntando novamente os lábios em um beijo rápido e desesperado. A força que ela exerceu a fez novamente bater as costas contra o guarda-roupa, e apenas não soltou um gemido de dor porque a boca de Tom a impediu.
Foi quando ela lembrou.
— Tom, para! — ela afastou os lábios com um estalo alto, os olhos aumentando com a súbita constatação, recebendo um olhar preocupado de Tom. — Nós temos que sair daqui.
— O que? Por quê?
— O vestido, Thomas! Eu não vou transar em cima do vestido!
Tom ficou olhando para por alguns segundos, como se esperasse que ela fosse falar que aquilo era brincadeira e eles poderiam voltar para os amassos, mas estava falando extremamente sério. Então ele revirou os olhos, literalmente pegando-a no colo e a levando até a cama, a jogando sem nenhum cuidado. Ele então subiu na cama, passando as pernas ao redor dela e prendendo-a.
— Melhor assim?
— Pelo menos assim meu vestido não amassa. — ela balançou os ombros e apenas o canto direito de sua boca levantou em um sorriso que Tom havia decidido considerar uma provocação.
— Muito bom. Eu a dois beijos de te foder e você pensa no vestido. Fico muito feliz mesmo.
— Ninguém disse que eu não quero que você me foda, Thomas. — ela se ajeitou na cama, levantando a coluna e apoiando seu peso nos próprios cotovelos, o sorriso ainda no rosto. — Eu só não quero que você me foda em cima do vestido que vou usar na premiere.
Tom abaixou a cabeça, até ficar na mesma altura que . Suas bochechas encostaram e a voz dele soou realmente próxima ao seu ouvido.
— Tira a blusa. — o pedido soou como uma ordem, fazendo um pequeno arrepio percorrer o corpo de .
Os olhos dela encontraram os de Tom, que parecia ansioso. Ela respirou fundo, levando as mãos a barra da blusa e parando por ali. A verdade era que ela estava com vergonha de tirar a blusa. sabia que não estava exatamente no padrão de beleza: ela usava jeans 42 e possuía uma barriguinha saliente. E no geral ela não se importava com aquilo, honestamente ela se considerava bastante bonita. Mas ninguém nunca estava livre de se sentir inseguro.
— Vai querer que eu tire para você?
Ela mordeu o lábio inferior e, em um rápido movimento, tirou a blusa, a jogando em um canto qualquer e voltando a posição em que se apoiava no cotovelo. Ela se sentia mais exposta do que nunca, apenas o sutiã simples preto cobrindo seus seios. A mão gelada de Tom em sua cintura nua a fez puxar o ar de uma vez, o coração acelerando. Ela sentiu a mão do rapaz subir pelo seu corpo até encontrar a lateral do sutiã. Ele então deslizou a mão para a taça, cobrindo o bojo da vestimenta. Tom moveu a mão novamente, chegando a ponte do sutiã, onde ficava o fecho.
Os olhos dele encontraram novamente os dela, inquisidor, parecendo perguntar se ele possuía permissão para abrir o sutiã. respirou fundo, ignorando todas as coisas horríveis que sua insegurança dizia e balançando a cabeça, autorizando o namorado. Tom abriu o fecho frontal do sutiã sem dificuldades, expondo os seios de . Ela não o encarou enquanto escorregava as alças pelos ombros e o largava em alguma parte do quarto, provavelmente junto a sua blusa.
soltou seu peso no colchão, deitando-se e olhando para o teto sem saber exatamente o que fazer naquele momento. Então ela sentiu os lábios de Tom sobre os seus e, em seguida, em seu queixo. Ela franziu as sobrancelhas até sentir os lábios dele novamente em seu pescoço. Ele então começou a descer pelo corpo de , beijando o vão entre seus seios para em seguida cobrir cada um de seus seios com os mesmos beijos quentes.
Ela soltou todo o ar de seu pulmão em um longo suspiro, sentindo um forte calor especialmente na região da virilha quando os lábios de Tom se fecharam ao redor do bico de seu seio. fechou os olhos, sentindo que Tom sugava seu seio. O calor pareceu subir por seu corpo, esquentando-a por completo. Uma mão dela se fechou, capturando uma quantidade grande de lençol. A outra ela levou até Tom, tocando seu ombro, sentindo o tecido da camisa e se perguntando porque ele ainda estava vestido.
Tom soltou o seio de , continuando a descer os beijos pelo corpo dela. Quando os lábios dele encontraram a barriga dela, logo abaixo do umbigo, além do calor que se espalhava pelo corpo de , ela também sentiu um frio na barriga, o sentimento de antecipação a tomando, construindo cada vez mais sua excitação. E então, quando Tom parecia prestes a tirar sua calça e continuar com os beijos onde mais desejava, ele começou a rir.
— O quê? — ela levantou a cabeça rapidamente, novamente usando os cotovelos como apoio. Tom ainda estava parado, as mãos no quadril dela, mas ele não conseguia parar de rir. — O que aconteceu, Tom?
— Desculpa! É só que… Eu ‘tô te beijando e pensando em como eu quero fazer o melhor oral da sua vida, e quando chego onde realmente interessa… Você ‘tá usando uma calça rosa da Hello Kitty. — ela revirou os olhos, vendo que ele ainda ria, e se deixou soltar novamente o peso e voltar a se deitar na cama, também rindo com o namorado.
— Essa calça é sua, só pra te lembrar.
— Eu sei. É só… Engraçado. Por isso acho melhor tirar de uma vez, né?
Ela sentiu as mãos dele no cós da calça, começando a puxá-la para baixo. ergueu o quadril e depois as pernas, ajudando Tom a tirar aquela maldita e definitivamente nada sexy calça do caminho. Agora a única coisa que ela trajava era uma calcinha rosa e branca, porque era óbvio que ela não havia colocado um conjunto.
fechou os olhos quando sentiu Tom segurar o elástico de sua calcinha, pronto para descê-la e deixá-la completamente nua. Seu coração ainda acelerado já não mais tinha como motivo a excitação. Ela estava completamente nervosa com a ideia de ficar nua na frente de Tom. Novamente ela foi tomada por milhares de pensamentos inseguros, como se cada parte de sua mente lhe dissesse que tudo aquilo daria completamente errado.
Ela precisou listar para si mesma que estava tudo bem. Ela havia tomado banho há pouco tempo, antes de Tom, então ela certamente não estava com nenhum cheiro estranho. E não era nada idiota, obviamente havia se depilado completamente antes de viajar para os Estados Unidos – e como o havia feito com cera, ela não corria riscos de já começar a ter pelos crescendo. Por mais que ela odiasse padrões estéticos e realmente não fosse a maior fã de depilação do mundo, ela sabia que se sentia mais segura daquela maneira, pelo menos inicialmente.
— Não precisa ficar nervosa, . — os dedos dele ainda iam e voltavam no elástico da calcinha, que permanecia exatamente no mesmo lugar.
— Fácil pra você falar. Ainda está completamente vestido.
— Ok. — ele riu, soltando a roupa íntima da namorada e puxando a própria camisa, a jogando na beirada da cama. Ele então ficou de pé na cama e abriu o zíper da própria calça, a tirando rapidamente e arremessando com o próprio pé perto da blusa. — Melhor? — agora trajando apenas a cueca boxer, ele se ajoelhou novamente, desta vez entre as pernas de .
— Uma excelente visão. — ela sorriu, deixando os olhos passearem pelo corpo dele sem nenhum pudor, o desejando mais do nunca.
— Eu causo esse efeito nas pessoas. — ele balançou os ombros e ela revirou os olhos.
Tom se abaixou novamente, obrigando as pernas de a se separarem um pouco mais. Ele então se abaixou para dar mais um beijo nos lábios dela, uma de suas mãos novamente cobrindo um dos seios dela. Ele não apertou-o, apenas passou a mão pelo seio, dedilhando com cuidado, lentamente. E o corpo dela, já sensível por tudo o que estava acontecendo desde Tom havia entrado no quarto, reagiu espalhando mais uma onda de calor por todo seu corpo.
Ela separou os lábios dos de Tom, soltando um gemido – e agora era realmente um gemido, ela iria admitir. Tom afastou a cabeça poucos centímetros, a olhando nos olhos e soltando uma risada curta e nasalada. Quando se aproximou novamente, os lábios dele estavam no pescoço de , beijando regiões sensíveis – e que ela tinha certeza que estavam no mínimo avermelhadas. A mão dele permanecia sobre o seio dela, cobrindo toda sua extensão, porém mantendo o ritmo lento e leve.
precisou morder o lábio para conter mais um gemido que tentou escapar. Ela fechou os olhos e puxou uma grande quantidade de ar, o prendendo por alguns segundos, sentindo a outra mão de Tom cobrir seu outro seio da exata maneira que já acontecia com o primeiro. Ela então soltou todo o ar de uma vez exatamente ao mesmo tempo que mais uma onda de calor percorria seu corpo, levando-a a mexer o quadril desconfortavelmente para frente, exigindo um maior contato com o corpo de Tom.
Novamente ela ouviu a risada nasalada de Tom, agora contra o seu pescoço, a respiração dele provocando um arrepio por toda a região do pescoço-nuca, quase fazendo com que ela tremesse levemente.
— Do que você tanto ri? — ela abriu os olhos e perguntou com o maxilar travado, esforçado-se para não transformar as palavras em mais um suspiro, a massagem em seus seios quase fazendo-a perder um pouco de vocabulário.
— Das suas reações. — ele levantou a cabeça, olhando nos olhos dela, um sorriso quase fofo em seus lábios que fizeram estreitar os olhos. — Eu literalmente não estou fazendo nada demais, mas você ‘tá reagindo realmente muito bem. Eu não sabia que você é tão sensível, e…
— E?
— E é algo importante de ter em mente para um futuro próximo. — ele então exerceu um pouco mais de pressão, fazendo com que deixasse escapar um gemido surpreso, fazendo-o rir de novo.
— Ok, Thomas, que tal nós pensarmos menos no futuro próximo e focar mais no presente?
— Quem é apressada agora, ? — ele abriu um sorriso malicioso, porém atendendo o pedido da namorada e voltando a prestar mais atenção ao restante do seu corpo.
Exatamente como havia feito da primeira vez, Tom beijou todo o corpo de até chegar abaixo do umbigo, onde novamente parou, enlaçando os dedos no elástico de sua calcinha. Ele a encarou e levantou as sobrancelhas. Entendendo o pedido, ergueu o quadril, permitindo que ele puxasse a roupa íntima dela por suas pernas. E assim, com um simples gesto, estava completamente nua.
Ela fechou os olhos, um arrepio percorrendo seu corpo inteiro ao sentir os dedos gelados de Tom sobre sua intimidade – ou talvez a diferença de temperatura se devesse a ela estar quente demais, tudo era possível. precisou novamente morder o próprio lábio para conter um gemido longo e baixo, especialmente quando os dedos de Tom começaram a passear por toda sua extensão, tocando cada parte de sua intimidade.
não mais conseguia diferenciar de onde vinha todo o calor que sentia. Seu coração estava realmente rápido, e se ela não estivesse se esforçando tanto para segurar os gemidos, ela sabia que sua respiração também estaria um pouco mais acelerada do que o normal. Tudo o que sentia naquele momento eram os dedos de Tom e a sensação maravilhosamente estranha que eles lhe causavam.
Até que ela sentiu a boca de Tom.
Todo o trabalho que estava tendo para conter seus gemidos foram em vão. Quando deu por si, havia soltado um gemido alto e curto, mal percebendo que havia escapado da própria boca. Agora sim ela sentia a respiração mais rápida e descompassada, a sensação da boca de Tom a fazendo sentir vontade de soltar mais um gemido.
fechou a mão em punho, levando-o até a própria boca e mordendo, impedindo a si mesma de gemer ainda mais. Ela conseguia sentir a língua do Tom movimentando-se devagar, às vezes subindo, às vezes descendo. Direita, esquerda. E então uma pequena pressão de Tom lhe chupando a fez soltar um gemido que só não foi realmente alto porque ela ainda tapava a boca com a mão.
— Por que você tá tapando sua boca? — o súbito afastamento de Tom a levou a levantar a cabeça, vendo que o rapaz a encarava, ainda entre suas pernas. reparou que os lábios e alguns pontos ao redor de sua boca pareciam molhados, e ela sabia que não se tratava de saliva.
— Eu… Não quero fazer muito barulho.
— Por quê? Só estamos nós dois em casa. Além do mais… — ele abaixou novamente, sugando a região do clitóris de com um pouco mais de força, apenas o bastante para fazê-la soltar o gemido que antes havia contido. — Eu gosto quando você geme.
balançou a cabeça confirmando, voltando a deitar a cabeça no colchão. A boca e língua de Tom voltaram a trabalhar em , no mesmo ritmo calmo, o que já estava se tornando um tipo de tortura para ela. O quadril de moveu-se instintivamente contra a boca dele, como se lhe desse um sinal para aumentar a velocidade.
O que Tom acabou fazendo, mesmo que não fosse tanto quanto gostaria.
simplesmente não conseguia mais se controlar. A cada novo movimento da língua de Tom, seu quadril se mexia automaticamente. Cada vez que ele exercia um pouco mais de pressão com seus chupões, soltava um gemido. E cada vez que ela gemia ele lhe “presenteava” de maneira diferente, fosse aumentando a velocidade e pressão, fosse usando a ajuda de seus dedos, fosse explorando ainda mais partes de sua intimidade sem nenhum pudor. Quando a língua dele percorria sua intimidade, seu dedo brincava com sua entrada, sem realmente a penetrar.
ouviu o barulho do colchão sendo arranhando quando suas mãos se fecharam com força, segurando uma grande quantidade de lençol. Os dedos do seu pé também pareciam querer fechar. O calor já parecia impossível, seu quadril sendo lançado para frente novamente. Uma forte sensação na região da virilha indicou o que ela sabia estar prestes a acontecer. se conhecia bem o bastante para saber que estava perto demais de seu orgasmo.
— Tom! — ela se forçou a levantar a cabeça, soltando o lençol e encontrando os cabelos de Tom. — Tom, para, se você continuar eu vou– Para.
— Você quer que eu pare mesmo? — ele parou o oral para encará-la, franzindo as sobrancelhas. — Tem certeza?
— Eu quero gozar com você em mim.
O sorriso que Tom abriu só poderia ser descrito como sujo. apenas observou enquanto ele novamente ficava de pé na cama. Ainda sorrindo, Tom passou o dedo médio no lábio inferior, limpando o excesso de apenas para, em seguida, levar o dedo a própria boca, chupando o que havia acabado de “limpar”. se perguntou porque havia achado aquilo tão sexy e não conseguiu encontrar nenhuma explicação lógica.
Em seguida Tom abaixou a mão, segurando o cós de sua cueca e logo tirando a própria boxer. Ao ver Tom completamente nu, sentiu uma pequena eletricidade correr seu corpo, antecipando o prazer que ela estava prestes a sentir – e provavelmente também a dor, mas ela iria tentar ignorar essa parte.
Ele se abaixou novamente, afastando um pouco mais as pernas de e se posicionando entre elas. As mãos dele encontraram a cintura dela, a segurando firmemente. Ele então puxou para mais perto e, em questão de segundos, posicionou-se de modo facilitar a penetração que estava por vir.
E então, lentamente, sentiu-o ganhar espaço dentro dela.
Ela apertou os olhos, sentindo uma rápida onda de dor. já estava bastante sensível por conta do oral, e mesmo que Tom estivesse sendo cuidadoso, ainda assim parecia queimar um pouco quando ele entrava. Mas… Não era de todo ruim. Talvez ela possuísse um pequeno lado masoquista, mas aquela sensação era… Proveitosa.
Com a mesma velocidade vagarosa, ela sentiu-o sair dela, sem porém a deixar completamente. Quando Tom entrou novamente, sua velocidade pareceu ter aumentando um pouco, ao que agradeceu. Ela já estava perto de seu orgasmo, velocidade era tudo o que ela queria naquele momento.
Não demorou muito para que Tom estabelecesse o ritmo de suas investidas, entrando e saindo de rapidamente. As mãos dele agora seguravam a cintura dela com força o bastante para deixá-la vermelha, mas ela não se importava, incapaz de pedir para que ele afrouxasse o aperto. E mesmo com Tom a segurando, o quadril de se mexia a cada nova investida, indo para trás e para frente, de um lado para o outro, fazendo com que Tom soltasse um alto gemido.
— Oh. — abriu um sorriso, surpresa.
— O que foi? — a voz dele soou cansada, os movimentos contra permanecendo no mesmo ritmo.
— Seu gemido. De– Delicioso. — ela o sentiu aumentar a velocidade, exercendo um pouco mais se pressão em suas investidas.
?
— Hmm? — sabia que não conseguiria formar uma frase completa, e não arriscou tentar soltar mais que uma sílaba.
— Cala a boca. — a mão esquerda de Tom deslizou pelo corpo de , alcançando seu seio e o apertando, o polegar deslizando pelo mamilo dela.
O oral, as investidas de Tom, a mão dele em seu seio, tudo atingiu de uma única vez, espalhando pelo corpo dela uma das mais fortes e melhores sensações de prazer que ela já havia vivenciado. Ela sentiu sua intimidade queimar, seu rosto arder. Seu peito subiu com cada gemido alto que ela soltou. Seu quadril encontrou o de Tom em espasmos descompassados. Tudo o que queria era que aquela sensação não acabasse nunca.
Seu corpo então parou, parecendo mais leve do que nunca. Ela respirou fundo, cobrindo os olhos com o antebraço, sentindo que Tom ainda entrava e saía dela. se sentia mais sensível do que nunca, as investidas do namorado parecendo mais rápidas e fortes do que antes, mas ela sequer conseguia pedir para ele diminuir o ritmo. Ela ainda estava aproveitando do orgasmo que havia acabado de vivenciar, seu corpo parecendo já pedir por mais um.
Ela tirou o braço da frente dos olhos, levantando apenas um pouco a cabeça para poder encarar Tom. O rapaz mantinha os olhos fechados, investindo fortemente contra , os quadris se chocando sem parar. Ele mordeu o próprio lábio, como se tentasse manter-se em silêncio – hipócrita, não deixou de pensar – mas mesmo assim alguns gemidos escapavam vez ou outra.
Até que os movimentos dele começaram a diminuir, se tornando cada vez mais lentos, praticamente parando dentro de . Dentro de si, conseguia sentir Tom pulsando, e deus, será que ela seria capaz de ter orgasmos múltiplos? Porque, honestamente, parecia bastante possível naquele momento. Com gemidos mais altos e uma expressão que era o bastante para excitar apenas de olhar, Tom finalmente atingiu o próprio orgasmo. O corpo dele pareceu relaxar, amolecendo, e não demorou muito para que ele saísse dela, se deitando ao seu lado.
sorriu, ajeitando-se melhor e ficando ainda mais perto dele, dando um longo beijo se seu rosto. Tom deu um pequeno sorriso, passando o braço pelos ombros da namorada, a abraçando e roubando um rápido selinho dela.
— Isso foi… — ela começou, mas não soube continuar. Não parecia que uma palavra poderia descrever o que havia acabado de acontecer.
— Eu te amo, . — ele fechou os olhos, ainda parecendo completamente relaxado.
— Eu também te amo. — ela também fechou os olhos, apoiando a cabeça no peito de Tom, ouvindo o coração dele acalmando-se aos poucos. — Muito.



Fim




Nota da autora: (18/09/2018) Essa história é canônica e se passa logo após o capítulo 02 de 90 Por Cento: Los Angeles.
Vocês pediram tanto por isso que eu acabei atendendo aos pedidos ahahahaha
Como eu disse, não vai ter cena restrita lá na fic, mas nada me impede de fazer um spin-off de vez em quando né aahahahahha
Claro que quem tá no grupo do facebook já leu essa fic faz muuuuuuuito tempo, né hahahahahahah Mas achei justo mandar nesse especial de fics de sexo
Algumas coisas importantes: notem que não sei escrever restrita, definitivamente não é meu forte ahhahahaha Desculpe por isso
E é a primeira vez deles juntos (não na vida, claro) então é, tinha que ser uma coisa mais baunilha hahahaha
E por último... Não sigam o exemplo desses dois! Usem camisinha!
Vejo vocês na próxima <3



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